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Foram encontradas 186 questões.

1815307 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
TEXTO
PNEU FURADO
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça.
Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. L&PM, 1991).
Há um pronome possessivo em:
 

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Fotos no celular? Socorro!
Walcyr Carrasco
Lançamento de novela. Festa. Imprensa. Emoção. Minha obra! Um garçom, alguns metros à frente, passa com uma bandeja de água e refrigerantes. Morro de sede. Quero um refrigerante. Dou um passo. Uma jovem aproxima-se sorrindo, celular na mão.
– Posso fazer uma foto?
Sorrio de volta, expondo todos os meus dentes como um jacaré. Ela clica.
– Ah, desculpa, não saiu boa. Vou fazer outra.
Já proprietária de mim, afasta-me uns metros para uma posição melhor. Clica de novo. Termina. O garçom na direção contrária. Que sede. Alguém me puxa. Celular na mão. Sorrio de novo. E de novo, de novo, de novo. Quando finalmente alcanço o garçom, a Coca Zero que eu queria acabou. Vou pedir para trazer uma, mas alguém me puxa para... uma foto!
Já ouço alguém dizendo que é o ônus de ser famoso. Não é. Tente dar uma festa de aniversário. Você passará o tempo todo peregrinando de foto em foto com os convidados. Se quiser comer uma fatia de seu próprio bolo em paz, terá de se trancar num armário. Quanto maior a festa, mais e mais fotos. Sempre o mesmo mantra.
– Deixa fazer mais uma para ficar boa...
E você estica os lábios de novo, para imortalizar aquele momento de felicidade. Huuumm... bem... felicidade? Certa vez, viajei com um amigo. Como ele é alto e de braço comprido, entrou num rio e fez bem uns 40 selfies dele mesmo sorrindo. O sorriso só sumiu quando o celular mergulhou no rio.
Acredito que a maioria, hoje, prefere fotografar a desfrutar uma viagem. No exterior, registram monumentos, fazem selfies em frente a paisagens. Mas será que realmente veem a paisagem? Houve um tempo em que se fazia piada dos turistas japoneses. Todos passavam a viagem no clique, clique. A piada acabou, o clique, clique se tornou mundial. O que acontece com o resultado de tanta atividade fotográfica?
Nada.
Houve a época dos slides. Para mostrar, era preciso um projetor. Quando um amigo incauto visitava, era obrigado a assistir. Um tédio enquanto se viam os pombinhos na praia, na montanha, posando com esquis velhos. Era obrigatório gostar. Mas essencial medir as palavras.
– Bonito aquele hotel que vocês ficaram.
– Gostou? Mostro de novo!
Agora, na época fluida do registro eletrônico, nem existe mais visita para ver slides. As pessoas publicam fotos e vídeos nas redes sociais o tempo todo. Querem que o universo contemple um café espresso. Se querem mostrar algo, pessoalmente, deslizam as imagens pelo celular, uma atrás da outra.
Contemplo meu próprio aparelho. A memória carregada de fotos. Tornou-se falta de educação não registrar certos momentos. Amigo clica, clico de volta. Como se retribuísse. O que vou fazer com tudo isso, apagar? Minha mãe deixou-me um álbum de fotografias. Às vezes, folheio, vejo minhas fotos de menino, parentes. Quando as vejo, compartilho aqueles momentos bons, específicos. Sinto uma emoção. Quero fazer como minha mãe, preservar imagens.
Corajosamente, falo com meu assistente, Felippe.
– Quero imprimir as fotos do meu celular.
– Ninguém mais faz isso – revolta-se ele.
– Se existe serviço de impressão, é porque fazem.
Assim, neste exato momento, seleciono as fotos que vou imprimir. Depois, o que farei com elas? Talvez um velhinho numa lojinha centenária encontre um álbum de fotografias cheio de poeira. E me venda. Se é que ainda existirão velhinhos e lojas centenárias. Colarei as fotos nas páginas, revivendo em cada uma a emoção. É coisa antiga, sei. Mas não quero abandonar momentos tão bons, família e amigos tão queridos, em algum velho celular descarregado.
Disponível em: http://epoca.globo.com/sociedade/walcyr-carrasco/noticia/
2017/08/fotos-no-celular-socorro.html Acesso em: 30 set. 2017 (Adaptado).
As palavras destacadas têm natureza adverbial, EXCETO em:
 

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1815217 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
O custo de vida em Santa Luzia se aproxima do de outras cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. José foi ao armazém para fazer compras. Antes, ele consultou o folheto dos produtos e os preços. Ele comprou 10 quilos de arroz, 4 quilos de feijão, 1 caixa de sabão em pó. Ele pagou com R$ 100,00.
Quanto custou a compra e qual foi o troco recebido?
1 kg de feijão
Sabão em pó Suco de laranja 5 kg de arroz Farinha de trigo
R$ 8,50 R$ 13,40 R$ 8,90 R$ 15,60 R$ 3,20
 

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1815174 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
TEXTO
PNEU FURADO
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça.
Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. L&PM, 1991).
Após a leitura do texto, as seguintes constatações podem ser feitas, EXCETO:
 

