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Por que teorias da conspiração são tão populares?
Algumas pessoas que não se vacinam optam deliberadamente por não fazê-lo. Estas fazem parte do chamado movimento “antivacina”, e acreditam que a imunização faz mal e, muitas vezes, que as companhias farmacêuticas encobrem seus efeitos prejudiciais. Essa é uma entre as várias teorias conspiratórias que são repassadas mesmo diante de abundantes evidências científicas que dizem o contrário - uma rápida busca na internet mostra centenas delas. Outro exemplo são os negadores das mudanças climáticas, que acreditam que a Terra não está ficando mais quente - e cientistas que distorcem evidências para fazer com que isso pareça verdade.
Enquanto algumas teorias da conspiração são relativamente inofensivas – como a ideia de que a NASA fingiu o pouso na Lua ou que o Beatle Paul McCartney morreu há muito tempo e um doppelgänger (pessoa idêntica) tomou seu lugar desde então –, outras têm efeitos catastróficos. Com novas evidências, pesquisadores estão tentando chegar mais perto de entender melhor os fatores envolvidos nesses desdobramentos. Isso irá, esperam eles, ajudar a mitigar alguns dos perigos reais e das divisões sociais que as teorias conspiratórias encorajam.
A questão que psicólogos como Karen Douglas, uma professora da Universidade de Kent, no Reino Unido, se perguntam é: por que essas crenças persistem? Não há uma resposta simples. Considerando a quantidade de teorias da conspiração que existem e o fato de que até metade dos americanos acreditam em ao menos uma delas, não há um conjunto de características que determinem um perfil. “Em algum nível, todos estamos predispostos a suspeitar do governo”, diz Douglas. Faz sentido, de uma perspectiva evolucionista, que tenhamos suspeitas de um grupo ou de pessoas que não compreendemos. “Em alguns sentidos, faz parte do comportamento adaptativo suspeitar de outros grupos, para preservar sua própria segurança”, diz ela.
Não parece haver uma saída fácil. Infelizmente, para os cientistas, apresentar dados precisos que desmentem uma teoria da conspiração geralmente não ajuda. Aliás, isso pode até tornar uma crença em algo falso ainda mais forte. Stephan Lewandowsky, professor de Psicologia da Universidade de Bristol, no Reino Unido, descobriu que, quanto mais fortemente alguém acredita em uma conspiração, menor a probabilidade de confiar em dados científicos.
http://www.bbc.com/port... - adaptado.
Na frase “Ajude a todas as pessoas que moram na rua.”, a forma verbal CORRETA é:
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Atenção! Para responder à questão de Informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considerar que os programas mencionados encontram-se na versão Português-BR e, em sua configuração padrão de instalação, possuem licença de uso, o mouse está configurado para destros, um clique ou duplo clique correspondem ao botão esquerdo do mouse e teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Dessa forma, as teclas de atalho, os menus, os submenus, as barras, os ícones e os demais itens que compõem os programas abordados nesta prova encontram-se na configuração padrão.
O resultado obtido na célula A5 do Excel 2010 se deve a uma fórmula. Assinalar a opção CORRETA dessa fórmula:

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O valor de R$ 632,00 será dividido de modo inversamente proporcional à quantidade de horas trabalhadas em um dia por três funcionários (André, Celso e Diego). Sabendo-se que nesse dia, André trabalhou 3 horas, Celso 5 horas e Diego 8 horas, analisar os itens abaixo:
I - Celso receberá R$ 76,00 a mais do que Diego e R$ 130,00 a menos do que André.
II - Juntos, Celso e Diego receberão apenas R$ 8,00 a menos do que André.
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Observando-se a seguinte progressão geométrica temos que o valor de X é:
27, 9, 3, 1, X, 1/9,...
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Por que teorias da conspiração são tão populares?
Algumas pessoas que não se vacinam optam deliberadamente por não fazê-lo. Estas fazem parte do chamado movimento “antivacina”, e acreditam que a imunização faz mal e, muitas vezes, que as companhias farmacêuticas encobrem seus efeitos prejudiciais. Essa é uma entre as várias teorias conspiratórias que são repassadas mesmo diante de abundantes evidências científicas que dizem o contrário - uma rápida busca na internet mostra centenas delas. Outro exemplo são os negadores das mudanças climáticas, que acreditam que a Terra não está ficando mais quente - e cientistas que distorcem evidências para fazer com que isso pareça verdade.
Enquanto algumas teorias da conspiração são relativamente inofensivas – como a ideia de que a NASA fingiu o pouso na Lua ou que o Beatle Paul McCartney morreu há muito tempo e um doppelgänger (pessoa idêntica) tomou seu lugar desde então –, outras têm efeitos catastróficos. Com novas evidências, pesquisadores estão tentando chegar mais perto de entender melhor os fatores envolvidos nesses desdobramentos. Isso irá, esperam eles, ajudar a mitigar alguns dos perigos reais e das divisões sociais que as teorias conspiratórias encorajam.
