Conforme enfatiza Augustinho Vicente Paludo, “a questão da excelência em serviços públicos está atrelada às melhorias acumuladas
no decorrer do processo de modernização, à utilização de ferramentas da qualidade, à situação orçamentário-financeira
do Estado para custeio da prestação dos serviços e ao padrão de relacionamento entre o Estado e a sociedade” (In: Administração
Pública, Elsevier, p. 251-252). Nesse contexto, alguns fatores podem ser apontados para identificar uma atuação de
excelência na Administração, entre os quais: I. comunicação com o usuário-cidadão: criação de canais que possibilitem a troca de informações e oitiva das expectativas
e reclamações.
II. capacidade de resposta: prontidão para ajudar os clientes e prestar os serviços dentro do prazo estabelecido.
III. cultura da inovação: que permite à Administração afastar a aplicação dos princípios constitucionais em prol da eficiência. Está correto o que se afirma APENAS em
Suponha que determinado Estado, em face da superveniência de crise fiscal, tenha adotado um programa de contenção de gastos
e racionalização do uso de recursos humanos e financeiros para a realização de programas e ações públicas em curso,
objeto de um plano de metas traçado no início da gestão. Nesse cenário, foram descontinuadas algumas iniciativas em que a
relação custo-benefício não se mostrava favorável e outras que não refletiam as prioridades atualmente indicadas pela
população, substituindo-as por outras que atendiam aos anseios expressados no momento presente. Nesse cenário, constata-se
que a ação estatal pautou-se pela busca de
A gestão por resultados passou a ser um tema relevante na Administração pública a partir da adoção do modelo gerencial, apresen tando, como uma de suas facetas, o orçamento por resultados, denominado Avança Brasil, que inovou, a partir do PPA 2000-2003,
Um dos pensadores sobre a administração propõe a
teoria da burocracia. Segundo Max Weber, “A burocracia
é a organização eficiente por excelência. Para conseguir
eficiência, a burocracia detalha nos mínimos detalhes
como as coisas deverão ser feitas”.
São características da burocracia para Max Weber,
EXCETO:
Uma autarquia avalia que vem perdendo efetividade no
cumprimento de sua missão institucional. A liderança da
autarquia entende que é preciso criar integração entre as áreas
da organização e estimular a decisão compartilhada como forma
de ganhar flexibilidade e inovar em seus projetos. A autarquia
pretende alterar a estrutura atual de funcional para matricial,
criando grupos de projetos compostos por funcionários das
diferentes áreas.
Entre as possíveis desvantagens da nova estrutura em relação à
anterior, é correto apontar:
Ao ter a sua primeira edição elaborada em 2005, o “Modelo de
Excelência em Gestão Pública” visava guiar a administração
pública brasileira para uma gestão focada em resultados e
orientada para: