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Foram encontradas 119 questões.

971741 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
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A ciência de viver bem
Pequenas mudanças de atitude podem melhorar sua saúde física, mental e material. Conheça alguns hábitos comprovados cientificamente que você deve adotar para ganhar qualidade de vida
por Texto Mariana Sgarioni
1. Prepare-se para envelhecer
2. Ninguém gosta muito da ideia de vir a ser velho, mas isso é a melhor coisa que pode acontecer a uma pessoa (pense na outra possibilidade). É bom reservar um tempo desde já para planejar como você pretende que seja sua velhice. Inclusive porque é bem possível que essa fase da sua vida dure bastante tempo. Graças aos avanços no saneamento básico, à descoberta de novas drogas e a fatores ambientais e de prevenção, estamos vivendo cada vez mais. Em 1900, a expectativa média de vida no Brasil ao nascer era de 33 anos. Hoje, já estamos na marca dos 67. Estudos demográficos apontam que, em 2025, o brasileiro viverá em média 75,3 anos e, por volta do ano 2050, 2 bilhões de pessoas no mundo terão mais de 60 anos. E, graças a esses mesmos motivos, os velhos estão ficando cada vez mais velhos.
3. Sendo assim, duas coisas precisam ser preparadas desde já: saúde e finanças. Afinal, ninguém quer viver até os 120 anos vegetando numa cama, sem grana e dando um trabalho danado para o filho de 96 anos.
4. “Os sinais de envelhecimento são consequência de desgastes físicos e emocionais que sofremos durante a vida. Os principais são o estresse, doenças, fumo, bebida em excesso, consumo de drogas, pouco sono e descuido com o descanso. Os desgastes são cumulativos, por isso, para envelhecer de forma saudável, é preciso tomar atitudes ainda jovem”, diz a médica geriatra Mariana Jacob, do Rio de Janeiro. Portanto, arregace as mangas e comece desde já.
5. Agora, também é importante pensar como estará sua conta bancária. Se você é daqueles que confiam no INSS, é bom abrir os olhos. O envelhecimento em larga escala da população preocupa as finanças públicas do mundo todo. No Brasil, o déficit da Previdência Social ultrapassou R$ 40 bilhões em 2005 e vem sendo um dos maiores pepinos para os governos. Vá saber como será a aposentadoria daqui a algumas décadas...
6. Portanto, é melhor tomar outras atitudes, além de, claro, continuar colaborando para o INSS. “O ideal é a estratégia da formiga: guardar uma quantia todo mês e, quando parar de trabalhar, viver desse valor acumulado”, afirma o administrador Ricardo Humberto Rocha. Pegue o lápis e anote a lição que ele ensina: se você começar a guardar dinheiro aos 30 anos, deve pensar em se aposentar 40 anos depois, ou seja, aos 70. Durante esse tempo, deve separar 300 reais todo mês. Aos 70, terá acumulado 300 mil reais (valores de hoje, sem projetar a correção monetária). Na pior das hipóteses, isso renderá 0,5% ao mês, ou seja, 1,5 mil reais. Juntando isso a uma aposentadoria do INSS de 3,6 mil reais (o casal), dará uma renda mensal de 5,1 mil reais. “Com 5 mil reais por mês, um casal de idosos deve viver bem: vai gastar 1,5 mil reais entre plano de saúde e remédios e o resto paga o condomínio, a alimentação e o lazer.”
7. Tenha fé
8. Costuma ser mais feliz quem consegue encontrar um significado para a vida. Esse significado pode estar em qualquer coisa – da filatelia à filantropia. Mas é na religiosidade que a maior parte da população vai buscar essa razão de viver. E encontra. Pesquisas mostram que as pessoas religiosas consideram-se, em média, mais felizes do que as não religiosas. Elas também apresentam menos depressão, menos ansiedade e índices menores de suicídio.
9. “A fé nos conecta com outras pessoas, dá sentido e propósito para nossa existência, ajuda também na autoaceitação e sustenta a esperança de que, no final, tudo ficará bem”, diz o relatório de um estudo sobre o assunto do Centro Nacional de Pesquisas de Opinião dos EUA.
10. O poder da crença pode ir além do conforto espiritual, ajudando a curar doenças e aumentando a longevidade. Uma das razões para tanto passa longe do sobrenatural: a fé traz a reboque uma rotina mais regrada e vínculos mais sólidos com a família e a comunidade. Quem professa uma crença raramente faz bobagens como se embebedar e sair dirigindo a 160 quilômetros por hora.
11. “Existem evidências de que pessoas com atitude positiva e fé possuem saúde melhor”, afirma o psiquiatra Frederico Camelo Leão, que defendeu tese de mestrado sobre o assunto no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Isso vale tanto para a espiritualidade intrínseca, quando a pessoa é voltada a seus valores internos, quanto a extrínseca, quando a pessoa se associa a grupos e cerimônias. Nos dois casos, há trabalhos que mostram que essas pessoas tendem a pontuar mais em qualidade de vida e na evolução do tratamento de doenças.”
12. A fé propriamente dita pode ter efeitos benéficos no corpo humano. Já foi comprovado, por exemplo, por meio de uma pesquisa da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), que pessoas com fé religiosa conseguem melhorar o funcionamento de seu sistema imunológico. “Ter uma fé ativa é tão fortemente associado à longevidade quanto ao hábito de não fumar”, afirma David Myers, professor de psicologia da Faculdade Hope, em Michigan (EUA).
13. Mas se você não se sente preparado para ligar-se a algum grupo religioso, não tem problema. A religião não é exatamente a única forma de explorar a fé, muito menos de dar significado à vida. Quem não se identifica com nenhum grupo religioso pode procurar outras crenças. E crer em algo não significa necessariamente ser em Deus. Um ateu convicto pode ter fé em seu próprio papel na história da humanidade, na justiça social, no desenvolvimento sustentável do planeta, na democracia. Ou ainda buscar o significado da vida em algum desafio diferente, como aprender a escalar uma montanha, cozinhar, tocar bateria, fazer mountain bike. Acreditar faz bem. Outro caminho é a prática do altruísmo. Isso, inclusive, já foi testado em laboratório: está comprovado que aumenta os índices de felicidade e bem-estar. Vale visitar uma creche, colaborar com uma ong, inscrever-se em um trabalho voluntário – enfim, fazer qualquer coisa que ajude alguém.
Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-viver-bem-446191.
shtml, em 07/10/2012
Em “Mas é na religiosidade que a maior parte da população vai buscar essa razão de viver. E encontra.” (8º parágrafo), o termo destacado estabelece relação de
 

