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De acordo com as diretrizes nacionais de assistência ao parto normal, os opioides não devem ser utilizados de rotina pois estes oferecem alívio limitado da dor e apresentam efeitos colaterais significativos para a mulher e para a criança, assim como interferência negativa no aleitamento materno (Brasil, 2017).
Considerando o contexto da analgesia intramuscular e endovenosa, analise as sentenças a seguir:
I- Diante da administração de opioides (EV ou IM) utilizar concomitantemente um antiemético.
II- Até três horas após a administração de opioides (EV ou IM) ou se sentirem sonolentas, as mulheres não devem entrar em piscina ou banheira.
III- Analgesia com opioides é acompanhada de aumento na complexidade da assistência ao parto, como por exemplo: maior necessidade de monitorização e acesso venoso.
IV- Uma vez que a segurança da realização de analgesia farmacológica no ambiente extrahospitalar ainda não foi estabelecida, esta é restrita ao complexo hospitalar, seja bloco cirúrgico ou PPP (sala de pré-parto, parto e pósparto).
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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O trauma perineal ou genital no parto vaginal é definido como a lesão tecidual decorrente de episiotomia ou lacerações naturais, abrangendo danos à pele, mucosas e músculos do períneo. Esse trauma é classificado em graus (1º a 4º) conforme a profundidade da lesão. Acerca do tema, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o trauma perineal de segundo grau.
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Intervenções e medidas de rotina no primeiro período do parto devem ser realizadas de forma atenciosa visando garantir a segurança na assistência prestada no parto normal, de forma atender as diretrizes estabelecidas (Brasil, 2017). Diante do exposto, analise as sentenças a seguir:
I- O enema não deve ser realizado de forma rotineira durante o trabalho de parto.
II- A tricotomia pubiana e perineal deve ser realizada de forma rotineira durante o trabalho de parto.
III- A amniotomia precoce, associada ou não à ocitocina, não deve ser realizada de rotina em mulheres em trabalho de parto que estejam progredindo bem.
IV- As mulheres devem ser encorajadas a se movimentarem e adotarem as posições que lhes sejam mais confortáveis no trabalho de parto.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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A Doença Hemolítica Perinatal (DHPN) é uma afecção generalizada acompanhada de anemia, destruição das hemácias e aparecimento de suas formas jovens ou imaturas (eritroblastos) na circulação periférica, com atividade persistente e anômala de focos extramedulares de hematopoese. Acerca da DHPN, analise as sentenças a seguir:
I- O protocolo de acompanhamento do feto na DHPN baseia-se na história materna e no resultado dos exames.
II- Como regra, a primeira gravidez sensibilizada envolve risco mínimo fetal/neonatal; as gestações subsequentes são associadas à piora do grau de anemia fetal.
III- A anamnese deve ser minuciosa, e é fundamental avaliar a história das gestações anteriores, o desfecho de cada uma delas e os possíveis eventos hemoterápicos.
IV- No sistema Rh, a discordância principal – gestante Rh-negativo e parceiro Rh-positivo – responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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O abortamento é a expulsão de feto pesando menos de 500 g ou com menos de 20 semanas de gestação podendo ser espontâneo ou provocado. Reserva-se o termo aborto para o conteúdo ovular a ser eliminado. Em relação aos tipos clínicos de abortamento, analise as sentenças a seguir:
I- No abortamento precoce uma das medidas é a abstenção sexual por 1 a 2 semanas após a expulsão completa do ovo no abortamento precoce, a fim de evitar infecção.
II- No abortamento tardio o ovo está muito desenvolvido, e a cavidade uterina, volumosa. Por serem suas paredes finas e moles, o esvaziamento instrumental torna-se perigoso.
III- O abortamento habitual ou recorrente é definido como a perda de duas ou mais gestações.
IV- O diagnóstico definitivo de abortamento retido deve ser sempre confirmado por duas ultrassonografias espaçadas de 5 dias.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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O abortamento é síndrome hemorrágica da primeira metade da gravidez. Considerando as classificações do abortamento, analise as sentenças a seguir:
I- O abortamento espontâneo é aquele que ocorre sem nenhuma intervenção externa e pode ser causado por doenças da mãe ou por anormalidades do embrião ou feto
II- O abortamento pode ser precoce ou tardio, conforme a idade gestacional, ou seja, até a 10ª semana e entre a 11ª e a 20ª semana, respectivamente.
