Foram encontradas 185 questões.
Em um grupo de voluntários que se dedicam a trabalhos
de assistência social, a razão entre o número de homens
e o número de mulheres é 3/8. Com a intenção de aumentar a participação masculina no grupo, foi feita uma campanha que visava a adesão de mais homens para o grupo. Para surpresa de todos, a participação de mulheres
havia aumentado em 20%.
Para que a razão mencionada, que era 3/8, se tornasse 7/8, a porcentagem de aumento da participação masculina deveria subir, como resultado da campanha, em:
Para que a razão mencionada, que era 3/8, se tornasse 7/8, a porcentagem de aumento da participação masculina deveria subir, como resultado da campanha, em:
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O preço de um produto sofreu redução sucessiva de 10%, duas vezes, e, em seguida, acréscimo sucessivo
de 10%, duas vezes. A porcentagem a mais, que o preço
inicial apresenta em relação ao preço final, é um valor
que se encontra no seguinte intervalo:
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Foram arrecadadas 132 cédulas de 100 reais, 156 de
50 reais e 180 de 20 reais, para serem divididas em premiações diversas em uma gincana. Essas premiações
seriam colocadas no maior número possível de envelopes, de tal modo que cada envelope contenha x cédulas de 100 reais, y cédulas de 50 reais e z cédulas de
20 reais.
Realizada a divisão dessa maneira, um ganhador receberia como prêmio, em seu envelope, a quantia de
Realizada a divisão dessa maneira, um ganhador receberia como prêmio, em seu envelope, a quantia de
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Em um laboratório, ao ser disparado um cronômetro, o
evento F ocorre exatamente a cada 3 minutos, o evento G, a cada 4 minutos, o evento H, a cada 6 minutos,
e o evento J, a cada 9 minutos. O tempo decorrido desde o disparo do cronômetro até a ocorrência do 16o
evento isolado, ou seja, ocorrência de um evento sem
a ocorrência de qualquer outro desses eventos, ao
mesmo tempo, foi de
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Uma aplicação financeira de X reais apresentou ao final
do primeiro mês de investimento um total, que inclui X e
o rendimento obtido, de 11/9
de X. Esses 11/9
de X foram
mantidos na aplicação que, no segundo mês, aumentou
o equivalente a 3/2
do valor que havia aumentado no primeiro mês. Sem retirar nada da aplicação, verificou-se
que, ao término do segundo mês, o valor total, que inclui
X e os dois rendimentos obtidos, era de R$ 6.832,00.
A diferença entre o rendimento obtido no segundo mês da aplicação e o valor obtido no primeiro mês foi igual a
A diferença entre o rendimento obtido no segundo mês da aplicação e o valor obtido no primeiro mês foi igual a
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Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
• A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. (2º parágrafo)
• Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. (3º parágrafo)
• As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. (4º parágrafo)
• Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação... (5º parágrafo)
As expressões destacadas estabelecem entre as orações do texto, correta e respectivamente, relações de sentido de:
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
• Delegações voltaram para casa com declarações vagas. (1º parágrafo)
• A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. (2º parágrafo)
• Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. (5º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
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