Foram encontradas 186 questões.
Em um grupo de pessoas, existem apenas três especialidades de profissionais: engenheiro, médico e professor. Sabendo-se que 56 são engenheiros, 126 não são médicos e 25% são professores, o número de médicos nesse grupo é igual a
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Um terreno foi comprado com 16 metros de frente e 30 metros de fundo. Qual a área deste terreno? Se é exigido que só é possível ocupar, com construção, 4 quintos dos terrenos, qual será a área destinada à construção?
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1814748
Ano: 2017
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
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Analise as seguintes afirmativas sobre os componentes internos e externos de um computador:
I – Clock é o nome dado para a frequência ou velocidade do processador.
II – RAM e ROM são exemplos de memória de acesso aleatório e memória somente para leitura, respectivamente.
III – Placa de vídeo é um dispositivo de entrada de dados.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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No mês de abril deste ano, visitaram a Câmara Municipal de Santa Luzia 800 pessoas. No mês de maio, aconteceram 645 visitas.

Conjunto A = Visitantes do mês de abril
Conjunto B = Visitantes do mês de maio
Conjunto B = Visitantes do mês de maio
Observando o diagrama, a diferença de visitas nos dois meses foi de
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A saga das correções e atualizações automáticas
Walcyr Carrasco
De todos os meus conhecidos, fui o primeiro a ter computador pessoal. Quando todo mundo ainda usava máquina de escrever. Passava horas decifrando programas, via mapas astrais, ouvia música, lia livros que só existem na internet. Escrevi minhas primeiras novelas nos primeiros computadores lançados no país, máquinas horrendas e lentas. Céus, sou do tempo do Orkut! Mas os programas mudaram. Atualizações e mais atualizações. Perdi o pé. Até em sites de compras me confundo. A Amazon brasileira, por exemplo. É tanta vontade deles de vender livro virtual que não consigo achar os físicos. Não sei mais baixar músicas. Não encontro música nenhuma. Depois de muitas atualizações, as bibliotecas virtuais tornaram-se atividade para iniciados.
Mas nem tudo está perdido.
Outro dia estava confuso no celular. Minha secretária do lar ofereceu ajuda. Explicou.
– Meu filhinho de 4 anos acha tudo!
Humilhação. O fato é que os mais novinhos também passaram por alguma atualização, que ainda não entendi.
Quem não odeia correção automática de texto em celular? Quem? Quem?
É um horror. O corretor automático me trai. Aposto que trai você também. Se digo que vou descansar, ele troca por desgastar, e de repente estou no meio de uma longa DR. Objetivo: descobrir por que a relação está desgastada. Explico que foi o corretor. Quem acredita? Uma amiga escreve que vai na TV. Explico que não estarei lá, trabalho em casa. Após um diálogo confuso, ela descobre que o corretor trocou “vi” por “vou”. Ela apenas viu um programa na TV e queria me indicar. Mas eu já fui grosso dizendo que não estaria lá. E ela entendeu que não me interessei pela dica que ela queria passar. Outro exemplo: Fui escrever “fala”. Mas botei um “l” a mais sem querer, “falla”. O corretor trocou por “Callado”, o dramaturgo, mas que lembra uma ordem impondo silêncio... quem leu, obviamente, não gostou muito. Fiquei um tempo tentando me explicar. Agora pouco quis escrever “importar”. Esqueci do “r” e foi “impotar”, ok. Mas o corretor tinha de trocar por “impotente”? Pronto, mais um amigo ofendidíssimo. O corretor automático de celular deve ter sido criado por uma velha fuxiqueira cujo maior objetivo é provocar rixas entre usuários de mensagens.
E correção em computador? Escrevo as falas de um personagem caipira. O corretor muda. Vou em cima, refaço. Nova correção. Depois, pontilhado vermelho embaixo de cada palavra considerada “errada”. Mas e se o personagem fala errado? Pronto, tiro as correções automáticas de texto. Acredite ou não, elas voltam, misteriosamente. Estão cravadas no interior do programa. Eu me debato. Quase choro.
Simplesmente queria saber: por que não posso voltar aos bons tempos em que podia usar um programa simples? Apenas adequado a minha principal atividade, que é escrever? Por que tenho de me tornar um expert em computador? Ixi, não posso continuar. Um aviso que meu antivírus está expirando insiste em piscar na minha tela. Fecho. Ele volta. Fecho. Ele volta. Socorro!
Disponível em: http://epoca.globo.com/sociedade/walcyr-carrasco/noticia/2017/06/
saga-das-correcoes-e-atualizacoes-automaticas.html Acesso em: 30 set. 2017(Adaptado).
O autor se queixa de humilhação, porque
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Fotos no celular? Socorro!