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1815114 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
TEXTO
PNEU FURADO
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça.
Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. L&PM, 1991).
Ao dizer: “- Vamos usar o meu.”, meu se refere a
 

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1815068 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
A etapa de ______________ em um processo decisório consiste em entender o problema ou a oportunidade e identificar suas causas e consequências.
O termo que completa a assertiva acima, tornando-a VERDADEIRA, é:
 

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1815025 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
Nos termos do § 4° do art. 105 da Lei n° 4.320/64, o Passivo Permanente compreende a dívida fundada e outras que dependam de autorização legislativa para amortização ou resgate. Assim sendo, a opção que NÃO se refere a um componente do Passivo Permanente é:
 

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Fotos no celular? Socorro!
Walcyr Carrasco
Lançamento de novela. Festa. Imprensa. Emoção. Minha obra! Um garçom, alguns metros à frente, passa com uma bandeja de água e refrigerantes. Morro de sede. Quero um refrigerante. Dou um passo. Uma jovem aproxima-se sorrindo, celular na mão.
– Posso fazer uma foto?
Sorrio de volta, expondo todos os meus dentes como um jacaré. Ela clica.
– Ah, desculpa, não saiu boa. Vou fazer outra.
Já proprietária de mim, afasta-me uns metros para uma posição melhor. Clica de novo. Termina. O garçom na direção contrária. Que sede. Alguém me puxa. Celular na mão. Sorrio de novo. E de novo, de novo, de novo. Quando finalmente alcanço o garçom, a Coca Zero que eu queria acabou. Vou pedir para trazer uma, mas alguém me puxa para... uma foto!
Já ouço alguém dizendo que é o ônus de ser famoso. Não é. Tente dar uma festa de aniversário. Você passará o tempo todo peregrinando de foto em foto com os convidados. Se quiser comer uma fatia de seu próprio bolo em paz, terá de se trancar num armário. Quanto maior a festa, mais e mais fotos. Sempre o mesmo mantra.
– Deixa fazer mais uma para ficar boa...
E você estica os lábios de novo, para imortalizar aquele momento de felicidade. Huuumm... bem... felicidade? Certa vez, viajei com um amigo. Como ele é alto e de braço comprido, entrou num rio e fez bem uns 40 selfies dele mesmo sorrindo. O sorriso só sumiu quando o celular mergulhou no rio.
Acredito que a maioria, hoje, prefere fotografar a desfrutar uma viagem. No exterior, registram monumentos, fazem selfies em frente a paisagens. Mas será que realmente veem a paisagem? Houve um tempo em que se fazia piada dos turistas japoneses. Todos passavam a viagem no clique, clique. A piada acabou, o clique, clique se tornou mundial. O que acontece com o resultado de tanta atividade fotográfica?
Nada.
Houve a época dos slides. Para mostrar, era preciso um projetor. Quando um amigo incauto visitava, era obrigado a assistir. Um tédio enquanto se viam os pombinhos na praia, na montanha, posando com esquis velhos. Era obrigatório gostar. Mas essencial medir as palavras.
– Bonito aquele hotel que vocês ficaram.
– Gostou? Mostro de novo!
Agora, na época fluida do registro eletrônico, nem existe mais visita para ver slides. As pessoas publicam fotos e vídeos nas redes sociais o tempo todo. Querem que o universo contemple um café espresso. Se querem mostrar algo, pessoalmente, deslizam as imagens pelo celular, uma atrás da outra.
Contemplo meu próprio aparelho. A memória carregada de fotos. Tornou-se falta de educação não registrar certos momentos. Amigo clica, clico de volta. Como se retribuísse. O que vou fazer com tudo isso, apagar? Minha mãe deixou-me um álbum de fotografias. Às vezes, folheio, vejo minhas fotos de menino, parentes. Quando as vejo, compartilho aqueles momentos bons, específicos. Sinto uma emoção. Quero fazer como minha mãe, preservar imagens.
Corajosamente, falo com meu assistente, Felippe.
– Quero imprimir as fotos do meu celular.
– Ninguém mais faz isso – revolta-se ele.
– Se existe serviço de impressão, é porque fazem.
Assim, neste exato momento, seleciono as fotos que vou imprimir. Depois, o que farei com elas? Talvez um velhinho numa lojinha centenária encontre um álbum de fotografias cheio de poeira. E me venda. Se é que ainda existirão velhinhos e lojas centenárias. Colarei as fotos nas páginas, revivendo em cada uma a emoção. É coisa antiga, sei. Mas não quero abandonar momentos tão bons, família e amigos tão queridos, em algum velho celular descarregado.
Disponível em: http://epoca.globo.com/sociedade/walcyr-carrasco/noticia/
2017/08/fotos-no-celular-socorro.html Acesso em: 30 set. 2017 (Adaptado).
A divisão silábica está correta, EXCETO em:
 

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1814887 Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG

É expressão da independência do Poder Legislativo, EXCETO:

 

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1814884 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
Uma funcionária de uma empresa trabalha 8 horas por dia. Ela deve assumir seu trabalho às 8 horas da manhã.
A que horas deve sair de casa, se gasta 1 hora e 20 min. para chegar ao trabalho?
 

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