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Foram encontradas 165 questões.

2464776 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Seriam os catadores heróis?
Fábio Fonseca Figueiredo
O programa Globo Repórter exibido na sexta-feira (27/04/2012) intitulou-se “Heróis anônimos da reciclagem”. Através de ótimas imagens e focalizando o cotidiano de um catador de São Paulo, a reportagem nos mostra que a coleta informal de lixo pode ser uma atividade produtiva, economicamente viável, prazerosa e bem divertida. Ao som de um belo tango argentino, enquanto o catador atravessa as ruas da capital paulista, a reportagem compara os passos do catador a passos de um bailarino que, com desenvoltura, empurra o carrinho de quase meia tonelada de materiais recicláveis.
A reportagem trata o catador como um brasileiro esforçado e que não foge à luta! Embora nunca tenha frequentado a escola, “o catador tem letra bonita e faz conta de cabeça com precisão”. Apesar de não possuir curso superior, “o catador é chamado para dar palestras sobre meio ambiente no Brasil e até no exterior”. A população, conforme a reportagem, o vê como professor de cidadania e ecologia. Elementos, portanto, que condizem com a inscrição no carrinho do catador e mostrada no início da reportagem: um catador faz mais do que um ministro do meio ambiente.
Chamado de herói anônimo das ruas, o Globo Repórter convida o catador para uma bateria de exames em um hospital universitário. Em meio ao ótimo humor daquele herói que brinca com os jovens médicos, sua pressão arterial estava em 12,5 por 8, seu teste físico considerado excelente. Diagnóstico médico: o paciente possui excelente qualidade de vida. Ao som de um conhecido techno dos anos noventa, a reportagem exalta os resultados obtidos, e nos faz pensar que trabalhar carregando materiais recicláveis nas ruas das cidades favorece a saúde humana.
Apesar das belas histórias de anônimos que, como ratazanas, catam os materiais recicláveis das poluídas avenidas brasis, não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade. O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários. Estudos mostram que o catador é um sujeito que possui baixa ou nenhuma escolarização, foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras. O catador atua na coleta de materiais recicláveis devido à “facilidade” da ocupação, ou seja, a disponibilidade de lixo nas ruas, o que comprova a ineficiência dos serviços de coleta prestados pelas prefeituras das cidades brasileiras.
Esses sujeitos, dignos de atenção por parte dos governantes e de benevolência por parte da população, compõem a parte mais fragilizada de uma poderosa indústria de reciclagem que socializa os custos da coleta de suas matérias-primas (os materiais recicláveis) através do não pagamento do serviço de coleta aos catadores. Portanto, não serão as políticas públicas de financiamento a entidades de catadores que farão estes sujeitos se inserirem no tecido social brasileiro. O estigma de ser catador pesa como os carrinhos pilhados de recicláveis que estes sujeitos empurram... assim como pesa o estigma de ser coveiro, doméstica, gari, profissionais do sexo, flanelinha, servente de pedreiro... Inclusão social é algo mais amplo, implica o cuidado que o Estado deve ter com a população e possibilitar oportunidades semelhantes aos diferentes.
Da forma como foi mostrado na reportagem do Globo Repórter, o trabalho da coleta de recicláveis parece ser uma das profissões que se apresentam neste início de século, apesar de esconder a falta de políticas públicas direcionadas à diminuição na geração de resíduos, e de esconder também a exclusão social presente e intensa na nossa sociedade. Ouso perguntar se alguém gostaria de ver seu filho/filha como catador, mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos. Não nos enganemos, o trabalho deve ressignificar os sujeitos e não relegá-los à condição de necessários, heróis, como o Globo Repórter mostrou, permeado por arreganhar de dentes de felicidade.
(Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed693_seriam_os_catadores_herois. Acesso em 20 maio 2013.)
A caracterização do catador de lixo feita no segundo parágrafo está centrada em:
 

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2462281 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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A partir das disposições contidas na Lei Orgânica do Município de Piraquara sobre os vereadores, assinale a resposta correta.

 