III- O abortamento espontâneo é a complicação mais frequente da gravidez, e a grande maioria ocorre no primeiro trimestre.
IV- O abortamento provocado refere-se à interrupção da gravidez causada por uma intervenção externa e intencional.
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A polidramnia é o acentuado excesso de líquido amniótico, reconhecido ao exame físico – útero grande para a idade gestacional – e, eventualmente, confirmado por generosa aspiração de fluido à amniocentese trans abdominal, ou pelo escoamento desmedido no momento do parto (Filho, 2024). Com base no enunciado, a alternativa que indica CORRETAMENTE uma condição materna associada à polidramnia é:
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A classificação do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), classifica a hipertensão na gravidez em 4 categorias: (1) PE/eclâmpsia; (2) hipertensão crônica (de qualquer causa); (3) hipertensão crônica com PE sobreposta; e (4) hipertensão gestacional. Segundo os parâmetros para diagnóstico da hipertensão gestacional, analise as sentenças a seguir:
I- Todas as principais recomendações para hipertensão na gestação utilizam a definição de Pressão Arterial Sistólica (PAS) ≥ 140 mmHg ou Pressão Arterial Diastólica (PAD) ≥ 90 mmHg.
II- A proteinúria deve ser aferida em todas as mulheres com hipertensão arterial na gestação. A proteinúria maciça (> 5 g/24 horas) é considerada critério de gravidade de PE.
III- A hipertensão gestacional é a elevação da pressão sanguínea após 20 semanas de gestação.
IV- A Pressão Arterial (PA) deve ser aferida com a mulher sentada (pés apoiados no chão), com braço no nível do coração e utilizando manguito de tamanho apropriado à circunferência do braço.
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acontece quando a implantação e o desenvolvimento do blastocisto ocorrem fora da sede normal, ou seja, da grande cavidade corporal do útero. A localização mais frequente é a tubária. No entanto, a gestação ectópica pode ocorrer também na porção intersticial da tuba, na cérvice, na cicatriz da cesárea, no ovário e na cavidade abdominal (Filho, 2024). Com base na gravidez tubária, analise as sentenças a seguir:
I- O abortamento tubário depende, em parte, do local de implantação; é comum na gravidez tubária ampular, enquanto a ruptura é comum na gravidez ístmica.
II- Quando a ruptura ocorre na posição da tuba uterina não coberta pelo peritônio, o Saco Gestacional (SG) pode se desenvolver entre os folhetos do ligamento largo, constituindo gravidez intraligamentar.
III- A implantação dentro do segmento tubário que penetra a parede uterina resulta em gravidez intersticial.
IV- A gravidez intersticial representa o maior percentual das gestações tubárias.
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O prolapso genital representa um descenso dos órgãos pélvicos, decorrente de danos aos músculos, nervos e tecido conjuntivo do assoalho pélvico. Apesar de não se associar com mortalidade, essa condição pode causar sintomas genitais, urinários e gastrointestinais que afetam a qualidade de vida diária das pacientes acometidas. No contexto dos possíveis fatores associados a ocorrência de prolapso genital, analise as sentenças a seguir.
I- Mulheres geneticamente predispostas, como as portadoras de alterações no tecido urogenital e história familiar de prolapso, têm maior chance de desenvolver algum distúrbio do assoalho pélvico, principalmente quando expostas a outros fatores de risco.
II- O parto vaginal constitui um fator de risco para prolapso, que se correlaciona com a paridade.
III- O aumento crônico da pressão intra-abdominal secundário a obesidade, constipação intestinal, tosse ou esforço repetitivo pode exercer papel relevante no desenvolvimento do prolapso.
IV- A história pregressa de cirurgia pélvica, especialmente histerectomia e cirurgias para correção de prolapso, também está associada a aumento no risco de prolapso subsequente.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
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