Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

2490849 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

Globalização e doença

Uma destacada faceta das consequências da globalização sobre a saúde é a possibilidade da transnacionalização das doenças transmissíveis, particularmente as novas e as reemergentes. Com as facilidades das viagens internacionais e a difusão do comércio em escala planetária, microrganismos podem ser rapidamente transportados, por meio de pessoas, animais, insetos e alimentos, de um país a outro e de um ponto a outro do globo. Exemplos recentes são as propagações de microrganismos relacionados à SARS, à dengue e à gripe aviária.

A transmissão interpessoal das febres hemorrágicas virais, como os casos das febres Marburg e Ebola, na África, que apresentam grande potencial epidêmico, é facilitada pelos rápidos deslocamentos em viagens aéreas internacionais, o que aponta para a necessidade e a importância do reforço das redes globais de diagnóstico e vigilância em saúde, operadas pela OMS e parceiros ao redor do mundo.

Um caso já clássico é a difusão do vírus da AIDS, que surgiu possivelmente em região remota da África e se espalhou por todo o mundo. Até mesmo aves migratórias podem ser responsabilizadas pela difusão global de doenças infecciosas, como é o caso da gripe aviária e do vírus da febre do Oeste do Nilo. Infecções como Salmoneloses e E. coli têm sido frequentemente relacionadas com contaminação de alimentos frescos ou industrializados que circulam entre países.

Outra dimensão importante da globalização da saúde são as reformas setoriais orientadas ao mercado, preconizadas por organizações internacionais. Elas resultaram em mais iniquidades em saúde. Não há espaço para a saúde pública ou para a promoção da saúde nessas reformas. Seu tema exclusivo são a atenção médica aos indivíduos e os esquemas de financiamento. O mesmo se pode dizer dos modelos importados de formação de recursos humanos, pouco ajustados aos padrões culturais ou aos sistemas nacionais de saúde.

Paulo M. Buss. Globalização, pobreza e saúde. In: Ciência e Saúde Coletiva. Vol. 12, n.º 6,

Rio de Janeiro, nov./dez., 2007. Internet: <http://www.scielo.br/> (com adaptações).

No que concerne ao emprego dos pronomes no texto, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490848 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

A tão repetida ideia de aldeia global é uma fabulação. O fato de que a comunicação se tornou possível à escala do planeta, deixando saber instantaneamente o que se passa em qualquer lugar, permitiu que fosse cunhada essa expressão, quando, na verdade, ao contrário do que se dá nas verdadeiras aldeias, é frequentemente mais fácil comunicar com quem está longe do que com o vizinho. A informação sobre o que acontece não vem da interação entre pessoas, mas do que é veiculado pela mídia, uma interpretação interessada, senão interesseira, dos fatos.

Um outro mito é o do espaço e do tempo contraídos, graças, outra vez, aos prodígios da velocidade. Só que a velocidade está ao alcance apenas de um número limitado de pessoas, de tal forma que, segundo as possibilidades de cada um, as distâncias têm significações e efeitos diversos e o uso do mesmo relógio não permite igual economia do tempo.

A ideia de aldeia global, tanto quanto a de espaçotempo contraído, permitiria imaginar a realização do sonho de um mundo só, já que, pelas mãos do mercado global, coisas, relações, dinheiros, gostos largamente se difundem por sobre continentes, raças, línguas, religiões, como se as particularidades tecidas ao longo de séculos houvessem sido todas esgarçadas. Tudo seria conduzido e, ao mesmo tempo, homogeneizado pelo mercado global regulador. Será, todavia, esse mercado regulador? Será ele global?

Fala-se, também, de uma humanidade desterritorializada, entre cujas características estaria o desfalecimento das fronteiras como imperativo da globalização, e a essa ideia dever-se-ia uma outra: a da existência, já agora, de uma cidadania universal. De fato, as fronteiras mudaram de significação, mas nunca estiveram tão vivas, na medida em que o próprio exercício das atividades globalizadas não prescinde de uma ação governamental capaz de torná-las efetivas dentro do território. A humanidade desterritorializada é apenas um mito. O exercício da cidadania, mesmo se avança a noção de moralidade internacional, é, ainda, um fato que depende da presença e da ação dos Estados nacionais. Sem essas fábulas e mitos, este período histórico não existiria como é: também não seria possível a violência do dinheiro. Este só se torna violento e tirânico porque é servido pela violência da informação.

