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Foram encontradas 50 questões.

1021703 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Um pesquisador está interessado em estudar o efeito da temperatura na eficácia de um medicamento. Dez amostras de 30 gramas cada foram guardadas em temperaturas diferentes e, após um tempo pré-fixado, mediuse a eficácia dessas amostras. Os resultados observados estão no quadro a seguir.

Enunciado 1021703-1

Considerando que ∑x = 600 ∑x2 = 40200 , ∑xy = 14960, ∑y = 276 a equação de regressão linear da quantidade sobre o tempo é dada por
 

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1021702 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Para um teste de hipóteses unilateral para comparação de médias de populações normalmente distribuídas com a mesma variância , em que

H0 : μ = μ0 versus H0: μ = μ1
e α e β são probabilidades de cometer os erros do tipo I e tipo II, respectivamente. O tamanho de amostra n requerida para esse caso é: (Z - quantis da distribuição normal com relação a α e β).
 

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1021701 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Seja x 1 , x 2 , ..., x k uma amostra aleatória da distribuição de Bernoulli com parâmetro p, então a estatística suficiente para p é
 

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1021697 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Um estudo, hipotético, de caso-controle foi realizado para investigar fatores de risco para a displasia. Todas as mulheres no estudo eram pacientes em unidades de atendimento público. Os casos eram 200 mulheres, com idades entre 18-40 que tinham displasia cervical. Os controles foram 400 mulheres com idade entre 18-40 que não apresentavam displasia cervical. Cada mulher foi classificada como positiva ou negativa, dependendo da presença do HPV (human papilloma virus) e os dados estão resumidos na tabela a seguir. Com base nessas informações, obtenha o intervalo de 95% de confiança (IC) para a diferença de resultados positivos entre casos e controles e conclua sobre a significância dessa diferença.

Enunciado 1021697-1
 

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1021369 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
métododeMonteCarloSimplesparaocálculode integrais

I-Se { an} é uma sequência convergente e c uma constante, então Enunciado 1021369-1

II. A sequência {n/(2n+1)} é uma sequência crescente.

III. Se { an} é convergente e Enunciado 1021369-2 então a sequência { an2 } é convergente e Enunciado 1021369-3

IV. Se a > 1 então a sequência ( a,a2,k,an,k ) é limitada inferiormente, porém não superiormente.

V. A sequência {(-1) n+1 /n} é uma sequência estritamente decrescente.
 

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Assinale a alternativa correta
 

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1021173 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Seja p=4 variáveis binárias (C1, C2, C3, C4) que indicam a presença (1) ou a ausência (0) de certas características nos sujeitos 1 e 2, conforme apresentado na tabela a seguir:

Enunciado 1021173-1

O quadrado da distância Euclidiana entre os sujeitos S1 e S2 é igual a
 

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1021172 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Considere a função f(x) = x2 + ex - 3

Quanto aos zeros desta função pode-se afirmar que
 

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1021171 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
No controle de qualidade, os planos de amostragem para aceitação (PAA) formam um grupo de metodologias úteis para
 

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O verão em que aprendi a boiar
Quando achamos que tudo já aconteceu, novas capacidades
fazem de nós pessoas diferentes do que éramos