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970150 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
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Existem na informática vários softwares compactadores de arquivos, esses softwares permitem que o usuário junte vários arquivos ou diretórios em um único arquivo e, dependendo do tipo do arquivo compactado, seu tamanho pode ser reduzido, facilitando assim a transferência de arquivos para um dispositivo ou até mesmo por e-mail.
Qual das alternativas a seguir apresenta APENAS extensões de arquivos compactados?
 

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962756 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
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No dia 14 de Outubro, policias e fuzileiros navais, juntamente com a equipe do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) ocuparam, em menos de trinta minutos, um complexo de favelas, denominado como uma grande cracolândia, sendo controlada por um grupo de traficantes que mantinha locais de venda e consumo de drogas ao ar livre. O secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, declarou logo após a ocupação que acabou o medo do cidadão em transitar em vias que eram dominadas pelo tráfico.
Assinale a alternativa que apresenta o local dessa ocupação.
 

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960732 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
Assinale a alternativa que apresenta o local que permite alterar configurações e o modo de operação do Windows XP Professional.
 

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930852 Ano: 2012
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
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O orçamento da Seguridade Social destinará ao Sistema Único de Saúde-SUS, de acordo com a receita estimada, os recursos necessários à realização de suas finalidades, previstos em propostas elaboradas pela sua direção nacional. São órgãos participativos:
 

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926014 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
Nascido na cidade de Exu, em Pernambuco, este artista foi um compositor popular brasileiro conhecido como o Rei do Baião e que comemora este ano o seu centenário. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, dissiminou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra. Uma de suas canções mais populares foi Asa Branca.
Assinale a alternativa que apresenta o nome deste artista.
 

