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Foram encontradas 90 questões.

790209 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Como exibir seus feitos profissionais sem irritar os colegas
Lembra-se daqueles colegas da escola que eram ótimos na hora de assumir os créditos por algum trabalho bem feito, mas na realidade ajudavam pouco? Dê uma olhada à sua volta. Muitos deles provavelmente povoam seu ambiente de trabalho hoje. E mais: pode ser que até você seja um deles.
Esse comportamento, quando temperado com a dose certa de elegância, é bastante útil para melhorar suas chances de avançar na carreira. Mas, se for exagerado, há uma grande chance de você não ganhar pontos por trabalhar bem em equipe e de ser esquecido na hora de uma promoção. "Uma boa maneira de conseguir chamar a atenção da maneira certa é dar às pessoas o que elas querem antes mesmo que elas saibam disso", sugere Lucy Owens, consultora da empresa britânica de gerenciamento de carreiras The Career Coach. Ela cita o exemplo de uma colega sua, que participou de uma reunião com executivos-sêniores e, embora não tenha sido requisitada, decidiu anotar os principais pontos do encontro para seu chefe "mal-humorado". Poucas horas depois, enviou para ele um resumo, que se mostrou muito útil em um encontro que o chefe teria com um cliente. Semanas depois, a moça foi promovida para outra equipe.
Segundo Owens, outra forma de ganhar vantagem é abrir o jogo com seu chefe sobre as suas necessidades. Em vez de usar uma abordagem “puxa-saco”, tenha uma conversa honesta e adulta com seu gerente sobre o que você gostaria de concretizar em seu cargo e dentro da empresa, recomenda a especialista. "É a maneira mais direta e eficaz de conseguir o que você quer no trabalho." Além disso, é importante não esperar pela reunião anual de avaliação. "Solicite uma rápida conversa com seu chefe, e fale com confiança sobre seus objetivos, as promoções que quer trabalhar para obter e suas metas a longo prazo", diz a consultora.
Gerentes competentes valorizam mais esse tipo de abordagem porque isso os ajuda a entender ao que seus subordinados aspiram. Mas não se esqueça de manter um diálogo de duas vias. Pergunte a seu supervisor como ele o vê dentro da organização, o que ele enxerga como seus pontos fortes e o que ele sugere para que você desenvolva sua carreira. Mas não pare por aí. "Você não vai convencer seu gerente sobre seus pontos fortes em apenas um encontro", define Philippe Gaud, professor dos cursos de MBA da HEC Paris. "Sempre que se reunir com ele, volte ao assunto. A repetição é importante, e o tempo vai ajudar."
Ainda melhor é encontrar oportunidades para demonstrar esses pontos fortes em ação, de acordo com Gaud. "Não se concentre apenas nos encontros formais de avaliação. Em reuniões gerais, tente aproveitar as oportunidades para mostrar a que veio", diz. Por exemplo, se você é bom em desafiar seus colegas de uma maneira positiva, use essa habilidade na próxima reunião geral. Assim seu chefe pode ver isso na prática.
Em vez de esperar pelo dia em que terá uma posição de liderança, comece já a agir como um líder."Tire partido das oportunidades que sua carreira apresenta para liderar", recomenda Deborah Golden, diretora da Deloitte & Touche LLP, dos Estados Unidos. Por exemplo, experimente influenciar outras pessoas, inovar ou fazer estratégias. "Se outros seguirem suas ideias, isso pode mostrar sua habilidade em liderar e não apenas gerenciar." Não tenha medo. "Aproveite as chances conforme elas aparecerem; não fique esperando para que um cargo apareça na sua frente", diz Golden. "Mostrar as características, habilidades e capacidades de um líder antes de ter um papel oficial de liderança é uma maneira certeira de se tornar um líder. E se você não conseguir um determinado cargo, passe rapidamente para o próximo desafio. É muito importante que os outros testemunhem a maneira como você reage a certas situações."
Golden afirma que conhece muitos profissionais que acabam não fazendo o máximo para advogar em causa própria. "É importante vocalizar suas aspirações porque as pessoas não podem ler seus pensamentos", lembra. "Pense no cargo que você almeja e seja visível em situações que oferecem uma chance de ressaltar essas capacidades." Ao se expor, você pode encontrar pessoas que apoiarão seu desenvolvimento e que o ajudarão a encontrar novas oportunidades. A partir daí, é com você. "Seu desempenho precisa mostrar que você está pronto para liderar de cima", afirma Golden.
Fonte: Texto adaptado – <http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151026_vert_cap_auto_promocao_ml>
Considerando a expressão ‘puxa-saco’, analise as assertivas abaixo:
I. Poderia ser substituída por ‘bajuladora’.
II. Significa ‘elogiar em excesso’.
III. É uma gíria, ou seja, é característica de uma variação informal da língua.
Quais estão corretas?
 

