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765729
Ano: 2015
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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762448
Ano: 2015
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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Os países do Terceiro Mundo são subdesenvolvidos
Os países do Terceiro Mundo são subdesenvolvidos, não por razões naturais – pela força das coisas – mas por razões históricas – pela força das circunstâncias. Circunstâncias históricas desfavoráveis, principalmente o colonialismo político e econômico que manteve essas regiões à margem do processo da economia mundial em rápida evolução.
Na verdade, o subdesenvolvimento não é a ausência de desenvolvimento, mas o produto de um tipo universal de desenvolvimento mal conduzido. É a concentração abusiva de riqueza – sobretudo neste período histórico dominado pelo neocolonialismo capitalista que foi o fator determinante do subdesenvolvimento de uma grande parte do mundo: as regiões dominadas sob a forma de colônias políticas diretas ou de colônias econômicas.
O subdesenvolvimento é o produto da má utilização dos recursos naturais e humanos realizada de forma a não conduzir à expansão econômica e a impedir as mudanças sociais indispensáveis ao processo da integração dos grupos humanos subdesenvolvidos dentro de um sistema econômico integrado. Só através de uma estratégia global do desenvolvimento, capaz de mobilizar todos os fatores de produção no interesse da coletividade, poderão ser eliminados o subdesenvolvimento e a fome da superfície da terra.
O maior de todos esses erros foi considerar o processo do desenvolvimento em toda parte como semelhante ao desenvolvimento dos países ricos do Ocidente. Uma espécie de etnocentrismo conduziu os teóricos do desenvolvimento a assentar as suas ideias e estabelecer os seus sistemas de pensamento em concepções de economia clássica que ignoravam quase totalmente a realidade socioeconômica das regiões de economia ocidental capitalista, uma economia socialista em elaboração acelerada e uma rede de abastecimento e de venda no resto do mundo. Não se ocupavam, pois, das estruturas econômicas desse resto do mundo, abandonado quer aos sociólogos, quer, antes, aos folcloristas.
Essa tremenda desigualdade social entre os povos divide economicamente o mundo em dois mundos diferentes: o mundo dos ricos e o mundo dos pobres, o mundo dos países bem desenvolvidos e industrializados e o mundo dos países proletários e subdesenvolvidos. Esse fosso econômico divide hoje a humanidade em dois grupos que se entendem com dificuldade: o grupo dos que não comem, constituído por dois terços da humanidade, e que habitam as áreas subdesenvolvidas do mundo, e o grupo dos que não dormem, que é o terço restante dos países ricos, e que não dormem, com receio da revolta dos que não comem.
Um dos fatores mais constantes e efetivos das terríveis tensões sociais reinantes é o desequilíbrio econômico do mundo, com as resultantes desigualdades sociais. Constitui um dos maiores perigos para a paz o profundo desnível econômico que existe entre os países economicamente bem desenvolvidos de um lado, e de outro lado os países insuficientemente desenvolvidos. Desnível que se vem acentuando cada vez mais, intensificando as dissensões sociais e gerando a inquietação, intranquilidade e os conflitos políticos e ideológicos.
Ora, o problema do subdesenvolvimento não é exclusivo desses países; é antes um problema universal, que só pode ter soluções igualmente em escala universal. Viver na opulência, num mundo em que 2/3 estão mergulhados na miséria, não é apenas perigoso, é um crime. A tensão social na qual se vive hoje é, na maior parte das vezes, o produto desta conhecida injustiça social, uma vez que os povos dominados tomaram consciência da realidade socioeconômica do mundo, nesta fase da história da humanidade que vivemos, fase de transformações explosivas, caracterizadas essencialmente por explosões diversas: a explosão psicológica dos povos explorados, não menos perigosa do que a explosão atômica com a qual se abriu uma nova era no nosso planeta: a era atômica.
(CASTRO, Josué de. Agenda 21.
Disponível em: http://www.josuedecastro.com.br/port/desenv.html)
Com base no texto 'Os países do Terceiro Mundo são subdesenvolvidos', marque a opção INCORRETA
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758469
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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758307
Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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- Lei de Responsabilidade FiscalDívida e Endividamento (arts. 29 ao 42)Operações de Crédito (arts. 32 ao 39)
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Mundo faz progressos na redução da fome; Brasil se
destaca
destaca
A luta contra a fome no mundo registou "progressos significativos" nos últimos 15 anos, com uma redução global de 27%. O Brasil foi um dos países que mais diminuiu a subnutrição entre os 128 países analisados no estudo do Índex Global sobre Fome (IGF), elaborado pelo Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares (IFPRI, na sigla em inglês).
Entre os nove integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), cinco foram avaliados - Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste.
O Brasil reduziu em cerca de 66% os casos de fome entre 2000 e 2015 e já se encontra entre os países(A) e (B), (E) mais próximos de erradicar a fome, com pontuação inferior a 5 no IGF. Os países que estão perto de acabar com a fome ficam com pontuação entre 0 e 7,9.
Segundo os critérios para a definição do IGF, pontuações entre 8 e 13,2 representam níveis baixos ou moderados de fome; entre 13,3 e 19,9, valores médios, e entre 20 e 34,9, são considerados "sérios". Acima de 35 pontos, são considerados alarmantes, estando nessa situação o Timor- Leste, que obteve 40,7 pontos.
Angola, juntamente com Ruanda e a Etiópia, registrou uma das maiores quedas na redução da fome, ficando entre 25 e 28 pontos. Os três países mantêm-se, entretanto, em nível "sério", obtendo(C) e (D), segundo os critérios da IFPRI, 32,6 pontos. A Guiné-Bissau (30,3 pontos) e Moçambique (32,5) estão na mesma lista de Angola.
Por regiões, a África Subsaariana (média de 32,2 pontos) e o Sul da Ásia (média de 29,4) mantêm-se como as áreas mais afetadas pela fome, com valores que estão dentro dos parâmetros que o Instituto considera "sérios".
O Sudeste asiático, o Oriente Médio, o Norte da África, a América Latina e as Caraíbas, o Leste da Europa e os Estados independentes da Comunidade Britânica (Commonwealth) registraram valores entre 8 e 13,2 pontos.
Segundo o ranking do IFPRI, 17 países, entre eles o Brasil, obtiveram resultados "notáveis" na redução da fome, baixando em 50% ou mais os percentuais.
Os dados do relatório também mostram que 68 países registraram "progressos consideráveis", com queda entre 25% e 49,9%, e 28 reduziram o Índex Global sobre Fome em menos de 25%.
Apesar de todos os progressos, há ainda 52 países que continuam com níveis de fome que variam entre o "sério" e o "alarmante".
No período de 15 anos, entre 2000 e 2015, a lista dos dez países com maior redução dos níveis de fome inclui três latinoamericanos (Brasil, Peru e Venezuela), um da Ásia (Mongólia, quatro antigas repúblicas soviéticas (Azerbaijão, República da Quirguízia, Lituânia e Ucrânia) e dois ex- Estados iugoslavos (Bósnia-Herzegovina e Croácia).
O IGF de 2015 não inclui os resultados de alguns dos países menos desenvolvidos, como Burundi, Comores, Eritreia, Sudão ou Sudão do Sul, entre outros, devido à inexistência de dados. O mesmo ocorre com a República do Congo que não disponibilizou informações. O Congo teve o pior resultado em 2011. A Somália, em crise desde 1991, nunca foi analisada.
( Disponível em : http://www.vermelho.org.br/noticia/271379-10. Acesso em: 25.11.2015)
Com base no texto 'Mundo faz progressos na redução da fome; Brasil se destaca', marque a opção INCORRETA
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