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Foram encontradas 164 questões.

2513941 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
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De acordo o tipo de linguagem utilizada, qual alternativa apresenta um exemplo do meio de comunicação social denominado "hipermídia"?
 

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2513917 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
Ainda sobre ocupar escolas
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) precisou ser adiado em pelo menos 304 locais de prova, prejudicando 191 mil estudantes em 19 estados. Por quê? Porque as escolas estavam ocupadas por adolescentes que protestavam contra a proposta de reforma do ensino preparada pelo governo - e também contra a Proposta de Emenda Constitucional que limita os gastos públicos, a famigerada PEC 241.
Essa meninada tem razão? É muito fácil dizer que não tem. Os argumentos que apresenta são pouco elaborados, desinformados, mal fundamentados. Você pode dizer que o ensino médio precisa, sim, de uma reforma em regra, de alto a baixo, e já. Você também pode dizer que os militantes do movimento estudantil repetem bordões panfletários e mal sabem o que vem a ser esta sigla, PEC. O próprio presidente Michel Temer disse isso, na terça-feira passada, ao discursar num seminário em Brasília.
Você sabe o que é uma PEC? - ele perguntou, num diálogo imaginário dele consigo mesmo. Ao responder, valeu-se de uma ironia cruel:
- É uma Proposta de Ensino Comercial.
E concluiu:
- As pessoas não leem o texto. Não estou dizendo as que ocupam ou não ocupam, estou dizendo em geral. As pessoas debatem sem discutir ou ler o texto.
Tecnicamente, Michel Temer está coberto de razão. Não são só os estudantes que "debatem sem ler o texto". Neste país, as autoridades assinam documentos sem ler, os parlamentares votam sem conhecer a matéria e os eleitores na rua não têm a menor ideia do que é um agravo regimental ou um habeas corpus. Estamos num país que cassou o mandato de uma presidente da República por decretos de suplementação orçamentária sem autorização do Congresso Nacional e, até agora, ninguém deu conta de explicar para as pessoas comuns, as que não são juristas, que crime de responsabilidade foi esse. Diante disso, o presidente da República tem toda a razão. "As pessoas debatem sem ler."
Mesmo assim, é o caso de perguntar ao presidente e aos seus ministros se eles, senhores, sabem o que leva um adolescente a enfrentar tantos riscos para se instalar com roupa de cama e toalha de banho dentro do prédio em que estuda. O governo tem ideia do sentimento que leva um garoto ou uma garota a ocupar a sua escola?
Não estamos falando aqui de algo sem relevância, de um protesto desprezível. Em outubro, a Ubes chegou a cravar um número de 1.072 unidades de ensino ocupadas pelo Brasil. (E quantos ministros sabem que a Ubes é a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas?) Talvez fosse uma cifra exagerada, mas há, sim, uma revolta enorme na alma dessa geração. Ela tem um futuro incerto no tal "mercado de trabalho", a educação que recebe é de péssima qualidade, seus professores ganham uma miséria e são desprestigiados o tempo todo pelas autoridades.
No mesmo discurso de terça-feira passada, Temer declarou: "Nós precisamos aprender no país a respeitar as instituições". Precisamos mesmo. Estamos de acordo com isso. Mas será que os governos (o federal, os estaduais e os municipais) respeitam a instituição da educação? Respeitam a dignidade pessoal de um professor?
Claro que não. E tem sido assim há décadas. Há boas escolas públicas, há professores que são heróis, santos que são iluminados, mas, francamente, na média acachapante, os prédios escolares parecem ruínas de guerra, a violência come solta nos corredores, o crime campeia, o descalabro é vergonhoso e total. A escola pública é um lugar onde os pais abandonam os filhos ao abandono do Estado.
Aí, quando a garotada vai lá e ocupa, eis que se levanta a voz do bom-senso (dos que nunca frequentaram uma escola pública) para pedir moderação, juízo e domínio escorreito dos trâmites insondáveis do processo legislativo brasiliense. Quanta insensibilidade.
Um adolescente, quando ocupa a sua escola, não é massa de manobra dos partidos políticos. Não é um "inocente útil", como diziam os torturadores no tempo da ditadura militar. É alguém que, mesmo sem ter consciência, se apossa do que deveria ser seu desde o início, dando um sentido humano para um prédio desumano. É alguém que bate na porta da vida adulta e pede ingresso na maioridade política. E como esse adolescente é recebido? Com ponderações esnobes e reprovações indiferentes.
Esses meninos e essas meninas precisam aprender o que é uma PEC, sem a menor dúvida. Mas, antes, os governantes precisam aprender o que eles sentem, o que eles carregam na alma, com que esperanças destroçadas negociam para se manter íntegros. O ensino brasileiro, agora, não precisa tanto de quem tem razão. Precisa mais de quem tem coração.
Ainda sobre ocupar escolas, Eugênio Bucci. ÉPOCA, 14 de novembro de 2016. Opinião. p.24
Nesse texto o articulista:
 

