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Foram encontradas 50 questões.

1309329 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Um morador, indignado com as atitudes de alguns vereadores, enviou uma carta à câmara municipal, a qual parte aparece transcrita abaixo “Caro senhor presidente da câmara. As atitudes de alguns membros dessa casa não condizem com aquelas esperadas pela população. Acredito que a única maneira de concertarmos esse problema seria caçar a candidatura desses membros. Eu, como morador, não posso espiar os erros daqueles que foram escolhidos para zelar pela sociedade e, ainda por cima, pagar taxas absurdas. Apesar de tudo, ainda me sinto como um expectador, que tem esperança em dias melhores”. No texto acima, o autor se confundiu com algumas palavras homônimas. Assinale a alternativa que corrige a grafia de todas as palavras utilizadas de maneira equivocada.

 

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1308627 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Batizada de “Mapitoba” ou “Matopiba” pelo Ministério da Agricultura, hoje a região é a que mais cresce em área plantada no país. Considere a alternativa incorreta:

enunciado 2129022-1

 

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1307512 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Em uma escola, a diretora solicitou à secretária que redigisse um comunicado aos professores, informando-lhes que haveria uma reunião para que fossem tomadas decisões acerca da reforma da quadra esportiva. Assinale a alternativa em que a secretária, para expressar o teor do comunicado, valeu-se do uso de uma oração subordinada adverbial condicional.

 

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1307370 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Uma piscina infantil, cujas medidas estão indicadas na figura, encontra-se com água até 5 centímetros de sua borda. Ao lado da piscina há uma pilha de pedras para calçamento cujo formato á aproximadamente de um paralelepípedo com dimensões também mostradas na figura abaixo. Uma criança começa a atirar, uma a uma, as pedras da pilha na piscina. Quantas pedras, aproximadamente, é possível atirar na piscina sem que a água transborde?

enunciado 2128046-1

 

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1301965 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Leia o excerto abaixo de uma transcrição da fala de um deputado federal.

“O Brasil tem milhares de leis que tratam de diversos assuntos,1 e todas elas são aprovadas na Câmara e no Senado. O Congresso Nacional é o lugar onde os representantes do povo aprovam e fiscalizam a aplicação de todas essas leis. É neste grande salão,2 o plenário da Câmara,3 que os 513 Deputados Federais discutem e fazem as leis. Para se criar ou modificar uma lei4 é preciso um projeto, que pode ser proposto pelo Deputado, por uma Comissão da Câmara, pelo Senado, pelo Presidente da República, por Ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores ou pelo Procurador- Geral da República. Também é possível a apresentação de um projeto de lei por iniciativa popular.”.

Fonte: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/processolegislativo/narracao.htm

I. A vírgula na posição 1 está incorreta, pois antes do orações coordenadas aditivas, introduzidas pela conjunção “e”, não se deve usar vírgula.

II. As vírgulas nas posições 2 e 3 estão sendo utilizadas para isolar um aposto, o qual explique qual é o “grande salão” referido anteriormente.

III. Na posição 4 o uso da vírgula é optativo, uma vez que não é obrigatório o uso de vírgulas para isolar uma oração subordinada adverbial anteposta à oração principal.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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1297750 Ano: 2015
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Qualquer cidadão poderá assistir às Sessões da Câmara na parte do recinto que lhe é reservada, desde que obedecendo às exigências previstas no Regimento Interno. Não é uma destas exigências:

 

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1296309 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Terrorismo de Estado: um conceito necessário1

O caráter político do aparentemente simples ato de nomear, com o consequente juízo de valor que lhe está implícito, já é bastante conhecido no campo das ciências sociais. Conceituações muitas vezes tidas por objetivas e científicas carregam, intrinsecamente, determinadas perspectivas ideológicas e interesses particulares.

Exemplo bastante ilustrativo da disputa simbólica que repousa como pressuposto da atribuição de nomes encontra-se nas análises dos regimes autoritários. Enquanto que, no Brasil, seus1 entusiastas preferem o termo “revolução” para legitimar um governo de fato instituído a partir de um golpe civil-militar, os críticos comprometidos com a democracia insistem no carácter ditatorial do regime.Mas ditadura, conceito bastante utilizado para diversos regimes políticos em diferentes períodos históricos, talvez não seja a melhor expressão para dar conta da violência decorrente da onda de golpes que assolou o Cone Sul na segunda metade do século 20.

Vale, aqui, mais uma vez tentar um aprendizado, apesar de nossas diferenças, com a vizinha Argentina. Neste2 país, que por condições particulares que escapam à pretensão desse breve artigo já julgou e condenou mais de 800 responsáveis pelos crimes de lesa humanidade, o período histórico compreendido entre 1976 a 1983 é chamado de “terrorismo de Estado” pelo movimento de direitos humanos e pelo Estado democrático de direito.

Tendo seu3 início marcado por um golpe de Estado, essa fase da história argentina ficou conhecida, da perspectiva dos militares, como Processo de Reorganização Nacional, expressão que utilizavam para designar e de certo modo justificar o regime que comandaram. Mas, da perspectiva da sociedade civil que resistiu ao autoritarismo e que hoje luta por justiça, consagrou-se a expressão terrorismo de Estado.

Algumas são as motivações especiais que tornam interessante essa forma de conceituação. A primeira delas4 é o intuito evidente de se apropriar do termo “terrorismo”, um vocábulo caro aos militares e à sua doutrina da segurança nacional, invertendo seu sentido mais comum. Tal qualificação foi amplamente utilizada nas falas oficiais do regime ditatorial argentino para designar a ação militante de grupos de resistência, de guerrilha urbana e de outros dissidentes que não se alinhavam ou que simplesmente eram eleitos como inimigos.