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923099 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
Mensalão, assim ficou conhecido e popularizado o esquema de compra de votos de parlamentares. Foi o deputado Roberto Jefferson que, em 2005, utilizou pela primeira vez o termo “mensalão” ao denunciar o esquema de corrupção entre os deputados.
Assinale a alternativa que apresenta o nome do Ministro do Supremo Tribunal Federal responsável por ser o Relator do caso do mensalão e que foi eleito o presidente do Supremo Tribunal Federal.
 

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920606 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
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A ciência de viver bem
Pequenas mudanças de atitude podem melhorar sua saúde física, mental e material. Conheça alguns hábitos comprovados cientificamente que você deve adotar para ganhar qualidade de vida
por Texto Mariana Sgarioni
1. Prepare-se para envelhecer
2. Ninguém gosta muito da ideia de vir a ser velho, mas isso é a melhor coisa que pode acontecer a uma pessoa (pense na outra possibilidade). É bom reservar um tempo desde já para planejar como você pretende que seja sua velhice. Inclusive porque é bem possível que essa fase da sua vida dure bastante tempo. Graças aos avanços no saneamento básico, à descoberta de novas drogas e a fatores ambientais e de prevenção, estamos vivendo cada vez mais. Em 1900, a expectativa média de vida no Brasil ao nascer era de 33 anos. Hoje, já estamos na marca dos 67. Estudos demográficos apontam que, em 2025, o brasileiro viverá em média 75,3 anos e, por volta do ano 2050, 2 bilhões de pessoas no mundo terão mais de 60 anos. E, graças a esses mesmos motivos, os velhos estão ficando cada vez mais velhos.
3. Sendo assim, duas coisas precisam ser preparadas desde já: saúde e finanças. Afinal, ninguém quer viver até os 120 anos vegetando numa cama, sem grana e dando um trabalho danado para o filho de 96 anos.
4. “Os sinais de envelhecimento são consequência de desgastes físicos e emocionais que sofremos durante a vida. Os principais são o estresse, doenças, fumo, bebida em excesso, consumo de drogas, pouco sono e descuido com o descanso. Os desgastes são cumulativos, por isso, para envelhecer de forma saudável, é preciso tomar atitudes ainda jovem”, diz a médica geriatra Mariana Jacob, do Rio de Janeiro. Portanto, arregace as mangas e comece desde já.
5. Agora, também é importante pensar como estará sua conta bancária. Se você é daqueles que confiam no INSS, é bom abrir os olhos. O envelhecimento em larga escala da população preocupa as finanças públicas do mundo todo. No Brasil, o déficit da Previdência Social ultrapassou R$ 40 bilhões em 2005 e vem sendo um dos maiores pepinos para os governos. Vá saber como será a aposentadoria daqui a algumas décadas...
6. Portanto, é melhor tomar outras atitudes, além de, claro, continuar colaborando para o INSS. “O ideal é a estratégia da formiga: guardar uma quantia todo mês e, quando parar de trabalhar, viver desse valor acumulado”, afirma o administrador Ricardo Humberto Rocha. Pegue o lápis e anote a lição que ele ensina: se você começar a guardar dinheiro aos 30 anos, deve pensar em se aposentar 40 anos depois, ou seja, aos 70. Durante esse tempo, deve separar 300 reais todo mês. Aos 70, terá acumulado 300 mil reais (valores de hoje, sem projetar a correção monetária). Na pior das hipóteses, isso renderá 0,5% ao mês, ou seja, 1,5 mil reais. Juntando isso a uma aposentadoria do INSS de 3,6 mil reais (o casal), dará uma renda mensal de 5,1 mil reais. “Com 5 mil reais por mês, um casal de idosos deve viver bem: vai gastar 1,5 mil reais entre plano de saúde e remédios e o resto paga o condomínio, a alimentação e o lazer.”
7. Tenha fé
8. Costuma ser mais feliz quem consegue encontrar um significado para a vida. Esse significado pode estar em qualquer coisa – da filatelia à filantropia. Mas é na religiosidade que a maior parte da população vai buscar essa razão de viver. E encontra. Pesquisas mostram que as pessoas religiosas consideram-se, em média, mais felizes do que as não religiosas. Elas também apresentam menos depressão, menos ansiedade e índices menores de suicídio.