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2513697 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
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Sobre a produção da análise dos documentos elaborados pelo Psicólogo Perito, responda verdadeiro (V) ou falso (F) e assinale a alternativa que traz a sequência correta:
(__) Em seu parecer, o psicólogo perito apresentará indicativos pertinentes à sua investigação que possam indiretamente subsidiar a decisão da Administração Pública, de entidade de natureza privada ou de pessoa natural na solicitação realizada, reconhecendo os limites legais de sua atuação profissional.
(__) A recusa do periciado ou de seu dependente em submeter-se às avaliações para fins de perícia psicológica deve ser registrada devidamente nos meios adequados.
(__) A devolutiva do processo de avaliação deve direcionar-se para os resultados dos instrumentos e técnicas utilizados.
 

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2513479 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
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Analise a sequência abaixo:

1 – 2 – 4 – 8 – 11 - 16

Qual alternativa apresenta a sua mediana?

 

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2513331 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
A uberização da vida
A tecnologia e o trabalho vivem, nos últimos séculos, uma relação pontuada por uma série de episódios surpreendentes, quase sempre marcados pelo conflito.
Desde o início da era industrial, no século XVIII, os operários de fábricas são assombrados pelo espectro de sua substituição por máquinas. Naquela época, havia boatos, na Inglaterra, sobre o lendário general Ned Ludd, que incitava a invasão das tecelagens e a destruição das máquinas para conter o desemprego em massa.
Nunca saberemos ao certo se Ned Ludd realmente existiu. Contudo, o termo ludismo passou a ser incorporado pela literatura sociológica e filosófica como designando a revolta contra a tecnologia. Nas últimas décadas já se fala até em neoludismo, um movimento radical que defende a reversão da humanidade para um estado pré-tecnológico.
É provável que ocorra algo semelhante a uma revolta ludita hoje em dia, se algumas promessas da tecnologia se concretizarem. Uma delas é a substituição dos motoristas profissionais pelo piloto automático do Google. Se isso ocorrer, presenciaremos a maior onda de desemprego dos últimos séculos, o fantasma, dessa vez, seria a inteligência artificial.
No entanto, já existe uma outra revolução em curso, que chega liderada pelo aumento crescente dos aplicativos. Além de nos disponibilizar serviços no esquema 24/7 (24 horas por 16 dia, sete dias da semana), a internet começa, agora, a preencher nichos de tempo livre com trabalho. Chamo a esse fenômeno de uberização.
Frequentemente, o Uber é um aplicativo associado com a substituição dos táxis nas grandes cidades, mas é muito mais do que isso. Inicialmente, o projeto do Uber era organizar caronas solidárias nas grandes cidades. No entanto, alguns empresários perceberam que poderiam aproveitar o fato de que, hoje em dia, praticamente todas as pessoas dirigem carros e que, se essa força de trabalho fosse aproveitada e organizada por um aplicativo, os motoristas amadores poderiam, praticamente, assumir o mercado preenchido pelos táxis, bastando, para isso, fazer "bicos" em horas vagas.
Em pouco tempo, o Uber se tornou uma daquelas empresas arquibilionárias do vale do silício, cujo endereço é apenas alguma caixa-postal de algum paraíso fiscal caribenho. Com ele, vieram outros aplicativos para preencher com trabalho as horas vagas de muitas outras atividades profissionais. A advogada que está com poucos clientes pode compensar essa situação se souber fazer maquiagem. Há um aplicativo para chamá-la nas vésperas de eventos. Ela não precisa ser uma maquiadora profissional e, por isso, sabe-se que ela cobrará a metade do preço. Se você tem uma moto, pode maximizar seu uso fazendo entregas aos sábados em vez de deixá-la ociosa na garagem do seu prédio. Todo mundo está disposto a fazer "bicos", e todo mundo, também fica feliz quando pode pagar menos por um serviço.
A uberização é o trabalho em migalhas. Ela começa com a profissionalização do amadorismo, pois todos podemos ser motoristas, jardineiros ou entregadores nas horas vagas. Contudo, o inverso, ou seja, o rebaixamento de profissionais a amadores, já está acontecendo. Muitos profissionais qualificados estão se inscrevendo em aplicativos que os selecionam para prestar serviços a preços reduzidos em determinados horários ou dias da semana. É possível que, em pouco tempo, o trabalho qualificado se torne parte do precariado.
Ainda é difícil prever os resultados da uberização do trabalho. A relação contínua entre empregados e patrões tenderá a desaparecer, sobretudo no setor de serviços. A babá de seu filho, quando você for ao cinema com sua esposa, será escalada por um aplicativo e, dificilmente, será a mesma pessoa em todas as ocasiões. Não haverá mais o taxista de confiança ou o garçom que te reconhece sempre que você entra em um determinado restaurante.
Com a uberização, a liberdade e a coação se tornam coincidentes, pois todos se tornarão patrões de si mesmos. A dialética senhor- escravo, tão cara aos hegelianos e a seus herdeiros marxistas, desaparecerá. Pois todos seremos sempre ao mesmo tempo senhores e escravos. Exploraremos a nós mesmos de forma implacável.
A demarcação entre tempo livre por oposição ao horário de trabalho será ainda mais diluída. Todos se sentirão culpados por tirar uma soneca após o almoço de domingo em vez de aproveitar o tempo fazendo uma corrida de táxi para alguém que precisa ir ao aeroporto para viajar, provavelmente, a trabalho.
Na Antiguidade, os gregos desprezavam o trabalho. No mundo cristão, sobretudo com a reforma protestante, ele passou a ser associado com dignidade. Não ter emprego, não ter trabalho passou a corroer a autoestima de muitas pessoas. O homem contemporâneo ainda associa trabalho com dignidade, embora, paradoxalmente, esteja aceitando trabalhos cada vez mais indignos para sobreviver.
O sociólogo sul-coreano Byung-Chul Han aponta, no seu livro A sociedade do cansaço (Vozes, 2015), que não é por acaso que enfrentamos uma pandemia de depressão. De um lado, há metas inatingíveis, e de outro, apenas oferta de trabalho precário.
A precariedade da vida tende a se tornar um padrão. As novas gerações já sabem que o sonho da estabilidade ficou para trás. Como trabalhadores efêmeros e também consumidores efêmeros, a ideia de uma vida melhor no futuro, como resultado de uma carreira, tende a desaparecer.
A uberização da vida, João Teixeira. FILOSOFIA, Ciência & Vida, Ano IX, nº 120, p.60/61.
A leitura do texto permite concluir:
 

