Foram encontradas 255 questões.
A massa total de uma caixa, ocupada por 4 unidades iguais de certo produto, é 5 kg. Se essa mesma caixa
for ocupada por 5 unidades desse produto, a massa total
será igual a 6,2 kg. A massa total dessa caixa, se ocupada por apenas 1 unidade do produto, seria
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4062483
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Caraguatatuba-SP
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Certo produto é vendido, à vista, em uma loja, por um
preço P. Se o pagamento for parcelado, aplica-se a seguinte regra: se a compra for paga em 8 parcelas iguais,
o valor de P não sofre nenhum acréscimo; mas se a compra for paga em 12 parcelas iguais, o valor de P, a ser
parcelado, sofre um aumento de 5%, a título de encargos. Para esse mesmo produto, sabe-se que, se for feita
a opção pelo pagamento em 12 parcelas, o valor de cada
parcela será R$ 45,00 menor do que o valor de cada parcela da opção em 8 parcelas.
Qual será o valor de cada parcela, se for escolhido o pagamento em 12 parcelas?
Qual será o valor de cada parcela, se for escolhido o pagamento em 12 parcelas?
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A tabela a seguir mostra, em relação ao número total de
pacientes que deram entrada em um pronto atendimento
em certo dia, as frações correspondentes aos números
de pacientes em algumas das categorias de grau de risco
do quadro apresentado:
Sabendo que, naquele dia, a soma dos números de pacientes com risco considerado alto e muito alto era igual a 5, é correto concluir que o número total de pacientes que deram entrada no referido pronto atendimento naquele dia foi
Sabendo que, naquele dia, a soma dos números de pacientes com risco considerado alto e muito alto era igual a 5, é correto concluir que o número total de pacientes que deram entrada no referido pronto atendimento naquele dia foi
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Uma empresa de jardinagem recebeu uma encomenda e
precisará fazer placas de grama quadradas para colocação em dois jardins retangulares, o primeiro com 5,6 m
de largura e 6,4 m de comprimento, e o segundo com
9,6 m de largura e 12 m de comprimento. As placas deverão ser todas iguais, para os dois jardins, e ter o maior tamanho possível, mas de modo que, feita a colocação das
placas, não fique nenhuma parte dos jardins descoberta,
nem fique sobrando nenhum pedaço de placa de grama.
Sabendo que a entrega dessas placas de grama será feita por meio de picapes que sairão juntas para realizar a entrega e que comportam, no máximo, 60 placas cada uma, o número de picapes mobilizadas para a entrega dessa encomenda será, no mínimo, igual a
Sabendo que a entrega dessas placas de grama será feita por meio de picapes que sairão juntas para realizar a entrega e que comportam, no máximo, 60 placas cada uma, o número de picapes mobilizadas para a entrega dessa encomenda será, no mínimo, igual a
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Em um lote com 1.200 peças, há 1 peça com defeito para
cada 24 peças boas. Se cada peça com defeito dá ao
fabricante um prejuízo de R$ 5,00, o prejuízo total decorrente das peças com defeito nesse lote é
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Leia o texto a seguir para responder a questão:

(Prefeitura Municipal de Jardinópolis, 13.12.2024. Disponível em:
https://www.facebook.com/prefeiturajardinopolis/photos/-a-campanha-de-
-conscientiza%C3%A7%C3%A3o-animal-n%C3%A3o-%C3%A9-brinquedo-
-%C3%A9-uma-iniciativa-do-consel/992296329610649/?_rdr.)
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Leia o texto a seguir para responder a questão:

(Prefeitura Municipal de Jardinópolis, 13.12.2024. Disponível em:
https://www.facebook.com/prefeiturajardinopolis/photos/-a-campanha-de-
-conscientiza%C3%A7%C3%A3o-animal-n%C3%A3o-%C3%A9-brinquedo-
-%C3%A9-uma-iniciativa-do-consel/992296329610649/?_rdr.)
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao
estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes,
os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade
desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste
espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe
suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o
milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em
carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole
veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de
repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito
pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado.
Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os
melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais
são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre
diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe
muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que
empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os
outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como
dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da
arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que
surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram
outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor
se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos
degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de
fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O
estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão,
um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde,
e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas
depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
“Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao estádio.” (1º parágrafo)
“…soam as matracas, os foguetes, os tambores…” (2º parágrafo)
“Embora o torcedor possa contemplar o milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão…” (2º parágrafo)
Em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e emprego de crase, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao
estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes,
os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade
desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste
espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe
suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o
milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em
carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole
veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de
repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito
pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado.
Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os
melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais
são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre
diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe
muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que
empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os
outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como
dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da
arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que
surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram
outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor
se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos
degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de
fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O
estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão,
um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde,
e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas
depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
“Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes, os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo.” (2º parágrafo)
O sinal de dois-pontos, presente no trecho, tem o mesmo sentido de
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Uma vez por semana, o torcedor foge de casa e vai ao
estádio.
Ondulam as bandeiras, soam as matracas, os foguetes,
os tambores, chovem serpentinas e papel picado: a cidade
desaparece, a rotina se esquece, só existe o templo. Neste
espaço sagrado, a única religião que não tem ateus exibe
suas divindades. Embora o torcedor possa contemplar o
milagre, mais comodamente, na tela de sua televisão, prefere cumprir a peregrinação até o lugar onde possa ver em
carne e osso seus anjos lutando em duelo contra os demônios da rodada.
Aqui o torcedor agita o lenço, engole saliva, engole
veneno, come o boné, sussurra preces e maldições, e de
repente arrebenta a garganta numa ovação e salta feito
pulga abraçando o desconhecido que grita gol ao seu lado.
Enquanto dura a missa pagã, o torcedor é muitos. Compartilha com milhares de devotos a certeza de que somos os
melhores, todos os juízes estão vendidos, todos os rivais
são trapaceiros.
É raro o torcedor que diz: “Meu time joga hoje”. Sempre
diz: “Nós jogamos hoje”. Este jogador número doze sabe
muito bem que é ele quem sopra os ventos de fervor que
empurram a bola quando ela dorme, do mesmo jeito que os
outros onze jogadores sabem que jogar sem torcida é como
dançar sem música.
Quando termina a partida, o torcedor, que não saiu da
arquibancada, celebra sua vitória, “que goleada fizemos, que
surra a gente deu neles”, ou chora sua derrota, “nos roubaram
outra vez, juiz ladrão”. E então o sol vai embora, e o torcedor
se vai. Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos
degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de
fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes. O
estádio fica sozinho e o torcedor também volta à sua solidão,
um eu que foi nós; o torcedor se afasta, se dispersa, se perde,
e o domingo é melancólico feito uma quarta-feira de cinzas
depois da morte do carnaval.
(Eduardo Galeano, “O torcedor”. In: _____________. Futebol ao sol e à sombra.
São Paulo: L&PM Pocket, 2024. Adaptado)
“Caem as sombras sobre o estádio que se esvazia. Nos degraus de cimento ardem, aqui e ali, algumas fogueiras de fogo fugaz, enquanto vão se apagando as luzes e as vozes.” (5º parágrafo)
As palavras destacadas podem ser substituídas, respectivamente, preservando o sentido original do trecho, por:
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