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Foram encontradas 100 questões.

1642909 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

No exato instante de sua concepção, o organismo de um ser humano é constituído por uma única célula. Depois disso, essa célula passa a se dividir de modo que o número de células desse pequeno ser será igual a 2, 4, 8, 16 ... e assim sucessivamente, até que as células comecem a se diferenciar e o processo de crescimento desse organismo se modifique. Nessas condições, dado que k é um número inteiro conveniente, a função que melhor representa o número de células do organismo de um ser humano depois de n processos de divisão celular é

 

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1642908 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Um grupo de soldados formado por 420 homens deve ser colocado em formação para um desfile. O espaço no qual o desfile será realizado permite que os homens sejam dispostos em até sete fileiras paralelas. Deseja-se que os homens sejam distribuídos em pelotões de configurações idênticas, ou seja, de mesma forma e quantidade de homens. Os pelotões deverão ter forma exatamente retangular e comportar o maior número possível de fileiras. Nessas condições, o número total de formas de se distribuírem todos os 420 homens é igual a

 

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1642907 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões 9 e 10.

1____Pode acreditar: foi em uma confraternização alegre

na casa de Francis Hime que nasceu um drama tão

imensamente sofrido como este. A letra é uma grande

4 exceção na obra do Chico Buarque, por ter nascido em um

ambiente cheio de gente, enquanto Francis dedilhava a

melodia ao piano.

7____Elis quis gravar assim que ouviu, mais tarde. Na

época, ela própria amargurava uma desilusão com o então

ex-marido e ex-produtor Ronaldo Bôscoli. Para o novo

10 trabalho que preparava, contava com César Camargo

Mariano na produção. Elis tinha começado a trocar gracejos

com César quando entraram no estúdio para gravar Atrás da

13 porta.

É o escritor Nelson Motta que narra o momento, em

Noites tropicais: “Extravasando seus sentimentos,

16 misturando as dores da separação com as esperanças de um

novo amor, Elis cantou com extraordinária emoção, a voz

tremendo e intensa musicalidade”. No fim, os profissionais da

19 técnica estavam mudos, e Elis chorava, abraçada por César.

Só tinha um problema: apenas uma parte da

melodia estava letrada. Chico não sabe se, pelo excesso ou

22 pela falta de uísque, a inspiração tinha acabado antes da

música, na casa de Hime. Quando ouviu a fita com a letra na

voz de Elis e a faixa já orquestrada, com uma segunda parte

25 só instrumental, era praticamente uma intimação para

terminar o trabalho. Acometido pela emoção da voz trêmula

na fita, arrematou com versos geniais: “Dei pra maldizer o

28 nosso lar / Pra sujar teu nome, te humilhar / E me vingar a

qualquer preço / Te adorando pelo avesso / Pra mostrar que

ainda sou tua”.

Internet: <http://Almanaque-Brasil> (com adaptações).

Acesso em 20/1/2012.

Assinale a alternativa que está de acordo com a norma padrão.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1642906 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões 9 e 10.

1____Pode acreditar: foi em uma confraternização alegre

na casa de Francis Hime que nasceu um drama tão

imensamente sofrido como este. A letra é uma grande

4 exceção na obra do Chico Buarque, por ter nascido em um

ambiente cheio de gente, enquanto Francis dedilhava a

melodia ao piano.

7____Elis quis gravar assim que ouviu, mais tarde. Na

época, ela própria amargurava uma desilusão com o então

ex-marido e ex-produtor Ronaldo Bôscoli. Para o novo

10 trabalho que preparava, contava com César Camargo

Mariano na produção. Elis tinha começado a trocar gracejos

com César quando entraram no estúdio para gravar Atrás da

13 porta.

É o escritor Nelson Motta que narra o momento, em

Noites tropicais: “Extravasando seus sentimentos,

16 misturando as dores da separação com as esperanças de um

novo amor, Elis cantou com extraordinária emoção, a voz

tremendo e intensa musicalidade”. No fim, os profissionais da

19 técnica estavam mudos, e Elis chorava, abraçada por César.

Só tinha um problema: apenas uma parte da

melodia estava letrada. Chico não sabe se, pelo excesso ou

22 pela falta de uísque, a inspiração tinha acabado antes da

música, na casa de Hime. Quando ouviu a fita com a letra na

voz de Elis e a faixa já orquestrada, com uma segunda parte

25 só instrumental, era praticamente uma intimação para

terminar o trabalho. Acometido pela emoção da voz trêmula

na fita, arrematou com versos geniais: “Dei pra maldizer o

28 nosso lar / Pra sujar teu nome, te humilhar / E me vingar a

qualquer preço / Te adorando pelo avesso / Pra mostrar que

ainda sou tua”.

Internet: <http://Almanaque-Brasil> (com adaptações).

Acesso em 20/1/2012.

A respeito do texto, assinale a alternativa correta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1642905 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões de 5 a 8.

