Foram encontradas 255 questões.
“É uma verdade universalmente reconhecida que um
homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à
procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e
Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao
mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela
cativa os leitores com a sátira social característica de Austen,
insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras
inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis
romances foram adaptados de inúmeras maneiras.
Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima
de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na
adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou
Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813),
Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia
de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente
em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.
“As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla
moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21
não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos
literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora
de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o
apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza
humana, com personagens que incorporam características
ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen
deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.
“Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas
femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho
e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade
pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o
esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de
pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.
Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se
tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo
viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o
potencial dos romances de Austen para memes, com suas
frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma
verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que
o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária,
mas também em sua contínua relevância como escritora que
ainda dialoga com o público moderno.
(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok.
Disponível em: www.dw.com/pt-br/jane-austen-aos-250-anosdos-livros-ao-tiktok/a-75164449. 15.12.2025. Adaptado)
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“É uma verdade universalmente reconhecida que um
homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à
procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e
Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao
mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela
cativa os leitores com a sátira social característica de Austen,
insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras
inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis
romances foram adaptados de inúmeras maneiras.
Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima
de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na
adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou
Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813),
Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia
de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente
em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.
“As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla
moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21
não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos
literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora
de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o
apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza
humana, com personagens que incorporam características
ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen
deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.
“Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas
femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho
e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade
pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o
esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de
pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.
Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se
tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo
viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o
potencial dos romances de Austen para memes, com suas
frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma
verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que
o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária,
mas também em sua contínua relevância como escritora que
ainda dialoga com o público moderno.
(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok.
Disponível em: www.dw.com/pt-br/jane-austen-aos-250-anosdos-livros-ao-tiktok/a-75164449. 15.12.2025. Adaptado)
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“É uma verdade universalmente reconhecida que um
homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à
procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e
Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao
mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela
cativa os leitores com a sátira social característica de Austen,
insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras
inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis
romances foram adaptados de inúmeras maneiras.
Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima
de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na
adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou
Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813),
Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia
de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente
em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.
“As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla
moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21
não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos
literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora
de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o
apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza
humana, com personagens que incorporam características
ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen
deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.
“Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas
femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho
e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade
pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o
esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de
pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.
Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se
tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo
viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o
potencial dos romances de Austen para memes, com suas
frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma
verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que
o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária,
mas também em sua contínua relevância como escritora que
ainda dialoga com o público moderno.
(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok.
Disponível em: www.dw.com/pt-br/jane-austen-aos-250-anosdos-livros-ao-tiktok/a-75164449. 15.12.2025. Adaptado)
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homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à
procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e
Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao
mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela
cativa os leitores com a sátira social característica de Austen,
insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras
inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis
romances foram adaptados de inúmeras maneiras.
Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima
de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na
adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou
Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813),
Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia
de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente
em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.
“As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla
moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21
não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos
literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora
de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o
apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza
humana, com personagens que incorporam características
ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen
deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.
“Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas
femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho
e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade
pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o
esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de
pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.
Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se
tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo
viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o
potencial dos romances de Austen para memes, com suas
frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma
verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que
o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária,
mas também em sua contínua relevância como escritora que
ainda dialoga com o público moderno.
(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok.
Disponível em: www.dw.com/pt-br/jane-austen-aos-250-anosdos-livros-ao-tiktok/a-75164449. 15.12.2025. Adaptado)
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“É uma verdade universalmente reconhecida que um
homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar à
procura de uma esposa”. A frase de abertura de Orgulho e
Preconceito, de Jane Austen, não era apenas uma crítica ao
mercado matrimonial da Inglaterra do século 19, mas também uma das mais reconhecidas da literatura inglesa. Ela
cativa os leitores com a sátira social característica de Austen,
insinuando que a melhor chance de segurança para uma mulher era se casar com um homem rico. Hoje, suas palavras
inspiram memes e vídeos no TikTok, enquanto seus seis
romances foram adaptados de inúmeras maneiras.
Nascida em 1775 em Steventon, Austen era a sétima
de oito filhos e começou a escrever paródias divertidas na
adolescência. Publicando anonimamente a princípio, lançou
Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813),
Mansfield Park (1814) e Emma (1815). Os livros A Abadia
de Northanger e Persuasão foram publicados postumamente
em 1817, o mesmo ano em que ela morreu aos 41 anos.
“As heroínas de Austen vivem em uma sociedade classista e patriarcal, com regras rígidas de conduta e uma dupla
moral de gênero. De certa forma, nosso mundo do século 21
não é tão diferente”, diz Juliette Wells, professora de estudos
literários no Goucher College, em Maryland. Wells, autora
de A Jane de todos: Austen na imaginação popular, atribui o
apelo duradouro de Austen à sua compreensão da natureza
humana, com personagens que incorporam características
ainda reconhecíveis em diversos contextos culturais. Austen
deu às suas heroínas poder de decisão através de sagacidade, inteligência e força interior.
“Todos nós podemos nos inspirar nas protagonistas
femininas de Austen, como Elizabeth Bennet, de Orgulho
e Preconceito, que se preocupa demais com sua felicidade
pessoal para aceitar propostas de homens que ela não respeita, ou Anne Elliot, em Persuasão, que vira as costas para o
esnobismo da família e valoriza as qualidades admiráveis de
pessoas menos privilegiadas”, acrescenta Wells.
Imagens das adaptações cinematográficas de Austen se
tornaram ouro para a Geração Z, remixadas em conteúdo
viral no TikTok, Instagram e Twitter. Acadêmicos notaram o
potencial dos romances de Austen para memes, com suas
frases espirituosas e personagens arquetípicos. Talvez uma
verdade que possa ser universalmente reconhecida seja que
o legado de Austen reside não apenas em sua fama literária,
mas também em sua contínua relevância como escritora que
ainda dialoga com o público moderno.
(Brenda Haas, Jane Austen aos 250 anos: dos livros ao TikTok.
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Assinale a alternativa que apresenta corretamente um
enunciado redigido de acordo com o Manual de Redação
da Presidência da República para ser encaminhado de
um órgão da administração pública por correio eletrônico
(e-mail).
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Leia, a seguir, o trecho de um ofício:

De acordo com as orientações do Manual de Redação da Presidência da República, as lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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4062507
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
Provas:
No que tange ao regime jurídico das Leis Orgânicas
Municipais, a Constituição Federal estabelece determinadas regras gerais que devem reger o tema.
Nesse contexto, é correto afirmar que essa espécie normativa deve ser
Nesse contexto, é correto afirmar que essa espécie normativa deve ser
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4062506
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
Provas:
Determinado vereador apresenta um projeto de lei propondo a instalação de câmeras de segurança em alguns
locais do Município, sendo que a despesa, caso aprovada na Câmara, ficaria por conta dos cofres da Prefeitura.
Nessa situação hipotética, é correto afirmar que essa espécie de legislação municipal
Nessa situação hipotética, é correto afirmar que essa espécie de legislação municipal
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4062505
Ano: 2026
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
Provas:
Na hipótese de o Congresso Nacional pretender editar
uma espécie normativa tratando de matérias de sua competência exclusiva, com efeitos externos, ele deverá editar
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