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Uma mulher de 58 anos foi submetida a hemicolectomia devido a
um adenocarcinoma de sigmoide (estádio T3N2MO). Dos
24 linfonodos dissecados, 10 estavam acometidos pela neoplasia.
Foi realizada quimioterapia adjuvante por 6 meses. Após
12 meses, a dosagem do CEA era de 2,4 ng/ml. Uma tomografia
do abdômen revelou uma lesão hipodensa de 3,0 cm entre os
segmentos hepáticos II e III, compatível com lesão metastática.
A melhor conduta é:
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Um paciente de 80 anos chega ao hospital com suporte de
oxigênio com a seguinte gasometria arterial:
• pH: 7,24 • PaCO2: 70 mmHg • PaO2: 63 mmHg
Das seguintes alterações, a mais compatível com a gasometria é acidose:
• pH: 7,24 • PaCO2: 70 mmHg • PaO2: 63 mmHg
Das seguintes alterações, a mais compatível com a gasometria é acidose:
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Mulher cisgênero de 63 anos foi submetida a ressecção
segmentar de mama esquerda e biópsia de linfonodo sentinela
axilar à esquerda por carcinoma de mama esquerda. Ao estudo
histopatológico e imuno-histoquímico da peça cirúrgica definitiva
foi verificado: carcinoma Invasivo da mama tipo não especial
perfil fenotípico luminal A de 1,8 cm na sua maior extensão,
margens cirúrgicas satisfatórias e livres de neoplasia na mama.
Um de três linfonodos sentinelas apresenta resultado positivo
para macrometástase, sem extravasamento extracapsular
linfonodal.
Sabendo que essa paciente tem indicação de radioterapia e tratamento sistêmico adjuvantes, é correto afirmar que:
Sabendo que essa paciente tem indicação de radioterapia e tratamento sistêmico adjuvantes, é correto afirmar que:
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Uma mulher cisgênero de 70 anos foi submetida, há 08 anos, a
ressecção segmentar de mama direita por carcinoma intraductal
de mama direita. Na adjuvância, realizou radioterapia, conforme
protocolo à época.
Após surgimento de máculas avermelhadas na pele irradiada da mama, que em 4 meses dobraram de tamanho e extensão, o médico assistente optou por biopsiar a área com as lesões avermelhadas. O diagnóstico foi de sarcoma mamário.
O sarcoma de mama mais comumente associado às circunstâncias acima expostas é:
Após surgimento de máculas avermelhadas na pele irradiada da mama, que em 4 meses dobraram de tamanho e extensão, o médico assistente optou por biopsiar a área com as lesões avermelhadas. O diagnóstico foi de sarcoma mamário.
O sarcoma de mama mais comumente associado às circunstâncias acima expostas é:
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Uma paciente cisgênero de 60 anos refere que há 3 meses notou
nódulo de crescimento rápido em sua mama esquerda, em
quadrante superolateral. Traz mamografia digital e
ultrassonografia de mamas realizadas 7 dias antes da consulta. A
mamografia identifica nódulo de 15 centímetros em quadrante
superolateral de mama esquerda, de limites mal definidos. A
ultrassonografia de mamas e axilas corrobora nódulo hipoecoico,
de limites mal definidos e contornos mal delimitados; acrescenta
que, dentro do nódulo, há áreas anecoicas de permeio.
Ao exame físico: mamas de médio volume, nódulo firme de 17 centímetros palpável em quadrante superolateral de mama esquerda mergulhando sob a aréola por 3 cm, pouco móvel, com abaulamento local presente. Axilas sem linfonodos alterados. Mama esquerda sem alterações ao exame físico.
O diagnóstico de biópsia de fragmento da lesão foi sarcoma de mama indiferenciado. O rastreamento de implantes a distância solicitado foi negativo
Neste caso, o tratamento cirúrgico é:
Ao exame físico: mamas de médio volume, nódulo firme de 17 centímetros palpável em quadrante superolateral de mama esquerda mergulhando sob a aréola por 3 cm, pouco móvel, com abaulamento local presente. Axilas sem linfonodos alterados. Mama esquerda sem alterações ao exame físico.
O diagnóstico de biópsia de fragmento da lesão foi sarcoma de mama indiferenciado. O rastreamento de implantes a distância solicitado foi negativo
Neste caso, o tratamento cirúrgico é:
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Uma mulher cisgênero, preocupada com sua história familiar,
procura geneticista para consulta. Ela teve mãe, duas tias
maternas e avó materna com histórico de carcinoma de mama
antes dos 50 anos. Pergunta sobre os genes que apresentam
mutação germinativa com variante patogênica mais comuns na
população brasileira e que são associados à ocorrência de
carcinoma de mama.
A resposta para a pergunta do paciente, com os genes ordenados do primeiro para o terceiro gene mais frequente no Brasil, é:
A resposta para a pergunta do paciente, com os genes ordenados do primeiro para o terceiro gene mais frequente no Brasil, é:
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Um homem cisgênero de 60 anos comparece ao consultório com
diagnóstico de câncer de mama na mama direita.
A biópsia de fragmento evidencia carcinoma invasivo da mama tipo não especial. Receptores de estrogênio e progesterona positivos em 100%, Allred 8 em ambos. HER2/Neu 0. Ki-67: 10%. Ao exame físico: nódulo retroareolar à direita de 2,5 cm, ocupando a região retroareolar à direita, sem infiltração de pele. Mama esquerda sem nódulos. Axilas, fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodos alterados.
Na condução desse caso, deve-se:
A biópsia de fragmento evidencia carcinoma invasivo da mama tipo não especial. Receptores de estrogênio e progesterona positivos em 100%, Allred 8 em ambos. HER2/Neu 0. Ki-67: 10%. Ao exame físico: nódulo retroareolar à direita de 2,5 cm, ocupando a região retroareolar à direita, sem infiltração de pele. Mama esquerda sem nódulos. Axilas, fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodos alterados.
Na condução desse caso, deve-se:
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Uma paciente cisgênero de 62 anos procura assistência com
queixa de nódulo de mama esquerda palpado durante o banho
há 20 dias e vermelhidão na mama esquerda.
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:
• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.
A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).
Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser:
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:
• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.
A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).
Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser:
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Uma mulher cisgênero de 58 anos apresentou quadro de
carcinoma de mama direita localmente avançado. Após
tratamento neoadjuvante, foi submetida a mastectomia radical
modificada a Madden à direita. Ao estudo histopatológico da
peça cirúrgica, verificaram-se: carcinoma residual de 2 cm em
quadrante superolateral de mama direita e 4 linfonodos positivos
de 25 ressecados. Três meses depois, em consulta de retorno, o
mastologista percebe, ao exame físico, que a escápula à direita se
encontrava mais longe da linha média em relação à escápula
esquerda, em especial quando o membro superior direito era
elevado para frente.
Frente ao quadro clínico acima exposto e histórico cirúrgico da paciente, houve lesão do seguinte nervo:
Frente ao quadro clínico acima exposto e histórico cirúrgico da paciente, houve lesão do seguinte nervo:
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Paciente de 78 anos tem diagnóstico de neoplasia maligna
avançada. Todas as medidas terapêuticas contra a doença foram
implementadas, porém não existe mais perspectiva de cura. O
paciente ainda não sabe dessa condição e as más notícias
precisam ser informadas.
Nesse caso, deve-se adotar o protocolo SPIKES, que inclui 6 etapas, entre as quais:
Nesse caso, deve-se adotar o protocolo SPIKES, que inclui 6 etapas, entre as quais:
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