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2513044 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
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Qual o tipo de licitação que só pode ser utilizado quando objeto do certame é contemplar a contratação de bens e serviços de informática, assim como de serviços de natureza predominantemente intelectual?
 

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2512867 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
A uberização da vida
A tecnologia e o trabalho vivem, nos últimos séculos, uma relação pontuada por uma série de episódios surpreendentes, quase sempre marcados pelo conflito.
Desde o início da era industrial, no século XVIII, os operários de fábricas são assombrados!$ ^{A)} !$ pelo espectro de sua substituição por máquinas. Naquela época, havia boatos, na Inglaterra, sobre o lendário general Ned Ludd, que incitava a invasão!$ ^{C)} !$ das tecelagens e a destruição das máquinas para conter o desemprego em massa.
Nunca saberemos ao certo se Ned Ludd realmente existiu. Contudo, o termo ludismo passou a ser incorporado pela literatura sociológica e filosófica como designando a revolta contra a tecnologia. Nas últimas décadas já se fala até em neoludismo, um movimento radical que defende a reversão da humanidade para um estado pré-tecnológico.
É provável que ocorra algo semelhante a uma revolta ludita hoje em dia, se algumas promessas da tecnologia se concretizarem. Uma delas é a substituição dos motoristas profissionais pelo piloto automático do Google. Se isso ocorrer, presenciaremos a maior onda de desemprego dos últimos séculos, o fantasma, dessa vez, seria a inteligência artificial.
No entanto, já existe uma outra revolução em curso, que chega liderada pelo aumento crescente dos aplicativos. Além de nos disponibilizar serviços no esquema 24/7 (24 horas por 16 dia, sete dias da semana), a internet começa, agora, a preencher nichos de tempo livre com trabalho. Chamo a esse fenômeno de uberização!$ ^{B)} !$.
Frequentemente, o Uber é um aplicativo associado com a substituição dos táxis nas grandes cidades, mas é muito mais do que isso. Inicialmente, o projeto do Uber era organizar caronas solidárias nas grandes cidades. No entanto, alguns empresários perceberam que poderiam aproveitar o fato de que, hoje em dia, praticamente todas as pessoas dirigem carros e que, se essa força de trabalho fosse aproveitada e organizada por um aplicativo, os motoristas amadores poderiam, praticamente, assumir o mercado preenchido pelos táxis, bastando, para isso, fazer "bicos" em horas vagas.
Em pouco tempo, o Uber se tornou uma daquelas empresas arquibilionárias do vale do silício, cujo endereço é apenas alguma caixa-postal de algum paraíso fiscal caribenho. Com ele, vieram outros aplicativos para preencher com trabalho as horas vagas de muitas outras atividades profissionais. A advogada que está com poucos clientes pode compensar essa situação se souber fazer maquiagem. Há um aplicativo para chamá-la nas vésperas de eventos. Ela não precisa ser uma maquiadora profissional e, por isso, sabe-se que ela cobrará a metade do preço. Se você tem uma moto, pode maximizar seu uso fazendo entregas aos sábados em vez de deixá-la ociosa na garagem do seu prédio. Todo mundo está disposto a fazer "bicos!$ ^{D)} !$", e todo mundo, também fica feliz quando pode pagar menos por um serviço.
