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Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta inicial,
em pacientes com câncer que apresentam embolia pulmonar
assintomática.
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Segundo a Diretriz Brasileira de Cardio-Oncologia (2020),
assinale a alternativa que apresenta a definição correta para
cardiotoxicidade associada ao tratamento oncológico.
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Em relação à cardiotoxicidade induzida por antraciclinas, como
a doxorrubicina, assinale a alternativa correta.
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Mulher, 78 anos de idade, com diagnóstico de melanoma
metastático foi admitida no pronto-socorro com queixa de
mialgia, dispneia e dor torácica constante há 4 dias. Há
10 dias, recebeu a primeira dose do tratamento oncológico
com nivolumabe e ipilimumabe (inibidores de checkpoint
imunológicos - ICI). Exames laboratoriais demonstraram
CK-MB de 120 U/L, troponina US (Ultra Sensível) de 132 ng/L
na primeira dosagem e troponina US de 134 ng/L na segunda
dosagem (ref.: 14 ng/L). Foi realizado o exame apresentado
na imagem a seguir:
Sobre a cardiotoxicidade associada a essa classe de medicação e de acordo com o exame apresentado, pode-se afirmar:
Sobre a cardiotoxicidade associada a essa classe de medicação e de acordo com o exame apresentado, pode-se afirmar:
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Homem, 64 anos de idade, com lesão conjuntival nasal
elevada, gelatinosa, com vasos nutridores e áreas de
leucoplasia na margem límbica do OD. Biópsia excisional
incisional confirma carcinoma in situ de células escamosas
(OSSN). Sobre as modalidades de tratamento tópico para
OSSN, assinale a alternativa correta.
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Homem, 70 anos de idade, operado de catarata no OD,
retorna ao consultório.
• Cenário 1: 24 horas após a cirurgia, apresenta acuidade visual 20/200, dor ocular leve, córnea com edema difuso incluindo limbo, reação de câmara anterior 3+, fibrina, PIO 40 mmHg. Não há precipitados ceráticos localizados.
• Cenário 2: 3 semanas após a cirurgia, refere visão borrada e leve fotofobia. AV: 20/60. Edema corneano central em padrão disciforme, precipitados ceráticos localizados na área edemaciada, PIO 28 mmHg. Sensibilidade corneana diminuída. Histórico de ceratite herpética no mesmo olho há 15 anos.
Em relação aos cenários apresentados, qual associação está correta para diagnóstico e conduta inicial?
• Cenário 1: 24 horas após a cirurgia, apresenta acuidade visual 20/200, dor ocular leve, córnea com edema difuso incluindo limbo, reação de câmara anterior 3+, fibrina, PIO 40 mmHg. Não há precipitados ceráticos localizados.
• Cenário 2: 3 semanas após a cirurgia, refere visão borrada e leve fotofobia. AV: 20/60. Edema corneano central em padrão disciforme, precipitados ceráticos localizados na área edemaciada, PIO 28 mmHg. Sensibilidade corneana diminuída. Histórico de ceratite herpética no mesmo olho há 15 anos.
Em relação aos cenários apresentados, qual associação está correta para diagnóstico e conduta inicial?
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Homem, 68 anos de idade, fototipo claro, agricultor, com lesão
gelatinosa e leucoplásica difusa envolvendo limbo em 6 horas
(nasal-superior-temporal) no OD, sem invasão escleral. Já
operado de pterígio no mesmo olho há 2 anos com MMC
intraoperatória; desde então apresenta instabilidade de
superfície (epitelopatia pontuada moderada) e menor fenótipo
límbico no setor nasal. Biópsia incisional: carcinoma in situ
(OSSN). Não usa lentes de contato. Sem imunossupressão
sistêmica. Considerando eficácia e perfil de segurança para a
superfície ocular deste paciente, qual é a melhor estratégia
terapêutica tópica inicial?
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Mulher, 30 anos de idade, com história familiar de baixa
acuidade visual progressiva em gerações anteriores, queixase de diminuição da visão em ambos os olhos. O exame
oftalmológico revela múltiplos depósitos discretos,
esbranquiçados e em “migalhas de pão” no estroma corneano
superficial e médio, poupando a periferia da córnea. Entre os
depósitos, o estroma permanece transparente. Com base nos
achados clínicos e genéticos, qual das seguintes alternativas
apresenta o diagnóstico mais provável e as características
associadas?
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Mulher, 59 anos de idade, apresenta erosão corneana
persistente no OD há 3 semanas. Relata antecedente de
herpes-zoster oftálmico há 8 meses e queixa-se de visão
borrada, mas sem dor ocular significativa.
• Exame ocular (OD):
- Epitélio irregular com defeito ovalado de 3 mm na região paracentral inferior.
- Bordas do defeito lisas e roladas, leito estromal limpo.
- Ausência de infiltrado e reação de câmara anterior.
- Sensibilidade corneana ausente no OD.
Considerando o diagnóstico e as opções disponíveis no Brasil, qual é a conduta mais adequada para promover cicatrização e evitar complicações?
• Exame ocular (OD):
- Epitélio irregular com defeito ovalado de 3 mm na região paracentral inferior.
- Bordas do defeito lisas e roladas, leito estromal limpo.
- Ausência de infiltrado e reação de câmara anterior.
- Sensibilidade corneana ausente no OD.
Considerando o diagnóstico e as opções disponíveis no Brasil, qual é a conduta mais adequada para promover cicatrização e evitar complicações?
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Homem, 34 anos de idade, apresenta dor ocular moderada,
fotofobia e sensação de corpo estranho no olho direito há
3 dias. Relata 3 episódios semelhantes no mesmo olho nos
últimos 2 anos, sempre com melhora após tratamento tópico.
• Exame ocular (OD):
- Lesão corneana ramificada com terminais bulbosos, bordas elevadas e centro ulcerado, corando-se com fluoresceína; margens coram com rosa-bengala.
- Sensibilidade corneana diminuída no OD.
- Ausência de infiltrado estromal profundo ou reação de câmara anterior.
Considerando o quadro e o histórico, qual das condutas a seguir é a mais adequada para este caso?
• Exame ocular (OD):
- Lesão corneana ramificada com terminais bulbosos, bordas elevadas e centro ulcerado, corando-se com fluoresceína; margens coram com rosa-bengala.
- Sensibilidade corneana diminuída no OD.
- Ausência de infiltrado estromal profundo ou reação de câmara anterior.
Considerando o quadro e o histórico, qual das condutas a seguir é a mais adequada para este caso?
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