Foram encontradas 100 questões.
No exato instante de sua concepção, o organismo de um ser humano é constituído por uma única célula. Depois disso, essa célula passa a se dividir de modo que o número de células desse pequeno ser será igual a 2, 4, 8, 16 ... e assim sucessivamente, até que as células comecem a se diferenciar e o processo de crescimento desse organismo se modifique. Nessas condições, dado que k é um número inteiro conveniente, a função que melhor representa o número de células do organismo de um ser humano depois de n processos de divisão celular é
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Um grupo de soldados formado por 420 homens deve ser colocado em formação para um desfile. O espaço no qual o desfile será realizado permite que os homens sejam dispostos em até sete fileiras paralelas. Deseja-se que os homens sejam distribuídos em pelotões de configurações idênticas, ou seja, de mesma forma e quantidade de homens. Os pelotões deverão ter forma exatamente retangular e comportar o maior número possível de fileiras. Nessas condições, o número total de formas de se distribuírem todos os 420 homens é igual a
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Texto para responder às questões 9 e 10.
1____Pode acreditar: foi em uma confraternização alegre
na casa de Francis Hime que nasceu um drama tão
imensamente sofrido como este. A letra é uma grande
4 exceção na obra do Chico Buarque, por ter nascido em um
ambiente cheio de gente, enquanto Francis dedilhava a
melodia ao piano.
7____Elis quis gravar assim que ouviu, mais tarde. Na
época, ela própria amargurava uma desilusão com o então
ex-marido e ex-produtor Ronaldo Bôscoli. Para o novo
10 trabalho que preparava, contava com César Camargo
Mariano na produção. Elis tinha começado a trocar gracejos
com César quando entraram no estúdio para gravar Atrás da
13 porta.
É o escritor Nelson Motta que narra o momento, em
Noites tropicais: “Extravasando seus sentimentos,
16 misturando as dores da separação com as esperanças de um
novo amor, Elis cantou com extraordinária emoção, a voz
tremendo e intensa musicalidade”. No fim, os profissionais da
19 técnica estavam mudos, e Elis chorava, abraçada por César.
Só tinha um problema: apenas uma parte da
melodia estava letrada. Chico não sabe se, pelo excesso ou
22 pela falta de uísque, a inspiração tinha acabado antes da
música, na casa de Hime. Quando ouviu a fita com a letra na
voz de Elis e a faixa já orquestrada, com uma segunda parte
25 só instrumental, era praticamente uma intimação para
terminar o trabalho. Acometido pela emoção da voz trêmula
na fita, arrematou com versos geniais: “Dei pra maldizer o
28 nosso lar / Pra sujar teu nome, te humilhar / E me vingar a
qualquer preço / Te adorando pelo avesso / Pra mostrar que
ainda sou tua”.
Internet: <http://Almanaque-Brasil> (com adaptações).
Acesso em 20/1/2012.
Assinale a alternativa que está de acordo com a norma padrão.
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Texto para responder às questões 9 e 10.
1____Pode acreditar: foi em uma confraternização alegre
na casa de Francis Hime que nasceu um drama tão
imensamente sofrido como este. A letra é uma grande
4 exceção na obra do Chico Buarque, por ter nascido em um
ambiente cheio de gente, enquanto Francis dedilhava a
melodia ao piano.
7____Elis quis gravar assim que ouviu, mais tarde. Na
época, ela própria amargurava uma desilusão com o então
ex-marido e ex-produtor Ronaldo Bôscoli. Para o novo
10 trabalho que preparava, contava com César Camargo
Mariano na produção. Elis tinha começado a trocar gracejos
com César quando entraram no estúdio para gravar Atrás da
13 porta.
É o escritor Nelson Motta que narra o momento, em
Noites tropicais: “Extravasando seus sentimentos,
16 misturando as dores da separação com as esperanças de um
novo amor, Elis cantou com extraordinária emoção, a voz
tremendo e intensa musicalidade”. No fim, os profissionais da
19 técnica estavam mudos, e Elis chorava, abraçada por César.