A uberização é o trabalho em migalhas. Ela começa com a profissionalização do amadorismo, pois todos podemos ser motoristas, jardineiros ou entregadores nas horas vagas. Contudo, o inverso, ou seja, o rebaixamento de profissionais a amadores, já está acontecendo. Muitos profissionais qualificados estão se inscrevendo em aplicativos que os selecionam para prestar serviços a preços reduzidos em determinados horários ou dias da semana. É possível que, em pouco tempo, o trabalho qualificado se torne parte do precariado.
Ainda é difícil prever os resultados da uberização do trabalho. A relação contínua entre empregados e patrões tenderá a desaparecer, sobretudo no setor de serviços. A babá de seu filho, quando você for ao cinema com sua esposa, será escalada por um aplicativo e, dificilmente, será a mesma pessoa em todas as ocasiões. Não haverá mais o taxista de confiança ou o garçom que te reconhece sempre que você entra em um determinado restaurante.
Com a uberização, a liberdade e a coação se tornam coincidentes, pois todos se tornarão patrões de si mesmos. A dialética senhor- escravo, tão cara aos hegelianos e a seus herdeiros marxistas, desaparecerá. Pois todos seremos sempre ao mesmo tempo senhores e escravos. Exploraremos a nós mesmos de forma implacável.
A demarcação entre tempo livre por oposição ao horário de trabalho será ainda mais diluída. Todos se sentirão culpados por tirar uma soneca após o almoço de domingo em vez de aproveitar o tempo fazendo uma corrida de táxi para alguém que precisa ir ao aeroporto para viajar, provavelmente, a trabalho.
Na Antiguidade, os gregos desprezavam o trabalho. No mundo cristão, sobretudo com a reforma protestante, ele passou a ser associado com dignidade. Não ter emprego, não ter trabalho passou a corroer a autoestima de muitas pessoas. O homem contemporâneo ainda associa trabalho com dignidade, embora, paradoxalmente!$ ^{E)} !$, esteja aceitando trabalhos cada vez mais indignos para sobreviver.
O sociólogo sul-coreano Byung-Chul Han aponta, no seu livro A sociedade do cansaço (Vozes, 2015), que não é por acaso que enfrentamos uma pandemia de depressão. De um lado, há metas inatingíveis, e de outro, apenas oferta de trabalho precário.
A precariedade da vida tende a se tornar um padrão. As novas gerações já sabem que o sonho da estabilidade ficou para trás. Como trabalhadores efêmeros e também consumidores efêmeros, a ideia de uma vida melhor no futuro, como resultado de uma carreira, tende a desaparece.
A uberização da vida, João Teixeira. FILOSOFIA, Ciência & Vida, Ano IX, nº 120, p.60/61.
A alternativa cujo termo transcrito é um caracterizador do nome é a:
 

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2512627 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
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Em relação ao estudo do capital, é correto afirmar que o capital de giro é definido como:
 

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2512401 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
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Complete corretamente as lacunas do texto e assinale a alternativa que traz o preenchimento correto:
“Os Conselhos Federal e Regionais terão, cada um, como órgão deliberativo , constituído pelos seus membros, e como órgão executivo e os que forem criados para a execução dos serviços técnicos ou especializados indispensáveis ao cumprimento de suas atribuições.”
 

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2512010 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21

Segundo a Constituição Federal de 1988, o Poder Executivo publicará o relatório resumido da execução orçamentária:

 

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