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DILMA: GOVERNO BRASILEIRO E SOCIEDADE NÃO
TOLERAM E NÃO TOLERARÃO A CORRUPÇÃO
TOLERAM E NÃO TOLERARÃO A CORRUPÇÃO
O desenvolvimento com inclusão social alcançado pelo Brasil nos últimos anos só foi possível por existir no País um ambiente democrático consolidado. E é justamente essa condição que o governo se preocupa em preservar, permitindo assim que as instituições funcionem plenamente sem serem cerceadas por pressões de qualquer natureza, inclusive ao fiscalizar o próprio governo, assegurou a presidenta Dilma Rousseff em seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta segunda-feira (28)(D).
“Graças à plena vigência da legalidade e ao vigor das instituições democráticas, o funcionamento do Estado tem sido escrutinado de forma firme e imparcial pelos poderes e organismos públicos encarregados de fiscalizar, investigar e punir desvios e crimes. O governo e a sociedade brasileiros não toleram e não tolerarão a corrupção”(B).
Dilma reafirmou que é necessário que as autoridades assumam o limite da lei como o seu próprio limite para que a democracia brasileira se fortaleça. Ela lembrou que foi por isso que muitos brasileiros lutaram durante a ditadura, momento no qual leis e direitos foram violados. Ao defender que as sanções da lei recaiam sobre todos os que praticam e praticaram atos ilícitos, no entanto, a presidenta defendeu que seja respeitado o princípio do contraditório e da ampla defesa, condição também necessária para que se continue “trilhando o caminho democrático”.
“Queremos um País em que os governantes se comportem rigorosamente segundo suas atribuições, sem ceder a excessos. Em que os juízes julguem com liberdade e imparcialidade, sem pressões de qualquer natureza e desligados de paixões político-partidárias, jamais transigindo com a presunção da inocência de quaisquer cidadãos”.(C)
Dilma defendeu a liberdade de imprensa e o direito à manifestação de posições diversas, direito de cada um dos brasileiros. Mas ressalvou que o direito de opinião e o confronto de ideias sejam exercidos “em um ambiente de civilidade e respeito”. A presidenta relembrou o que disse José Mujica, ex-presidente uruguaio, sobre a manutenção do ambiente democrático(A) e (E).
( Adaptado . Disponível em : http://blog.planalto.gov.br/dilma-
governo-brasileiro-e-socie dade-nao-toleram-e-nao-tolerarao-a-corrupcao/. Acesso em: 30.09.2015).
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Os países do Terceiro Mundo são subdesenvolvidos
Os países do Terceiro Mundo são subdesenvolvidos, não por razões naturais – pela força das coisas – mas por razões históricas(E) – pela força das circunstâncias. Circunstâncias históricas desfavoráveis, principalmente o colonialismo político e econômico que manteve essas regiões à margem do processo da economia mundial em rápida evolução.
Na verdade, o subdesenvolvimento não é a ausência de desenvolvimento, mas o produto de um tipo universal de desenvolvimento mal conduzido(B). É a concentração abusiva de riqueza – sobretudo neste período histórico dominado pelo neocolonialismo capitalista que foi o fator determinante do subdesenvolvimento de uma grande parte do mundo: as regiões dominadas sob a forma de colônias políticas diretas ou de colônias econômicas.
O subdesenvolvimento é o produto da má utilização dos recursos naturais e humanos realizada de forma a não conduzir à expansão econômica e a impedir as mudanças sociais indispensáveis ao processo da integração dos grupos humanos subdesenvolvidos dentro de um sistema econômico integrado. Só através de uma estratégia global do desenvolvimento, capaz de mobilizar todos os fatores de produção no interesse da coletividade, poderão ser eliminados o subdesenvolvimento e a fome da superfície da terra.
O maior de todos esses erros foi considerar o processo do desenvolvimento em toda parte como semelhante ao desenvolvimento dos países ricos do Ocidente. Uma espécie de etnocentrismo conduziu os teóricos do desenvolvimento a assentar as suas ideias e estabelecer os seus sistemas de pensamento em concepções de economia clássica que ignoravam quase totalmente a realidade socioeconômica das regiões de economia ocidental capitalista, uma economia socialista em elaboração acelerada e uma rede de abastecimento e de venda no resto do mundo. Não se ocupavam, pois, das estruturas econômicas desse resto do mundo(A) e (D), abandonado quer aos sociólogos, quer, antes, aos folcloristas.
Essa tremenda desigualdade social entre os povos divide economicamente o mundo em dois mundos diferentes: o mundo dos ricos e o mundo dos pobres, o mundo dos países bem desenvolvidos e industrializados e o mundo dos países proletários e subdesenvolvidos. Esse fosso econômico divide hoje a humanidade em dois grupos que se entendem com dificuldade: o grupo dos que não comem, constituído por dois terços da humanidade, e que habitam as áreas subdesenvolvidas do mundo, e o grupo dos que não dormem, que é o terço restante dos países ricos, e que não dormem, com receio da revolta dos que não comem.
