Foram encontradas 324 questões.
- Duração do TrabalhoDescanso no trabalho: repouso anual (férias) e semanal
- Duração do TrabalhoEfeitos e duração do trabalho nos contratos de emprego
Configura hipótese de interrupção do contrato de
trabalho:
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- Duração do TrabalhoDos Períodos de Descanso (Intervalos Interjornada e Intrajornada)
- Duração do TrabalhoEfeitos e duração do trabalho nos contratos de emprego
O motorista profissional é obrigado a, dentro do
período de 24 horas, observar um intervalo de, no
mínimo, quantas horas de descanso?
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Cuidando-se das regras do Processo do Trabalho, o
denominado Recurso Ordinário é o adequado para
atacar:
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O rito sumaríssimo na Justiça do Trabalho:
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No livro “O Queijo e os Vermes", Carlo Ginzburg
analisa a história do moleiro Menocchio diante da
Inquisição, sob a acusação de subverter os preceitos
religiosos da Igreja Católica em sua comunidade.
Leia o fragmento a seguir de “O Queijo e os Vermes" para responder à questão.
“Nos discursos de Menocchio, portanto vemos emergir, como que por uma fenda no terreno, um estrato cultural profundo, tão pouco comum que se torna quase incompreensível. Esse caso, diferentemente dos outros examinados até aqui, envolve não só uma reação filtrada pela página escrita [...]".
GINZBURG, Carlo. O Queijo e os Vermes: cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição. 2006.
Diante do exposto no fragmento e de seus conhecimentos sobre a História Social, leia as afirmativas a seguir.
I. A análise de Ginzburg sobre o “caso Menocchio", levou em consideração, do ponto de vista da História Social, o extrato da cultura oral para compreensão da cosmologia que o moleiro defendeu diante da Inquisição.
II. Ginzburg fez uma análise das questões apresentadas por Menocchio, partindo dos pressupostos da História Quantitativa.
III. Ao entender que Menocchio desenvolveu uma cosmologia pessoal e popular, Ginzburg fez uma compreensão dos fatos partindo dos pressupostos da demográfica.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Leia o fragmento a seguir de “O Queijo e os Vermes" para responder à questão.
“Nos discursos de Menocchio, portanto vemos emergir, como que por uma fenda no terreno, um estrato cultural profundo, tão pouco comum que se torna quase incompreensível. Esse caso, diferentemente dos outros examinados até aqui, envolve não só uma reação filtrada pela página escrita [...]".
GINZBURG, Carlo. O Queijo e os Vermes: cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição. 2006.
Diante do exposto no fragmento e de seus conhecimentos sobre a História Social, leia as afirmativas a seguir.
I. A análise de Ginzburg sobre o “caso Menocchio", levou em consideração, do ponto de vista da História Social, o extrato da cultura oral para compreensão da cosmologia que o moleiro defendeu diante da Inquisição.
II. Ginzburg fez uma análise das questões apresentadas por Menocchio, partindo dos pressupostos da História Quantitativa.
III. Ao entender que Menocchio desenvolveu uma cosmologia pessoal e popular, Ginzburg fez uma compreensão dos fatos partindo dos pressupostos da demográfica.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
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“A postura que adotamos com respeito ao passado,
quais as relações entre passado, presente e futuro
não são apenas questões de interesse vital para
todos: são indispensáveis. É inevitável fazer
comparações entre o presente e o passado: essa é a
finalidade dos álbuns de fotos de famílias ou filmes
domésticos. Não podemos deixar de aprender com
isso, pois é o que a experiência significa. Podemos
aprender coisas erradas – e, positivamente, é o que
fazemos com frequência -, mas se não aprendermos,
ou não temos nenhuma oportunidade de aprender, ou
nos recusamos a aprender de algum passado algo
que é relevante ao nosso propósito, somos, no limite,
mentalmente anormais [...]".
HOBSBAWN, Eric.Sobre História , 2011.
Para o historiador Eric Hobsbawn:
HOBSBAWN, Eric.Sobre História , 2011.
Para o historiador Eric Hobsbawn:
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Até meados do século XVII, existia no Brasil uma
relativa autonomia política dos colonos, em grande
parte devido à presença insignificante do governo
português na colônia.
Depois da Restauração de 1640, a crise econômica portuguesa forçou uma centralização do poder político na colônia e o aumento da exploração colonial, cuja administração do Marquês de Pombal é o momento mais emblemático.
Os colonos mudaram sua visão e suas atitudes em face da dominação portuguesa. Passaram a sentir-se como colonos explorados e empobrecidos pela Coroa. Começaram a revoltar-se contra a nova política colonial.
O conjunto de revoltas que foram originadas de acordo com o texto acima foi:
Depois da Restauração de 1640, a crise econômica portuguesa forçou uma centralização do poder político na colônia e o aumento da exploração colonial, cuja administração do Marquês de Pombal é o momento mais emblemático.
Os colonos mudaram sua visão e suas atitudes em face da dominação portuguesa. Passaram a sentir-se como colonos explorados e empobrecidos pela Coroa. Começaram a revoltar-se contra a nova política colonial.
O conjunto de revoltas que foram originadas de acordo com o texto acima foi:
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“Para deixar claro: o objetivo de se traçar a evolução
histórica da humanidade não é antever o que
acontecerá no futuro, ainda que o conhecimento e o
entendimento históricos sejam essenciais a todo
aquele que deseja basear suas ações e projetos em
algo melhor que a clarividência, a astrologia ou o
franco voluntarismo [...]".
HOBSBAWN, Eric.Sobre História , 2011.
De acordo com o texto:
HOBSBAWN, Eric.Sobre História , 2011.
De acordo com o texto:
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O Rio de Janeiro, do início do século XX, viveu
manifestações populares, questionadoras do regime
republicano e manifestadoras das insatisfações com
as mudanças estruturais e arquitetônicas que
ocorriam na cidade. Dentre tais manifestações podese
destacar a(o):
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A historiografia tradicional brasileira, elitista e
heróica, foi usada quase sempre como instrumento
para desfigurar a verdade histórica.
Deliberadamente ou não, foi comum aos historiadores do passado escrever a História do Brasil, segundo a ótica do colonizador, ou seja, da elite dominante, aquilo que se chama de “História dos Vencedores". Daí as incorreções metodológicas; daí os falseamentos ideológicos e históricos.
Dentre as inúmeras ideias falsas sobre a história do Brasil, pode ser citada a da “passividade" do negro, isto é, a afirmação preconceituosa e racista de que o negro aceitou a escravidão passivamente. Falso. Se a historiografia tradicional pretende ressaltar a “benevolência" branca e a “passividade" negra, sua atitude não passa de uma tentativa de mascarar a realidade.
Diante do exposto pode-se afirmar corretamente que:
Deliberadamente ou não, foi comum aos historiadores do passado escrever a História do Brasil, segundo a ótica do colonizador, ou seja, da elite dominante, aquilo que se chama de “História dos Vencedores". Daí as incorreções metodológicas; daí os falseamentos ideológicos e históricos.
Dentre as inúmeras ideias falsas sobre a história do Brasil, pode ser citada a da “passividade" do negro, isto é, a afirmação preconceituosa e racista de que o negro aceitou a escravidão passivamente. Falso. Se a historiografia tradicional pretende ressaltar a “benevolência" branca e a “passividade" negra, sua atitude não passa de uma tentativa de mascarar a realidade.
Diante do exposto pode-se afirmar corretamente que:
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