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Texto – A Filha do zelador
A filha do zelador apareceu no jardim do prédio com o jeans novo que ganhou do pai no aniversário de 18 anos. Foi na festinha, no salão do condomínio, que o Alberto, o moço que morava sozinho no 21, deu de cara com ela.
Ficou apaixonado e resolveu que tinha de fazer alguma coisa a respeito. Achou que seria uma boa ideia ficar amigo do zelador. Mas ele não era um homem simpático. Tinha motivos para isso: não dava para ficar sempre sorrindo para mais de 200 pessoas que moravam ali apenas para atazanar a sua vida. Por isso, Alberto se deu mal quando sugeriu ao zelador que ele colocasse na portaria um livro de reclamações, para, como disse "tornar as relações entre administração e condôminos mais abertas e civilizadas".
- Fale com o síndico, eu é que não quero me meter nesses assuntos - encerrou a conversa o mal-humorado zelador.
O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.
Alberto não desistiu. Cair nas graças da Ritinha - esse era o nome da filha do zelador - valia um esforço extra. E uma mudança radical de estratégia.
Tomou então toda a coragem do mundo e, coração aos pulos, apertou a campainha do apartamento do zelador.
Foi o próprio que atendeu.
- O que o sr. quer? Estou em hora de almoço.
- Desculpe, mas preciso perguntar uma coisa para o senhor.
Não tem nada a ver com o condomínio. É pessoal...
O zelador fechou ainda mais a cara. Mesmo assim, foi condescendente:
- Pois pergunte logo, que eu preciso terminar o almoço.
Alberto sentiu que não podia mais recuar. Aquela era a sua hora da verdade. O momento que podia decidir seu futuro, sua vida.
- Eu quero saber se o senhor se incomoda de eu pedir para a Ritinha me ajudar a escolher um presente para a minha mãe, que faz aniversário. Estava querendo dar um perfume para ela, mas o senhor sabe, homem não sabe comprar essas coisas.
Falou e se preparou para o pior. Mas aí aconteceu algo que nem os astros podem explicar. Aquele zelador tão antipático, tão seco com todos do prédio, virou o rosto e chamou alto:
- Ritinha, vem cá. O moço do 21 quer falar com você.
E foi embora.
Quando Ritinha apareceu na porta, Alberto ficou mudo e assim permaneceu toda a sua vida em comum com a filha do zelador, a mulher mais bonita do condomínio.
Texto adaptado. Acessado em 12 Jul. 2023: <http://contosdomotta.blogspot.com/2009/06/filha-do-zelador.html?m=1>
Estão corretamente escritas e acentuadas, conforme a Norma Gramatical Brasileira:
I. estratégia, estratégista, simpático.
II. simpatia, condômino, condomínio.
III. condominial, proprio, proprietário.
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“O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.”
Analise as afirmativas a seguir:
I. No fragmento do texto: “- Isso não é problema do condomínio.”, é certo afirmar que o termo destacado “Isso” se refere à informação “verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.”.
II. No fragmento do texto: “- Isso não é problema do condomínio.”, é certo afirmar que a expressão destacada “problema do condomínio” se refere à paixão de Alberto pela filha do zelador.
Marque a alternativa CORRETA:
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“O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.”
Analise as afirmativas a seguir:
I. No fragmento do texto: “Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito”, é correto afirmar que as palavras destacadas “a” e “seu” são classificadas morfologicamente como artigo indefinido e pronome possessivo.
II. No fragmento do texto: “Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito”, é correto afirmar que o termo destacado “seu” se refere ao zelador.
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“O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.”
Analise as afirmativas a seguir:
I. No fragmento do texto: “- e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.”, é correto afirmar que as palavras destacadas “verdadeiro” e “constantes” são classificadas morfologicamente como substantivos, ou seja, qualificadores de outras palavras.
II. No fragmento do texto: “- e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.”, as palavras destacadas “motivo” e “preocupações” são classificadas morfologicamente substantivos respectivamente.
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“O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.”
Analise as afirmativas a seguir:
I. No fragmento do texto, os verbos “pensou”, “poderia” e “aproximar” estão sendo conjugados no tempo pretérito perfeito do modo indicativo, futuro do presente do modo indicativo e forma nominal infinitivo respectivamente.
II. No fragmento do texto: “O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática...”, é correto afirmar que há apenas um sujeito, logo ele é classificado sintaticamente de simples.