Só tinha um problema: apenas uma parte da
melodia estava letrada. Chico não sabe se, pelo excesso ou
22 pela falta de uísque, a inspiração tinha acabado antes da
música, na casa de Hime. Quando ouviu a fita com a letra na
voz de Elis e a faixa já orquestrada, com uma segunda parte
25 só instrumental, era praticamente uma intimação para
terminar o trabalho. Acometido pela emoção da voz trêmula
na fita, arrematou com versos geniais: “Dei pra maldizer o
28 nosso lar / Pra sujar teu nome, te humilhar / E me vingar a
qualquer preço / Te adorando pelo avesso / Pra mostrar que
ainda sou tua”.
Internet: <http://Almanaque-Brasil> (com adaptações).
Acesso em 20/1/2012.
A respeito do texto, assinale a alternativa correta.
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Texto para responder às questões de 5 a 8.
1____Agora que se aproximam grandes chuvas,
inundações, temporais, furacões e deslizamentos de
encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a
4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada
sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia
— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua
7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites
a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande
potência até a profundidade do universo para ver as galáxias
10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas
elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para
nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo
13 de ser do homem ocidental, e não de todos.
Outras culturas, como as próximas a nós, as
andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao
16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua
singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O
camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,
19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele
testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está
me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as
22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,
as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.
As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.
25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao
passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se
especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver
28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou
os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.
Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de
31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de
mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá
significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não
34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das
outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas
fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é
37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,
teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é
o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.
40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso
“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por
outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas
43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos
desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os
lados.
46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens
negras, as florestas das encostas, os rios que rompem
barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos
49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.
Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências
daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de
52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,
obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer
ensinar. A surdez nos dará amargas lições.
Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:
<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).
Acesso em 9/1/2012.
Assinale a alternativa em que há linguagem conotativa.
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Texto para responder às questões de 5 a 8.
1____Agora que se aproximam grandes chuvas,
inundações, temporais, furacões e deslizamentos de
encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a
4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada
sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia
— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua
7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites
a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande
potência até a profundidade do universo para ver as galáxias
10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas
elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para
nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo
13 de ser do homem ocidental, e não de todos.
Outras culturas, como as próximas a nós, as
andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao
16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua
singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O
camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,
19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele
testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está
me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as
22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,
as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.
As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.
25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao
passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se
especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver
28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou
os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.
Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de
31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de
mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá
significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não
34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das
outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas
fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é
37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,
teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é
o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.
40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso
“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por
outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas
43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos
desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os
lados.
46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens
negras, as florestas das encostas, os rios que rompem
barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos
49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.
Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências
daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de
52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,
obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer
ensinar. A surdez nos dará amargas lições.
Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:
<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).
Acesso em 9/1/2012.
Assinale a alternativa que apresenta um fragmento do texto que sintetiza o ato de ouvir a natureza.
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Texto para responder às questões de 5 a 8.
1____Agora que se aproximam grandes chuvas,
inundações, temporais, furacões e deslizamentos de
encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a
4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada
sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia
— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua
7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites
a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande
potência até a profundidade do universo para ver as galáxias
10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas
elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para
nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo
13 de ser do homem ocidental, e não de todos.
Outras culturas, como as próximas a nós, as
andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao
16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua
singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O
camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,
19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele
testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está
me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as
22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,
as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.
As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.
25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao
passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se
especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver
28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou
os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.
Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de
31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de
mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá
significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não
34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das
outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas
fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é
37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,
teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é
o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.
40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso
“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por
outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas
43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos
desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os
lados.
46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens
negras, as florestas das encostas, os rios que rompem
barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos
49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.
Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências
daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de
52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,
obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer
ensinar. A surdez nos dará amargas lições.
Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:
<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).
Acesso em 9/1/2012.
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma característica dos brasileiros e uma dos andinos.
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Texto para responder às questões de 5 a 8.
1____Agora que se aproximam grandes chuvas,
inundações, temporais, furacões e deslizamentos de
encostas, temos de reaprender a escutar a natureza. Toda a
4 nossa cultura ocidental, de vertente grega, está assentada
sobre o ver. Não é sem razão que a categoria central — ideia
— (eidos, em grego) significa visão. A tele-visão é sua
7 expressão maior. Temos desenvolvido até os últimos limites
a nossa visão. Penetramos com os telescópios de grande
potência até a profundidade do universo para ver as galáxias
10 mais distantes. Descemos às derradeiras partículas
elementares e ao mistério íntimo da vida. O olhar é tudo para
nós. Mas devemos tomar consciência de que esse é o modo
13 de ser do homem ocidental, e não de todos.