1____Agora que se aproximam grandes chuvas,

inundações, temporais, furacões e deslizamentos de

encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a

4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada

sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia

— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua

7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites

a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande

potência até a profundidade do universo para ver as galáxias

10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas

elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para

nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo

13 de ser do homem ocidental, e não de todos.

Outras culturas, como as próximas a nós, as

andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao

16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua

singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O

camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,

19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele

testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está

me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as

22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,

as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.

As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.

25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao

passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se

especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver

28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou

os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.

Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de

31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de

mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá

significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não

34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das

outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas

fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é

37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,

teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é

o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.

40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso

“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por

outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas

43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos

desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os

lados.

46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens

negras, as florestas das encostas, os rios que rompem

barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos

49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.

Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências

daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de

52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,

obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer

ensinar. A surdez nos dará amargas lições.

Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:

<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).

Acesso em 9/1/2012.

Assinale a alternativa em que há linguagem conotativa.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1642904 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões de 5 a 8.

1____Agora que se aproximam grandes chuvas,

inundações, temporais, furacões e deslizamentos de

encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a

4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada

sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia

— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua

7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites

a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande

potência até a profundidade do universo para ver as galáxias

10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas

elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para

nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo

13 de ser do homem ocidental, e não de todos.

Outras culturas, como as próximas a nós, as

andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao

16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua

singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O

camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,

19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele

testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está

me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as

22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,

as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.

As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.

25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao

passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se

especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver

28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou

os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.

Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de

31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de

mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá

significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não

34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das

outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas

fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é

37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,

teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é

o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.

40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso

“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por

outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas

43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos

desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os

lados.

46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens

negras, as florestas das encostas, os rios que rompem

barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos

49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.

Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências

daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de

52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,

obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer

ensinar. A surdez nos dará amargas lições.

Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:

<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).

Acesso em 9/1/2012.

Assinale a alternativa que apresenta um fragmento do texto que sintetiza o ato de ouvir a natureza.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1642903 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões de 5 a 8.

1____Agora que se aproximam grandes chuvas,

inundações, temporais, furacões e deslizamentos de

encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a

4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada

sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia

— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua

7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites

a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande

potência até a profundidade do universo para ver as galáxias

10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas

elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para

nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo

13 de ser do homem ocidental, e não de todos.

Outras culturas, como as próximas a nós, as

andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao

16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua

singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O

camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,

19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele

testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está

me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as

22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,

as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.

As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.

25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao

passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se

especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver

28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou

os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.

Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de

31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de

mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá

significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não

34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das

outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas

fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é

37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,

teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é

o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.

40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso

“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por

outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas

43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos

desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os

lados.

46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens

negras, as florestas das encostas, os rios que rompem

barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos

49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.

Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências

daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de

52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,

obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer

ensinar. A surdez nos dará amargas lições.

Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:

<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).

Acesso em 9/1/2012.

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma característica dos brasileiros e uma dos andinos.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1642902 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões de 5 a 8.

1____Agora que se aproximam grandes chuvas,

inundações, temporais, furacões e deslizamentos de

encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a

4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada

sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia

— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua

7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites

a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande

potência até a profundidade do universo para ver as galáxias

10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas

elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para

nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo

13 de ser do homem ocidental, e não de todos.

Outras culturas, como as próximas a nós, as

andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao

16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua

singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O

camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,

19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele

testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está

me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as

22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,

as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.

As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.

25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao

passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se

especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver

28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou

os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.

Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de

31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de

mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá

significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não

34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das

outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas

fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é

37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,

teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é

o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.

40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso

“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por

outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas

43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos

desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os

lados.

46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens

negras, as florestas das encostas, os rios que rompem

barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos

49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.

Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências

daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de

52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,

obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer

ensinar. A surdez nos dará amargas lições.

Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:

<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).

Acesso em 9/1/2012.

Assinale a alternativa que interpreta adequadamente ideias do texto.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1642901 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões de 1 a 4.

1____Talvez seu cachorro corra até a porta quando você

está para chegar em casa. Pode ser também que ele

perceba com antecedência a aproximação de uma

4 tempestade e talvez fique desesperado quando ocorre a

queima de fogos de artifício. Esse “entendimento”, que pode

ser considerado por alguns como “sexto sentido”, precisa ser

7 devidamente pesquisado e compreendido pela humanidade.

Segundo pesquisas, os animais são capazes de pressentir

eventos sísmicos importantes.

10___As mortes em massa de animais nos Estados

Unidos, na virada do ano, detonaram uma onda de

especulação sobre as causas dos episódios. Primeiro, 3 mil

13 pássaros negros caíram do céu na pequena cidade de Bibi,

no Arkansas. Todos eles apresentavam hemorragias. Além

disso, foi registrada a morte de 100 mil peixes no rio

16 Arkansas.

Mais ao sul, no estado da Louisiana, outros 500

passarinhos caíram dos céus. Alguns apresentavam asas e

19 espinhas quebradas. A análise dos profissionais competentes

descartou sinais de infecções ou de doença contagiosa. Foi o

que constatou a autópsia realizada em cinco aves pelo

22 Instituto Nacional de Veterinária (SVA, em sua sigla em

sueco).