III. No fragmento do texto: “Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito”, é correto afirmar que o sujeito do verbo “inventar” é classificado sintaticamente como oculto ou implícito na desinência do verbo.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto – A Filha do zelador
A filha do zelador apareceu no jardim do prédio com o jeans novo que ganhou do pai no aniversário de 18 anos. Foi na festinha, no salão do condomínio, que o Alberto, o moço que morava sozinho no 21, deu de cara com ela.
Ficou apaixonado e resolveu que tinha de fazer alguma coisa a respeito. Achou que seria uma boa ideia ficar amigo do zelador. Mas ele não era um homem simpático. Tinha motivos para isso: não dava para ficar sempre sorrindo para mais de 200 pessoas que moravam ali apenas para atazanar a sua vida. Por isso, Alberto se deu mal quando sugeriu ao zelador que ele colocasse na portaria um livro de reclamações, para, como disse "tornar as relações entre administração e condôminos mais abertas e civilizadas".
- Fale com o síndico, eu é que não quero me meter nesses assuntos - encerrou a conversa o mal-humorado zelador.
O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.
Alberto não desistiu. Cair nas graças da Ritinha - esse era o nome da filha do zelador - valia um esforço extra. E uma mudança radical de estratégia.
Tomou então toda a coragem do mundo e, coração aos pulos, apertou a campainha do apartamento do zelador.
Foi o próprio que atendeu.
- O que o sr. quer? Estou em hora de almoço.
- Desculpe, mas preciso perguntar uma coisa para o senhor.
Não tem nada a ver com o condomínio. É pessoal...
O zelador fechou ainda mais a cara. Mesmo assim, foi condescendente:
- Pois pergunte logo, que eu preciso terminar o almoço.
Alberto sentiu que não podia mais recuar. Aquela era a sua hora da verdade. O momento que podia decidir seu futuro, sua vida.
- Eu quero saber se o senhor se incomoda de eu pedir para a Ritinha me ajudar a escolher um presente para a minha mãe, que faz aniversário. Estava querendo dar um perfume para ela, mas o senhor sabe, homem não sabe comprar essas coisas.
Falou e se preparou para o pior. Mas aí aconteceu algo que nem os astros podem explicar. Aquele zelador tão antipático, tão seco com todos do prédio, virou o rosto e chamou alto:
- Ritinha, vem cá. O moço do 21 quer falar com você.
E foi embora.
Quando Ritinha apareceu na porta, Alberto ficou mudo e assim permaneceu toda a sua vida em comum com a filha do zelador, a mulher mais bonita do condomínio.
Texto adaptado. Acessado em 12 Jul. 2023: <http://contosdomotta.blogspot.com/2009/06/filha-do-zelador.html?m=1>
Analise as afirmativas a seguir:
I. Do excerto “Mas aí aconteceu algo que nem os astros podem explicar.”, é correto afirmar que a atitude do zelador surpreendeu positivamente a expectativa do moço do 21.
II. Do excerto “O zelador fechou ainda mais a cara. Mesmo assim, foi condescendente”, é correto afirmar que ao “fechar ainda mais a cara” o zelador foi intransigente.
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Texto – A Filha do zelador
A filha do zelador apareceu no jardim do prédio com o jeans novo que ganhou do pai no aniversário de 18 anos. Foi na festinha, no salão do condomínio, que o Alberto, o moço que morava sozinho no 21, deu de cara com ela.
Ficou apaixonado e resolveu que tinha de fazer alguma coisa a respeito. Achou que seria uma boa ideia ficar amigo do zelador. Mas ele não era um homem simpático. Tinha motivos para isso: não dava para ficar sempre sorrindo para mais de 200 pessoas que moravam ali apenas para atazanar a sua vida. Por isso, Alberto se deu mal quando sugeriu ao zelador que ele colocasse na portaria um livro de reclamações, para, como disse "tornar as relações entre administração e condôminos mais abertas e civilizadas".
- Fale com o síndico, eu é que não quero me meter nesses assuntos - encerrou a conversa o mal-humorado zelador.
O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.
Alberto não desistiu. Cair nas graças da Ritinha - esse era o nome da filha do zelador - valia um esforço extra. E uma mudança radical de estratégia.
Tomou então toda a coragem do mundo e, coração aos pulos, apertou a campainha do apartamento do zelador.
