Foram encontradas 186 questões.
Associe a segunda coluna com a primeira e, depois, escolha a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:
| (1) análise de cargo | ( ) é a exposição ordenada das tarefas ou atribuições de um cargo. |
| (2) descrição de cargo | ( ) é o estudo que se faz para obter informações sobre as tarefas ou atribuições de um cargo. |
| (3) especificação de cargo | ( ) consiste na identificação dos requisitos necessários para o desempenho das tarefas ou atribuições de um cargo. |
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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A saga das correções e atualizações automáticas
Walcyr Carrasco
De todos os meus conhecidos, fui o primeiro a ter computador pessoal. Quando todo mundo ainda usava máquina de escrever. Passava horas decifrando programas, via mapas astrais, ouvia música, lia livros que só existem na internet. Escrevi minhas primeiras novelas nos primeiros computadores lançados no país, máquinas horrendas e lentas. Céus, sou do tempo do Orkut! Mas os programas mudaram. Atualizações e mais atualizações. Perdi o pé. Até em sites de compras me confundo. A Amazon brasileira, por exemplo. É tanta vontade deles de vender livro virtual que não consigo achar os físicos. Não sei mais baixar músicas. Não encontro música nenhuma. Depois de muitas atualizações, as bibliotecas virtuais tornaram-se atividade para iniciados.
Mas nem tudo está perdido.
Outro dia estava confuso no celular. Minha secretária do lar ofereceu ajuda. Explicou.
– Meu filhinho de 4 anos acha tudo!
Humilhação. O fato é que os mais novinhos também passaram por alguma atualização, que ainda não entendi.
Quem não odeia correção automática de texto em celular? Quem? Quem?
É um horror. O corretor automático me trai. Aposto que trai você também. Se digo que vou descansar, ele troca por desgastar, e de repente estou no meio de uma longa DR. Objetivo: descobrir por que a relação está desgastada. Explico que foi o corretor. Quem acredita? Uma amiga escreve que vai na TV. Explico que não estarei lá, trabalho em casa. Após um diálogo confuso, ela descobre que o corretor trocou “vi” por “vou”. Ela apenas viu um programa na TV e queria me indicar. Mas eu já fui grosso dizendo que não estaria lá. E ela entendeu que não me interessei pela dica que ela queria passar. Outro exemplo: Fui escrever “fala”. Mas botei um “l” a mais sem querer, “falla”. O corretor trocou por “Callado”, o dramaturgo, mas que lembra uma ordem impondo silêncio... quem leu, obviamente, não gostou muito. Fiquei um tempo tentando me explicar. Agora pouco quis escrever “importar”. Esqueci do “r” e foi “impotar”, ok. Mas o corretor tinha de trocar por “impotente”? Pronto, mais um amigo ofendidíssimo. O corretor automático de celular deve ter sido criado por uma velha fuxiqueira cujo maior objetivo é provocar rixas entre usuários de mensagens.
E correção em computador? Escrevo as falas de um personagem caipira. O corretor muda. Vou em cima, refaço. Nova correção. Depois, pontilhado vermelho embaixo de cada palavra considerada “errada”. Mas e se o personagem fala errado? Pronto, tiro as correções automáticas de texto. Acredite ou não, elas voltam, misteriosamente. Estão cravadas no interior do programa. Eu me debato. Quase choro.
Simplesmente queria saber: por que não posso voltar aos bons tempos em que podia usar um programa simples? Apenas adequado a minha principal atividade, que é escrever? Por que tenho de me tornar um expert em computador? Ixi, não posso continuar. Um aviso que meu antivírus está expirando insiste em piscar na minha tela. Fecho. Ele volta. Fecho. Ele volta. Socorro!
Disponível em: http://epoca.globo.com/sociedade/walcyr-carrasco/noticia/2017/06/
saga-das-correcoes-e-atualizacoes-automaticas.html Acesso em: 30 set. 2017(Adaptado).
As palavras destacadas são adjetivos, EXCETO em:
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Pedro decidiu praticar atividade física regularmente, de quatro em quatro dias. Ele iniciou suas atividades em um sábado; voltou a praticar a atividade, pela segunda vez, numa quarta-feira seguinte e assim sucessivamente. Pedro será padrinho de casamento de um grande amigo que mora em outra cidade. Ele percebeu que a centésima vez em que deverá praticar a atividade física coincidirá com a data do casamento de seu amigo. Sendo assim, ele deverá remanejar seus exercícios físicos para outro dia, pois a data do casamento será uma
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- Procedimentos Contábeis PatrimoniaisAvaliação, Reconhecimento e Mensuração dos Elementos Patrimoniais
O Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público - MCASP classifica os ativos como circulantes quando satisfizerem a um dos seguintes critérios, EXCETO:
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Leia o trecho abaixo para responder à questão.
