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TEXTO I:
Dinossauros vão voltar. E para seu bem
Eles foram extintos. Mas a ciência tem um jeito de recriá-los. Para quê? Pra encontrar remédios para as nossas piores doenças.
Os dinossauros foram extintos há milhões de anos. Mas isso não significa que nunca mais teremos um deles na Terra. É possível que um ou mais deles voltem a viver no planeta um dia. E – acredite – isso vai ter uma importância incrível para você.
Como assim? Do começo: para recriarmos um dinossauro, o jeito fácil seria usar DNA dos animais extintos. O problema é que, até agora, nunca se encontrou material genético de dinossauros. Isso significa que teríamos de achar uma alternativa. Pois nós descobrimos essa alternativa.
Na verdade, temos algum restinho de DNA de dinossauro. Ele não está nos ossos de animais mortos, e sim nos tecidos de seus descendentes, os pássaros. Pássaros são dinossauros vivos, apesar de não se parecerem com seus ancestrais. Não têm cauda ou dentes, por exemplo. E possuem asas, em vez de braços. Mas há características comuns entre eles, como o pé com 3 dedos e a fúrcula, aquele osso em forma de Y conhecido como osso da sorte. Se você pudesse olhar dentro de um ovo enquanto um pássaro se forma, veria que o bicho até chega a desenvolver cauda e braços. Essas estruturas, no entanto, acabam se desintegrando com a atuação de alguns genes, antes que o ovo seja chocado.
Ou seja: a chave para construirmos um dinossauro está no funcionamento desses genes. Tudo o que precisamos é impedir que eles sejam “ligados” e destruam a cauda e os braços antes que se formem por completo. Alguns pesquisadores estão fazendo isso, como Hans Larsson, professor da Universidade McGill, de Montreal. E pesquisadores da Universidade de Wisconsin já descobriram quais genes podem gerar pássaros que tenham dentes.
Esses experimentos têm um objetivo nobre: descobrir como encontrar determinados genes e aprender o jeito de ligálos e desligá-los. Quando soubermos mais sobre o processo de transformar pássaros em dinossauros, poderemos usar as informações para o nosso próprio bem. Esperamos poder compreender melhor algumas doenças genéticas que afetam a nós, humanos. E talvez até controlá-las.
Por isso, estamos usando frangos como cobaias. Acreditamos que podemos criar um “frangossauro” (ou chickenosaurus, em inglês) – um pássaro que tenha características dos dinossauros. Criaturas assim seriam produzidas somente uma por vez, e apenas dentro de um ovo. Não seriam liberadas para correr pelo laboratório e perseguir pessoas.
Não pensem que estamos tentando criar um frangossauro por diversão ou para aparecer em manchetes. Será apenas uma forma de desenvolver métodos práticos de engenharia genética que nos livrem de doenças graves. E, de quebra, destrinchar o desenvolvimento da evolução.
(Jack Horner. Superinteressante. Edição 275/Fev. 2010, p.29)
Em “Ou seja: a chave para construirmos um dinossauro está no funcionamento desses genes”, a expressão grifada expressa ideia de:
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TEXTO I:
Dinossauros vão voltar. E para seu bem
Eles foram extintos. Mas a ciência tem um jeito de recriá-los. Para quê? Pra encontrar remédios para as nossas piores doenças.
Os dinossauros foram extintos há milhões de anos. Mas isso não significa que nunca mais teremos um deles na Terra. É possível que um ou mais deles voltem a viver no planeta um dia. E – acredite – isso vai ter uma importância incrível para você.
Como assim? Do começo: para recriarmos um dinossauro, o jeito fácil seria usar DNA dos animais extintos. O problema é que, até agora, nunca se encontrou material genético de dinossauros. Isso significa que teríamos de achar uma alternativa. Pois nós descobrimos essa alternativa.
Na verdade, temos algum restinho de DNA de dinossauro. Ele não está nos ossos de animais mortos, e sim nos tecidos de seus descendentes, os pássaros. Pássaros são dinossauros vivos, apesar de não se parecerem com seus ancestrais. Não têm cauda ou dentes, por exemplo. E possuem asas, em vez de braços. Mas há características comuns entre eles, como o pé com 3 dedos e a fúrcula, aquele osso em forma de Y conhecido como osso da sorte. Se você pudesse olhar dentro de um ovo enquanto um pássaro se forma, veria que o bicho até chega a desenvolver cauda e braços. Essas estruturas, no entanto, acabam se desintegrando com a atuação de alguns genes, antes que o ovo seja chocado.
Ou seja: a chave para construirmos um dinossauro está no funcionamento desses genes. Tudo o que precisamos é impedir que eles sejam “ligados” e destruam a cauda e os braços antes que se formem por completo. Alguns pesquisadores estão fazendo isso, como Hans Larsson, professor da Universidade McGill, de Montreal. E pesquisadores da Universidade de Wisconsin já descobriram quais genes podem gerar pássaros que tenham dentes.
Esses experimentos têm um objetivo nobre: descobrir como encontrar determinados genes e aprender o jeito de ligálos e desligá-los. Quando soubermos mais sobre o processo de transformar pássaros em dinossauros, poderemos usar as informações para o nosso próprio bem. Esperamos poder compreender melhor algumas doenças genéticas que afetam a nós, humanos. E talvez até controlá-las.