Foi o próprio que atendeu.
- O que o sr. quer? Estou em hora de almoço.
- Desculpe, mas preciso perguntar uma coisa para o senhor.
Não tem nada a ver com o condomínio. É pessoal...
O zelador fechou ainda mais a cara. Mesmo assim, foi condescendente:
- Pois pergunte logo, que eu preciso terminar o almoço.
Alberto sentiu que não podia mais recuar. Aquela era a sua hora da verdade. O momento que podia decidir seu futuro, sua vida.
- Eu quero saber se o senhor se incomoda de eu pedir para a Ritinha me ajudar a escolher um presente para a minha mãe, que faz aniversário. Estava querendo dar um perfume para ela, mas o senhor sabe, homem não sabe comprar essas coisas.
Falou e se preparou para o pior. Mas aí aconteceu algo que nem os astros podem explicar. Aquele zelador tão antipático, tão seco com todos do prédio, virou o rosto e chamou alto:
- Ritinha, vem cá. O moço do 21 quer falar com você.
E foi embora.
Quando Ritinha apareceu na porta, Alberto ficou mudo e assim permaneceu toda a sua vida em comum com a filha do zelador, a mulher mais bonita do condomínio.
Texto adaptado. Acessado em 12 Jul. 2023: <http://contosdomotta.blogspot.com/2009/06/filha-do-zelador.html?m=1>
De acordo com o Texto, é correto afirmar que:
I. Do excerto: “Achou que seria uma boa ideia ficar amigo do zelador.”, é correto afirmar que essa foi a primeira estratégia do moço do 21 para aproximar-se de Ritinha por quem estava apaixonado.
II. Do excerto: “Tomou então toda a coragem do mundo e, coração aos pulos, apertou a campainha do apartamento do zelador.”, é correto afirmar que essa foi a melhor tática usada por Alberto para se aproximar da filha do zelador.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto – A Filha do zelador
A filha do zelador apareceu no jardim do prédio com o jeans novo que ganhou do pai no aniversário de 18 anos. Foi na festinha, no salão do condomínio, que o Alberto, o moço que morava sozinho no 21, deu de cara com ela.
Ficou apaixonado e resolveu que tinha de fazer alguma coisa a respeito. Achou que seria uma boa ideia ficar amigo do zelador. Mas ele não era um homem simpático. Tinha motivos para isso: não dava para ficar sempre sorrindo para mais de 200 pessoas que moravam ali apenas para atazanar a sua vida. Por isso, Alberto se deu mal quando sugeriu ao zelador que ele colocasse na portaria um livro de reclamações, para, como disse "tornar as relações entre administração e condôminos mais abertas e civilizadas".
- Fale com o síndico, eu é que não quero me meter nesses assuntos - encerrou a conversa o mal-humorado zelador.
O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.
Alberto não desistiu. Cair nas graças da Ritinha - esse era o nome da filha do zelador - valia um esforço extra. E uma mudança radical de estratégia.
Tomou então toda a coragem do mundo e, coração aos pulos, apertou a campainha do apartamento do zelador.
Foi o próprio que atendeu.
- O que o sr. quer? Estou em hora de almoço.
- Desculpe, mas preciso perguntar uma coisa para o senhor.
Não tem nada a ver com o condomínio. É pessoal...
O zelador fechou ainda mais a cara. Mesmo assim, foi condescendente:
- Pois pergunte logo, que eu preciso terminar o almoço.
Alberto sentiu que não podia mais recuar. Aquela era a sua hora da verdade. O momento que podia decidir seu futuro, sua vida.
- Eu quero saber se o senhor se incomoda de eu pedir para a Ritinha me ajudar a escolher um presente para a minha mãe, que faz aniversário. Estava querendo dar um perfume para ela, mas o senhor sabe, homem não sabe comprar essas coisas.
Falou e se preparou para o pior. Mas aí aconteceu algo que nem os astros podem explicar. Aquele zelador tão antipático, tão seco com todos do prédio, virou o rosto e chamou alto:
- Ritinha, vem cá. O moço do 21 quer falar com você.
E foi embora.
Quando Ritinha apareceu na porta, Alberto ficou mudo e assim permaneceu toda a sua vida em comum com a filha do zelador, a mulher mais bonita do condomínio.