“A chuva que começou na noite desta sexta-feira (29 de setembro) e continua neste sábado (30 de setembro) calsou estragos, acidentes e alagamentos em pelo menos seis estados: Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.
A situação é pior em Santa Catarina. Cinco cidades foram afetadas pelas chuvas. Joinville, Garuva e Itajaí tiveram pontos de alagamento. Em Florianópolis, um muro caiu após deslisamento de terra. Ninguém ficou ferido. Em Blumenau, o acúmulo de água da chuva derrubou uma tenda montada na entrada da Oktoberfest. Dois carros foram atingi-dos, mas ningém ficou ferido.”
Disponível em: https://g1.globo.com/natureza/noticia/volta-de-chuvas-causa-estragos-
acidentes-e-alagamentos-em-seis-estados.ghtml (Adaptado) Acesso em: 30 set. 2017.
Algumas palavras do trecho acima foram escritas de forma incorreta propositalmente.
A palavra retirada do texto acima que está CORRETA é
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Para que ocorra a revogação do procedimento licitatório, é necessário que haja
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Quantos amigos seus estão na cracolândia?
Antônio Prata
Carl Hart é psicólogo, psiquiatra e foi o primeiro negro a alcançar o posto de professor titular de neurociências na Universidade de Columbia, em Nova York. Em 2015, Hart veio ao Brasil divulgar seus estudos sobre drogas e vício. Numa entrevista ao Drauzio Varella, falou sobre sua pesquisa com ratos e macacos, em laboratório. Quando se coloca um animal sozinho numa jaula, capaz de acionar uma alavanca e receber uma dose de cocaína ou meta-anfetamina na veia, o bicho acionará a alavanca até morrer. Quando, porém, há mais estímulos na jaula, além da alavanca, como um outro animal sexualmente ativo, uma rodinha (no caso dos ratos) ou doces, as cobaias sobrevivem.
Extrapolando seus insights para humanos, o que Hart prega é que não adianta combater o vício sem apresentar alternativas à droga. A cracolândia, ele insistiu em entrevistas e palestras, por aqui, não pode ser pensada pela perspectiva do vício sem ser pensada antes pela perspectiva da miséria.
Imagine que você é um mendigo viciado em crack. Seus pertences são uma calça esfarrapada, uma camiseta imunda, um par de Havaianas, um isqueiro. Você se lembra vagamente de ter tido metade de um pente, num passado não muito distante, mas não sabe onde foi parar. Sua existência se resume a pedir dinheiro no farol e a fumar crack. Nos minutos que duram a viagem, você se esquece de tudo. O resto do tempo é o inferno.
Um belo dia você decide parar com o crack. Você luta, faz um esforço sobre-humano e depois de meses está curado. Você deita sob uma marquise na rua Helvétia, apoia a cabeça num paralelepípedo, dá um gole numa poça d'água e pensa: agora eu sou um mendigo saudável! Pensa no futuro. Posso arrumar um trapo para limpar os vidros dos carros, no farol. Quem sabe, vender Suflair? Se me esforçar bastante, consigo um carrinho e um cachorro, virarei catador. Talvez você seja uma pessoa mais solar do que eu, mas devo admitir que, se estivesse naquela situação, escolheria o crack. Ficaria na minha jaula acionando a alavanca até morrer.
É verdade que muitas das pessoas que estão na cracolândia chegaram à mendicância por causa da droga, mas não vieram de muito longe. A maioria, segundo censo da prefeitura, não completou o ensino fundamental. São pobres, negros e pardos. Quando aparece alguém de fora desse estrato é um espanto, como foi a suspeita de que o irmão da Suzane Richthofen era viciado. Claro que parte da comoção com a notícia tem a ver com a tragédia daquele garoto. Mas uma parte do susto é: meu Deus, um loiro na cracolândia! Um descendente de alemães! Que estudou em escola particular!
Quantas pessoas do seu círculo consomem álcool regularmente? E maconha? Aposto que você conhece pessoas profissionalmente ativas e bem-sucedidas que consomem cocaína. E crack? Quantos viciados em crack há na sua família, na sua turma de escola, dormindo no chão, na praça Princesa Isabel? Princesa Isabel, veja só.
