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Foram encontradas 177 questões.

1624938 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Estudante obriga indústria a mudar caixa de sucos com erro gramatical
No Reino Unido, Albert Gifford, 15, obrigou a gigante Tesco a trocar embalagens de suco que tinham erro No Reino Unido, a rede de supermercados Tesco foi forçada a trocar suas embalagens de suco de laranja depois que um estudante denunciou um grave erro gramatical. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Durante um café da manhã, o estudante Albert Gifford, 15, leu na caixa que seu suco era feito apenas com as "most tastiest" laranjas – seria o equivalente a dizer em português que eram as "mais melhores" laranjas.
O garoto de Shepton Mallet, sudoeste da Inglaterra, escreveu para a rede de mercados para fazer a reclamação e sugerir que a expressão incorreta fosse trocada por "tastiest" ou "most tasty", como mandam as regras da língua inglesa.
Após esperar por dias a resposta da empresa, sem sucesso, o adolescente decidiu escrever uma carta ao tabloide Daily Mail contando o erro, a sua indignação e a apatia da empresa. A carta foi publicada no jornal na outra semana.
No dia seguinte à publicação, Albert recebeu uma resposta da Tesco, prometendo que as novas embalagens serão corrigidas. "Nosso grupo de designers checa todas as embalagens com muito cuidado antes que sejam usadas e fazemos revisões regulares, mas aparentemente esse erro passou", disse um representante da empresa a Albert, segundo o Daily Mail.
O estudante, que pretende cursar medicina, sentiu-se contemplado pela resposta da empresa e brincou: "Não acho que as embalagens de mercado deveriam ser responsáveis por ensinar gramática aos jovens, mas não consigo deixar de pensar que cada pequena coisa ajuda."
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/14/aluno-obriga-industria-
amudar-embalagem-de-sucos-com-erro-gramatical.htm Acesso em: 12 jun. 2016.
Todas as informações abaixo podem ser confirmadas pelo texto, EXCETO:
 

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1624815 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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As palavras estão corretamente grafadas em:
 

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1624779 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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O pagamento, através de cheque, de uma obrigação contraída pela compra de mercadorias para revenda a prazo é um fato contábil que afeta o patrimônio da seguinte forma:
 

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1623166 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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João é a pessoa mais alegre e comunicativa da equipe de 20 funcionários que trabalham na Prefeitura. Outro dia, ele estava conversando com os amigos de trabalho e perguntou quem gostava de futebol. 18 levantaram a mão. Depois ele perguntou quem gostava de cinema e 16 levantaram a mão.
Quantos gostam ao mesmo tempo de futebol e cinema?
 

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1621747 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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A estratégia relaciona-se com objetivos de longo prazo, enquanto que a tática relaciona-se com metas de __________ prazo.
 

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1621249 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Os termos destacados são pronomes demonstrativos, EXCETO em:
 

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1621003 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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A Cia. Dom Blasco foi constituída com um capital social de R$ 750.000,00, por três sócios, que integralizaram suas ações da seguinte forma:
Sócio Roberto = R$ 300.000,00
Sócio Patrício = R$ 150.000,00
Sócio Hudson = R$ 300.000,00
Após determinado período de tempo, verificou-se que a Cia. Dom Blasco obteve lucro nas suas operações normais da ordem de R$ 600.000,00, dos quais R$ 150.000,00 foram distribuídos e pagos aos sócios. A parcela restante foi reinvestida na Cia., restando contabilizada na conta Reservas de Lucros, nada mais havendo em seu Patrimônio Líquido.
Sabendo-se que as dívidas da Cia. Dom Blasco representam 20% dos recursos aplicados anualmente no patrimônio, pode-se afirmar que o valor total de seus ativos é de:
 

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1620952 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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A ESCRITA NÃO É "A LÍNGUA"
Por Marcos Bagno*
UMA LONGUÍSSIMA tradição de vinte e cinco séculos se impregnou de tal modo na cultura ocidental que a jovem ciência linguística, que conta pouco mais de 150 anos, ainda peleja para fazer valer seus postulados, muito mais lógicos e racionais. É a ideia (ou, melhor, a ideologia) de que “a língua” é uma entidade muito restrita, acessível a poucos iluminados, aqueles grandes escritores (todos homens, é claro) que se tornaram os “clássicos do idioma”. Não é à toa que o português é chamado de “a língua de Camões”, o espanhol de “a língua de Cervantes”, o italiano de “a língua de Dante”, o inglês de “a língua de Shakespeare” e por aí vai. A escrita literária, desde o surgimento dos estudos gramaticais no mundo de língua grega, trezentos anos antes de Cristo, tem sido vítima dessa apropriação ideológica. Qual é o problema? O grande escritor não é grande porque respeita mais ou desobedece menos as regras da gramática tradicional. O grande escritor é aquele que vai além do normal e do normativo, que tenta dar vazão à sua sensibilidade, exprimir de modo novo e surpreendente o que a realidade lhe comunica. É preciso libertar a língua usada pela imensa maioria das pessoas do peso insuportável de ser comparada aos usos feitos pelos grandes escritores. As pessoas não podem até hoje ser oprimidas e reprimidas pela culpa absurda de não falar tal como Machado de Assis escreveu seus romances no final do século 19!
A escrita literária é só uma parcela microscópica de todos os múltiplos e variados usos possíveis da língua. Ela não serve para a descrição gramatical da língua, de como ela funciona, das regras em vigor. Para a ciência linguística, a língua é, primordialmente, aquilo que as pessoas falam no dia a dia, em suas interações normais, espontâneas, na construção de sua identidade pessoal e da identidade de sua comunidade. Por isso é que não se pode dizer que em Brasil e Portugal “se fala a mesma língua”. Não, não se fala: brasileiros e portugueses seguem regras totalmente diversas na hora de falar, têm coisas que só existem lá e não existem aqui e vice-versa. Quando falamos, contribuímos para a construção única e exclusivamente da nossa identidade social e cultural. É maravilhoso podermos ler a produção literária portuguesa, mas isso não significa que se trate “de uma mesma língua”. Basta ler os textos em voz alta para se dar conta disso!
Durante mil anos, na Europa, a única língua de cultura foi o latim clássico: os letrados (só homens, é claro!) já falavam suas línguas maternas na vida diária, mas elas não eram consideradas dignas de estudo, de ensino e de aparecer na escrita respeitada. Foi preciso esperar o Renascimento para que isso acontecesse. Pois é assim que nos encontramos hoje no Brasil, numa Idade Média linguística: falamos o português brasileiro, uma língua viva, dinâmica, com gramática própria, mas ainda nos cobram o ensino e o uso de um “latim clássico”, que é o português literário consagrado antigo. E dá-lhe ensinar conjugação verbal com “vós”, regências verbais que não significam nada para nós, usos de pronomes que não correspondem ao que a gente realmente sente e quer expressar. Já passou da hora da nossa língua (e não “de a nossa língua”, por favor!) ocupar de direito o lugar que já ocupa de fato: o de língua materna de mais de 200 milhões de pessoas, uma das mais faladas do mundo, num País com crescente importância geopolítica e econômica mundial. “E deixe os portugais morrerem à míngua!”.
*Marcos Bagno é linguista, escritor e professor da UNB.
Ref.: http://www.carosamigos.com.br/index.php/revista/204-edicao-226/5859-falar-brasileiro-a-escrita-nao-e-a-lingua-2
Em relação ao ponto de vista do autor sobre o uso da língua, considere os enunciados a seguir:
I. Me empresta seu livro.
II. Vem me buscar quando quiser.
III. Não estou certa de que essa decisão satisfaz a todos.
É possível o que se apresenta em
 

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1620346 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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As palavras são acentuadas obedecendo à mesma regra, EXCETO em:
 

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1620267 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Uma hora tem 60 minutos.
Quantos minutos haverá em um quinto de hora?
 

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