Milton Santos. Por uma outra globalização - do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006 (com adaptações).

No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490847 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

A tão repetida ideia de aldeia global é uma fabulação. O fato de que a comunicação se tornou possível à escala do planeta, deixando saber instantaneamente o que se passa em qualquer lugar, permitiu que fosse cunhada essa expressão, quando, na verdade, ao contrário do que se dá nas verdadeiras aldeias, é frequentemente mais fácil comunicar com quem está longe do que com o vizinho. A informação sobre o que acontece não vem da interação entre pessoas, mas do que é veiculado pela mídia, uma interpretação interessada, senão interesseira, dos fatos.

Um outro mito é o do espaço e do tempo contraídos, graças, outra vez, aos prodígios da velocidade. Só que a velocidade está ao alcance apenas de um número limitado de pessoas, de tal forma que, segundo as possibilidades de cada um, as distâncias têm significações e efeitos diversos e o uso do mesmo relógio não permite igual economia do tempo.

A ideia de aldeia global, tanto quanto a de espaçotempo contraído, permitiria imaginar a realização do sonho de um mundo só, já que, pelas mãos do mercado global, coisas, relações, dinheiros, gostos largamente se difundem por sobre continentes, raças, línguas, religiões, como se as particularidades tecidas ao longo de séculos houvessem sido todas esgarçadas. Tudo seria conduzido e, ao mesmo tempo, homogeneizado pelo mercado global regulador. Será, todavia, esse mercado regulador? Será ele global?

Fala-se, também, de uma humanidade desterritorializada, entre cujas características estaria o desfalecimento das fronteiras como imperativo da globalização, e a essa ideia dever-se-ia uma outra: a da existência, já agora, de uma cidadania universal. De fato, as fronteiras mudaram de significação, mas nunca estiveram tão vivas, na medida em que o próprio exercício das atividades globalizadas não prescinde de uma ação governamental capaz de torná-las efetivas dentro do território. A humanidade desterritorializada é apenas um mito. O exercício da cidadania, mesmo se avança a noção de moralidade internacional, é, ainda, um fato que depende da presença e da ação dos Estados nacionais. Sem essas fábulas e mitos, este período histórico não existiria como é: também não seria possível a violência do dinheiro. Este só se torna violento e tirânico porque é servido pela violência da informação.

Milton Santos. Por uma outra globalização - do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006 (com adaptações).

A palavra “desterritorializada” é formada

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490846 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

A tão repetida ideia de aldeia global é uma fabulação. O fato de que a comunicação se tornou possível à escala do planeta, deixando saber instantaneamente o que se passa em qualquer lugar, permitiu que fosse cunhada essa expressão, quando, na verdade, ao contrário do que se dá nas verdadeiras aldeias, é frequentemente mais fácil comunicar com quem está longe do que com o vizinho. A informação sobre o que acontece não vem da interação entre pessoas, mas do que é veiculado pela mídia, uma interpretação interessada, senão interesseira, dos fatos.

Um outro mito é o do espaço e do tempo contraídos, graças, outra vez, aos prodígios da velocidade. Só que a velocidade está ao alcance apenas de um número limitado de pessoas, de tal forma que, segundo as possibilidades de cada um, as distâncias têm significações e efeitos diversos e o uso do mesmo relógio não permite igual economia do tempo.

A ideia de aldeia global, tanto quanto a de espaçotempo contraído, permitiria imaginar a realização do sonho de um mundo só, já que, pelas mãos do mercado global, coisas, relações, dinheiros, gostos largamente se difundem por sobre continentes, raças, línguas, religiões, como se as particularidades tecidas ao longo de séculos houvessem sido todas esgarçadas. Tudo seria conduzido e, ao mesmo tempo, homogeneizado pelo mercado global regulador. Será, todavia, esse mercado regulador? Será ele global?

