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Mulher de 30 anos dá entrada no serviço de emergência com história de sangramento vaginal leve e dor abdominal há uma semana. A data da última menstruação foi há aproximadamente 7 semanas. Ela supôs que estivesse menstruada, mas as cólicas estão mais intensas do que o habitual. Ao exame físico: temperatura: 36,9 ºC; frequência cardíaca: 120 bpm; há dor à palpação do quadrante inferior direito do abdome. O ultrassom mostra útero vazio e uma massa anexial direita. O exame de hCG urinário é positivo e os resultados de beta-hCG sérico estão pendentes.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o patógeno que essa paciente, provavelmente, já foi infectada no passado:
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Mulher de 38 anos, com diabetes mellitus tipo 2, há seis anos, e obesidade grau III (IMC: 46 kg/m²), comparece ao ambulatório para avaliação de rotina. Está em uso de metformina e iniciou semaglutida subcutânea há nove meses. Nesse período, apresentou uma expressiva perda ponderal de 18 kg e melhora do controle glicêmico, com redução da hemoglobina glicada (A1C) de 8,8% para 6,2%. Devido a isso, ela aventa a possibilidade de engravidar. Durante a consulta, relata que apresentou um episódio de gastroenterite aguda, há três semanas, caracterizado por diarreia e vômitos intensos, notando uma redução do volume urinário nessa ocasião. Menciona, ainda, o agendamento de uma cirurgia eletiva de colecistectomia para as próximas semanas, motivada por episódios recentes de cólica biliar. Ao exame físico: nota-se uma nova turvação visual e piora da acuidade no olho direito.
Considerando o caso apresentado, é correto afirmar:
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Nesse momento, a conduta inicial de escolha é
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Mulher de 26 anos queixa-se de facilidade para apresentar equimoses e refere quadro de menorragia. A palpação do baço não revela anormalidades e não há linfadenopatias. Exames séricos: hemácias: 5.106.000/mm³; hemoglobina: 13,5 g/dL; leucócitos: 8.120/mm³; plaquetas: 42.000/mm³; tempo de protrombina: 12 segundos (normal); tempo de tromboplastina parcial ativada: 30 segundos (normal); tempo de sangramento: 11 minutos (prolongado). Um painel de exames, consistindo em função renal, perfil hepático, hormônios da tireoide, anticorpo antinúcleo, complemento, sorologias infecciosas e urina tipo 1, são negativos ou normais.
Considerando as informações apresentadas, qual o autoanticorpo que, provavelmente, é responsável pela condição atual da paciente?
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Homem, 55 anos, apresenta diagnóstico de cirrose alcoólica descompensada Child-Pugh B. No seguimento ambulatorial foi solicitada uma endoscopia de controle para avaliação de varizes de esôfago. A endoscopia evidencia varizes esofágicas de grosso calibre em terço médio e distal.
Assinale a alternativa que contempla as características que definem varizes de alto risco para primeiro episódio de hemorragia (que indicam profilaxia primária) e abordagem do paciente.
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Mulher de 64 anos é submetida à excisão cirúrgica de um carcinoma basocelular ulcerado, gerando um defeito, com 2,5 cm x 3,0 cm, abrangendo toda a espessura do dorso nasal. Devido ao grau de infiltração da lesão neoplásica, foi necessário ressecar o periósteo do osso nasal que, por sua vez, ficou exposto.
Qual o método de escolha recomendado para a reconstrução do defeito nesse caso clínico?
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Homem de 67 anos, hipertenso, dislipidêmico, tabagista (50 maços/ano) e obeso procura o pronto-socorro com dor abdominal súbita e intensa em flanco esquerdo, irradiada para a região lombar, acompanhada de sudorese, palidez e síncope. Ao exame, apresenta PA: 70 × 40 mmHg, FC: 124 bpm, dor profunda em flanco esquerdo e dor à extensão passiva da coxa esquerda, sem sinais de irritação peritoneal. Após reposição volêmica limitada, permanece hipotenso. A tomografia computadorizada é apresentada a seguir:

(Yogesh Kumar et al, Annals of Translational Medicine, 2017)
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, o diagnóstico e o tratamento.
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Homem, 37 anos, previamente hígido, vítima de acidente automobilístico de alta energia, é admitido no pronto-socorro com múltiplas lesões traumáticas. Foi submetido à laparotomia exploradora devido a laceração hepática grau IV e lesão esplênica, evoluindo com necessidade de esplenectomia e empacotamento hepático. Após 24 horas em unidade de terapia intensiva, apresenta distensão abdominal progressiva, oligúria, aumento da pressão de vias aéreas, acidose metabólica e necessidade crescente de drogas vasoativas. Ao exame físico encontra-se sedado, intubado, com abdome tenso e pouco complacente. Os sinais vitais mostram pressão arterial média de 60 mmHg e saturação de oxigênio de 94% em ventilação mecânica. A pressão intra-abdominal aferida indiretamente por via vesical é de 25 mmHg.
Considerando o quadro clínico descrito e os conceitos atuais relacionados à síndrome compartimental abdominal, assinale a alternativa correta.
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Homem, 39 anos de idade, previamente hígido, deu entrada em pronto atendimento com queixa de dor abdominal em fossa ilíaca direita há dois dias, associada a inapetência, náuseas e vômitos. Nega migração da dor ou febre. Encontra-se em bom estado geral, afebril, FC: 98 bpm, PA: 128 × 73 mmHg, IMC: 32 kg/m². Abdome globoso, flácido, doloroso à palpação de fossa ilíaca direita, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais revelaram leucócitos em 21.500/mm³ sem desvio e PCR: 15,6 mg/dL (VR: < 5,0 mg/L), sem demais alterações. Tomografia abdominal demonstrada a seguir:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A conduta a ser tomada para com relação ao paciente deverá ser:
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Uma mulher de 44 anos, vítima de queda de escada, dá entrada na emergência conduzida por familiares. Na admissão, apresenta cefaleia intensa, náuseas e vômitos, além de ferimento extenso em região frontotemporal direita. Encontra-se hemodinamicamente estável, com Escala de Coma de Glasgow de 10 (AO:3; RV:3; RM:4), pupila direita com 5,0 mm e hiporreativa à luz e pupila esquerda com 3,0 mm e fotorreagente. Após a abordagem inicial do trauma, é realizada tomografia computadorizada de crânio, demonstrada na imagem, que evidencia coleção extra-axial hiperdensa, biconvexa, frontotemporal direita, com espessura máxima de 18,0 mm e desvio da linha média de 7,0 mm.
A tomografia está demonstrada a seguir:

(Disponível em: https://radiopaedia.org/)
Considerando os achados clínicos e tomográficos, a conduta neurocirúrgica mais adequada no momento é:
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