Um dos fatores mais constantes e efetivos das terríveis tensões sociais reinantes é o desequilíbrio econômico do mundo, com as resultantes desigualdades sociais. Constitui um dos maiores perigos para a paz o profundo desnível econômico que existe entre os países economicamente bem desenvolvidos de um lado, e de outro lado os países insuficientemente desenvolvidos(C). Desnível que se vem acentuando cada vez mais, intensificando as dissensões sociais e gerando a inquietação, intranquilidade e os conflitos políticos e ideológicos.
Ora, o problema do subdesenvolvimento não é exclusivo desses países; é antes um problema universal, que só pode ter soluções igualmente em escala universal. Viver na opulência, num mundo em que 2/3 estão mergulhados na miséria, não é apenas perigoso, é um crime. A tensão social na qual se vive hoje é, na maior parte das vezes, o produto desta conhecida injustiça social, uma vez que os povos dominados tomaram consciência da realidade socioeconômica do mundo, nesta fase da história da humanidade que vivemos, fase de transformações explosivas, caracterizadas essencialmente por explosões diversas: a explosão psicológica dos povos explorados, não menos perigosa do que a explosão atômica com a qual se abriu uma nova era no nosso planeta: a era atômica.
(CASTRO, Josué de. Agenda 21.
Disponível em: http://www.josuedecastro.com.br/port/desenv.html)
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790492
Ano: 2015
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: ADM&TEC
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790392
Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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790276
Ano: 2015
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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Banca: ADM&TEC
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790114
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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Orgão: Câm. São Lourenço Mata-PE
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VALOR DA CESTA BÁSICA SOBE EM 17 DE 18 CAPITAIS EM
2014, APONTA DIEESE
2014, APONTA DIEESE
O valor acumulado da cesta básica em 2014 aumentou em 17 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A única exceção foi Natal, que registrou recuo de 1,70% nos preços.
Em 6 localidades, a alta foi superior a da inflação oficial do país, medida pelo IPCA, que ficou em 6,41% no ano passado, conforme divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE.
Três das 18 capitais pesquisadas tiveram alta acima de 10% no ano: Brasília (13,79%), Aracaju (13,34%) e Florianópolis (10,58%). Em São Paulo, a alta no acumulado de 2014 ficou em 8,24%. No Rio, o aumento foi de 8,24%. Goiânia foi a 6ª localidade com alta acima da inflação (9,66%).
Em dezembro, houve aumento da cesta em 16 localidades e diminuição em duas: Curitiba (-1,07%) e Fortaleza (-0,07%). As maiores elevações foram registradas em Salvador (4,73%) e Recife (4,35%).
São Paulo foi a capital onde se apurou o maior valor para a cesta básica em dezembro (R$ 354,19). Na sequência, aparecem Florianópolis (R$ 353,10) e Porto Alegre (R$ 348,56). Os menores custos médios foram observados em Aracaju (R$ 245,70) e Salvador (R$ 267,82).
Salário mínimo ideal
Com base no valor da cesta básica mais cara e, considerando a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Diesse estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.
Segundo o Dieese, o salário mínimo em vigor em dezembro deveria ser de R$ 2.975,55 ou 4,11 vezes o mínimo em vigor, de R$ 724. Em novembro, o mínimo necessário era menor, de R$ 2.923,22, ou 4,04 vezes o piso vigente. O valor também era mais baixo em dezembro de 2013, e correspondia a R$ 2.765,44, ou 4,08 vezes o mínimo da época (R$ 678).
Em janeiro deste ano, o salário mínimo subiu para R$ 788.
Em dezembro de 2014, a jornada de trabalho necessária para a compra dos alimentos essenciais por um trabalhador remunerado pelo salário mínimo, foi, na média, 93 horas e 39 minutos ante 91 horas e 44 minutos em novembro. Em dezembro de 2013, a jornada exigida foi superior: 94 horas e 47 minutos.
Maiores altas entre os alimentos
A pesquisa destaca que, em 2014, os preços da carne bovina e do pão francês subiram em todas as cidades, enquanto o arroz e café em pó tiveram aumento em 17 localidades. Por outro lado, feijão foi o único produto que teve redução em todas as capitais e o óleo de soja, açúcar, leite e farinha de mandioca (pesquisado no Norte e Nordeste) mostraram queda na maioria das cidades.
A carne bovina, produto com grande peso na composição da cesta básica, teve aumento em todas as localidades em 2014, com variações entre 9,52% em Salvador e 27,71% em Belém.
O preço do pão francês também subiu, em 2014, em todas as regiões pesquisadas. O arroz aumentou em 17 cidades em 2014, com destaque para Aracaju (25,73%), Salvador (18,42%) e Curitiba (14,75%).
Já o café em pó ficou mais caro em quase todas as localidades pesquisadas, exceto em Vitória (-1,65%). A maior alta ocorreu em Aracaju (21,8%).
Disponível em : http://g1.globo.com/economia/seu
-dinheiro/noticia/2015/ 01/valor-da-cesta-basica-sobe-em-17-de-18-capitaisem- 2014.html (acesso em: 30/09/2015).
Com base no texto 'VALOR DA CESTA BÁSICA SOBE EM 17 DE 18 CAPITAIS EM 2014, APONTA DIEESE', marque a opção INCORRETA
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