Fala-se, também, de uma humanidade desterritorializada, entre cujas características estaria o desfalecimento das fronteiras como imperativo da globalização, e a essa ideia dever-se-ia uma outra: a da existência, já agora, de uma cidadania universal. De fato, as fronteiras mudaram de significação, mas nunca estiveram tão vivas, na medida em que o próprio exercício das atividades globalizadas não prescinde de uma ação governamental capaz de torná-las efetivas dentro do território. A humanidade desterritorializada é apenas um mito. O exercício da cidadania, mesmo se avança a noção de moralidade internacional, é, ainda, um fato que depende da presença e da ação dos Estados nacionais. Sem essas fábulas e mitos, este período histórico não existiria como é: também não seria possível a violência do dinheiro. Este só se torna violento e tirânico porque é servido pela violência da informação.

Milton Santos. Por uma outra globalização - do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006 (com adaptações).

A coerência e a coesão do texto seriam mantidas caso o período Quando essa comunicação se faz, na realidade, ela se dá com a intermediação de objetos, seguido de ponto final, fosse inserido logo após

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490845 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

A tão repetida ideia de aldeia global é uma fabulação. O fato de que a comunicação se tornou possível à escala do planeta, deixando saber instantaneamente o que se passa em qualquer lugar, permitiu que fosse cunhada essa expressão, quando, na verdade, ao contrário do que se dá nas verdadeiras aldeias, é frequentemente mais fácil comunicar com quem está longe do que com o vizinho. A informação sobre o que acontece não vem da interação entre pessoas, mas do que é veiculado pela mídia, uma interpretação interessada, senão interesseira, dos fatos.

Um outro mito é o do espaço e do tempo contraídos, graças, outra vez, aos prodígios da velocidade. Só que a velocidade está ao alcance apenas de um número limitado de pessoas, de tal forma que, segundo as possibilidades de cada um, as distâncias têm significações e efeitos diversos e o uso do mesmo relógio não permite igual economia do tempo.

A ideia de aldeia global, tanto quanto a de espaçotempo contraído, permitiria imaginar a realização do sonho de um mundo só, já que, pelas mãos do mercado global, coisas, relações, dinheiros, gostos largamente se difundem por sobre continentes, raças, línguas, religiões, como se as particularidades tecidas ao longo de séculos houvessem sido todas esgarçadas. Tudo seria conduzido e, ao mesmo tempo, homogeneizado pelo mercado global regulador. Será, todavia, esse mercado regulador? Será ele global?

Fala-se, também, de uma humanidade desterritorializada, entre cujas características estaria o desfalecimento das fronteiras como imperativo da globalização, e a essa ideia dever-se-ia uma outra: a da existência, já agora, de uma cidadania universal. De fato, as fronteiras mudaram de significação, mas nunca estiveram tão vivas, na medida em que o próprio exercício das atividades globalizadas não prescinde de uma ação governamental capaz de torná-las efetivas dentro do território. A humanidade desterritorializada é apenas um mito. O exercício da cidadania, mesmo se avança a noção de moralidade internacional, é, ainda, um fato que depende da presença e da ação dos Estados nacionais. Sem essas fábulas e mitos, este período histórico não existiria como é: também não seria possível a violência do dinheiro. Este só se torna violento e tirânico porque é servido pela violência da informação.

Milton Santos. Por uma outra globalização - do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006 (com adaptações).

A respeito do segundo período do primeiro parágrafo do texto, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490844 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

A tão repetida ideia de aldeia global é uma fabulação. O fato de que a comunicação se tornou possível à escala do planeta, deixando saber instantaneamente o que se passa em qualquer lugar, permitiu que fosse cunhada essa expressão, quando, na verdade, ao contrário do que se dá nas verdadeiras aldeias, é frequentemente mais fácil comunicar com quem está longe do que com o vizinho. A informação sobre o que acontece não vem da interação entre pessoas, mas do que é veiculado pela mídia, uma interpretação interessada, senão interesseira, dos fatos.

Um outro mito é o do espaço e do tempo contraídos, graças, outra vez, aos prodígios da velocidade. Só que a velocidade está ao alcance apenas de um número limitado de pessoas, de tal forma que, segundo as possibilidades de cada um, as distâncias têm significações e efeitos diversos e o uso do mesmo relógio não permite igual economia do tempo.

A ideia de aldeia global, tanto quanto a de espaçotempo contraído, permitiria imaginar a realização do sonho de um mundo só, já que, pelas mãos do mercado global, coisas, relações, dinheiros, gostos largamente se difundem por sobre continentes, raças, línguas, religiões, como se as particularidades tecidas ao longo de séculos houvessem sido todas esgarçadas. Tudo seria conduzido e, ao mesmo tempo, homogeneizado pelo mercado global regulador. Será, todavia, esse mercado regulador? Será ele global?