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790203 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Quatro cozinheiras trabalham durante cinco horas diárias para preparar um Buffet que serve 120 pessoas. Quantas cozinheiras de mesma capacidade e trabalhando 4 horas diárias seriam necessárias para servir o mesmo Buffet para 240 pessoas?
 

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790071 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem na resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras da questão, se houver.
Um usuário precisa criar uma pasta na Área de Trabalho (Windows 8.1 Pro) contendo um nome com alguns caracteres especiais, porém alguns caracteres não são permitidos. Qual dos nomes apresentados abaixo é válido?
 

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770427 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Para responder à questão, considere a frase abaixo, retirada do texto, e as assertivas que seguem.
A descrença banal na loucura alheia
O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.
Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.
Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.
Aqueles que já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)
Analise as seguintes propostas de alteração de palavras do texto:
I. ‘continha’ por ‘possuía’.
II. ‘Destituída’ por ‘privada’.
III. ‘atenderam’ por ‘prestaram auxílio’.
Quais provocam necessidade de alterações sintáticas?
 

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767220 Ano: 2015
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Analise as seguintes assertivas sobre o jus variandi no contrato de trabalho:
I. O empregador pode, unilateralmente, alterar condições essenciais de trabalho contidas no contrato de trabalho, ainda que eventualmente venha a implicar restrições aos direitos do empregado.
II. É ilícita a determinação para que o empregado deixe o exercício de função de confiança e retorne a ocupar o cargo efetivo.
III. O empregado transferido do período noturno para o período diurno perde o direito ao adicional noturno.
Quais estão corretas?
 

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767039 Ano: 2015
Disciplina: Veterinária
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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No Manual Técnico do MAPA (2009) – Controle de Raiva dos Herbívoros, no item sobre o Controle e Comercialização das Vacinas Antirrábicas (item 9 do Capítulo I), são citadas algumas características desde a produção das vacinas até sua comercialização. Analise as seguintes assertivas sobre o assunto:
I. No Brasil, todas as vacinas antirrábicas para herbívoros são produzidas em cultivo celular ou em camundongos com 24h de vida.
II. No Brasil, todas as vacinas antirrábicas para herbívoros são produzidas em cultivo celular.
III. Desde a produção até sua aplicação, a vacina antirrábica deverá ser mantida entre 2°C e 8°C.
IV. A vacina antirrábica poderá ser congelada no máximo por 7 (sete) dias.
V. Nos estabelecimentos comerciais, os imunobiológicos deverão ser mantidos em refrigeradores de uso exclusivo para tal.
Quais estão corretas?
 

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761961 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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A descrença banal na loucura alheia

O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.

Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.

Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.

Aqueles que já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.

(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)

Analise as afirmações feitas sobre o processo de formação de palavras:

I. A palavra ‘desqualificativo’ é formada por parassíntese, através da adição dos fixos des- e -ivo.

II. ‘cleptomania’ é formada por composição por justaposição.

III. Em ‘verdadeiro’, há um processo de derivação sufixal, com a adição do afixo -eiro.

Quais estão INCORRETAS?

 

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761917 Ano: 2015
Disciplina: Veterinária
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Consta na Resolução nº 587/1992 que o Conselho Regional, antes de promover a inscrição da Dívida, notificará o devedor, fixando-lhe prazo de __________ dias para efetuar, amigavelmente, o respectivo pagamento.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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760041 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Maria do Carmo é secretária em uma grande empresa e, por telefone, atendeu um cliente que exigia falar diretamente com o diretor da empresa, pois estava se sentindo desrespeitado na entrega da prestação dos serviços contratados. Maria do Carmo colocou, então, em prática as instruções de persuasão, descritas por Medeiros (2010), quais sejam:
I. Prestar atenção ao que a outra pessoa estáífalando, pois, para persuadir, é imprescindível conhecer o que a outra pessoa pensa.
II. Dar oportunidade da outra parte ser persuasiva também.
III. Se impor para que haja respeito por parte do cliente e para que se obtenha sucesso no atendimento.
Quais estão INCORRETAS?
 

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758538 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Em relação aos Direitos Políticos, é correto afirmar que:

 

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