Foram encontradas 165 questões.
Na locação de uma filmagem sobre a Guerra do Contestado, 50 atores têm alimentos para 70 dias. Para fins de previsão, deve-se supor que todas as pessoas comam sempre a mesma quantidade e que nenhuma pessoa coma mais do que outra. Ocorre que outra equipe de atores, do mesmo estúdio, mas fazendo outro filme, acaba por se juntar ao grupo original, somando mais 90 pessoas. Como eles não trouxeram alimento algum e ficam na mesma situação dos que estavam inicialmente (comendo as mesmas quantidades), pode-se dizer que a alimentação para todos durará:
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2467228
Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Assinale a alternativa que apresenta o comando no Sistema Operacional LINUX para listar arquivos e diretórios da pasta.
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A respeito da ação rescisória, assinale a alternativa correta.
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Por que pomos os pingos nos "is"?
A expressão "pôr os pingos nos is" significa organizar o que está confuso, discernir entre uma coisa e outra, definir o lugar de cada coisa etc. Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos colocar os pingos nos is? Originalmente o "i" não tinha pingo. Na época romana, só havia as letras maiúsculas. E, como se sabe, o "I" maiúsculo não tem pingo (aliás, parece que muita gente não sabe disso). Quando, séculos depois, inventaram as minúsculas para facilitar a tarefa dos copistas de reproduzir centenas de páginas manuscritas, surgiu um problema: como as letras cursivas, típicas da escrita manual, são todas ligadas entre si (e é exatamente por isso que esse sistema de escrita facilitava a vida dos copistas, já que eles não precisavam levantar a pena do papel para passar de uma letra a outra), dois "ii" se assemelhavam a um "u", o que gerava ambiguidade, pois o latim tem muitas palavras com dois "ii".
A solução foi criar um sinal distintivo, no caso, o pingo do "i". É bem verdade que, posteriormente, com a invenção do trema, os dois "ii" passaram a se confundir com "ü", mas agora o risco era menor: as línguas que tinham "ii" não tinham "ü" e vice-versa. Logo, colocar um pingo no "i" foi a maneira encontrada pelos monges medievais (que passavam a vida copiando livros) para distinguir letras diferentes. Desde então, pôr os pingos nos is é sinônimo de distinguir, definir, determinar, e, por extensão, organizar, enquadrar, esclarecer...
(Blog - Aldo Bizzocchi, Revista Língua Portuguesa, ed. 91,
maio 2013. Disponível em: <revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/por-que pomos- os-pingos-nos-is-288588-1.asp>. Acesso em 25 maio 2013).
A pergunta “Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos ‘colocar os pingos nos is’?”presente na linha 2 do texto cumpre a função de:
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Considerando-se a fórmula = 3*A2^2 no Microsoft Excel 2007 e A2 sendo 3, então o resultado será:
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Considere o trecho a seguir:
Da imersão acima empreendida nas diversas teorias acerca da responsabilidade civil do Estado, notadamente aquelas desenvolvidas na França, pôde-se inferir que no ordenamento jurídico brasileiro o Estado encontra-se submetido a uma sistemática homogênea de responsabilização decorrente de comportamento ineficiente, seja comissivo (mau funcionamento) ou omissivo (funcionamento tardio): a responsabilidade objetiva.
(GABARDO, Emerson; HACHEM, Daniel Wunder.
Responsabilidade civil do Estado, faute du servisse e o princípio constitucional da eficiência administrativa. In: GUERRA, Alexandre D. de Mello et al. (Coords.). Responsabilidade civil do Estado: desafios contemporâneos. São Paulo: Quartier Latin, 2010, p. 117.)
Conforme a doutrina nacional, o sistema jurídico brasileiro e a perspectiva dos autores, é correto afirmar:
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Com base na Lei Orgânica do Município de Piraquara, é correto afirmar:
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2466761
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Parte da captação de água para abastecimento na Região Metropolitana de Curitiba ocorre na bacia hidrográfica do Alto Iguaçu, compreendida entre a Serra do Mar e a Escarpa Devoniana. Na parte leste dessa bacia encontram-se barragens responsáveis pelo abastecimento de água, algumas delas no município de Piraquara. Sobre essas barragens, é correto afirmar:
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Seriam os catadores heróis?
