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Na rotina de produção jornalística, a notícia passa por definição de pauta, apuração, checagem, edição e publicação, com possibilidade de atualização/correção, conforme novos dados e conforme o conteúdo já tenha circulado.
Sobre o processo de produção da notícia, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Na checagem final, não é necessário reconferir números, nomes e datas quando a informação está atribuída a fonte oficial, pois a atribuição já garante a correção factual.
( ) Na edição, cortes e reorganizações podem alterar sentido; por isso, é necessário preservar contexto e atribuição (quem disse/como se sabe) para não distorcer a informação.
( ) A pauta pode ser reajustada após a apuração, desde que a mudança de foco seja sustentada por dados verificáveis, mantendo atribuição clara e coerência com o que foi apurado.
( ) No telejornalismo, é admissível produzir um roteiro/“off” preliminar antes da apuração estar concluída para orientar a gravação, desde que a versão que vai ao ar seja revisada e checada após a apuração.
( ) Em correções no ambiente digital, quando a informação já circulou em prints/compartilhamentos, a prática mais segura é substituir o texto e evitar sinalizar a correção, para não ampliar o erro e não comprometer credibilidade.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Um órgão público precisa comunicar, no mesmo dia, três situações: (1) lançamento de um serviço novo, (2) interrupção temporária do atendimento por falha técnica e (3) resposta a boato sobre “cancelamento” de um programa. A equipe deve selecionar o gênero adequado (release, comunicado/aviso de serviço, nota oficial/esclarecimento) e redigir com precisão, hierarquia e linguagem compatível com o público e com a imprensa, garantindo clareza, rastreabilidade e boa relação com a mídia.
A alternativa que apresenta a conduta mais adequada para selecionar o gênero e redigir os textos nesse cenário é
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Na produção de conteúdos jornalísticos (inclusive em rotinas institucionais), a equipe precisa redigir textos com clareza, precisão e hierarquia informativa, definindo a angulação sem comprometer a fidelidade aos fatos e às fontes.
Sobre a redação jornalística e a angulação, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Se as fontes e os dados apurados permanecem os mesmos, a angulação não se altera; mudanças em título, lead e ordem dos parágrafos afetam apenas o estilo e a fluidez do texto.
( ) Objetividade pode ser entendida como procedimento: verificação, atribuição, distinção entre fato e interpretação e transparência sobre o que é confirmado, estimado ou ainda em apuração.
( ) Para reduzir enquadramento e aumentar objetividade, deve-se preferir discurso indireto e evitar citações diretas em pontos-chave, porque aspas tendem a dramatizar e deslocar o foco para a fala.
( ) Em plataformas digitais, recursos de estilo (frases curtas, presente do indicativo, verbos de ação) são suficientes para neutralizar a angulação, tornando irrelevante a escolha do que vai para o título e para o lead.
( ) É possível produzir angulações distintas com o mesmo conjunto factual, desde que a seleção do gancho e a hierarquia do lead sejam coerentes com evidências e atribuição (por exemplo: serviço, responsabilização, impacto, contexto).
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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A comunicação de um órgão público precisa reorganizar sua produção de jornalismo institucional porque há queixas de que o portal “não ajuda”, as redes confundem orientações de serviço com peças de divulgação e a comunidade interna diz que recebe informações tarde. A instituição mantém: portal, intranet, newsletter por e-mail e perfis em redes sociais. O público é diverso: servidores/estudantes (interno), imprensa e cidadãos (externo). A direção pede um modelo que reduza ruído, aumente credibilidade e dê previsibilidade editorial, sem virar propaganda.
Considerando o contexto apresentado, a alternativa que apresenta a conduta editorial mais adequada para estruturar o jornalismo institucional, considerando: definição de públicos, escolha de gêneros, grupos de publicação, critérios de seleção, periodicidade e adequação de linguagem por suporte, é
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Um portal institucional será reestruturado porque a maioria dos acessos ocorre por smartphone e por links compartilhados (entrada direta em páginas internas). A equipe discute mudanças como reorganizar menus, padronizar rótulos, melhorar a busca, reduzir duplicação de conteúdo e orientar melhor o usuário ao longo da navegação.
Considerando o contexto apresentado e com base em Arquitetura de Informação para Web, mobilidade e hipertexto, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Como a navegação digital é hipertextual e não linear, dispensam-se recursos de orientação (pistas de localização, links contextuais e padrões de navegação), pois o usuário encontrará o caminho naturalmente.
( ) Em portal institucional, a estratégia mais recomendável para encontrabilidade é abandonar padronização de termos e categorias, adotando apenas tags livres, pois isso reduz manutenção e aumenta a precisão da busca.
( ) Uma Arquitetura de Informação consistente integra sistemas de organização, rotulagem, navegação e busca, e tende a ser mais eficaz quando orientada por tarefas e pela forma como o público procura informação, não apenas pelo organograma institucional.
( ) Em contexto de mobilidade, é adequado priorizar rotas curtas e leitura escaneável, com rótulos claros e apresentação do essencial primeiro, deixando detalhes para aparecer quando a pessoa clicar/abrir, evitando replicar no celular a mesma estrutura longa do desktop.