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2460560 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Seriam os catadores heróis?
Fábio Fonseca Figueiredo
O programa Globo Repórter exibido na sexta-feira (27/04/2012) intitulou-se “Heróis anônimos da reciclagem”. Através de ótimas imagens e focalizando o cotidiano de um catador de São Paulo, a reportagem nos mostra que a coleta informal de lixo pode ser uma atividade produtiva, economicamente viável, prazerosa e bem divertida. Ao som de um belo tango argentino, enquanto o catador atravessa as ruas da capital paulista, a reportagem compara os passos do catador a passos de um bailarino que, com desenvoltura, empurra o carrinho de quase meia tonelada de materiais recicláveis.
A reportagem trata o catador como um brasileiro esforçado e que não foge à luta! Embora nunca tenha frequentado a escola, “o catador tem letra bonita e faz conta de cabeça com precisão”. Apesar de não possuir curso superior, “o catador é chamado para dar palestras sobre meio ambiente no Brasil e até no exterior”. A população, conforme a reportagem, o vê como professor de cidadania e ecologia. Elementos, portanto, que condizem com a inscrição no carrinho do catador e mostrada no início da reportagem: um catador faz mais do que um ministro do meio ambiente.
Chamado de herói anônimo das ruas, o Globo Repórter convida o catador para uma bateria de exames em um hospital universitário. Em meio ao ótimo humor daquele herói que brinca com os jovens médicos, sua pressão arterial estava em 12,5 por 8, seu teste físico considerado excelente. Diagnóstico médico: o paciente possui excelente qualidade de vida. Ao som de um conhecido techno dos anos noventa, a reportagem exalta os resultados obtidos, e nos faz pensar que trabalhar carregando materiais recicláveis nas ruas das cidades favorece a saúde humana.
Apesar das belas histórias de anônimos que, como ratazanas, catam os materiais recicláveis das poluídas avenidas brasis, não nos enganemos: os catadores não são necessários para a sociedade. O catador faz parte de um estrato social no qual, desprovido de possibilidades/oportunidades de ascensão social, migra para atividades que demandam baixa qualificação profissional e, portanto, recebe baixos salários. Estudos mostram que o catador é um sujeito que possui baixa ou nenhuma escolarização, foi expulso do meio rural devido à concentração de terras ou compõe a parte mais pobre das periferias das cidades brasileiras. O catador atua na coleta de materiais recicláveis devido à “facilidade” da ocupação, ou seja, a disponibilidade de lixo nas ruas, o que comprova a ineficiência dos serviços de coleta prestados pelas prefeituras das cidades brasileiras.
Esses sujeitos, dignos de atenção por parte dos governantes e de benevolência por parte da população, compõem a parte mais fragilizada de uma poderosa indústria de reciclagem que socializa os custos da coleta de suas matérias-primas (os materiais recicláveis) através do não pagamento do serviço de coleta aos catadores. Portanto, não serão as políticas públicas de financiamento a entidades de catadores que farão estes sujeitos se inserirem no tecido social brasileiro. O estigma de ser catador pesa como os carrinhos pilhados de recicláveis que estes sujeitos empurram... assim como pesa o estigma de ser coveiro, doméstica, gari, profissionais do sexo, flanelinha, servente de pedreiro... Inclusão social é algo mais amplo, implica o cuidado que o Estado deve ter com a população e possibilitar oportunidades semelhantes aos diferentes.
Da forma como foi mostrado na reportagem do Globo Repórter, o trabalho da coleta de recicláveis parece ser uma das profissões que se apresentam neste início de século, apesar de esconder a falta de políticas públicas direcionadas à diminuição na geração de resíduos, e de esconder também a exclusão social presente e intensa na nossa sociedade. Ouso perguntar se alguém gostaria de ver seu filho/filha como catador, mesmo com o reconhecimento formal que a atividade já possui no cadastro brasileiro de ocupações e com todos os direitos trabalhistas reconhecidos. Não nos enganemos, o trabalho deve ressignificar os sujeitos e não relegá-los à condição de necessários, heróis, como o Globo Repórter mostrou, permeado por arreganhar de dentes de felicidade.
(Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed693_seriam_os_catadores_herois. Acesso em 20 maio 2013.)
Para o autor do texto, a imagem heroica do catador de materiais recicláveis veiculada pelo Globo Repórter está associada à omissão de informações relacionadas à atividade, como:
1. a baixa escolaridade.
2. o estigma social.
3. a baixa remuneração.
4. o benefício ambiental.
5. a exploração do catador pela indústria de recicláveis.
Estão corretos os itens:
 

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2460552 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.
O catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões; seja sacando os recicláveis do lixo misturado, que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.
Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros quilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço à população, já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria-prima virgem – recursos naturais esgotáveis –, além da economia com coleta e disposição final.
(Disponível em: <www.lixo.com.br>. Acesso em 5 ago. 2013.)
Sobre a atividade de coleta feita pelos catadores, é correto afirmar:
 

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2460504 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Sobre orçamentos, assinale a alternativa correta.
 

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2460447 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Conforme dispõe a Lei Municipal nº 863/2006, quanto à posse dos servidores públicos civis do Município de Piraquara, assinale a alternativa correta.
 

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2460443 Ano: 2013
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Acerca do que dispõe o Regimento Interno da Câmara Municipal de Piraquara sobre o Presidente da Câmara, assinale a alternativa correta.
 

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2460284 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Um avião decola e sobe de maneira constante, formando um ângulo de 30 graus com o solo. Quanto ele tiver percorrido no percurso de subida um total de 2,4 km, sua altura em relação ao solo será de:
 

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2460258 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Durante o estágio probatório, o servidor terá seu desempenho avaliado. A Lei Municipal nº 863/2006 elenca expressamente que serão levados em consideração, na avaliação, os seguintes fatores, EXCETO:
 

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2460201 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Sobre a Administração Pública e o Poder Judiciário, considere as seguintes afirmativas:

1. A investidura em cargos e empregos públicos é condicionada à prévia aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos, exceto nos casos de nomeação para cargo em comissão e para a contratação por tempo determinado, nos quais é dispensada a realização de procedimento de escolha do agente público.

2. A Constituição consagra a responsabilidade objetiva da Administração Pública e de seus agentes com relação aos danos causados aos particulares.

3. Cabe Reclamação ao Supremo Tribunal Federal em face de decisão administrativa que, em determinado caso concreto, afronte orientação contida em Súmula Vinculante.

4. Cabe Recurso Ordinário ao Supremo Tribunal Federal, em face de decisão do Superior Tribunal de Justiça, que, em sede de Mandado de Segurança ajuizado contra o Ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, concedeu a ordem pleiteada para reconhecer o direito do impetrante de auferir os benefícios do Bolsa Família.

Assinale a alternativa correta.

 

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