Foram encontradas 60 questões.
Você está na cama, tentando dormir e seus pensamentos não param. Seu cérebro está ocupado fazendo planos
detalhados para o dia seguinte, repetindo momentos vergonhosos (“por que eu disse isso ou aquilo?”) ou produzindo
pensamentos aleatórios (“onde está minha certidão de nascimento?”).
Muitas pessoas compartilharam vídeos nas redes sociais sobre como dormir mais rápido, evocando “cenários falsos”,
como uma história romântica na qual você é o protagonista. Mas o que a ciência diz sobre isso? O que pensamos antes de
dormir tem alguma influência nas nossas noites de sono?
Pessoas que dormem bem dizem ter principalmente imagens sensoriais visuais ao adormecer (elas veem pessoas e
objetos e têm experiências semelhantes às de um sonho).
Elas podem ter menos pensamentos organizados e mais experiências alucinatórias, como imaginar que estão
participando de eventos do mundo real. Para pessoas com insônia, os pensamentos antes de dormir tendem a ser menos
visuais e mais focados no planejamento e na resolução de problemas reais. Esses pensamentos são geralmente menos
agradáveis e menos aleatórios em comparação com os de pessoas que dormem bem.
Pessoas com insônia também têm maior probabilidade de ficar estressadas com o sono quando tentam dormir, o
que leva a um ciclo vicioso, já que fazem um esforço para tentar dormir e ficam ainda mais acordadas. Quem tem insônia
frequentemente relata preocupação, planejamento ou pensamento em coisas importantes na hora de dormir. Elas também
se concentram em problemas ou ruídos no ambiente e têm uma preocupação geral por não dormir. Infelizmente, toda essa
atividade mental prévia pode impedir que você adormeça.
Um estudo revelou que pessoas que normalmente dormem bem podem ter problemas para cair no sono se estiverem
estressadas com alguma coisa ao se deitar (como ter que fazer um discurso na manhã seguinte). Mesmo níveis moderados
de estresse na hora de dormir podem afetar seu sono naquela noite.
Outro estudo com 400 jovens adultos investigou como programas e séries de TV podem afetar o sono. Os pesquisadores
descobriram que níveis mais elevados de compulsão alimentar estão associados a uma pior qualidade do sono, mais fadiga
e um aumento nos sintomas de insônia. A “excitação cognitiva”, ou ativação mental, desencadeada por uma narrativa
interessante e identificação com personagens, também podem desempenhar um papel nesse sentido.
A boa notícia é que existem técnicas que você pode usar para mudar o estilo e o conteúdo dos seus pensamentos antes
de dormir. Isso pode ajudá-lo a reduzir a excitação cognitiva noturna ou substituir pensamentos indesejados por outros mais
agradáveis. Essas técnicas são chamadas de “reorientação cognitiva”.
A reorientação cognitiva, desenvolvida pelo psicólogo e pesquisador americano Les A. Gellis, consiste em se distrair
com pensamentos agradáveis antes de dormir. São como os “cenários falsos” que as pessoas publicam nas redes sociais,
mas o truque é pensar em uma situação que não seja tão interessante.
JACKSON, Melinda; MEAKLIM, Hailey. São Paulo: The Conversation Brasil /BBC News Brasil, 2023 Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl3vpk2rdgo (adaptado).
JACKSON, Melinda; MEAKLIM, Hailey. São Paulo: The Conversation Brasil /BBC News Brasil, 2023 Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl3vpk2rdgo (adaptado)
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Você está na cama, tentando dormir e seus pensamentos não param. Seu cérebro está ocupado fazendo planos
detalhados para o dia seguinte, repetindo momentos vergonhosos (“por que eu disse isso ou aquilo?”) ou produzindo
pensamentos aleatórios (“onde está minha certidão de nascimento?”).
Muitas pessoas compartilharam vídeos nas redes sociais sobre como dormir mais rápido, evocando “cenários falsos”,
como uma história romântica na qual você é o protagonista. Mas o que a ciência diz sobre isso? O que pensamos antes de
dormir tem alguma influência nas nossas noites de sono?
Pessoas que dormem bem dizem ter principalmente imagens sensoriais visuais ao adormecer (elas veem pessoas e
objetos e têm experiências semelhantes às de um sonho).