Texto adaptado. Acessado em 12 Jul. 2023: <http://contosdomotta.blogspot.com/2009/06/filha-do-zelador.html?m=1>
De acordo com o Texto, é correto afirmar que:
I. A primeira vez que Alberto, o moço que morava sozinho no 21, viu Ritinha foi na portaria, quando solicitou a ajuda do zelador para consertar a descarga do seu apartamento.
II. O momento que poderia decidir o futuro de Alberto foi quando ele viu Ritinha de jeans no jardim do condomínio e teve a certeza de aquela era a mulher com quem gostaria de viver em comum por toda sua vida
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto – A Filha do zelador
A filha do zelador apareceu no jardim do prédio com o jeans novo que ganhou do pai no aniversário de 18 anos. Foi na festinha, no salão do condomínio, que o Alberto, o moço que morava sozinho no 21, deu de cara com ela.
Ficou apaixonado e resolveu que tinha de fazer alguma coisa a respeito. Achou que seria uma boa ideia ficar amigo do zelador. Mas ele não era um homem simpático. Tinha motivos para isso: não dava para ficar sempre sorrindo para mais de 200 pessoas que moravam ali apenas para atazanar a sua vida. Por isso, Alberto se deu mal quando sugeriu ao zelador que ele colocasse na portaria um livro de reclamações, para, como disse "tornar as relações entre administração e condôminos mais abertas e civilizadas".
- Fale com o síndico, eu é que não quero me meter nesses assuntos - encerrou a conversa o mal-humorado zelador.
O moço do 21 pensou que poderia usar outra tática para se aproximar do zelador - e, dessa forma, ficar mais perto do verdadeiro motivo das suas constantes preocupações.
Inventou que a descarga de seu apartamento não estava funcionando direito.
- Isso não é problema do condomínio. Você tem telefone, chame um encanador - limitou-se a dizer o seco e definitivamente azedo zelador.
Alberto não desistiu. Cair nas graças da Ritinha - esse era o nome da filha do zelador - valia um esforço extra. E uma mudança radical de estratégia.
Tomou então toda a coragem do mundo e, coração aos pulos, apertou a campainha do apartamento do zelador.
Foi o próprio que atendeu.
- O que o sr. quer? Estou em hora de almoço.
- Desculpe, mas preciso perguntar uma coisa para o senhor.
Não tem nada a ver com o condomínio. É pessoal...
O zelador fechou ainda mais a cara. Mesmo assim, foi condescendente:
- Pois pergunte logo, que eu preciso terminar o almoço.
Alberto sentiu que não podia mais recuar. Aquela era a sua hora da verdade. O momento que podia decidir seu futuro, sua vida.
- Eu quero saber se o senhor se incomoda de eu pedir para a Ritinha me ajudar a escolher um presente para a minha mãe, que faz aniversário. Estava querendo dar um perfume para ela, mas o senhor sabe, homem não sabe comprar essas coisas.
Falou e se preparou para o pior. Mas aí aconteceu algo que nem os astros podem explicar. Aquele zelador tão antipático, tão seco com todos do prédio, virou o rosto e chamou alto:
- Ritinha, vem cá. O moço do 21 quer falar com você.
E foi embora.
Quando Ritinha apareceu na porta, Alberto ficou mudo e assim permaneceu toda a sua vida em comum com a filha do zelador, a mulher mais bonita do condomínio.
Texto adaptado. Acessado em 12 Jul. 2023: <http://contosdomotta.blogspot.com/2009/06/filha-do-zelador.html?m=1>
Com base na leitura do Texto, podemos afirmar que:
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I. No excerto: “... visto que até então não havia a figura do "prefeito", a não ser pela presença do alcaide (equivalente a prefeito, com poderes menores).”, a expressão destacada “visto que” pode ser substituída pela expressão “por conseguinte” sem prejuízo ao sentido da oração.
II. No excerto: “... visto que até então não havia a figura do "prefeito", a não ser pela presença do alcaide (equivalente a prefeito, com poderes menores).”, a palavra destacada “até então” introduz a ideia de tempo.
III. No excerto: “... visto que até então não havia a figura do "prefeito", a não ser pela presença do alcaide (equivalente a prefeito, com poderes menores).”, o verbo ‘haver’ pode ser trocado pelo verbo “ter” sem prejuízo ao sentido da oração.
Marque a alternativa CORRETA:
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