Na sessão clínica do seu serviço de cirurgia, discute-se o caso
clínico de um paciente de 38 anos, agricultor, natural de
Jequitinhonha, que procurou atendimento ambulatorial para
seguimento de hipertensão portal. Refere dois episódios de
hematêmese nos últimos dois anos, ambos controlados por
tratamento endoscópico com ligadura elástica das varizes
esofágicas. Encontra-se em uso regular de propranolol. Ao exame
físico apresenta bom estado geral, esplenomegalia volumosa,
sem ascite, sem edema periférico ou icterícia. Os exames
laboratoriais evidenciam bilirrubinas, albumina e INR dentro da
normalidade, com plaquetopenia atribuída ao hiperesplenismo.
Uma ultrassonografia Doppler monstra veia porta pérvia,
aumento do calibre do sistema portal e fígado de contornos
preservados. A endoscopia digestiva alta evidencia varizes
esofágicas de grosso calibre.
Considerando o quadro clínico, a conduta cirúrgica mais
apropriada será
Uma paciente de 45 anos, que tem insuficiência hepática
terminal e que está inscrita na lista única para transplante
hepático, está em sua enfermaria. Seu irmão, de 43 anos,
manifesta espontaneamente o desejo de doar parte do fígado.
Durante a avaliação, ele demonstra plena capacidade civil, está
ótimas condições clínicas, compatibilidade clínica e compreensão
dos riscos do procedimento. Paralelamente, um potencial doador
falecido é identificado em outro hospital, com diagnóstico de
morte encefálica confirmada conforme a legislação vigente e
autorização familiar para doação.
Em reunião, a equipe multiprofissional conclui que a seguinte
afirmativa sobre a conduta está de acordo com os princípios
éticos e legais que regem os transplantes de órgãos no Brasil:
Você responde a um parecer da clínica médica para um paciente
de 56 anos, portador de cirrose hepática por hepatite C
previamente
tratada,
acompanhado em ambulatório
especializado. Tem diagnóstico de hipertensão portal com varizes
de esôfago com um episódio de sangramento. Nos últimos 8
meses, apresentou dois episódios de ascite com necessidade de
paracentese de alívio, um episódio de encefalopatia hepática
revertido
com
tratamento
clínico.
Uma
tomografia
computadorizada evidencia um nódulo hepático único de 3,8 cm,
com hipervascularização arterial e washout venoso, sem
trombose portal ou evidência de metástases.
Os exames laboratoriais mostram albumina de 2,8 g/dL,
bilirrubina total de 2,9 mg/dL, INR de 1,9 e creatinina de
1,1 mg/dL.
Após discussão em sessão clínica multidisciplinar, a conduta mais
apropriada para o caso será
Sua equipe de coleta de órgãos é chamada para um hospital,
onde irá retirar órgãos de um homem de 35 anos que sofreu
traumatismo cranioencefálico grave após colisão automobilística.
Após internação em unidade de terapia intensiva, evolui com
diagnóstico de morte encefálica, confirmada conforme os
critérios técnicos e legais vigentes. Não tem infecção sistêmica,
neoplasia maligna conhecida ou contraindicações absolutas à
doação. Após autorização familiar documentada, a equipe de
captação organiza a retirada múltipla de órgãos. Durante o
procedimento, o cirurgião responsável enfatiza que a
preservação da viabilidade dos enxertos depende da sequência
operatória, do controle hemodinâmico até o clampeamento
vascular e da correta perfusão com solução preservadora.
Considerando os princípios técnicos universalmente aceitos para
a coleta de múltiplos órgãos sólidos, assinale a opção que
descreve a conduta mais adequada.
Paciente de 45 anos é submetido a uma colangiografia
intraoperatória durante colecistectomia videolaparoscópica, que
revela a anatomia normal da via biliar extra-hepática. O cirurgião
identifica a estrutura que marca a transição entre o ducto
hepático comum e o ducto colédoco (CBD).
Essa transição é marcada pela inserção da seguinte estrutura:
Uma paciente de 31 anos refere quadro de dor pós-prandial em
HCD e epigástrio, associada a náuseas. USG foi realizada e
mostrou vesícula biliar com imagem hiperecoica de
aproximadamente 2 cm com sombra acústica posterior.
Em relação ao diagnóstico dessa paciente, é correto afirmar que
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão
Uma paciente jovem, 29 anos, apresenta episódios de
sangramento nas fezes em 2 ocasiões. Realiza uma colonoscopia
que mostra um pólipo de pedículo largo (1 cm) medindo 3 cm a
15 cm da margem anal.
É realizada a polipectomia cujo histopatológico mostra
adenocarcinoma bem diferenciado de aproximadamente 1cm,
sem invasão angiolinfática e perineural, com margens radiais e
profundas livres, tumor budding baixo e classificação Haggit 3.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão
Uma paciente jovem, 29 anos, apresenta episódios de
sangramento nas fezes em 2 ocasiões. Realiza uma colonoscopia
que mostra um pólipo de pedículo largo (1 cm) medindo 3 cm a
15 cm da margem anal.
É realizada a polipectomia cujo histopatológico mostra
adenocarcinoma bem diferenciado de aproximadamente 1cm,
sem invasão angiolinfática e perineural, com margens radiais e
profundas livres, tumor budding baixo e classificação Haggit 3.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.
Após o cuidado inicial, o paciente apresentava saturação
frequente do curativo e necrose parcial de pele, necessitando
múltiplas trocas. Nesse momento, apresentava, ainda, sinais de
maceração da pele e dificuldade de manutenção do curativo.
Em relação à conduta de escolha para o caso, faz parte do
mecanismo de ação da terapêutica