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1615382
Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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Analise a seguinte proposição e seus complementos. De acordo com a Convenção n. 155, artigo 12, deverão ser tomadas medidas conforme a legislação e prática nacionais a fim de zelar para que as pessoas que desenham, fabricam, importam, fornecem ou cedem a qualquer título maquinaria, equipamentos ou substâncias para uso profissional:
I. se assegurem, na medida em que seja razoável e factível, de que a maquinaria, os equipamentos ou as substâncias em questão não impliquem nenhum perigo para a segurança e a saúde das pessoas que façam uso correto deles;
II. efetuem estudos e pesquisas ou se mantenham a par de qualquer outra forma da evolução dos conhecimentos científicos e técnicos necessários para cumprir com as obrigações expostas;
III. facilitem informação sobre a instalação corretas da maquinaria e os equipamentos e sobre o uso correto de substâncias, sobre os riscos que apresentam as máquinas e os materiais e sobre as características perigosas das substâncias químicas, dos agentes ou dos produtos físicos ou biológicos, bem como as instruções sobre a maneira de prevenir os riscos conhecidos.
A análise permite concluir que estão CORRETOS
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O Protocolo de Quioto é um tratado internacional que consiste em um plano concreto de metas para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa. Em relação ao Protocolo de Quioto, é INCORRETO afirmar que ele é um tratado com
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1614729
Ano: 2008
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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Analise as afirmativas abaixo marcando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A entidade pode ter um conjunto de estratégias que se relacionam entre si, devendo-se partir de estratégias maiores e estratégias decorrentes, podendo-se formar o que é conhecido como uma árvore de estratégias.
( ) Estratégia é o caminho que a organização deverá seguir, sendo que se pode considerar uma decisão mais estratégica à medida que seja mais difícil voltar atrás e se tenha uma interferência maior em toda a entidade.
( ) O conceito de missão está ligado à razão de ser que pode ser uma organização, unidade ou profissional. Uma unidade deve ter sintonia com a missão da organização da qual faz parte, além de considerar sua própria razão de ser.
( ) O planejamento numa organização é dividido em três níveis. Há uma grande necessidade de integração para que o planejamento seja refletido para os níveis administrativo e operacional. Podemos afirmar que o plano de ações tem relação direta com o nível operacional, assim como o cronograma, no qual as datas estabelecidas servirão de controle para a realização das ações.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência de letras CORRETA.
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1614699
Ano: 2008
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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"O seu pressuposto é o seguinte: as pessoas temem o isolamento, buscam a integração social e gostam de ser populares; por isso, as pessoas têm de permanecer atentas às opiniões e aos comportamentos maioritários e procuram expressar-se dentro dos parâmetros da maioria".
O trecho, retirado de Jorge Pedro Sousa (As notícias e os seus efeitos) e mantido sob a forma do Português de Portugal, refere-se à teoria conhecida como Espiral do Silêncio. Sobre tal teoria, é INCORRETO afirmar que
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INSTRUÇÃO: A questão relaciona-se com o texto abaixo. Leia-o com atenção antes de responder a elas.
Caminho sem volta
Há oito anos, o banqueiro Fábio Barbosa olhou para sua árvore e viu uma floresta. Então presidente de um grande banco multinacional, ele percebeu como uma instituição financeira poderia induzir a práticas sociais e ambientais mais responsáveis em todo o setor privado. Levou o banco a adotar atitudes pioneiras, que, depois, foram incorporadas pelo mercado. Começou com talões de cheque de papel reciclado e evoluiu para práticas inovadoras. Em 2004, o banco que presidia expulsou vinte clientes corporativos, inclusive algumas madeireiras na Amazônia, porque não seguiam as leis ambientais. A experiência foi uma das referências para elaborar os Princípios do Equador, uma seleção de critérios socioambientais criada pelo Banco Mundial e hoje praticada por sessenta instituições financeiras.
Repórter - Um banco não é uma ONG. Por que ele teria de ser bonzinho para a sociedade?
Fabio Barbosa – Não é uma questão de ―ser bonzinho‖. Trata-se de fazer aquilo em que acreditamos, influenciando outras empresas que compartilhem nossa visão no propósito de construir um banco melhor, um mercado melhor e um país melhor. Já temos muita gente nesse movimento, o que ajuda a consolidar o Brasil como referência em sustentabilidade para o mundo.
Repórter - Hoje, vários bancos fazem propaganda de suas iniciativas socioambientais. Como saber quem é mais empenhado?
Barbosa – Sinceramente, não achamos que seja uma questão para medir ou comparar e, sim, para comemorar. Quanto mais empresas, pessoas e governos apoiarem a causa da sustentabilidade, mais rápido teremos empresas melhores e um país melhor. Se o cliente estiver interessado em saber quem está mais avançado na inserção de sustentabilidade, ele consegue comprovar, por meio do relacionamento, se a prática da empresa condiz com a propaganda.
Repórter - Todo mundo hoje diz que é sustentável. Cada um com entendimento diferente desse termo tão vago. Como avaliar quem é sério e quem apenas faz propaganda?
Barbosa – Quanto mais empresas e instituições começam a praticar e a comunicar suas ações em sustentabilidade, mais o tema se difunde na sociedade. Há cada vez mais opções de comunicação e a capacidade de expressão dos consumidores só aumenta. O nível de crítica e de vigilância da sociedade tem aumentado também. Essa é uma ótima notícia, pois será possível diferenciar quem realmente faz daqueles que fazem menos.
Repórter - É possível aferir as vantagens financeiras que os critérios socioambientais trouxeram para o banco?