Fábio Fonseca Figueiredo
O programa Globo Repórter exibido na sexta-feira (27/04/2012) intitulou-se “Heróis anônimos da reciclagem”. Através de ótimas imagens e focalizando o cotidiano de um catador de São Paulo, a reportagem nos mostra que a coleta informal de lixo pode ser uma atividade produtiva, economicamente viável, prazerosa e bem divertida. Ao som de um belo tango argentino, enquanto o catador atravessa as ruas da capital paulista, a reportagem compara os passos do catador a passos de um bailarino que, com desenvoltura, empurra o carrinho de quase meia tonelada de materiais recicláveis.
A reportagem trata o catador como um brasileiro esforçado e que não foge à luta! Embora nunca tenha frequentado a escola, “o catador tem letra bonita e faz conta de cabeça com precisão”. Apesar de não possuir curso superior, “o catador é chamado para dar palestras sobre meio ambiente no Brasil e até no exterior”. A população, conforme a reportagem, o vê como professor de cidadania e ecologia. Elementos, portanto, que condizem com a inscrição no carrinho do catador e mostrada no início da reportagem: um catador faz mais do que um ministro do meio ambiente.
Chamado de herói anônimo das ruas, o Globo Repórter convida o catador para uma bateria de exames em um hospital universitário. Em meio ao ótimo humor daquele herói que brinca com os jovens médicos, sua pressão arterial estava em 12,5 por 8, seu teste físico considerado excelente. Diagnóstico médico: o paciente possui excelente qualidade de vida. Ao som de um conhecido techno dos anos noventa, a reportagem exalta os resultados obtidos, e nos faz pensar que trabalhar carregando materiais recicláveis nas ruas das cidades favorece a saúde humana.
Apesar das belas histórias de anônimos que, como ratazanas, catam os materiais recicláveis das poluídas avenidas brasis, não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade(1 . O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários. Estudos mostram que o catador é um sujeito que possui baixa ou nenhuma escolarização, foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras(2. O catador atua na coleta de materiais recicláveis devido à “facilidade” da ocupação, ou seja, a disponibilidade de lixo nas ruas, o que comprova a ineficiência dos serviços de coleta prestados pelas prefeituras das cidades brasileiras.
Esses sujeitos, dignos de atenção por parte dos governantes e de benevolência por parte da população, compõem a parte mais fragilizada de uma poderosa indústria de reciclagem que socializa os custos da coleta de suas matérias-primas (os materiais recicláveis) através do não pagamento do serviço de coleta aos catadores. Portanto, não serão as políticas públicas de financiamento a entidades de catadores que farão estes sujeitos se inserirem no tecido social brasileiro. O estigma de ser catador pesa como os carrinhos pilhados de recicláveis que estes sujeitos empurram... assim como pesa o estigma de ser coveiro, doméstica, gari, profissionais do sexo, flanelinha, servente de pedreiro... Inclusão social é algo mais amplo, implica o cuidado que o Estado deve ter com a população e possibilitar oportunidades semelhantes aos diferentes.
Da forma como(3 foi mostrado na reportagem do Globo Repórter, o trabalho da coleta de recicláveis parece ser uma das profissões que se apresentam neste início de século, apesar de esconder a falta de políticas públicas direcionadas à diminuição na geração de resíduos, e de esconder também a exclusão social presente e intensa na nossa sociedade. Ouso perguntar se alguém gostaria de ver seu filho/filha como catador, mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos(4. Não nos enganemos, o trabalho deve ressignificar os sujeitos e não relegá-los à condição de necessários, heróis, como(5 o Globo Repórter mostrou, permeado por arreganhar de dentes de felicidade.
(Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed693_seriam_os_catadores_herois. Acesso em 20 maio 2013.)
Acerca de relações de coesão presentes no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. No segmento “não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade”, os dois pontos marcam uma relação de adversidade.
2. No excerto “foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras” , a conjunção ou funciona como elemento de exclusão.
3. A expressão da forma como pode ser substituída, sem prejuízos gramaticais e de significação, pela expressão tal como.
4. A conjunção mesmo, no segmento “mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos”, estabelece relação de concessão.
5. A conjunção como, estabelece relação de comparação.
Estão corretos os itens:
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2466583
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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As atividades econômicas são classificadas em setores. Assim, por exemplo, a agricultura é classificada no setor primário, a indústria no secundário e o comércio no terciário. Considerando essa classificação, em qual setor da economia se enquadram os médicos e motoristas do transporte público?
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