Magna Concursos

Foram encontradas 790 questões.

Assinale a alternativa correta segundo as disposições constitucionais.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Assinale a alternativa correta conforme a Lei Orgânica do Município de Novo Hamburgo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A conexão açúcar-opioides O açúcar e os adoçantes agem sobre os mesmo receptores cerebrais afetados pelo ópio

Bruno Garattoni e Eduardo Szklarz

Em 1991, cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, demonstraram que a sacarose (açúcar comum) tem efeito analgésico. Bebês que tomaram 2 ml de um solução contendo 12% dessa substância, logo antes de um exame de sangue, choraram 50% menos com a agulhada do que os demais, que haviam ingerido 2 ml de água. É um efeito interessante (e que também foi verificado no procedimento de circuncisão), mas não prova uma ação direta, neuroquímica, sobre o cérebro: os bebês, afinal, talvez só estivessem distraídos com o sabor do açúcar.

Cinco anos mais tarde, pesquisadores da Universidade Tufts, também nos EUA, deram um passo à frente: provaram que, em ratos de laboratório, o açúcar potencializava o efeito da morfina, um analgésico opioide. Nas cobaias que haviam sido alimentadas com sacarose ao longo de três semanas, a injeção de morfina chegava a ser duas vezes mais potente. Parecia haver, portanto, uma relação entre os receptores opioides (que existem por todo o sistema nervoso e respondem a substâncias produzidas pelo organismo, como a endorfina, bem como a medicamentos derivados do ópio, como a morfina e a heroína).

Em seguida, os cientistas tiveram a ideia de testar a naloxona, um remédio usado para tratar o vício em morfina e heroína. Ele se encaixa nos receptores opioides, reduzindo a síndrome de abstinência dessas drogas (que é fortíssima, podendo até matar). E, em ratos, também teve outro efeito: fez com que os bichinhos comessem menos açúcar. Com os receptores opioides ocupados pela naloxona, o cérebro da cobaia ficava satisfeito, e ela não sentia vontade de comer açúcar. Essa hipótese também foi testada em humanos, num estudo da Universidade de Michigan, que administrou naloxona para 40 mulheres. O medicamento cortou a vontade de ingerir doces. Mas isso só aconteceu nas voluntárias que tinham o hábito de comer muitos alimentos açucarados – sugerindo que elas haviam se tornado, de alguma forma, neurologicamente dependentes do açúcar.

Em 2005, cientistas da Universidade de Princeton finalmente conseguiram demonstrar o mecanismo do vício em açúcar, condicionando ratos a comer alimentos doces. Quando isso acontecia, seus cérebros disparavam dopamina (neurotransmissor associado a situações prazerosas). Depois de algum tempo, o cérebro se adaptava a um nível aumentado dessa substância, reduzindo a quantidade de receptores de dopamina – e aumentando o número de receptores opioides, mudanças similares às observadas em cobaias viciadas em heroína.

Adaptado de “Revista Superinteressante”:

https://super.abril.com.br/especiais/como-a-comida-controla-o

cerebro/. Acesso em : 09 abr. 2021.

Em “[...] choraram 50% menos com a agulhada do que os demais, que haviam ingerido 2 ml de água.”, o termo em destaque

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A conexão açúcar-opioides O açúcar e os adoçantes agem sobre os mesmo receptores cerebrais afetados pelo ópio

Bruno Garattoni e Eduardo Szklarz

Em 1991, cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, demonstraram que a sacarose (açúcar comum) tem efeito analgésico. Bebês que tomaram 2 ml de um solução contendo 12% dessa substância, logo antes de um exame de sangue, choraram 50% menos com a agulhada do que os demais, que haviam ingerido 2 ml de água. É um efeito interessante (e que também foi verificado no procedimento de circuncisão), mas não prova uma ação direta, neuroquímica, sobre o cérebro: os bebês, afinal, talvez só estivessem distraídos com o sabor do açúcar.

Cinco anos mais tarde, pesquisadores da Universidade Tufts, também nos EUA, deram um passo à frente: provaram que, em ratos de laboratório, o açúcar potencializava o efeito da morfina, um analgésico opioide. Nas cobaias que haviam sido alimentadas com sacarose ao longo de três semanas, a injeção de morfina chegava a ser duas vezes mais potente. Parecia haver, portanto, uma relação entre os receptores opioides (que existem por todo o sistema nervoso e respondem a substâncias produzidas pelo organismo, como a endorfina, bem como a medicamentos derivados do ópio, como a morfina e a heroína).

Em seguida, os cientistas tiveram a ideia de testar a naloxona, um remédio usado para tratar o vício em morfina e heroína. Ele se encaixa nos receptores opioides, reduzindo a síndrome de abstinência dessas drogas (que é fortíssima, podendo até matar). E, em ratos, também teve outro efeito: fez com que os bichinhos comessem menos açúcar. Com os receptores opioides ocupados pela naloxona, o cérebro da cobaia ficava satisfeito, e ela não sentia vontade de comer açúcar. Essa hipótese também foi testada em humanos, num estudo da Universidade de Michigan, que administrou naloxona para 40 mulheres. O medicamento cortou a vontade de ingerir doces. Mas isso só aconteceu nas voluntárias que tinham o hábito de comer muitos alimentos açucarados – sugerindo que elas haviam se tornado, de alguma forma, neurologicamente dependentes do açúcar.

