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- Clínica MédicaClínica Médica para Equinos
- Clínica Cirúrgica e AnestesiologiaClínica Cirúrgica para Grandes Animais
- ProduçãoEquinocultura
Um equino, macho, 10 anos, apresenta histórico de laminite aguda há 6 meses que evoluiu para claudicação
crônica persistente. O exame clínico revela deformidade da parede ungueal com crescimento anormal do casco,
sensibilidade aumentada à palpação da sola e dificuldade na locomoção. A radiografia lateral do casco revela
rotação da falange distal com deslocamento dorsal da ponta e possível osteólise do processo extensor. Qual das
seguintes afirmações melhor descreve o manejo clínico e prognóstico da laminite crônica com essas alterações
radiográficas?
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- Clínica Cirúrgica e AnestesiologiaClínica Cirúrgica para Grandes Animais
- Clínica Cirúrgica e AnestesiologiaClínica Cirúrgica para Pequenos Animais
- ProduçãoEquinocultura
Um equino, fêmea, 12 anos, apresenta claudicação progressiva bilateral nos membros anteriores, com piora durante o exercício e melhora com repouso. O exame da flexão do carpo demonstrou-se positivo, e houve aumento
da claudicação após compressão dorso-palmar com pinga de casco. A radiografia revela alterações degenerativas
na superfície articular do osso navicular e possível entesopatia. Qual das seguintes alternativas melhor descreve
a fisiopatologia e o manejo clínico da síndrome do navicular?
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Um equino, macho, 8 anos, apresenta-se com claudicação aguda no membro anterior esquerdo, edema localizado na região metacarpiana e sensibilidade aumentada à palpação do tendão flexor digital superficial. O proprietário relata que o animal foi submetido a exercício intenso no dia anterior. Considerando a apresentação clínica
sugestiva de tendinite, qual das seguintes afirmações representa a abordagem diagnóstica e terapêutica mais
apropriada para este caso?
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Um equino, macho, 8 anos, sofreu trauma penetrante na região metacarpiana do membro anterior direito durante acidente com arame farpado. A ferida apresenta aproximadamente 12 cm de comprimento, com bordas irregulares e contaminação visível. O animal foi atendido 6 horas após o trauma. Durante o exame clínico, o veterinário observa que a ferida está sangrando moderadamente, apresenta tecido muscular exposto em algumas áreas e sinais de contaminação ambiental. O proprietário relata que o animal não recebeu qualquer cuidado prévio, além de limpeza superficial com água. Considerando os conhecimentos sobre fisiologia da cicatrização, manejo de feridas traumáticas e infectadas, bem como prevenção do tecido de granulação exuberante em equinos, julgue as seguintes afirmativas se verdadeiras (V) ou falsas (F):
l. A fase inflamatória da cicatrização inicia-se imediatamente após o trauma e é caracterizada pela hemostasia, infiltração de células inflamatórias (neutrófilos, macrófagos) e limpeza da ferida através de fagocitose. Esta fase é essencial para a reparação adequada e normalmente dura entre 3 a 5 dias, sendo recomendável que o veterinário preserve esta resposta fisiológica natural durante este período.
Il. A contaminação bacteriana em feridas traumáticas é um fator crítico que interfere significativamente na cicatrização. Feridas contaminadas com mais de 105 unidades formadoras de colônia (UFC) por grama de tecido apresentam risco aumentado de infecção clínica. O desbridamento cirúrgico precoce, realizado dentro de 6 a 8 horas após o trauma, associado a limpeza adequada e possível antibioticoterapia, reduz significativamente a carga bacteriana e favorece a cicatrização apropriada.
III. O tecido de granulação exuberante em equinos é uma complicação comum em feridas da região distal dos membros e é caracterizado pelo crescimento excessivo de tecido de granulação que ultrapassa o nível das bordas da ferida. Este crescimento excessivo está associado a fatores como movimento excessivo do membro, inflamação crônica, infecção persistente e possível deficiência de zinco. A prevenção inclui imobilização apropriada do membro, controle de infecção, manejo adequado da ferida e possível aplicação de corticosteroides tópicos ou agentes anti-inflamatórios.
