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Foram encontradas 60 questões.

803850 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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803569 Ano: 2015
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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O Art. 91 do referido Regimento estabelece que as reuniões ordinárias se destinam às atividades normais de Plenário e serão realizadas semanalmente às terças e quintas-feiras, independentemente de convocação, em horário estabelecido pelo Plenário, de __________________ a __________________ e de __________________ a __________________ de cada Sessão Legislativa.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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798160 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Para responder à questão, considere a Figura 1 abaixo.
Enunciado 798160-1
Considerando a Figura 01 acima, para que a célula D10 possua a palavra Casa, basta que, na célula D10, seja digitada a fórmula:
 

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797344 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Analise as seguintes assertivas com base nas definições do Art. 3º da referida Lei:
I. Quadro é o conjunto de cargos de provimento efetivo, bem como de funções gratificadas, hierarquizados.
II. Carreira é o conjunto de quadros nos quais os servidores ingressarão e que poderão ser promovidos através de diversos padrões.
III. Cargo é o conjunto de atribuições e responsabilidades cometidas a um servidor, criado por lei, com denominação própria, em número definido e com retribuição padronizada.
Quais estão corretas?
 

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796455 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Observe a frase abaixo e as afirmações que são feitas sobre ela:
Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
I. ‘Seu’ é um substantivo que significa senhor, sendo utilizado diante de palavra designativa de profissão.
II. Só é possível compreender a frase caso o leitor seja um usuário avançado de Excel.
III. Para compreender ‘Excel’, é preciso ativar um conhecimento de mundo, exterior ao texto.
Quais estão corretas?
 

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793769 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Para controle e preservação do patrimônio de órgãos e entidades públicas, bem como para comprovar o saldo constante do balanço geral do exercício, faz-se necessário elaborar o inventário físico, de forma analítica, dos bens móveis e imóveis e dos saldos de estoque nos almoxarifados. Assinale a alternativa que NÃO corresponde ao resultado do inventário físico desejado.
 

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793704 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Segundo o Art. 78 do referido Estatuto, não terá direito a férias o servidor que, no curso do período aquisitivo:

 

I. Houver tido mais de 25 faltas ao serviço.

 

II. Permanecer em gozo de licença remunerada, por mais de 30 dias.

 

III. Permanecer em gozo de licença para tratar de interesse particular, por mais de 30 dias.

 

Quais estão corretas?

 

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793561 Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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A Lei de Responsabilidade Fiscal, Art. 11, menciona que constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, a previsão e a efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação. Assinale a alternativa que NÃO corresponde à receita pública ou receita orçamentária.
 

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791902 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Analise as afirmações abaixo sobre as ideias contidas no texto:
I. Será possível em poucos anos construir um computador que seja mais esperto e consiga simular o funcionamento completo do cérebro humano.
II. A metáfora do cérebro humano como computador é algo entendido como certo e indiscutível por muitas pessoas.
III. É preciso ir além de algoritmos matemáticos para compreender o cérebro humano: deve-se tentar entender o papel de outros itens, como contexto, emoções e utilização das informações recebidas.
Quais estão INCORRETAS?
 

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791092 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer(I) que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador(II), o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina(III) em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Analise as propostas de alteração de palavras do texto.
I. ‘crer’ por ‘crença’.
II. ‘computador’ por ‘máquina’.
III. ‘máquina’ por ‘computador’.
Quais criam condições para o uso da crase?
 

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