Outras culturas, como as próximas a nós, as
andinas (dos quéchuas e aimaras e outras) estruturam-se ao
16 redor do escutar. Logicamente eles também veem. Mas sua
singularidade é escutar as mensagens daquilo que veem. O
camponês do altiplano da Bolívia diz: “Eu escuto a natureza,
19 eu sei o que a montanha me diz”. Falando com um xamã, ele
testemunha: “Eu escuto a Pachamama e sei o que ela está
me comunicando”. Tudo fala: as estrelas, o sol, a lua, as
22 montanhas soberbas, os lagos serenos, os vales profundos,
as nuvens fugidias, as florestas, os pássaros e os animais.
As pessoas aprendem a escutar atentamente essas vozes.
25 Livros não são importantes para eles porque são mudos, ao
passo que a natureza está cheia de vozes. E eles se
especializaram de tal forma nessa escuta que sabem, ao ver
28 as nuvens, ao escutar os ventos, ao observar as lhamas ou
os movimentos das formigas, o que vai ocorrer na natureza.
Para a cultura andina, tudo se estrutura dentro de
31 uma teia de relações vivas, carregadas de sentido e de
mensagens. Percebem o fio que tudo penetra, unifica e dá
significação. Nós, ocidentais, vemos as árvores, mas não
34 percebemos a floresta. As coisas estão isoladas umas das
outras. São mudas. A fala é só nossa. Captamos as coisas
fora do conjunto das relações. Por isso nossa linguagem é
37 formal e fria. Nela temos elaborado nossas filosofias,
teologias, doutrinas, ciências e nossos dogmas. Mas esse é
o nosso jeito de sentir o mundo. E não é de todos os povos.
40___Os andinos ajudam-nos a relativizar nosso pretenso
“universalismo”. Podemos expressar as mensagens por
outras formas relacionais e includentes, e não por aquelas
43 objetivísticas e mudas a que estamos acostumados. Eles nos
desafiam a escutar as mensagens que nos vêm de todos os
lados.
46___Nos dias atuais, devemos escutar o que as nuvens
negras, as florestas das encostas, os rios que rompem
barreiras, as encostas abruptas, as rochas soltas nos
49 advertem. As ciências da natureza ajudam-nos nessa escuta.
Mas não é o nosso hábito cultural captar as advertências
daquilo que vemos. E então nossa surdez nos faz vítimas de
52 desastres lastimáveis. Só dominamos a natureza,
obedecendo a ela, quer dizer, escutando o que ela nos quer
ensinar. A surdez nos dará amargas lições.
Leonardo Boff. Paradigma: escutar a natureza. Internet:
<http://oglobo.globo.com> (com adaptações).
Acesso em 9/1/2012.
Assinale a alternativa que interpreta adequadamente ideias do texto.
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Texto para responder às questões de 1 a 4.
1____Talvez seu cachorro corra até a porta quando você
está para chegar em casa. Pode ser também que ele
perceba com antecedência a aproximação de uma
4 tempestade e talvez fique desesperado quando ocorre a
queima de fogos de artifício. Esse “entendimento”, que pode
ser considerado por alguns como “sexto sentido”, precisa ser
7 devidamente pesquisado e compreendido pela humanidade.
Segundo pesquisas, os animais são capazes de pressentir
eventos sísmicos importantes.
10___As mortes em massa de animais nos Estados
Unidos, na virada do ano, detonaram uma onda de
especulação sobre as causas dos episódios. Primeiro, 3 mil
13 pássaros negros caíram do céu na pequena cidade de Bibi,
no Arkansas. Todos eles apresentavam hemorragias. Além
disso, foi registrada a morte de 100 mil peixes no rio
16 Arkansas.
Mais ao sul, no estado da Louisiana, outros 500
passarinhos caíram dos céus. Alguns apresentavam asas e
19 espinhas quebradas. A análise dos profissionais competentes
descartou sinais de infecções ou de doença contagiosa. Foi o
que constatou a autópsia realizada em cinco aves pelo
22 Instituto Nacional de Veterinária (SVA, em sua sigla em
sueco).
Dezenas de pássaros também foram encontradas
25 mortas nas ruas da localidade sueca de Falköping.
Veterinários que analisaram a causa da morte das
gralhas-de-nuca-cinzenta detectaram que havia acontecido
28 um espetáculo de fogos de artifício, próximo do local onde os
pássaros foram encontrados.