Dezenas de pássaros também foram encontradas

25 mortas nas ruas da localidade sueca de Falköping.

Veterinários que analisaram a causa da morte das

gralhas-de-nuca-cinzenta detectaram que havia acontecido

28 um espetáculo de fogos de artifício, próximo do local onde os

pássaros foram encontrados.

As autoridades dizem que o tempo frio, as

31 dificuldades de encontrar comida e um possível susto devido

aos fogos de artifício podem ter causado stress nos pássaros

que morreram.

34___Nos últimos dias seguintes, têm sido frequentes as

notícias acerca de morte maciça de pássaros.

Comemorações com fogos de artifício são

37 traumáticas para os animais cuja audição é mais apurada

que a humana. Devido à ocorrência dos fogos de artifício, os

cães latem em desespero e, até, enforcam-se nas correntes.

40 Os gatos têm taquicardia, salivação, tremores, medo de

morrer, e escondem-se em locais minúsculos; alguns fogem

para nunca mais serem encontrados. Há animais que, pelo

43 trauma, mudam de temperamento.

Coincidência ou não, é preciso aprofundar os

estudos referentes aos impactos dos fogos de artifício no

46 meio ambiente. A morte vinda dos céus, representada pelos

pássaros e, no outro extremo, a morte dos peixes podem ser

um alerta. O tema da paz é parte inerente, essencial da luta

49 por outro mundo possível, justo, humano e pacífico para o

indivíduo e o Estado.

Vininha F. Carvalho. Internet: <http://revistaecotour.

blogspot.com> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que a reescrita de fragmento do texto está correta, segundo o padrão culto, e mantém o sentido básico.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1642900 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: CBM-AP

Texto para responder às questões de 1 a 4.

1____Talvez seu cachorro corra até a porta quando você

está para chegar em casa. Pode ser também que ele

perceba com antecedência a aproximação de uma

4 tempestade e talvez fique desesperado quando ocorre a

queima de fogos de artifício. Esse “entendimento”, que pode

ser considerado por alguns como “sexto sentido”, precisa ser

7 devidamente pesquisado e compreendido pela humanidade.

Segundo pesquisas, os animais são capazes de pressentir

eventos sísmicos importantes.

10___As mortes em massa de animais nos Estados

Unidos, na virada do ano, detonaram uma onda de

especulação sobre as causas dos episódios. Primeiro, 3 mil

13 pássaros negros caíram do céu na pequena cidade de Bibi,

no Arkansas. Todos eles apresentavam hemorragias. Além

disso, foi registrada a morte de 100 mil peixes no rio

16 Arkansas.

Mais ao sul, no estado da Louisiana, outros 500

passarinhos caíram dos céus. Alguns apresentavam asas e

19 espinhas quebradas. A análise dos profissionais competentes

descartou sinais de infecções ou de doença contagiosa. Foi o

que constatou a autópsia realizada em cinco aves pelo

22 Instituto Nacional de Veterinária (SVA, em sua sigla em

sueco).

Dezenas de pássaros também foram encontradas

25 mortas nas ruas da localidade sueca de Falköping.

Veterinários que analisaram a causa da morte das

gralhas-de-nuca-cinzenta detectaram que havia acontecido

28 um espetáculo de fogos de artifício, próximo do local onde os

pássaros foram encontrados.

As autoridades dizem que o tempo frio, as

31 dificuldades de encontrar comida e um possível susto devido

aos fogos de artifício podem ter causado stress nos pássaros

que morreram.

34___Nos últimos dias seguintes, têm sido frequentes as

notícias acerca de morte maciça de pássaros.

Comemorações com fogos de artifício são

37 traumáticas para os animais cuja audição é mais apurada

que a humana. Devido à ocorrência dos fogos de artifício, os

cães latem em desespero e, até, enforcam-se nas correntes.

40 Os gatos têm taquicardia, salivação, tremores, medo de

morrer, e escondem-se em locais minúsculos; alguns fogem

para nunca mais serem encontrados. Há animais que, pelo

43 trauma, mudam de temperamento.

Coincidência ou não, é preciso aprofundar os

estudos referentes aos impactos dos fogos de artifício no

46 meio ambiente. A morte vinda dos céus, representada pelos

pássaros e, no outro extremo, a morte dos peixes podem ser

um alerta. O tema da paz é parte inerente, essencial da luta

49 por outro mundo possível, justo, humano e pacífico para o

indivíduo e o Estado.

Vininha F. Carvalho. Internet: <http://revistaecotour.

blogspot.com> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que a reescrita de fragmento do texto preserva a correção gramatical e o sentido original.

 

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