IV. A fase de proliferação da cicatrização caracteriza-se pela síntese de colágeno, angiogênese e reepitelização, iniciando-se aproximadamente no terceiro dia após o trauma e durando várias semanas. Durante esta fase, o tecido de granulação é formado, e a resistência tensional da ferida aumenta progressivamente. Fatores como nutrição adequada (especialmente proteínas, vitaminas C e A e zinco), ausência de infecção e imobilização apropriada são fundamentais para o sucesso desta fase.
A aplicação de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) em feridas traumáticas é contraindicada em qualquer circunstância, pois estes medicamentos inibem completamente a resposta inflamatória necessária para a cicatrização. Portanto o uso de AINEs deve ser evitado totalmente em animais com feridas traumáticas, independentemente da severidade da inflamação ou dor apresentada pelo animal.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
l. A fase inflamatória da cicatrização inicia-se imediatamente após o trauma e é caracterizada pela hemostasia, infiltração de células inflamatórias (neutrófilos, macrófagos) e limpeza da ferida através de fagocitose. Esta fase é essencial para a reparação adequada e normalmente dura entre 3 a 5 dias, sendo recomendável que o veterinário preserve esta resposta fisiológica natural durante este período.
Il. A contaminação bacteriana em feridas traumáticas é um fator crítico que interfere significativamente na cicatrização. Feridas contaminadas com mais de 105 unidades formadoras de colônia (UFC) por grama de tecido apresentam risco aumentado de infecção clínica. O desbridamento cirúrgico precoce, realizado dentro de 6 a 8 horas após o trauma, associado a limpeza adequada e possível antibioticoterapia, reduz significativamente a carga bacteriana e favorece a cicatrização apropriada.
III. O tecido de granulação exuberante em equinos é uma complicação comum em feridas da região distal dos membros e é caracterizado pelo crescimento excessivo de tecido de granulação que ultrapassa o nível das bordas da ferida. Este crescimento excessivo está associado a fatores como movimento excessivo do membro, inflamação crônica, infecção persistente e possível deficiência de zinco. A prevenção inclui imobilização apropriada do membro, controle de infecção, manejo adequado da ferida e possível aplicação de corticosteroides tópicos ou agentes anti-inflamatórios.
IV. A fase de proliferação da cicatrização caracteriza-se pela síntese de colágeno, angiogênese e reepitelização, iniciando-se aproximadamente no terceiro dia após o trauma e durando várias semanas. Durante esta fase, o tecido de granulação é formado, e a resistência tensional da ferida aumenta progressivamente. Fatores como nutrição adequada (especialmente proteínas, vitaminas C e A e zinco), ausência de infecção e imobilização apropriada são fundamentais para o sucesso desta fase.
A aplicação de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) em feridas traumáticas é contraindicada em qualquer circunstância, pois estes medicamentos inibem completamente a resposta inflamatória necessária para a cicatrização. Portanto o uso de AINEs deve ser evitado totalmente em animais com feridas traumáticas, independentemente da severidade da inflamação ou dor apresentada pelo animal.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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Durante atendimento em propriedade rural de bovinos de corte, o médico veterinário identifica três animais com
lesões vesiculares na cavidade oral, salivação intensa, claudicação e febre. Considerando a legislação federal de
defesa sanitária animal e as obrigações do profissional, é correto afirmar que o médico veterinário deve:
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Bezerro holandês, 12 dias, 42 kg, com diarreia profusa há 72 horas, em decúbito lateral, hipotermia, reflexo de
sucção ausente, enoftalmia acentuada e desidratação estimada em 12%. A hemogasometria venosa revelou: pH
7,08; HCO₃⁻ 8 mEq/L; PCO₂ 32 mmHg; BE -18 mEq/L; K⁺ 6,2 mEq/L; Na* 132 mEq/L; CI- 108 mEq/L. Considerando a
fórmula do déficit de bicarbonato (peso x 0,6 x BE), a conduta correta é:
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- Clínica MédicaClínica Médica para Equinos
- Clínica Cirúrgica e AnestesiologiaClínica Cirúrgica para Grandes Animais
- ProduçãoEquinocultura
Cavalo Quarto de Milha, 8 anos, atleta de tambor, é atendido com dor aguda nos quatro membros 48 horas após
episódio de sobrecarga de concentrado. Apresenta postura clássica de “cavalo estaqueado”, pulso digital aumentado bilateralmente nos membros torácicos, escore de Obel grau 3 e sensibilidade ao teste de pinga de cascos na
região da sola toe. Sobre o manejo da fase aguda da laminite, julgue as afirmativas a seguir se verdadeiras (V) ou
falsas (F):
I. Na fase aguda/desenvolvimental, a crioterapia digital contínua (< 5 °C) por 48-72 horas reduz comprovadamente a incidência e a gravidade da falha lamelar.