IVAN MARTINS

Sei que a palavra da moda é precocidade, mas eu acredito em conquistas tardias. Elas têm na minha vida um gosto especial.
Quando aprendi a guiar, aos 34 anos, tudo se transformou. De repente, ganhei mobilidade e autonomia. A cidade, minha cidade, mudou de tamanho e de fisionomia. Descer a Avenida Rebouças num táxi, de madrugada, era diferente - e pior - do que descer a mesma avenida com as mãos ao volante, ouvindo rock and roll no rádio. Pegar a estrada com os filhos pequenos revelou-se uma delícia insuspeitada.
Talvez porque eu tenha começado tarde, guiar me parece, ainda hoje, uma experiência incomum. É um ato que, mesmo repetido de forma diária, nunca se banalizou inteiramente.
Na véspera do Ano Novo, em Ubatuba, eu fiz outra descoberta temporã.
Depois de décadas de tentativas inúteis e frustrantes, num final de tarde ensolarado eu conquistei o dom da flutuação. Nas águas cálidas e translúcidas da praia Brava, sob o olhar risonho da minha mulher, finalmente consegui boiar.
Não riam, por favor. Vocês que fazem isso desde os oito anos, vocês que já enjoaram da ausência de peso e esforço, vocês que não mais se surpreendem com a sensação de balançar ao ritmo da água - sinto dizer, mas vocês se esqueceram de como tudo isso é bom.
Nadar é uma forma de sobrepujar a água e impor-se a ela. Boiar é fazer parte dela - assim como do sol e das montanhas ao redor, dos sons que chegam filtrados ao ouvido submerso, do vento que ergue a onda e lança água em nosso rosto. Boiar é ser feliz sem fazer força, e isso, curiosamente, não é fácil.
Essa experiência me sugeriu algumas considerações sobre a vida em geral.
Uma delas, óbvia, é que a gente nunca para de aprender ou de avançar. Intelectualmente e emocionalmente, de um jeito prático ou subjetivo, estamos sempre incorporando novidades que nos transformam. Somos geneticamente elaborados para lidar com o novo, mas não só. Também somos profundamente modificados por ele. A cada momento da vida, quando achamos que tudo já aconteceu, novas capacidades irrompem e fazem de nós uma pessoa diferente do que éramos. Uma pessoa capaz de boiar é diferente daquelas que afundam como pedras.
Suspeito que isso tenha importância também para os relacionamentos.
Se a gente não congela ou enferruja - e tem gente que já está assim aos 30 anos - nosso repertório íntimo tende a se ampliar, a cada ano que passa e a cada nova relação. Penso em aprender a escutar e a falar, em olhar o outro, em tocar o corpo do outro com propriedade e deixar-se tocar sem susto. Penso em conter a nossa própria frustração e a nossa fúria, em permitir que o parceiro floresça, em dar atenção aos detalhes dele. Penso, sobretudo, em conquistar, aos poucos, a ansiedade e insegurança que nos bloqueiam o caminho do prazer, não apenas no sentido sexual. Penso em estar mais tranquilo na companhia do outro e de si mesmo, no mundo.
Assim como boiar, essas coisas são simples, mas precisam ser aprendidas.
Estar no interior de uma relação verdadeira é como estar na água do mar. Às vezes você nada, outras vezes você boia, de vez em quando, morto de medo, sente que pode afundar. É uma experiência que exige, ao mesmo tempo, relaxamento e atenção, e nem sempre essas coisas se combinam. Se a gente se põe muito tenso e cerebral, a relação perde a espontaneidade. Afunda. Mas, largada apenas ao sabor das ondas, sem atenção ao equilíbrio, a relação também naufraga. Há uma ciência sem cálculos que tem de ser assimilada a cada novo amor, por cada um de nós. Ela fornece a combinação exata de atenção e relaxamento que permite boiar. Quer dizer, viver de forma relaxada e consciente um grande amor.
Na minha experiência, esse aprendizado não se fez rapidamente. Demorou anos e ainda se faz. Talvez porque eu seja homem, talvez porque seja obtuso para as coisas do afeto. Provavelmente, porque sofro das limitações emocionais que muitos sofrem e que tornam as relações afetivas mais tensas e trabalhosas do que deveriam ser. Sabemos nadar, mas nos custa relaxar e ser felizes nas águas do amor e do sexo. Nos custa boiar.
A boa notícia, que eu redescobri na praia, é que tudo se aprende, mesmo as coisas simples que pareciam impossíveis.
Enquanto se está vivo e relação existe, há chance de melhorar. Mesmo se ela acabou, é certo que haverá outra no futuro, no qual faremos melhor: com mais calma, com mais prazer, com mais intensidade e menos medo.
O verão, afinal, está apenas começando. Todos os dias se pode tentar boiar.

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martin...
verao-em-que-aprendi-boiar.html
Em relação à expressão “delícia insuspeitada”, quanto ao termo destacado, é correto afirmar que
 

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