Walcyr Carrasco
Lançamento de novela. Festa. Imprensa. Emoção. Minha obra! Um garçom, alguns metros à frente, passa com uma bandeja de água e refrigerantes. Morro de sede. Quero um refrigerante. Dou um passo. Uma jovem aproxima-se sorrindo, celular na mão.
– Posso fazer uma foto?
Sorrio de volta, expondo todos os meus dentes como um jacaré. Ela clica.
– Ah, desculpa, não saiu boa. Vou fazer outra.
Já proprietária de mim, afasta-me uns metros para uma posição melhor. Clica de novo. Termina. O garçom na direção contrária. Que sede. Alguém me puxa. Celular na mão. Sorrio de novo. E de novo, de novo, de novo. Quando finalmente alcanço o garçom, a Coca Zero que eu queria acabou. Vou pedir para trazer uma, mas alguém me puxa para... uma foto!
Já ouço alguém dizendo que é o ônus de ser famoso. Não é. Tente dar uma festa de aniversário. Você passará o tempo todo peregrinando de foto em foto com os convidados. Se quiser comer uma fatia de seu próprio bolo em paz, terá de se trancar num armário. Quanto maior a festa, mais e mais fotos. Sempre o mesmo mantra.
– Deixa fazer mais uma para ficar boa...
E você estica os lábios de novo, para imortalizar aquele momento de felicidade. Huuumm... bem... felicidade? Certa vez, viajei com um amigo. Como ele é alto e de braço comprido, entrou num rio e fez bem uns 40 selfies dele mesmo sorrindo. O sorriso só sumiu quando o celular mergulhou no rio.
Acredito que a maioria, hoje, prefere fotografar a desfrutar uma viagem. No exterior, registram monumentos, fazem selfies em frente a paisagens. Mas será que realmente veem a paisagem? Houve um tempo em que se fazia piada dos turistas japoneses. Todos passavam a viagem no clique, clique. A piada acabou, o clique, clique se tornou mundial. O que acontece com o resultado de tanta atividade fotográfica?
Nada.
Houve a época dos slides. Para mostrar, era preciso um projetor. Quando um amigo incauto visitava, era obrigado a assistir. Um tédio enquanto se viam os pombinhos na praia, na montanha, posando com esquis velhos. Era obrigatório gostar. Mas essencial medir as palavras.
– Bonito aquele hotel que vocês ficaram.
– Gostou? Mostro de novo!
Agora, na época fluida do registro eletrônico, nem existe mais visita para ver slides. As pessoas publicam fotos e vídeos nas redes sociais o tempo todo. Querem que o universo contemple um café espresso. Se querem mostrar algo, pessoalmente, deslizam as imagens pelo celular, uma atrás da outra.
Contemplo meu próprio aparelho. A memória carregada de fotos. Tornou-se falta de educação não registrar certos momentos. Amigo clica, clico de volta. Como se retribuísse. O que vou fazer com tudo isso, apagar? Minha mãe deixou-me um álbum de fotografias. Às vezes, folheio, vejo minhas fotos de menino, parentes. Quando as vejo, compartilho aqueles momentos bons, específicos. Sinto uma emoção. Quero fazer como minha mãe, preservar imagens.
Corajosamente, falo com meu assistente, Felippe.
– Quero imprimir as fotos do meu celular.
– Ninguém mais faz isso – revolta-se ele.
– Se existe serviço de impressão, é porque fazem.
Assim, neste exato momento, seleciono as fotos que vou imprimir. Depois, o que farei com elas? Talvez um velhinho numa lojinha centenária encontre um álbum de fotografias cheio de poeira. E me venda. Se é que ainda existirão velhinhos e lojas centenárias. Colarei as fotos nas páginas, revivendo em cada uma a emoção. É coisa antiga, sei. Mas não quero abandonar momentos tão bons, família e amigos tão queridos, em algum velho celular descarregado.
Disponível em: http://epoca.globo.com/sociedade/walcyr-carrasco/noticia/
2017/08/fotos-no-celular-socorro.html Acesso em: 30 set. 2017 (Adaptado).
Há hiato em:
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Todas as afirmativas abaixo sobre as opções disponíveis no grupo “Estilo” da guia “Página Inicial” do Microsoft Excel, versão português do Office 2010, estão corretas, EXCETO:
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Constitui matéria de iniciativa legislativa privativa do chefe do Poder Executivo:
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Se x, y e z são números reais não nulos, tais que x + y + z = 17, x – y - z = 1 e x – y + z = 11, então é CORRETO afirmar que o valor numérico da expressão x . y . z é igual a:
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Em certa comunidade rural, 17% dessa população foram atingidos pelo vírus da dengue e 8% das pessoas infectadas morreram. O índice de mortalidade em relação à população total dessa comunidade foi de
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