Em 2005, cientistas da Universidade de Princeton finalmente conseguiram demonstrar o mecanismo do vício em açúcar, condicionando ratos a comer alimentos doces. Quando isso acontecia, seus cérebros disparavam dopamina (neurotransmissor associado a situações prazerosas). Depois de algum tempo, o cérebro se adaptava a um nível aumentado dessa substância, reduzindo a quantidade de receptores de dopamina – e aumentando o número de receptores opioides, mudanças similares às observadas em cobaias viciadas em heroína.

Adaptado de “Revista Superinteressante”:

https://super.abril.com.br/especiais/como-a-comida-controla-o

cerebro/. Acesso em : 09 abr. 2021.

Qual é a relação de sentido mantida entre as orações “Ele se encaixa nos receptores opioides, reduzindo a síndrome de abstinência dessas drogas [...]”?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A conexão açúcar-opioides O açúcar e os adoçantes agem sobre os mesmo receptores cerebrais afetados pelo ópio

Bruno Garattoni e Eduardo Szklarz

Em 1991, cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, demonstraram que a sacarose (açúcar comum) tem efeito analgésico. Bebês que tomaram 2 ml de um solução contendo 12% dessa substância, logo antes de um exame de sangue, choraram 50% menos com a agulhada do que os demais, que haviam ingerido 2 ml de água. É um efeito interessante (e que também foi verificado no procedimento de circuncisão), mas não prova uma ação direta, neuroquímica, sobre o cérebro: os bebês, afinal, talvez só estivessem distraídos com o sabor do açúcar.

Cinco anos mais tarde, pesquisadores da Universidade Tufts, também nos EUA, deram um passo à frente: provaram que, em ratos de laboratório, o açúcar potencializava o efeito da morfina, um analgésico opioide. Nas cobaias que haviam sido alimentadas com sacarose ao longo de três semanas, a injeção de morfina chegava a ser duas vezes mais potente. Parecia haver, portanto, uma relação entre os receptores opioides (que existem por todo o sistema nervoso e respondem a substâncias produzidas pelo organismo, como a endorfina, bem como a medicamentos derivados do ópio, como a morfina e a heroína).

Em seguida, os cientistas tiveram a ideia de testar a naloxona, um remédio usado para tratar o vício em morfina e heroína. Ele se encaixa nos receptores opioides, reduzindo a síndrome de abstinência dessas drogas (que é fortíssima, podendo até matar). E, em ratos, também teve outro efeito: fez com que os bichinhos comessem menos açúcar. Com os receptores opioides ocupados pela naloxona, o cérebro da cobaia ficava satisfeito, e ela não sentia vontade de comer açúcar. Essa hipótese também foi testada em humanos, num estudo da Universidade de Michigan, que administrou naloxona para 40 mulheres. O medicamento cortou a vontade de ingerir doces. Mas isso só aconteceu nas voluntárias que tinham o hábito de comer muitos alimentos açucarados – sugerindo que elas haviam se tornado, de alguma forma, neurologicamente dependentes do açúcar.

Em 2005, cientistas da Universidade de Princeton finalmente conseguiram demonstrar o mecanismo do vício em açúcar, condicionando ratos a comer alimentos doces. Quando isso acontecia, seus cérebros disparavam dopamina (neurotransmissor associado a situações prazerosas). Depois de algum tempo, o cérebro se adaptava a um nível aumentado dessa substância, reduzindo a quantidade de receptores de dopamina – e aumentando o número de receptores opioides, mudanças similares às observadas em cobaias viciadas em heroína.

Adaptado de “Revista Superinteressante”:

https://super.abril.com.br/especiais/como-a-comida-controla-o

cerebro/. Acesso em : 09 abr. 2021.

A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2090600 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: AOCP
Orgão: FSNH
Provas:

São definidos como geradores de resíduo do serviço de saúde todos os seguintes, EXCETO

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2090599 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: AOCP
Orgão: FSNH
Provas:

Considerando o estabelecimento da questão anterior, nº 48, como devem ser acondicionados, para descarte, os resíduos produzidos que são pertencentes ao grupo E, de acordo com a classificação de risco adotada pela ANVISA?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2090598 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AOCP
Orgão: FSNH
Provas:

Em um laboratório de análises clínicas, ao fim de um dia de trabalho, foi produzido um grande volume de lixo, como algodão contaminado com sangue e coletores de urina usados. Considerando as boas práticas de gerenciamento de resíduos, como deve ser descartado o lixo citado?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2090597 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: FSNH
Provas:

Na técnica de coloração de gram, uma das etapas consiste na aplicação do álcoolcetona sobre a lâmina. O que esse reagente faz na parede das bactérias Gram-negativas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2090596 Ano: 2021
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: FSNH
Provas:

Considerando a situação da questão anterior, n° 37, caso o estagiário necessite corar lâminas contendo bacilos álcool-ácidoresistentes, qual coloração ele deverá usar?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas