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Um erro de quem escreveu um cartaz para anunciar uma promoção numa loja de eletrodomésticos criou uma grande confusão na cidade de Guarabira, no interior da Paraíba.
No cartaz estava escrito “Oferta imperdível. Chip Vivo. R$ 1 com aparelho”. Ao ler, o professor Aurélio Damião, 38, considerou a proposta irrecusável.
Com R$ 4 no bolso, ele entrou na loja e pediu chips – com os quatro aparelhos celulares correspondentes. Ele havia registrado a oferta com uma foto antes de ir ao trabalho e decidiu fazer a compra no final do expediente.
“Passei na loja e pedi: me veja quatro aparelhos de R$ 1 da promoção”, contou Damião. O atendente da loja “explicou” o anúncio. Na verdade, disseram, o redator queria dizer que os chips da operadora em questão sairiam por R$ 1, no caso da compra de qualquer celular adquirido pelo preço normal de tabela.
“Eu quis mesmo era dar mais uma lição na loja do que qualquer outra coisa. Estava escrito errado, foi um erro de português. Cheguei e falei que queria comprar quatro celulares e o gerente começou a me destratar, me chamar de maluco. Disse que eu não era louco de pegar um celular de lá. Eu falei que não queria pegar, não ia roubar. Eu estava lá para comprar. Ele se recusou a vender e eu chamei a polícia”, explica Aurélio.
Uma viatura da polícia militar chegou ao local e convidou os dois — o professor e o gerente da loja — para irem até a delegacia. Aurélio alegou que a loja estava fazendo propaganda enganosa e que tinha por direito, como consumidor, a receber o que estava escrito no cartaz.
Na delegacia, as partes chegaram a um acordo. Damião recebeu a doação de um vale de R$ 100 para aquisição de um aparelho. Com chip. “Caso não chegassem a um acordo, teria de se usar a Justiça e as partes resolveram se entender logo”, disse um agente do 4º DP.
Disponível em: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/01/o-erro-de-portugues-quevirou-caso-de-policia. Acesso em: 08 jun. 2016.
O fato que motivou a confusão na loja de eletrodomésticos foi
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A casa
Cris Guerra
Noite de terça-feira. A casa iluminada, os jardins floridos de gente. Autoridades, fotógrafos, o prefeito. Fazia tempo que nós cinco não voltávamos juntos àquele lugar. A casa repleta de desconhecidos e vazia dos que lá habitaram. À nossa volta, o público nem sequer desconfiava. Irmãos invisíveis voltando a um lugar-chave de sua linha do tempo. Como administrar a saudade em noite de celebração?
Quando finalmente pudemos entrar, sabíamos de cor onde era a cozinha, a sala de jogos, o mezanino, o quarto dela. De modo que demos um jeito de subir logo até lá, não sem antes notar um detalhe ou outro a nos falar sobre a elegância de nossos avós. Quem sonharia ter seu passado romanceado por arquitetos contadores de histórias?
Os quatro chegaram ao quarto dela minutos antes de mim. Encontrei-os sob o impacto do que ali viram. Do teto, fios transparentes sustentavam retratos antigos: JK, Vovô Joubert, Vovó Juju, Papai, Mamãe, alguns de nós ainda pequenos.
A caixinha de música numa redoma de vidro. Cada móvel em seu devido lugar, relatando os movimentos e trajetos dela. Deles. Nossos.
Teremos de voltar muitas vezes para acreditar: nossa infância eternizada num museu da arquitetura modernista dos anos 40 a 60. A nova Casa Kubitschek enriquece a memória do visionário JK. Mas seus móveis restaurados contam muito mais que um modo de morar.
Concluído em 1943 para ser a casa de fim de semana do então prefeito Juscelino, o espaço foi projetado por Niemeyer com jardins de Burle Marx. Serviu a JK por apenas dois anos - logo que pôde, vovô comprou o imóvel. Passaram a ser nossos os domingos ali. Vovó alimentava os peixes e pássaros, dava suco de groselha aos beija-flores, oferecia pão com patê aos gatos. Cobria as mesas com pedaços de feltro, construindo sob os tampos de vidro seus próprios quadros modernistas.
Depois que ele se foi, ela viveu ali por muitos anos, buscando alento nos jardins para as perdas que ainda viria a sofrer. Minha mãe em 1994, meu pai em 2001. “Que absurdo as coisas durarem mais que as pessoas”, ela me disse dias depois da morte dele. E duraram. Mais até do que ela, que nos deixou em 2004. Mas as pessoas, que não são feitas de coisas, cuidaram de fazer do afeto memória.
A Casa abre suas portas de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é restrita às nossas lembranças. Vovô lê os jornais na mesa da varanda, Maria prepara um peixe à milanesa, Vicenza me nega o suco de mexerica antes do almoço. Eles jogam bilhar, elas passeiam pelas boas-novas do jardim - a flor que se abriu, a árvore que se encheu de lichias.
Quando for a sua vez de visitar a Casa Kubitschek, respire fundo e aproveite o dia: é um domingo na minha infância.
Disponível em: http://vejabh.abril.com.br/edicoes/casa-cris-guerra-755432.shtml Acesso: maio 2013
Todos os sentimentos abaixo estão presentes no texto, EXCETO:
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667480
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e OperacionalPlanejamento Tático
O planejamento tático é desenvolvido a níveis organizacionais ___________, tendo como objetivo principal utilizar com eficiência os recursos disponíveis na organização.
A expressão que complete corretamente a lacuna do texto é:
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A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
As palavras estão corretamente divididas em sílabas, EXCETO em:
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633843
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
A principal característica da estrutura com base em função é a ______________ das atividades do trabalho desenvolvido neste tipo de organização.
A expressão que complete corretamente a lacuna do texto é:
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Se na figura abaixo, os segmentos PQ = QR= RS = 3 cm e o segmento QT = 4 cm, então é CORRETO afirmar que a medida, em centímetros, do segmento UP é igual a:

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552185
Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Observe, a seguir, os demonstrativos da Cia. Martini & Lessa e responda:
Balanço Patrimonial em 31.12.2015
(em R$)
ATIVO PASSIVO
Ativo Circulante 252.000,00 Passivo Circulante 168.000,00
Ativo Não Circulante 348.000,00 Passivo Não Circulante 72.000,00
Patrimônio Líquido 360.000,00
ATIVO 600.000,00 PASSIVO + PATRIMONIO LÍQUIDO 600.000,00
Ativo Não Circulante 348.000,00 Passivo Não Circulante 72.000,00
Patrimônio Líquido 360.000,00
ATIVO 600.000,00 PASSIVO + PATRIMONIO LÍQUIDO 600.000,00
Demonstração do Resultado do Exercício em 31.12.2015
(em R$)
Receita Líquida 720.000,00
(-) Custos (666.000,00)
Lucro Líquido 54.000,00
(-) Custos (666.000,00)
Lucro Líquido 54.000,00
Com base nos dados apresentados, a rentabilidade das vendas da Cia. Martini & Lessa é de:
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551536
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
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Os símbolos utilizados em um fluxograma têm por finalidade colocar em evidência a origem, o processamento e o destino da
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483090
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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O processo de estabelecer o uso ordenado de todos os recursos do sistema administrativo é um conceito de
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Opção disponível na guia “Layout da Página” que permite adicionar uma borda em torno da página no Microsoft Word, versão português do Office 2010:
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