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Uma mãe, cansada de receber reclamações da escola acerca do comportamento do seu filho, que tem 9 anos de idade, decidiu levá-lo a uma consulta com um psiquiatra da infância e adolescência. Informou ao médico que a criança sempre foi muito “acelerada” e distraída. No colégio, frequentemente se levantava da cadeira e conversava com os colegas, sem prestar atenção às aulas e, por isso, tinha notas baixas. Relatou que a criança esquecia os materiais escolares em casa ou perdia-os repetidas vezes, e que só prestava atenção nos joguinhos do tablet. Disse que, para fazer as tarefas em casa, era uma dificuldade enorme, pois ele não tinha paciência e logo se distraia com alguma outra coisa; e quando fazia, sempre cometia algum erro por distração. Contou, ainda, que o menino gostava de brincadeiras agitadas, corria e fazia muito barulho. Quando o colocava para fazer atividade extra-classe (já havia tentado várias atividades físicas e também música), ele logo saia, pois parecia faltar “foco”. Contou que o filho tinha bom contato com os amigos do colégio e fora dele, e não tinha problemas com brigas ou desrespeito, mas que os aspectos complicados eram essa inquietação e as notas ruins.
Acerca desse caso clínico, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Tendo em vista o caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Em relação ao tratamento das síndromes psicóticas, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
A respeito dos transtornos mentais, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Considerando o caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
O tratamento central para o paciente desse caso clínico é a (o)
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
A hipótese diagnóstica mais compatível com esse caso é
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
A respeito do caso clínico descrito, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
Acerca do caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.
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Considere um paciente de 32 anos de idade, solteiro, sem filhos e residente com os pais. A mãe relata que o filho possui poucos relacionamentos interpessoais desde a infância e adolescência, pois gostava de ficar em casa, solitário; raras vezes se relacionava e eram poucos os amigos na escola, que, com o passar do tempo, se afastaram. Teve um relacionamento afetivo breve ainda no início da adolescência, não possui muitos hobbies, mostra interesse em computadores e jogos. Ao longo dos anos, os familiares notaram uma progressiva retração social e um início de comportamentos mais esquisitos, como estabelecimento de rituais que consistia em dar voltas em círculo em certo local da sala, fazia três vezes o sinal da cruz e, por fim, ia até o banheiro, trancava a porta e acionava a descarga do vaso sanitário. Isso se repetia frequentemente. Em certos momentos, parecia estar “falando sozinho”, já que balbuciava palavras ininteligíveis “para dentro”. Os cuidados com sua higiene pioraram, chegando a passar dias sem tomar banho, não escovava os dentes e comia bem pouco. Com alguma dificuldade, porém sem grande resistência, aceitou ir a uma consulta com o psiquiatra. Durante essa avaliação, notou-se um desinteresse com o autocuidado, uma dificuldade na expressão de sentimentos, tom de voz monotônico, presença de mussitação, desorganização do pensamento, alucinações auditivas e ausência de qualquer preocupação com as relações sociais há mais de três meses, com piora. Ele disse para o médico que seu jeito era aquele mesmo, quieto, gosta de ficar sozinho. Não agiu com hostilidade e nem expressou tristeza. Na história familiar, o avô materno já fora internado em hospital psiquiátrico, uma vez que, estava “enlouquecido” e “falando coisa com coisa”. A mãe acrescentou que esse avô era um indivíduo esquisito e solitário, com alguns momentos de raiva e até agressividade.
O histórico de comportamento solitário
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