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Um veículo estava com 14 litros de gasolina no seu tanque no momento em que parou para ser abastecido, sendo colocados x litros de gasolina no seu tanque. Seu condutor realizou, então, uma viagem de 396 km, e, ao final dela, constatou que restavam exatamente 7 litros no tanque. Esse condutor fez alguns cálculos e constatou, também, que, no trecho considerado, o veículo percorreu 9 km para cada litro de gasolina gasto.
A partir dessas informações, é correto concluir que x é igual a
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A taxa de prenhez é um importante indicador da eficiência reprodutiva de um rebanho.
Certo agropecuarista calculou a taxa de prenhez de seu rebanho, e obteve o valor 0,54. Diante disso, ele tomou providências nas áreas nutricional, sanitária e clínica, e, depois de algum tempo, fez uma nova medição, obtendo para a taxa de prenhez um valor 20% maior, em comparação com o valor obtido anteriormente.
Na nova medição, foi obtida uma taxa de prenhez igual a
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O rebanho bovino de um pecuarista era composto, inicialmente, por alguns bois e 105 vacas, na razão de 1 boi para cada 7 vacas. Porém, em decorrência de um surto viral, 3 bois e 5 vacas desse rebanho morreram.
Com isso, o número total de animais desse rebanho passou a ser igual a
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Leia o trecho a seguir:
Sabe-se o quanto as memórias infantis ________________ comportamentos da vida adulta. Portanto, o melhor ______________ fazer é tratar as crianças com muito afeto.
As lacunas devem ser preenchidas, na ordem em que se apresentam, considerando a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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Leia o poema a seguir para responder às questão:
A avó tem uma máquina
de costura
que foi da mãe da sua mãe,
da sua avó.
A avó pedala a máquina
e costura rendas na barra
dos vestidos,
costura um sol e uma lua
no bolso das camisas,
costura uma hora na outra,
um carinho no outro.
E o chão fica cheio de fios
e linha colorida
enquanto a avó vai costurando
amor.
(Roseana Murray. Disponível em:
<https:www.hrsoares.blogspot.com>
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o poema a seguir para responder às questão:
A avó tem uma máquina
de costura
que foi da mãe da sua mãe,
da sua avó.
A avó pedala a máquina
e costura rendas na barra
dos vestidos,
costura um sol e uma lua
no bolso das camisas,
costura uma hora na outra,
um carinho no outro.
E o chão fica cheio de fios
e linha colorida
enquanto a avó vai costurando
amor.
(Roseana Murray. Disponível em:
<https:www.hrsoares.blogspot.com>
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Leia o poema a seguir para responder às questão:
A avó tem uma máquina
de costura
que foi da mãe da sua mãe,
da sua avó.
A avó pedala a máquina
e costura rendas na barra
dos vestidos,
costura um sol e uma lua
no bolso das camisas,
costura uma hora na outra,
um carinho no outro.
E o chão fica cheio de fios
e linha colorida
enquanto a avó vai costurando
amor.
(Roseana Murray. Disponível em:
<https:www.hrsoares.blogspot.com>
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Leia o texto para responder à questão:
A doçura do silêncio
A avó de Fabrício, Dona Elisa, refugiava-se, de tardezinha, na máquina de costura nos fundos de sua casa. Era um dos poucos momentos em que ficava absolutamente calada. Quando cozinhava, ela conversava. Quando varria, cantava. Porém, quando costurava, emudecia completamente.
Dona Elisa fazia os seus próprios vestidos e os das filhas. Não se gastava dinheiro com roupa naquela época. O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida. Nem a chuva nas calhas se mostrava tão melodiosa. Nada se igualava à sinfonia da agulha cerzindo, em linha reta. A avó virava o tecido, desvirava, ajeitava, retomava. Parecia que não ia dar certo a operação, tamanhas as idas e vindas, mas ninguém notava depois onde estava a linha.
Fabrício gostava de se sentar embaixo da mesinha da máquina de costura, no espaço apertado entre os chinelos da avó, como um cachorro. Às vezes, ela fazia um carinho em seus cabelos e unia a imaginação de ambos por um breve momento.
O vestido descia da mesa à medida que o trabalho evoluía. Fechava as frestas de luz como uma cabana. Em seguida, ele subia de novo, trazendo a claridade. Fabrício então brincava de noite e dia, de claro e escuro. Como se a máquina de costura fosse também uma máquina do tempo. Ele permanecia eternidades naquele esconderijo, sem se mexer, atento aos sons.
A avó vestia a solidão do menino Fabrício, que repartia com ela o que há de mais precioso numa amizade: o silêncio. A doçura do silêncio.
(Fabrício Carpinejar. Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos avós, nossa vida. 4a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão:
A doçura do silêncio
A avó de Fabrício, Dona Elisa, refugiava-se, de tardezinha, na máquina de costura nos fundos de sua casa. Era um dos poucos momentos em que ficava absolutamente calada. Quando cozinhava, ela conversava. Quando varria, cantava. Porém, quando costurava, emudecia completamente.
Dona Elisa fazia os seus próprios vestidos e os das filhas. Não se gastava dinheiro com roupa naquela época. O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida. Nem a chuva nas calhas se mostrava tão melodiosa. Nada se igualava à sinfonia da agulha cerzindo, em linha reta. A avó virava o tecido, desvirava, ajeitava, retomava. Parecia que não ia dar certo a operação, tamanhas as idas e vindas, mas ninguém notava depois onde estava a linha.
Fabrício gostava de se sentar embaixo da mesinha da máquina de costura, no espaço apertado entre os chinelos da avó, como um cachorro. Às vezes, ela fazia um carinho em seus cabelos e unia a imaginação de ambos por um breve momento.
O vestido descia da mesa à medida que o trabalho evoluía. Fechava as frestas de luz como uma cabana. Em seguida, ele subia de novo, trazendo a claridade. Fabrício então brincava de noite e dia, de claro e escuro. Como se a máquina de costura fosse também uma máquina do tempo. Ele permanecia eternidades naquele esconderijo, sem se mexer, atento aos sons.
A avó vestia a solidão do menino Fabrício, que repartia com ela o que há de mais precioso numa amizade: o silêncio. A doçura do silêncio.
(Fabrício Carpinejar. Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos avós, nossa vida. 4a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)
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