Por isso, estamos usando frangos como cobaias. Acreditamos que podemos criar um “frangossauro” (ou chickenosaurus, em inglês) – um pássaro que tenha características dos dinossauros. Criaturas assim seriam produzidas somente uma por vez, e apenas dentro de um ovo. Não seriam liberadas para correr pelo laboratório e perseguir pessoas.
Não pensem que estamos tentando criar um frangossauro por diversão ou para aparecer em manchetes. Será apenas uma forma de desenvolver métodos práticos de engenharia genética que nos livrem de doenças graves. E, de quebra, destrinchar o desenvolvimento da evolução.
(Jack Horner. Superinteressante. Edição 275/Fev. 2010, p.29)
“Esperamos poder compreender melhor algumas doenças genéticas que afetam a nós, humanos. E talvez até controlá-las.” (5º§) Da leitura do trecho anterior, podemos depreender que:
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TEXTO I:
Dinossauros vão voltar. E para seu bem
Eles foram extintos. Mas a ciência tem um jeito de recriá-los. Para quê? Pra encontrar remédios para as nossas piores doenças.
Os dinossauros foram extintos há milhões de anos. Mas isso não significa que nunca mais teremos um deles na Terra. É possível que um ou mais deles voltem a viver no planeta um dia. E – acredite – isso vai ter uma importância incrível para você.
Como assim? Do começo: para recriarmos um dinossauro, o jeito fácil seria usar DNA dos animais extintos. O problema é que, até agora, nunca se encontrou material genético de dinossauros. Isso significa que teríamos de achar uma alternativa. Pois nós descobrimos essa alternativa.
Na verdade, temos algum restinho de DNA de dinossauro. Ele não está nos ossos de animais mortos, e sim nos tecidos de seus descendentes, os pássaros. Pássaros são dinossauros vivos, apesar de não se parecerem com seus ancestrais. Não têm cauda ou dentes, por exemplo. E possuem asas, em vez de braços. Mas há características comuns entre eles, como o pé com 3 dedos e a fúrcula, aquele osso em forma de Y conhecido como osso da sorte. Se você pudesse olhar dentro de um ovo enquanto um pássaro se forma, veria que o bicho até chega a desenvolver cauda e braços. Essas estruturas, no entanto, acabam se desintegrando com a atuação de alguns genes, antes que o ovo seja chocado.
Ou seja: a chave para construirmos um dinossauro está no funcionamento desses genes. Tudo o que precisamos é impedir que eles sejam “ligados” e destruam a cauda e os braços antes que se formem por completo. Alguns pesquisadores estão fazendo isso, como Hans Larsson, professor da Universidade McGill, de Montreal. E pesquisadores da Universidade de Wisconsin já descobriram quais genes podem gerar pássaros que tenham dentes.
Esses experimentos têm um objetivo nobre: descobrir como encontrar determinados genes e aprender o jeito de ligálos e desligá-los. Quando soubermos mais sobre o processo de transformar pássaros em dinossauros, poderemos usar as informações para o nosso próprio bem. Esperamos poder compreender melhor algumas doenças genéticas que afetam a nós, humanos. E talvez até controlá-las.
Por isso, estamos usando frangos como cobaias. Acreditamos que podemos criar um “frangossauro” (ou chickenosaurus, em inglês) – um pássaro que tenha características dos dinossauros. Criaturas assim seriam produzidas somente uma por vez, e apenas dentro de um ovo. Não seriam liberadas para correr pelo laboratório e perseguir pessoas.
Não pensem que estamos tentando criar um frangossauro por diversão ou para aparecer em manchetes. Será apenas uma forma de desenvolver métodos práticos de engenharia genética que nos livrem de doenças graves. E, de quebra, destrinchar o desenvolvimento da evolução.
(Jack Horner. Superinteressante. Edição 275/Fev. 2010, p.29)
Com relação ao texto é possível afirmar, EXCETO:
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Com proporções continentais, o Brasil possui um dos maiores territórios do planeta com características diversas de vegetação, clima e relevo. Sobre sua área geográfica só NÃO é possível afirmar que:
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De acordo com a Lei nº. 9503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), são equipamentos obrigatórios dos veículos, EXCETO:
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De acordo com a Lei nº. 9503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), as motocicletas e motonetas destinadas ao transporte remunerado de mercadorias – motofrete – somente poderão circular nas vias com autorização emitida pelo órgão ou entidade executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, exigindo-se para tanto:
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No que concerne ao conceito de Constituição, os doutrinadores brasileiros utilizam diversos critérios para a definição de seus elementos, tais como: conteúdo, extensão e forma. Quanto à alterabilidade, podemos afirmar que à exceção da Constituição de 1824 (tida como semi-rígida), todas as Constituições Brasileiras são consideradas rígidas, sendo que a de 1988 é considerada por alguns, inclusive, como super-rígida. Quando falamos em uma Constituição “semi-rígida”, isto significa que:
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Segundo lição doutrinária, “a ideia de objetivos não pode ser confundida com a de fundamentos, muito embora, algumas vezes, isto possa ocorrer. Os fundamentos são inerentes ao Estado, fazem parte de sua estrutura. Quanto aos objetivos, estes consistem em algo exterior que deve ser perseguido”. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um dos direitos fundamentais da República Federativa do Brasil, relacionados no art. 3º da Constituição Federal de 1988:
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Sobre o tema Registro de Veículos e Licenciamento na Lei nº. 9503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), marque a alternativa INCORRETA:
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O Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, NÃO é composto de:
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