( ) A busca não se resolve apenas “colocando uma caixa de pesquisa”: para funcionar bem, precisa de conteúdo redigido e organizado com consistência (títulos claros, categorias e termos padronizados), de modo que o usuário encontre a informação e entenda rapidamente qual resultado é o oficial e atualizado.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Após a divulgação de uma medida institucional, a repercussão saiu em portais, rádio/TV, perfis de jornalistas e páginas locais nas redes sociais. A direção solicitou, para a manhã seguinte, um clipping que sirva tanto para prestação de contas da assessoria quanto para preparar o porta-voz para entrevistas e perguntas difíceis.
Considerando o contexto apresentado e com base em práticas de assessoria de imprensa, tipologias de clipping e media training, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Um uso adequado do clipping inclui síntese executiva com pontos sensíveis e perguntas prováveis, de modo a apoiar respostas públicas e preparação do porta-voz, articulando monitoramento e media training.
( ) Em cenário de pressão e tempo curto, é aceitável substituir o registro de rádio/TV por resumos de terceiros e chamadas em redes, desde que se preservem os links e a ordem cronológica das publicações.
( ) Para evitar amplificar ruídos, recomenda-se excluir do clipping críticas e boatos, registrando apenas matérias positivas e neutras; a preparação do porta-voz deve se apoiar, prioritariamente, em cenários favoráveis.
( ) Métricas (volume, alcance, engajamento) podem apoiar a leitura de repercussão, mas não substituem a análise qualitativa de temas, enquadramentos e dúvidas recorrentes quando o clipping é usado para orientar decisão e media training.
( ) Um clipping completo pode ser organizado por tipologia (impresso, eletrônico e online) e deve manter identificação do conteúdo (veículo/programa, data/hora, autoria, quando disponível, e link/arquivo), garantindo rastreabilidade do registro.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Uma assessoria de imprensa de órgão público acompanha pautas sensíveis, atende demandas de jornalistas, orienta porta-vozes e administra canais próprios (site/redes) sem substituir o papel da imprensa. Em um mês com grande visibilidade, a equipe precisou responder solicitações simultâneas, corrigir informação imprecisa e preparar gestores para entrevistas.
Considerando o contexto apresentado, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Para “blindar” a instituição, é recomendável condicionar entrevistas ao envio prévio de perguntas e exigir que o jornalista se comprometa a não abordar temas fora do roteiro; isso é considerado procedimento padrão de media training.
( ) O porta-voz bem-preparado deve evitar responder “não sei” e sempre oferecer uma explicação completa, ainda que alguns dados estejam em validação, porque a percepção de segurança depende de fornecer respostas imediatas.
( ) Quando um erro factual é identificado em matéria publicada, a resposta mais adequada é solicitar correção com base em evidências verificáveis, registrando o contato e mantendo tom profissional, sem transformar o pedido em confronto público.
( ) Em media training, Q&A e mensagens-chave só devem ser produzidos depois que o jornalista enviar previamente as perguntas; como entrevistas podem mudar de rumo, preparar esse material com antecedência tende a ser pouco útil e pode induzir respostas rígidas.
( ) A assessoria deve priorizar isonomia no relacionamento com veículos: quando houver posicionamento institucional relevante, a prática recomendável é disponibilizá-lo de forma equivalente aos interessados, evitando favorecimento que comprometa confiança e transparência.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
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Uma instituição pública será alvo de uma reportagem investigativa que vai ao ar no mesmo dia, apontando possível falha em um processo administrativo. Três veículos pedem posicionamento imediato e solicitam entrevista com gestor em até 4 horas. Internamente, a área técnica informa que há dados preliminares, mas ainda precisa confirmar detalhes e reunir documentos. A direção quer reduzir ruído, preservar credibilidade e orientar um porta-voz para responder com segurança.
Nesse contexto, a alternativa que apresenta a conduta mais adequada de assessoria de imprensa nas primeiras horas, considerando relacionamento com a mídia, resposta institucional e preparação de porta-voz, é
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Após a divulgação de um comunicado interno, começou a circular nas redes sociais um boato de que um serviço público seria suspenso “por tempo indeterminado”. A instituição confirmou que o atendimento seguirá, mas com mudança de horário e um canal extra de agendamento. Um post anterior do perfil oficial trouxe informação imprecisa e foi amplamente compartilhado em prints.
Considerando o contexto apresentado, a alternativa que apresenta a conduta de comunicação institucional mais adequada para corrigir o erro, reduzir ruído e assegurar transparência e rastreabilidade da informação oficial é
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Uma instituição pública vai realizar um evento institucional híbrido (presencial com transmissão), com presença de autoridades, convidados internos e imprensa. A equipe de comunicação será responsável por planejar, organizar e coordenar o evento, garantindo: (i) clareza de objetivos e público, (ii) logística e fluxo do dia, (iii) integração com cerimonial/protocolo e (iv) entrega técnica consistente para o audiovisual (som, imagem, tempo de fala e entradas de mídia). As autoridades confirmadas têm agenda sujeita a alteração, podendo haver mudança de horários, substituição por representante e necessidade de ajustes de última hora. Além disso, a transmissão prevê entradas de mídia (VTs/trechos gravados), controle de tempo de fala e captação adequada de áudio nos pontos de fala.
Considerando o contexto apresentado, a alternativa que descreve a conduta de planejamento e coordenação mais adequada para reduzir riscos, assegurar alinhamento e garantir execução eficiente é
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