Uma das estratégias centrais de legitimação do novo governo de fato passou pela construção de um espectro incerto e vago de subversivo, bem como daqueles que com este colaboravam, figuras que deveriam ser combatidas em nome de uma suposta segurança nacional, bem como de valores

religiosos e morais. A supremacia dessa ideologia, muitas vezes, autorizava e demandava uma atuação preventiva do Estado, no sentido de reprimir a mera virtualidade ou potencialidade delinquente dos dissidentes políticos ou ideológicos, que poderá manifestar-se a qualquer momento se não for impedida.

Portanto, esse conceito, que vem ganhando cada vez mais aceitação tanto no campo acadêmico quanto na formulação de políticas públicas de justiça e memória orientadas para o tratamento das violações de direitos humanos desse período, consegue expressar tanto a intensidade da experiência repressiva quanto sua amplitude.

Fonte: Renan Quinalha. http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/terrorismo-de-estadoum- conceito-necessario/

Para a interpretação adequada de um texto, é necessário identificar a que informações apresentadas correspondem alguns termos utilizados. Considere as seguintes correspondências

I. O pronome possessivo seus1 se refere aos regimes autoritários.

II. O pronome demonstrativo neste2 se refere ao país Argentina.

III. O pronome possessivo seu3 se refere ao Processo de Reorganização Nacional.

IV. O pronome possessivo delas4 se refere a motivações especiais.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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819359 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Terrorismo de Estado: um conceito necessário1

O caráter político do aparentemente simples ato de nomear, com o consequente juízo de valor que lhe está implícito, já é bastante conhecido no campo das ciências sociais. Conceituações muitas vezes tidas por objetivas e científicas carregam, intrinsecamente, determinadas perspectivas ideológicas e interesses particulares.

Exemplo bastante ilustrativo da disputa simbólica que repousa como pressuposto da atribuição de nomes encontra-se nas análises dos regimes autoritários. Enquanto que, no Brasil, seus1 entusiastas preferem o termo “revolução” para legitimar um governo de fato instituído a partir de um golpe civil-militar, os críticos comprometidos com a democracia insistem no carácter ditatorial do regime.Mas ditadura, conceito bastante utilizado para diversos regimes políticos em diferentes períodos históricos, talvez não seja a melhor expressão para dar conta da violência decorrente da onda de golpes que assolou o Cone Sul na segunda metade do século 20.

Vale, aqui, mais uma vez tentar um aprendizado, apesar de nossas diferenças, com a vizinha Argentina. Neste2 país, que por condições particulares que escapam à pretensão desse breve artigo já julgou e condenou mais de 800 responsáveis pelos crimes de lesa humanidade, o período histórico compreendido entre 1976 a 1983 é chamado de “terrorismo de Estado” pelo movimento de direitos humanos e pelo Estado democrático de direito.

Tendo seu3 início marcado por um golpe de Estado, essa fase da história argentina ficou conhecida, da perspectiva dos militares, como Processo de Reorganização Nacional, expressão que utilizavam para designar e de certo modo justificar o regime que comandaram. Mas, da perspectiva da sociedade civil que resistiu ao autoritarismo e que hoje luta por justiça, consagrou-se a expressão terrorismo de Estado.

Algumas são as motivações especiais que tornam interessante essa forma de conceituação. A primeira delas4 é o intuito evidente de se apropriar do termo “terrorismo”, um vocábulo caro aos militares e à sua doutrina da segurança nacional, invertendo seu sentido mais comum. Tal qualificação foi amplamente utilizada nas falas oficiais do regime ditatorial argentino para designar a ação militante de grupos de resistência, de guerrilha urbana e de outros dissidentes que não se alinhavam ou que simplesmente eram eleitos como inimigos.

Uma das estratégias centrais de legitimação do novo governo de fato passou pela construção de um espectro incerto e vago de subversivo, bem como daqueles que com este colaboravam, figuras que deveriam ser combatidas em nome de uma suposta segurança nacional, bem como de valores

religiosos e morais. A supremacia dessa ideologia, muitas vezes, autorizava e demandava uma atuação preventiva do Estado, no sentido de reprimir a mera virtualidade ou potencialidade delinquente dos dissidentes políticos ou ideológicos, que poderá manifestar-se a qualquer momento se não for impedida.

Portanto, esse conceito, que vem ganhando cada vez mais aceitação tanto no campo acadêmico quanto na formulação de políticas públicas de justiça e memória orientadas para o tratamento das violações de direitos humanos desse período, consegue expressar tanto a intensidade da experiência repressiva quanto sua amplitude.

Fonte: Renan Quinalha. http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/terrorismo-de-estadoum- conceito-necessario/

No segundo parágrafo do texto, o autor estabelece um embate ideológico na análise de regimes autoritários, apresentando-nos dois pontos de vista diferentes acerca do mesmo fenômeno. Assinale a alternativa em que cada um dos termos ou expressões representa um desses pontos de vista.

 

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817743 Ano: 2015
Disciplina: Direito Penal
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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A Lei nº 11.340, conhecida popularmente como Lei Maria da Penha, entrou em vigor em 2006, dando ao país salto significativo no combate à violência contra a mulher. Uma das formas de coibir a violência e proteger a vítima, assegurada pela norma, é a garantia de medidas protetivas que consistem em:

 

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817473 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: GL Consultoria
Orgão: Câm. Presidente Prudente-SP
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Sobre seu desempenho em provas de concurso, Amadeu fez a seguinte afirmação: “Se estudo e durmo bem na noite anterior então me concentro e não me desespero” No entanto, a afirmação de Amadeu mostrou-se falsa, desta forma, podemos concluir que Amadeu:

 

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