Em 2015, Carl Hart, negro, com dreads, foi barrado na entrada de um hotel, em São Paulo. Questionado a respeito, disse não entender por que as pessoas estavam tão chocadas por ele ter sido barrado no hotel, mas não se chocavam com o fato de não haver um só negro no público de suas palestras.
Infelizmente, entre nós, o choque mais comum diante da desigualdade é a tropa.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/06/
1890076-quantos-amigos-seus-estao-na-cracolandia.shtml Acesso em: 30 set. 2017.
Percebe-se o tom irônico do locutor do texto em:
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Quantos amigos seus estão na cracolândia?
Antônio Prata
Carl Hart é psicólogo, psiquiatra e foi o primeiro negro a alcançar o posto de professor titular de neurociências na Universidade de Columbia, em Nova York. Em 2015, Hart veio ao Brasil divulgar seus estudos sobre drogas e vício. Numa entrevista ao Drauzio Varella, falou sobre sua pesquisa com ratos e macacos, em laboratório. Quando se coloca um animal sozinho numa jaula, capaz de acionar uma alavanca e receber uma dose de cocaína ou meta-anfetamina na veia, o bicho acionará a alavanca até morrer. Quando, porém, há mais estímulos na jaula, além da alavanca, como um outro animal sexualmente ativo, uma rodinha (no caso dos ratos) ou doces, as cobaias sobrevivem.
Extrapolando seus insights para humanos, o que Hart prega é que não adianta combater o vício sem apresentar alternativas à droga. A cracolândia, ele insistiu em entrevistas e palestras, por aqui, não pode ser pensada pela perspectiva do vício sem ser pensada antes pela perspectiva da miséria.
Imagine que você é um mendigo viciado em crack. Seus pertences são uma calça esfarrapada, uma camiseta imunda, um par de Havaianas, um isqueiro. Você se lembra vagamente de ter tido metade de um pente, num passado não muito distante, mas não sabe onde foi parar. Sua existência se resume a pedir dinheiro no farol e a fumar crack. Nos minutos que duram a viagem, você se esquece de tudo. O resto do tempo é o inferno.
Um belo dia você decide parar com o crack. Você luta, faz um esforço sobre-humano e depois de meses está curado. Você deita sob uma marquise na rua Helvétia, apoia a cabeça num paralelepípedo, dá um gole numa poça d'água e pensa: agora eu sou um mendigo saudável! Pensa no futuro. Posso arrumar um trapo para limpar os vidros dos carros, no farol. Quem sabe, vender Suflair? Se me esforçar bastante, consigo um carrinho e um cachorro, virarei catador. Talvez você seja uma pessoa mais solar do que eu, mas devo admitir que, se estivesse naquela situação, escolheria o crack. Ficaria na minha jaula acionando a alavanca até morrer.
É verdade que muitas das pessoas que estão na cracolândia chegaram à mendicância por causa da droga, mas não vieram de muito longe. A maioria, segundo censo da prefeitura, não completou o ensino fundamental. São pobres, negros e pardos. Quando aparece alguém de fora desse estrato é um espanto, como foi a suspeita de que o irmão da Suzane Richthofen era viciado. Claro que parte da comoção com a notícia tem a ver com a tragédia daquele garoto. Mas uma parte do susto é: meu Deus, um loiro na cracolândia! Um descendente de alemães! Que estudou em escola particular!
Quantas pessoas do seu círculo consomem álcool regularmente? E maconha? Aposto que você conhece pessoas profissionalmente ativas e bem-sucedidas que consomem cocaína. E crack? Quantos viciados em crack há na sua família, na sua turma de escola, dormindo no chão, na praça Princesa Isabel? Princesa Isabel, veja só.
Em 2015, Carl Hart, negro, com dreads, foi barrado na entrada de um hotel, em São Paulo. Questionado a respeito, disse não entender por que as pessoas estavam tão chocadas por ele ter sido barrado no hotel, mas não se chocavam com o fato de não haver um só negro no público de suas palestras.
Infelizmente, entre nós, o choque mais comum diante da desigualdade é a tropa.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/06/
1890076-quantos-amigos-seus-estao-na-cracolandia.shtml Acesso em: 30 set. 2017.
Percebe-se a interferência do locutor do texto, demonstrando a sua preocupação com a situação dos mendigos, em:
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A variação do preço em um sistema de custo-padrão é obtida pela multiplicação de quantidade-padrão pela diferença entre
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O salário de uma pessoa é de R$ 1.200,00 por mês. Ela paga um terço desta quantia com aluguel de sua moradia. E gasta R$ 250,00 com a escola do filho. Quanto lhe sobra para as outras despesas?
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