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O que é alteridade? É ser capaz de apreender o outro na plenitude da sua dignidade , dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença. Quanto menos alteridade existe nas relações pessoais e sociais, mais conflitos ocorrem. A nossa tendência é colonizar o outro, ou partir do princípio de que eu sei e ensino para ele. Ele não sabe. Eu sei melhor e sei mais do que ele (...). Dentro desse quadro, o desafio que se coloca para nós é como transformar as instituições pilares da sociedade em que vivemos: Família, Escola, Estado (o espaço do poder público, da administração pública), Igreja (os espaços religiosos) e Trabalho. Como torná-los comunidades de resgate da cidadania e de exercício da alteridade democrática? O desafio é transformar essas instituições naquilo que elas deveriam ser sempre: comunidades. E comunidades de alteridade. .
Tendo como responsabilidade a formação para a alteridade, o papel do Ensino Religioso na educação formal das pessoas e da sociedade é ampliada, devido, exceto:
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[...]
— A alma que não atingiu a perfeição durante a vida corpórea como acaba de depurar-se?
— Submetendo-se à prova de uma nova existência.
— Como ela realiza essa nova existência? Pela sua transformação como Espírito?
— Ao se depurar, a alma sofre sem dúvida uma transformação, mas para isso necessita da prova da vida corpórea.
— A alma tem muitas existências corpóreas?
— Sim, todos nós temos muitas existências. Os que dizem o contrário querem manter-vos na ignorância em que eles mesmos se encontram; esse é o seu desejo.
— Parece resultar, desse princípio, que, após ter deixado o corpo, a alma toma outro. Dito de outra maneira, que ela se reencarna em novo corpo. É assim que se deve entender?
— É evidente.
— Qual a finalidade da reencarnação?
— Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isso, onde estaria a justiça?
— O número das existências corpóreas é limitado ou o Espírito se reencarna perpetuamente?
— A cada nova existência o Espírito dá um passo na senda do progresso: quando se despojou de todas as impurezas, não precisa mais das provas da vida corpórea.
— O número das encarnações é o mesmo para todos os Espíritos?
— Não. Aquele que avança rapidamente se poupa das provas. Não obstante, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas porque o progresso é quase infinito.
— Em que se transforma o Espírito depois de sua última encarnação?
— Espírito bem-aventurado; um Espírito puro.
Kardec, A. O livro dos Espíritos. Ed. Araras, 2013 (Adaptação)
A tradição religiosa descrita no texto compõe o grupo das chamadas:
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Sobre essas tradições, assinale a alternativa CORRETA.
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Sobre os aspectos teológicos / religiosos mais significativos da Reforma Protestante do início dos tempos modernos, não se pode afirmar que:
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TEXTO I
A roça com alimentos próprio da cultura hoje em dia, é pouca, mas ainda sim existe. O ritual acontece no primeiro dia em que a menina tem sua primeira menstruação; ela é fechada dentro de casa até o final do ciclo menstrual, e até todo esse tempo só é vista e cuidada pela mãe, pela avó e tias. A avó e tias ficam fazendo seus enfeites para o último dia da festa, enquanto o avô e os tios vão caçar e pescar para que tenha comida suficiente para oferecer aos convidados, e ser servida para a moça. A avó em casa prepara a comida, como: peixe, batatas, beiju, milho, calují e entre outros alimentos que vai ser servida para a moça e oferecida para os convidados que vem para a festa. Os convidados são os parentes da mesma aldeia e também os que moram em outra aldeia. Quando a família chega, todo(a)s vão se pintar com a mesma “tinta” que a moça foi pintada e comer da mesma comida que foi à servida, e outros alimentos eles(a) dividem entre si para levar para sua casa. As tias cortam o cabelo da moça e também cortam os seus, e fazem um topete. São ensinados para as novas moças, de como será sua responsabilidade, aconselhando como assumir a vida adulta, ter casa, filhos e aprender a fazer os artesanatos da cultura Karajá favorecendo para o resgate da cultura e respeito de suas tradições.
Disponível em: <https://aldeiakrehawa.blogspot.com.br>. Acesso em: 14 nov. 2017.
TEXTO II
A maioridade religiosa, 13 anos para os meninos e 12 anos para as meninas, é a ocasião de comemorações que marcam esta evolução tão importante na vida do adolescente. Aos 13 anos, o menino judeu é considerado um adulto responsável por seus atos, do ponto de vista judaico. Bar Mitzvá significa, literalmente, “filho do mandamento”. A criança de 13 anos passa a ter as mesmas obrigações religiosas dos adultos, tornando-se responsável pelos seus atos e transgressões. Na segunda ou quinta-feira mais próxima a seu aniversário, de acordo com o calendário hebraico, o jovem comemora com uma festa religiosa, durante a qual cumpre alguns rituais. Neste dia o jovem coloca o tefilin pela primeira vez, na sinagoga. A partir desta data, já pode fazer também parte do minian, o quórum mínimo de dez homens, necessário para a realização de uma reza em comum. No Shabat do Bar Mitzvá, o jovem é chamado a ler a Torá e conduzir a reza diante de toda a comunidade. Na reza da manhã, lê parte ou toda a Perashá da semana. Geralmente os pais organizam uma Seudá, na qual o jovem pronuncia um discurso para mostrar a sua sensibilidade em entender os comentários dos textos tradicionais. O Bar Mitzvá é, de várias maneiras, um assunto de família. A escolha do modo de celebrar a cerimônia depende muito das tradições de cada comunidade. O ritual a ser seguido e o tipo de comemoração a ser organizado são assuntos muito discutidos em cada família judaica. Mas o mais importante de tudo é fazer com que o jovem sinta que é o centro das atenções naquele dia para seus pais e sua família.
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ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
“No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. Disse Deus: Haja luz; e houve luz.”
TRADUÇÃO ECUMÊNICA DA BÍBLIA (TEB). Gênesis 1,1-3.
Em relação aos textos apresentados, assinale a alternativa CORRETA.
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GUERREIRO, S. Novos Movimentos Religiosos. Quadro Brasileiro. São Paulo: Paulinas, 2016 (Adaptação).
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GUERREIRO, S. Novos Movimentos Religiosos. Quadro Brasileiro. São Paulo: Paulinas, 2016 (Adaptação).
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