A questão que psicólogos como Karen Douglas, uma professora da Universidade de Kent, no Reino Unido, se perguntam é: por que essas crenças persistem? Não há uma resposta simples. Considerando a quantidade de teorias da conspiração que existem e o fato de que até metade dos americanos acreditam em ao menos uma delas, não há um conjunto de características que determinem um perfil. “Em algum nível, todos estamos predispostos a suspeitar do governo”, diz Douglas. Faz sentido, de uma perspectiva evolucionista, que tenhamos suspeitas de um grupo ou de pessoas que não compreendemos. “Em alguns sentidos, faz parte do comportamento adaptativo suspeitar de outros grupos, para preservar sua própria segurança”, diz ela.
Não parece haver uma saída fácil. Infelizmente, para os cientistas, apresentar dados precisos que desmentem uma teoria da conspiração geralmente não ajuda. Aliás, isso pode até tornar uma crença em algo falso ainda mais forte. Stephan Lewandowsky, professor de Psicologia da Universidade de Bristol, no Reino Unido, descobriu que, quanto mais fortemente alguém acredita em uma conspiração, menor a probabilidade de confiar em dados científicos.
http://www.bbc.com/port... - adaptado.
De acordo com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(---) O movimento “antivacina” envolve pessoas que acreditam, entre outras coisas, que empresas farmacêuticas ocultam conscientemente supostos males causados pela imunização.
(---) Não é possível traçar um perfil dos que acreditam em teorias da conspiração porque há grandes quantidades de teorias e grandes parcelas da população americana que acreditam em alguma delas.
(---) Karen Douglas acredita que é natural suspeitarmos do governo, e que suspeitar de outros em defesa própria faz parte do comportamento adaptativo.
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Conforme Kaspary, quanto à sublinha, analisar os itens abaixo:
I - Não se sublinham os sinais de pontuação, exceto o hífen (este, ainda assim, não deve ser sublinhado quando representa sinal de translineação).
II - Não se sublinha o espaço entre as palavras.
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De acordo com a Lei Municipal nº 2.239/2003, no que tange a estabilidade e o estágio probatório, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) O servidor estável perderá a posse após a instauração de processo administrativo.
( ) A eficiência é um dos requisitos a ser observado durante o estágio probatório.
( ) Quando se tratar de servidor estável que ocupava outro cargo e no estágio do novo cargo não for aprovado, ele será exonerado de todas as suas funções.
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Por que teorias da conspiração são tão populares?
Algumas pessoas que não se vacinam optam deliberadamente por não fazê-lo. Estas fazem parte do chamado movimento “antivacina”, e acreditam que a imunização faz mal e, muitas vezes, que as companhias farmacêuticas encobrem seus efeitos prejudiciais. Essa é uma entre as várias teorias conspiratórias que são repassadas mesmo diante de abundantes evidências científicas que dizem o contrário - uma rápida busca na internet mostra centenas delas. Outro exemplo são os negadores das mudanças climáticas, que acreditam que a Terra não está ficando mais quente - e cientistas que distorcem evidências para fazer com que isso pareça verdade.
Enquanto algumas teorias da conspiração são relativamente inofensivas – como a ideia de que a NASA fingiu o pouso na Lua ou que o Beatle Paul McCartney morreu há muito tempo e um doppelgänger (pessoa idêntica) tomou seu lugar desde então –, outras têm efeitos catastróficos. Com novas evidências, pesquisadores estão tentando chegar mais perto de entender melhor os fatores envolvidos nesses desdobramentos. Isso irá, esperam eles, ajudar a mitigar alguns dos perigos reais e das divisões sociais que as teorias conspiratórias encorajam.
A questão que psicólogos como Karen Douglas, uma professora da Universidade de Kent, no Reino Unido, se perguntam é: por que essas crenças persistem? Não há uma resposta simples. Considerando a quantidade de teorias da conspiração que existem e o fato de que até metade dos americanos acreditam em ao menos uma delas, não há um conjunto de características que determinem um perfil. “Em algum nível, todos estamos predispostos a suspeitar do governo”, diz Douglas. Faz sentido, de uma perspectiva evolucionista, que tenhamos suspeitas de um grupo ou de pessoas que não compreendemos. “Em alguns sentidos, faz parte do comportamento adaptativo suspeitar de outros grupos, para preservar sua própria segurança”, diz ela.
Não parece haver uma saída fácil. Infelizmente, para os cientistas, apresentar dados precisos que desmentem uma teoria da conspiração geralmente não ajuda. Aliás, isso pode até tornar uma crença em algo falso ainda mais forte. Stephan Lewandowsky, professor de Psicologia da Universidade de Bristol, no Reino Unido, descobriu que, quanto mais fortemente alguém acredita em uma conspiração, menor a probabilidade de confiar em dados científicos.
http://www.bbc.com/port... - adaptado.
Assinalar a alternativa com concordância verbal CORRETA:
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Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Para Daniel Goleman (2002), ___________________ é um conjunto de aptidões utilizadas no processamento e conhecimento das informações relacionadas à emoção.
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Com base na Consolidação das Leis do Trabalho, no que diz respeito às férias, está CORRETO afirmar que:
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