As autoridades dizem que o tempo frio, as
31 dificuldades de encontrar comida e um possível susto devido
aos fogos de artifício podem ter causado stress nos pássaros
que morreram.
34___Nos últimos dias seguintes, têm sido frequentes as
notícias acerca de morte maciça de pássaros.
Comemorações com fogos de artifício são
37 traumáticas para os animais cuja audição é mais apurada
que a humana. Devido à ocorrência dos fogos de artifício, os
cães latem em desespero e, até, enforcam-se nas correntes.
40 Os gatos têm taquicardia, salivação, tremores, medo de
morrer, e escondem-se em locais minúsculos; alguns fogem
para nunca mais serem encontrados. Há animais que, pelo
43 trauma, mudam de temperamento.
Coincidência ou não, é preciso aprofundar os
estudos referentes aos impactos dos fogos de artifício no
46 meio ambiente. A morte vinda dos céus, representada pelos
pássaros e, no outro extremo, a morte dos peixes podem ser
um alerta. O tema da paz é parte inerente, essencial da luta
49 por outro mundo possível, justo, humano e pacífico para o
indivíduo e o Estado.
Vininha F. Carvalho. Internet: <http://revistaecotour.
blogspot.com> (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a reescrita de fragmento do texto está correta, segundo o padrão culto, e mantém o sentido básico.
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Texto para responder às questões de 1 a 4.
1____Talvez seu cachorro corra até a porta quando você
está para chegar em casa. Pode ser também que ele
perceba com antecedência a aproximação de uma
4 tempestade e talvez fique desesperado quando ocorre a
queima de fogos de artifício. Esse “entendimento”, que pode
ser considerado por alguns como “sexto sentido”, precisa ser
7 devidamente pesquisado e compreendido pela humanidade.
Segundo pesquisas, os animais são capazes de pressentir
eventos sísmicos importantes.
10___As mortes em massa de animais nos Estados
Unidos, na virada do ano, detonaram uma onda de
especulação sobre as causas dos episódios. Primeiro, 3 mil
13 pássaros negros caíram do céu na pequena cidade de Bibi,
no Arkansas. Todos eles apresentavam hemorragias. Além
disso, foi registrada a morte de 100 mil peixes no rio
16 Arkansas.
Mais ao sul, no estado da Louisiana, outros 500
passarinhos caíram dos céus. Alguns apresentavam asas e
19 espinhas quebradas. A análise dos profissionais competentes
descartou sinais de infecções ou de doença contagiosa. Foi o
que constatou a autópsia realizada em cinco aves pelo
22 Instituto Nacional de Veterinária (SVA, em sua sigla em
sueco).
Dezenas de pássaros também foram encontradas
25 mortas nas ruas da localidade sueca de Falköping.
Veterinários que analisaram a causa da morte das
gralhas-de-nuca-cinzenta detectaram que havia acontecido
28 um espetáculo de fogos de artifício, próximo do local onde os
pássaros foram encontrados.
As autoridades dizem que o tempo frio, as
31 dificuldades de encontrar comida e um possível susto devido
aos fogos de artifício podem ter causado stress nos pássaros
que morreram.
34___Nos últimos dias seguintes, têm sido frequentes as
notícias acerca de morte maciça de pássaros.
Comemorações com fogos de artifício são
37 traumáticas para os animais cuja audição é mais apurada
que a humana. Devido à ocorrência dos fogos de artifício, os
cães latem em desespero e, até, enforcam-se nas correntes.
40 Os gatos têm taquicardia, salivação, tremores, medo de
morrer, e escondem-se em locais minúsculos; alguns fogem
para nunca mais serem encontrados. Há animais que, pelo
43 trauma, mudam de temperamento.
Coincidência ou não, é preciso aprofundar os
estudos referentes aos impactos dos fogos de artifício no
46 meio ambiente. A morte vinda dos céus, representada pelos
pássaros e, no outro extremo, a morte dos peixes podem ser
um alerta. O tema da paz é parte inerente, essencial da luta
49 por outro mundo possível, justo, humano e pacífico para o
indivíduo e o Estado.
Vininha F. Carvalho. Internet: <http://revistaecotour.
blogspot.com> (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a reescrita de fragmento do texto preserva a correção gramatical e o sentido original.
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