Fala-se, também, de uma humanidade desterritorializada, entre cujas características estaria o desfalecimento das fronteiras como imperativo da globalização, e a essa ideia dever-se-ia uma outra: a da existência, já agora, de uma cidadania universal. De fato, as fronteiras mudaram de significação, mas nunca estiveram tão vivas, na medida em que o próprio exercício das atividades globalizadas não prescinde de uma ação governamental capaz de torná-las efetivas dentro do território. A humanidade desterritorializada é apenas um mito. O exercício da cidadania, mesmo se avança a noção de moralidade internacional, é, ainda, um fato que depende da presença e da ação dos Estados nacionais. Sem essas fábulas e mitos, este período histórico não existiria como é: também não seria possível a violência do dinheiro. Este só se torna violento e tirânico porque é servido pela violência da informação.

Milton Santos. Por uma outra globalização - do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2006 (com adaptações).

No que se refere aos sentidos do texto acima e às informações nele veiculadas, assinale a opção correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490843 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

According to the prevailing wisdom in the West, the Ukraine crisis can be blamed almost entirely on Russian aggression. Russian President Vladimir Putin, the argument goes, annexed Crimea out of a long-standing desire to resuscitate the Soviet empire, and he may eventually go after the rest of Ukraine, as well as other countries in eastern Europe. In this view, the ouster of Ukrainian President Viktor Yanukovych in February 2014 merely provided a pretext for Putin’s decision to order Russian forces to seize part of Ukraine. But this account is wrong: the United States and its European allies share most of the responsibility for the crisis.

Since the mid-1990s, Russian leaders have adamantly opposed NATO enlargement, and in recent years, they have made it clear that they would not stand by while their strategically important neighbor turned into a Western bastion.

Internet: <http://www.foreignaffairs.com/> (adapted).

Choose the option which represents the statement supported by the text.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490842 Ano: 2014
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

Faits et chiffres sur le tabac

En Suisse, la consommation de tabac est responsable d’une charge de morbidité élevée ; en effet, le tabagisme favorise diverses formes de cancer, les maladies cardio vasculaires et les attaques cérébrales. Dans notre pays, le tabagisme est responsable d’environ 9’000 décès par an.

« Nous nous fixons pour objectif de réduire ces chiffres. Toute diminution du nombre de fumeurs contribuera à améliorer la santé et le bien-être des gens et aussi à économiser des coûts de santé », assure un directeur de l’Office fédéral de la santé publique.

Internet: <http://www.bag.admin.ch/> (texte adapté).

En analysant le contexte linguistique du document ci-dessus, on peut dire que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490841 Ano: 2014
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

La isla sureña de Phuket acoge a los viajeros con su fama de ser la perla negra del sur. En la playa de Kata, se puede reservar mesa en el Boathouse y pedir el plato massam curry, joya gastronómica del país y número uno en la lista de las comidas más exquisitas. La vianda fue introducida por los musulmanes y agasaja el paladar con una mezcla de dulce de leche de coco, canela, algo de picante y el suave amargor del tamarindo. Originalmente el pollo fue su carne estrella, pero los budistas y la cocina occidental incorporaron y popularizaron el cerdo, aunque también se sirve con vaca y tofu.

Internet: <www.viajar.elperiodico.com> (con adaptaciones).

La “perla negra del sur” se refiere a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2490840 Ano: 2014
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ESCS
Provas:

La isla sureña de Phuket acoge a los viajeros con su fama de ser la perla negra del sur. En la playa de Kata, se puede reservar mesa en el Boathouse y pedir el plato massam curry, joya gastronómica del país y número uno en la lista de las comidas más exquisitas. La vianda fue introducida por los musulmanes y agasaja el paladar con una mezcla de dulce de leche de coco, canela, algo de picante y el suave amargor del tamarindo. Originalmente el pollo fue su carne estrella, pero los budistas y la cocina occidental incorporaron y popularizaron el cerdo, aunque también se sirve con vaca y tofu.

Internet: <www.viajar.elperiodico.com> (con adaptaciones).

El “plato massam curry”

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas