Foram encontradas 185 questões.
Em um acampamento havia mantimentos suficientes para que 8 pessoas se alimentassem por 10 dias,
assumindo um mesmo consumo diário por pessoa.
Considere que esse acampamento recebeu 12 pessoas
que ficaram alojadas por 3 dias e que, ao fim do terceiro
dia, 8 pessoas foram embora. Considerando que não
houve reabastecimento de mantimentos e assumindo
que o consumo diário por pessoa não se alterou, as
4 pessoas que permaneceram ainda poderiam se
alimentar por
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Um motorista começa um turno de trabalho a cada 40 horas e, no dia 1º de março de 2025, ele começou um
turno às 12h. Se essa rotina permaneceu a mesma ao
longo de todo o ano, o início do último turno desse motorista, no ano de 2025, foi em dezembro, no dia
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Em uma empresa, uma enquete foi feita para estudar
a preferência entre três tipos de modelos de trabalho:
híbrido, presencial e remoto. Cada funcionário da empresa escolheu apenas um dos modelos elencados, sendo
que o modelo híbrido obteve 60% dos votos, o modelo
presencial recebeu 121 votos e o modelo remoto recebeu
206 votos a menos do que o modelo híbrido. O total de
funcionários dessa empresa é um número entre
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- FundamentosRazão e Proporção
- FundamentosSolução de Problemas
- FundamentosFrações e Números Decimais
- Álgebra
Aldo é 9 anos mais velho do que Geraldo, e a idade
de Geraldo é igual a três quintos da idade de Valdo.
Se a soma das idades desses três senhores é igual a
240 anos, a idade do mais novo deles é
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Uma confeitaria produziu 192 brigadeiros e 228 beijinhos. Todos esses doces devem ser acondicionados
no maior número possível de caixas que contenham
tanto brigadeiros como beijinhos, de maneira que todas
as caixas tenham o mesmo número de doces e que
sejam idênticas em conteúdo quanto às quantidades
de doces de cada tipo que acondicionam. Nessas condições, o número de doces, por caixa, será igual a
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
• ... segundo artigo publicado em março na revista científica Genome Biology and Evolution. (1º parágrafo)
• ... recurso usado com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas. (3º parágrafo)
• “Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”... (4º parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
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Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
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Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
• ... ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. (1º parágrafo)
• ... e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie... (1º parágrafo)
• ... recurso usado com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas. (3º parágrafo)
• “... essas plantas compartilham trechos de DNA que servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”... (4º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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