Elas podem ter menos pensamentos organizados e mais experiências alucinatórias, como imaginar que estão
participando de eventos do mundo real. Para pessoas com insônia, os pensamentos antes de dormir tendem a ser menos
visuais e mais focados no planejamento e na resolução de problemas reais. Esses pensamentos são geralmente menos
agradáveis e menos aleatórios em comparação com os de pessoas que dormem bem.
Pessoas com insônia também têm maior probabilidade de ficar estressadas com o sono quando tentam dormir, o
que leva a um ciclo vicioso, já que fazem um esforço para tentar dormir e ficam ainda mais acordadas. Quem tem insônia
frequentemente relata preocupação, planejamento ou pensamento em coisas importantes na hora de dormir. Elas também
se concentram em problemas ou ruídos no ambiente e têm uma preocupação geral por não dormir. Infelizmente, toda essa
atividade mental prévia pode impedir que você adormeça.
Um estudo revelou que pessoas que normalmente dormem bem podem ter problemas para cair no sono se estiverem
estressadas com alguma coisa ao se deitar (como ter que fazer um discurso na manhã seguinte). Mesmo níveis moderados
de estresse na hora de dormir podem afetar seu sono naquela noite.
Outro estudo com 400 jovens adultos investigou como programas e séries de TV podem afetar o sono. Os pesquisadores
descobriram que níveis mais elevados de compulsão alimentar estão associados a uma pior qualidade do sono, mais fadiga
e um aumento nos sintomas de insônia. A “excitação cognitiva”, ou ativação mental, desencadeada por uma narrativa
interessante e identificação com personagens, também podem desempenhar um papel nesse sentido.
A boa notícia é que existem técnicas que você pode usar para mudar o estilo e o conteúdo dos seus pensamentos antes
de dormir. Isso pode ajudá-lo a reduzir a excitação cognitiva noturna ou substituir pensamentos indesejados por outros mais
agradáveis. Essas técnicas são chamadas de “reorientação cognitiva”.
A reorientação cognitiva, desenvolvida pelo psicólogo e pesquisador americano Les A. Gellis, consiste em se distrair
com pensamentos agradáveis antes de dormir. São como os “cenários falsos” que as pessoas publicam nas redes sociais,
mas o truque é pensar em uma situação que não seja tão interessante.
JACKSON, Melinda; MEAKLIM, Hailey. São Paulo: The Conversation Brasil /BBC News Brasil, 2023 Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl3vpk2rdgo (adaptado).
JACKSON, Melinda; MEAKLIM, Hailey. São Paulo: The Conversation Brasil /BBC News Brasil, 2023 Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl3vpk2rdgo (adaptado)
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Você está na cama, tentando dormir e seus pensamentos não param. Seu cérebro está ocupado fazendo planos
detalhados para o dia seguinte, repetindo momentos vergonhosos (“por que eu disse isso ou aquilo?”) ou produzindo
pensamentos aleatórios (“onde está minha certidão de nascimento?”).
Muitas pessoas compartilharam vídeos nas redes sociais sobre como dormir mais rápido, evocando “cenários falsos”,
como uma história romântica na qual você é o protagonista. Mas o que a ciência diz sobre isso? O que pensamos antes de
dormir tem alguma influência nas nossas noites de sono?
Pessoas que dormem bem dizem ter principalmente imagens sensoriais visuais ao adormecer (elas veem pessoas e
objetos e têm experiências semelhantes às de um sonho).
Elas podem ter menos pensamentos organizados e mais experiências alucinatórias, como imaginar que estão
participando de eventos do mundo real. Para pessoas com insônia, os pensamentos antes de dormir tendem a ser menos
visuais e mais focados no planejamento e na resolução de problemas reais. Esses pensamentos são geralmente menos
agradáveis e menos aleatórios em comparação com os de pessoas que dormem bem.
Pessoas com insônia também têm maior probabilidade de ficar estressadas com o sono quando tentam dormir, o
que leva a um ciclo vicioso, já que fazem um esforço para tentar dormir e ficam ainda mais acordadas. Quem tem insônia
frequentemente relata preocupação, planejamento ou pensamento em coisas importantes na hora de dormir. Elas também
se concentram em problemas ou ruídos no ambiente e têm uma preocupação geral por não dormir. Infelizmente, toda essa
atividade mental prévia pode impedir que você adormeça.