Barbosa – Sim. Com os clientes, isso se dá por meio do relacionamento. Uma rede hoteleira queria financiar a reforma e a modernização de dois de seus estabelecimentos. Apresentamos a possibilidade de inserir critérios socioambientais nas reformas, e o resultado foi que o cliente expandiu seu financiamento conosco. Nossa marca também tem ficado mais atrativa. Em 2004, a distância de nosso banco para o líder em atratividade da marca era de treze pontos percentuais. Hoje, essa distância é de três pontos, quase um empate técnico. Isso significa novos clientes. Nos últimos doze meses, conquistamos 200 mil correntistas. Esse reconhecimento pelo mercado também nos dá acesso a novos financiamentos, como a construção de grandes obras de infra-estrutura, oportunidade em que somos escolhidos como líderes dos processos que envolvem muitos bancos e ao mesmo tempo responsáveis pela avaliação de riscos socioambientais para os Princípios do Equador. Tivemos também acesso a uma linha de financiamento de US$ 300 milhões do Banco Mundial para projetos socioambientais de nossos clientes.
Repórter - Um empresário no Brasil mal consegue ser competitivo, gerar emprego e dar lucro com a carga tributária atual. Por que ele também precisa adotar critérios socioambientais voluntariamente? Não estamos cobrando muito?
Barbosa – Trata-se de um falso dilema acreditar que ou você é bem-sucedido nos negócios ou faz as coisas certas. Critérios socioambientais, em meu modo de ver, não são um adendo ao negócio. Eles devem ser o jeito de fazer negócios. Quando um empresário toma um financiamento para reutilizar a água e tratar os efluentes e com isso reduz seus custos e aumenta sua produtividade, estamos provando que uma coisa não é antagônica à outra. Temos percebido também que empresas que pontuam melhor no questionário de risco socioambiental que aplicamos têm excelente performance financeira.
Repórter - Como fazer negócios com esses critérios de sustentabilidade em regiões como a Amazônia, onde madeira e pecuária, algumas das principais atividades econômicas, têm problemas ambientais, fundiários e tributários?
Barbosa – De fato, temos todos os problemas mencionados. Mas temos também clientes que fazem as coisas do jeito certo. É com esses que temos procurado trabalhar. Temos empresários que há anos exportam madeira da Amazônia fazendo o manejo sustentável. Outros que contam com certificações. Existem maneiras – e esses nossos clientes provam isso – de fazer negócios e manter a floresta de pé.
Repórter – O que faremos com todos esses investimentos empresariais em políticas responsáveis com o meio ambiente se essa onda de preocupações passar?
Barbosa – Essa não é uma "onda", mas um caminho sem volta. Tudo o que está sendo feito veio para ficar. Principalmente porque é a sociedade que está cobrando e porque não há outro jeito de se fazer. Os americanos dizem: "Quando as pessoas fazem, os líderes seguem". Os consumidores, tanto no Brasil como no mundo, estão cada vez mais exigentes e conscientes sobre o assunto, forçando as empresas a mudar suas práticas.
Repórter - Como o senhor acordou para os cuidados socioambientais?
Barbosa – Sempre procuro fazer as coisas certas do jeito certo. Meus valores familiares sempre reforçaram isso, e, aos poucos, percebi que existe uma receptividade da sociedade. Essa crença ficou mais forte com o tempo e agora, em que a sociedade passa por uma grande transição, com o Brasil se tornando um país cada vez mais maduro, isso está sendo cada vez mais valorizado. E cada vez mais pessoas vêm nesse caminho.
Repórter - O que o senhor mudou em sua vida pessoal para reduzir a pegada ecológica?
Barbosa – O filósofo americano Ralph Waldo Emerson disse: ―Suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz‖. Precisamos ter coerência nas atitudes. No meu dia-a-dia, faço algumas coisas para isso. Reduzimos desperdício e reciclamos o lixo em São Paulo e no interior, onde estou certificando meu plantio de café como sustentável. Tenho satisfação em ver a preocupação socioambiental de meus filhos e dos amigos deles. Isso me traz enorme alegria. A próxima geração, que já está chegando ao comando das empresas, tem um jeito novo de olhar o mundo. Eles, certamente mais do que nós, terão condições de deixar um mundo melhor para as próximas gerações.
ÉPOCA 16/06/2008, texto adaptado.
"[...] não achamos que seja uma questão de medir ou comparar e, sim, para comemorar."
Assinale a alternativa que NÃO apresenta erro na utilização dos verbos.
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1614402
Ano: 2008
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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De produção sofisticada, com variedade de gêneros jornalísticos, deve evitar a armadilha de publicar notícias frias. As características citadas acima referem-se ao seguinte tipo de publicação institucional.
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Considere o seguinte. O Governador do Estado de Minas Gerais, procedendo a uma reforma do secretariado, pretende substituir os titulares de duas Secretarias de Estado, indicando para aquelas pastas um Deputado Estadual e um Vereador da capital. Na hipótese, é CORRETO afirmar que
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Analise a seguinte situação hipotética de um balancete de um ente público ao final do exercício financeiro.
(Valores em R$ mil)
| Receitas Orçamentárias | 200 | Despesas Orçamentárias | 210 |
| Receitas Extra-orçamentárias | 15 | Despesas Extra- orçamentárias | 10 |
| Restos a Pagar processado | 50 |
A situação apresentada indica que houve
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1611807
Ano: 2008
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Belo Horizonte-MG
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A arte de comandar repousa sobre certas qualidades pessoais e conhecimento dos princípios gerais da administração. O profissional com responsabilidade de comando deve
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- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADI: Ação Direta de inconstitucionalidade
Sobre a ação direta de inconstitucionalidade genérica, assinale a afirmativa INCORRETA.
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