II. O exercício controlado em piso macio é recomendado nessa fase para estimular a circulação digital e acelerar a recuperação.
Ill. O bloqueio perineural digital palmar deve ser realizado para aliviar a dor e permitir a deambulação precoce do animal.
IV. O suporte mecânico do casco, o uso de AINE e a restrição de movimento integram o manejo adequado da fase aguda.
V. O escore de Obel é utilizado para graduar a intensidade da dor e da claudicação na laminite.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
I. Na fase aguda/desenvolvimental, a crioterapia digital contínua (< 5 °C) por 48-72 horas reduz comprovadamente a incidência e a gravidade da falha lamelar.
II. O exercício controlado em piso macio é recomendado nessa fase para estimular a circulação digital e acelerar a recuperação.
Ill. O bloqueio perineural digital palmar deve ser realizado para aliviar a dor e permitir a deambulação precoce do animal.
IV. O suporte mecânico do casco, o uso de AINE e a restrição de movimento integram o manejo adequado da fase aguda.
V. O escore de Obel é utilizado para graduar a intensidade da dor e da claudicação na laminite.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
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- Clínica MédicaClínica Médica para Bovinos e Pequenos Ruminantes
- Clínica Cirúrgica e AnestesiologiaClínica Cirúrgica para Grandes Animais
Vaca holandesa, 5 anos, em pleno terço de lactação, atendida em propriedade leiteira com queda abrupta de
produção (de 35 L para 10 L/dia em 48 horas), anorexia parcial, postura com cifose dorsal e relutância ao caminhar. Ao exame: FC 88 bpm, T 39,6 °C, hipomotilidade ruminal, gemido expiratório à compressão dorsal sobre a
cernelha (prova de Williams positiva) e dor à percussão da região xifóide. Hemograma: leucocitose (16.000/pL)
com neutrofilia e desvio à esquerda. Considerando o diagnóstico mais provável e os princípios terapêuticos consagrados na literatura, a conduta clínica mais adequada é:
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Em propriedade de bovinos de corte, durante teste de rotina para certificação como livre de brucelose conforme
o PNCEBT, uma novilha de 28 meses, não vacinada, apresentou resultado positivo no teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT). Conforme a normativa vigente, a conduta correta do médico veterinário habilitado é:
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Vaca em lactação plena (32 L/dia), com metrite puerperal aguda e febre (40,1 ºC). O leite é destinado à indústria.
Considerando espectro, período de carência e legislação brasileira vigente, julgue as afirmativas a seguir se verdadeiras (V) ou falsas (F):
l. O ceftiofur cristalino livre, cefalosporina de 3.ª geração, possui espectro adequado aos principais patógenos uterinos puerperais e período de carência zero no leite, conforme registro no MAPA.
II. O cloranfenicol constitui alternativa aceitável neste caso, desde que respeitado o período de carência no leite.
Ill. A enrofloxacina apresenta restrição de uso em vacas em lactação e período de carência prolongado, não sendo a opção mais racional.
IV. A penicilina G procaína pode ser empregada sem qualquer necessidade de descarte do leite.
V. O sulfametoxazol-trimetoprim não exige período de carência no leite.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
l. O ceftiofur cristalino livre, cefalosporina de 3.ª geração, possui espectro adequado aos principais patógenos uterinos puerperais e período de carência zero no leite, conforme registro no MAPA.
II. O cloranfenicol constitui alternativa aceitável neste caso, desde que respeitado o período de carência no leite.
Ill. A enrofloxacina apresenta restrição de uso em vacas em lactação e período de carência prolongado, não sendo a opção mais racional.
IV. A penicilina G procaína pode ser empregada sem qualquer necessidade de descarte do leite.
V. O sulfametoxazol-trimetoprim não exige período de carência no leite.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
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