Um estudo revelou que pessoas que normalmente dormem bem podem ter problemas para cair no sono se estiverem
estressadas com alguma coisa ao se deitar (como ter que fazer um discurso na manhã seguinte). Mesmo níveis moderados
de estresse na hora de dormir podem afetar seu sono naquela noite.
Outro estudo com 400 jovens adultos investigou como programas e séries de TV podem afetar o sono. Os pesquisadores
descobriram que níveis mais elevados de compulsão alimentar estão associados a uma pior qualidade do sono, mais fadiga
e um aumento nos sintomas de insônia. A “excitação cognitiva”, ou ativação mental, desencadeada por uma narrativa
interessante e identificação com personagens, também podem desempenhar um papel nesse sentido.
A boa notícia é que existem técnicas que você pode usar para mudar o estilo e o conteúdo dos seus pensamentos antes
de dormir. Isso pode ajudá-lo a reduzir a excitação cognitiva noturna ou substituir pensamentos indesejados por outros mais
agradáveis. Essas técnicas são chamadas de “reorientação cognitiva”.
A reorientação cognitiva, desenvolvida pelo psicólogo e pesquisador americano Les A. Gellis, consiste em se distrair
com pensamentos agradáveis antes de dormir. São como os “cenários falsos” que as pessoas publicam nas redes sociais,
mas o truque é pensar em uma situação que não seja tão interessante.
JACKSON, Melinda; MEAKLIM, Hailey. São Paulo: The Conversation Brasil /BBC News Brasil, 2023 Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl3vpk2rdgo (adaptado).
JACKSON, Melinda; MEAKLIM, Hailey. São Paulo: The Conversation Brasil /BBC News Brasil, 2023 Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgl3vpk2rdgo (adaptado)
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Às margens do rio Poti, por volta de 1760, já se encontrava um aglomerado de casas habitadas por canoeiros, pescadores, plantadores de fumo e mandioca, constituindo o primeiro segmento urbano da Teresina, denominado de Vila do Poti. Já nessa época, a Vila padecia com inundações constantes e foi transferida para um local mais alto, com condições favoráveis à implantação da futura capital, a salvo das cheias dos rios e com possibilidade de se expandir. Nessa época, muitas casas foram destruídas e parte do comércio ficou alagada, uma vez que grande parte das residências e do comércio se aglutinavam nas proximidades do rio Parnaíba [...]. Isso demonstra que historicamente essa população sofre com problemas decorrentes das cheias dos seus rios.
CHAVES, Sammya Vanessa Vieira et al. Vulnerabilidade às inundações em Teresina, Piauí e ações mitigadoras do poder público. Sociedade e
Território. Natal, vol. 29, n. 2, pp. 175-197, jul./dez. 2017. p. 184.
Assinale a afirmativa que, de acordo com o texto, corresponde à principal questão geográfica abordada em relação à constituição histórica da cidade de Teresina, capital do Piauí.
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LIMA, Nilsângela Cardoso (Org.). Páginas da História do Piauí colonial e provincial. Teresina: EDUFPI, 2020. p. 121.
Assinale a afirmativa que, de acordo com o texto, corresponde à principal atividade econômica desenvolvida no Piauí e como a localização geográfica do estado influenciou a identidade de seus habitantes.
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LIMA, Nilsângela Cardoso (Org.). Páginas da história do Piauí colonial e provincial. Teresina: Edufpi, 2020. pp. 13-14.
Assinale a afirmativa que, de acordo com o texto, corresponde à perspectiva apresentada pela historiadora Claudete Dias com relação à importância das lutas pela independência do Brasil no contexto do Piauí.
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EUGÊNIO, João Kennedy (Org.). Escravidão negra no Piauí e temas conexos. Teresina: EDUFPI, 2014. p. 157.
Assinale a afirmativa que corresponde ao motivo pelo qual as entradas apresadoras de nativos do sertão continuaram no Piauí ao longo do século XVIII, apesar das proibições régias e da atuação dos jesuítas em defesa dos indígenas.
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