9. “A fé nos conecta com outras pessoas, dá sentido e propósito para nossa existência, ajuda também na autoaceitação e sustenta a esperança de que, no final, tudo ficará bem”, diz o relatório de um estudo sobre o assunto do Centro Nacional de Pesquisas de Opinião dos EUA.
10. O poder da crença pode ir além do conforto espiritual, ajudando a curar doenças e aumentando a longevidade. Uma das razões para tanto passa longe do sobrenatural: a fé traz a reboque uma rotina mais regrada e vínculos mais sólidos com a família e a comunidade. Quem professa uma crença raramente faz bobagens como se embebedar e sair dirigindo a 160 quilômetros por hora.
11. “Existem evidências de que pessoas com atitude positiva e fé possuem saúde melhor”, afirma o psiquiatra Frederico Camelo Leão, que defendeu tese de mestrado sobre o assunto no Hospital das Clínicas de São Paulo. “Isso vale tanto para a espiritualidade intrínseca, quando a pessoa é voltada a seus valores internos, quanto a extrínseca, quando a pessoa se associa a grupos e cerimônias. Nos dois casos, há trabalhos que mostram que essas pessoas tendem a pontuar mais em qualidade de vida e na evolução do tratamento de doenças.”
12. A fé propriamente dita pode ter efeitos benéficos no corpo humano. Já foi comprovado, por exemplo, por meio de uma pesquisa da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), que pessoas com fé religiosa conseguem melhorar o funcionamento de seu sistema imunológico. “Ter uma fé ativa é tão fortemente associado à longevidade quanto ao hábito de não fumar”, afirma David Myers, professor de psicologia da Faculdade Hope, em Michigan (EUA).
13. Mas se você não se sente preparado para ligar-se a algum grupo religioso, não tem problema. A religião não é exatamente a única forma de explorar a fé, muito menos de dar significado à vida. Quem não se identifica com nenhum grupo religioso pode procurar outras crenças. E crer em algo não significa necessariamente ser em Deus. Um ateu convicto pode ter fé em seu próprio papel na história da humanidade, na justiça social, no desenvolvimento sustentável do planeta, na democracia. Ou ainda buscar o significado da vida em algum desafio diferente, como aprender a escalar uma montanha, cozinhar, tocar bateria, fazer mountain bike. Acreditar faz bem. Outro caminho é a prática do altruísmo. Isso, inclusive, já foi testado em laboratório: está comprovado que aumenta os índices de felicidade e bem-estar. Vale visitar uma creche, colaborar com uma ong, inscrever-se em um trabalho voluntário – enfim, fazer qualquer coisa que ajude alguém.
Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-viver-bem-446191.
shtml, em 07/10/2012
Assinale a alternativa que apresenta o mesmo emprego de crase ocorrido em “Graças aos avanços no saneamento básico, à descoberta de novas drogas e a fatores ambientais e de prevenção”
 

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920438 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
Felicidade em excesso pode fazer mal
Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.
por June Gruber*
1. Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.
2. É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.
3. Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores. Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito auto focados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social. O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.
4. A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.
5. O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão. Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.
6. June Gruber é professora de psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.
Extraído de http://super.abril.com.br/cotidiano/felicidade-excessopode- fazer-mal-674821.shtml em 07/10/2012.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao significado da expressão destacada.
 

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920301 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: CRM-MT
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Cargo Público consiste no conjunto de atribuições e responsabilidades outorgadas a servidor.

O Cargo é classificado de diversas formas, dentre eles temos o cargo de Carreira que é

 

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