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Homem de 35 anos está hospitalizado após um acidente automobilístico. Dois dias após a admissão, ele evolui com disúria e polaciúria. A temperatura é de 36,9 ºC e os sinais vitais são normais. O hemograma não demonstra leucocitose. Uma amostra de urina de jato médio é coletada, apresentando sedimento positivo para esterase leucocitária e nitritos, e a urocultura revela o crescimento de 103.000 UFC/mL de Escherichia coli. O teste de sensibilidade antimicrobiana demonstra que o micro-organismo é produtor de beta-lactamase de espectro estendido (ESBL).
É correto afirmar que a conduta adequada para esse paciente é
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Mulher de 62 anos apresenta diarreia aquosa crônica há 7 meses. Relata que a diarreia persiste mesmo durante o jejum prolongado (noturna). A paciente refere que as fezes são de grande volume, sem sangue ou muco, e estão associadas a episódios de cãibras musculares generalizadas. O histórico é relevante apenas para hipertensão em uso de enalapril e anlodipino. Nega viagens recentes, etilismo, tabagismo, uso de antibióticos ou cirurgia gastrointestinal prévia. Ao exame físico: hidratada; pressão arterial: 130 x 80 mmHg; abdome indolor com ruídos hidroaéreos audíveis em todos os quadrantes. Exames séricos: hemograma normal; potássio: 2,8 mEq/L; creatinina: 0,9 mg/dL. O hiato osmótico fecal calculado é de 30 mOsm/kg. A pesquisa de gordura fecal (Sudan III) é negativa e a calprotectina fecal é de 20 mcg/g (referência < 50).
Com base no mecanismo fisiopatológico da diarreia apresentada, assinale a alternativa correta.
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Mulher de 46 anos queixa-se de astenia intensa, cefaleia, febre, odinofagia e anorexia com evolução de uma semana. Relata preocupação após notar um exantema pelo corpo, o qual refere ser não pruriginoso. Ela é sexualmente ativa e mantém um relacionamento monogâmico. Ao exame físico: temperatura: 38,1 ºC; orofaringe eritematosa, sem exsudatos; linfonodos cervicais aumentados de tamanho, de consistência firme, e indolores à palpação; nota-se exantema maculopapular difuso em tronco, dorso, palmas das mãos e plantas dos pés.
Durante a avaliação pélvica e ginecológica, o achado adicional que, provavelmente, pode ser observado é
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Homem de 34 anos, trabalhador rural residente em uma região produtora de grãos no interior do Estado de São Paulo, procura o serviço de emergência com quadro de quatro dias de febre alta, náuseas, calafrios, cefaleia e dor abdominal difusa. Nas últimas seis horas, evolui com tosse seca e dispneia progressiva rapidamente evolutiva. Ao exame físico: taquipneico, cianótico, hipotenso e hipoxêmico, necessitando de intubação orotraqueal. Os exames séricos iniciais revelam leucocitose importante (24.500/mm3) com desvio à esquerda escalonado; presença de linfócitos reativos (imunoblastos) correspondendo a 14% da série linfoide; plaquetas: 32.000/mm3; hematócrito: 54%; creatinina: 1,9 mg/dL; desidrogenase lática: 780 U/L (normal: até 240); albumina sérica: 2,4 g/dL. A radiografia de tórax evidencia infiltrado interstício-alveolar bilateral difuso simétrico.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
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Homem de 55 anos é atendido em consulta de retorno com queixa de dor óssea que começou há algumas semanas. Ele é um paciente que faz hemodiálise crônica. Todavia, há 6 meses, a fim de controlar melhor sua hipertensão e sobrecarga de volume, ele foi transferido da hemodiálise três vezes por semana para hemodiálise noturna longa, cinco vezes por semana. Ele se exercita regularmente, no entanto, não tem conseguido fazê-lo ultimamente devido à dor óssea. Exames séricos (antes de uma sessão de diálise): cálcio corrigido: 8,4 mg/dL (normal: 8,8 a 10,4); fósforo: 1,55 mg/dL (normal: 2,48 a 4,50); paratormônio: 8,2 pmol/L (normal: 0,9 a 5,4); 25-OH-colecalciferol sérico: 39,8 ng/mL (normal: > 20).
De acordo com as informações apresentadas, qual é a causa provável de dores desse paciente?
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Homem de 40 anos, sem problemas médicos prévios, é encaminhado para avaliação de dispneia aos esforços. Ele relata que gosta de praticar exercícios e corre aproximadamente 1,6 a 3,2 km em dias alternados. Todavia, ao longo do ano anterior, ele notou que seu ritmo diminuiu devido à dispneia e ocasionalmente precisa parar para recuperar o fôlego. Nega dispneia com atividades menos vigorosas. Não há ganho de peso, edema, ortopneia, etilismo ou tabagismo. Ele foi adotado e não conhece sua história familiar. Ao exame físico: frequência cardíaca: 70 bpm; pressão arterial: 118 x 70 mmHg; SatO2: 98%; não há sopros ou galopes ao exame cardíaco; pulmões limpos; o restante do exame não é contributivo. Eletrocardiograma: ritmo sinusal normal com hipertrofia ventricular esquerda. Exames séricos: hemograma completo e eletrólitos normais; creatinina: 1,6 mg/dL. O exame de urina é positivo para proteinúria. Ecocardiograma transtorácico: função de ventrículo esquerdo (VE) normal, com aumento moderado concêntrico da espessura da parede de VE (1,6 cm); as velocidades diastólicas precoces (e’) ao Doppler tecidual do anel mitral septal e lateral são ambas de 6 cm/s; ambos os átrios estão moderadamente dilatados; não há valvopatia significativa.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui a próxima conduta apropriada:
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Mulher de 25 anos, com miocardiopatia dilatada não isquêmica e fração de ejeção de 20%, apresenta-se ao departamento de emergência com disúria, nos últimos 3 dias, além de vômitos e calafrios nas últimas 24 horas. Ao exame físico: ela está sonolenta e prostrada; temperatura: 39,6 ºC; frequência cardíaca: 160 bpm; pressão arterial: 80 x 60 mmHg, frequência respiratória: 30 irpm; SatO2 em ar ambiente: 96%; a pressão venosa jugular está plana; pulmões estão limpos; cardíaco: ritmo regular e taquicárdico, sem sopros; extremidades: aquecidas, sem edema. Exames séricos: leucometria de 20.000/mm³; bicarbonato: 14 mEq/L; creatinina: 1,6 mg/dL. Hemoculturas e urocultura foram coletadas. Ela recebe piperacilina-tazobactam e vancomicina. O cateter de artéria pulmonar é inserido e mostra: pressão de átrio direito (AD): 2 mmHg; pressão de artéria pulmonar (AP): 16 x 8 mmHg; pressão de oclusão da artéria pulmonar (POAP): 5 mmHg; índice cardíaco (IC): 3,5 L/min/m2. Ela recebe 2 L de ringer lactato, nas 3 horas subsequentes, mas sua frequência cardíaca permanece em 160 bpm e a pressão arterial permanece em 80 x 60 mmHg. A repetição das medidas hemodinâmicas mostra AD de 4 mmHg, AP de 20 x 8 mmHg, POAP de 7 mmHg e IC de 3,4 L/min/m2. Baseado no perfil do caso, a equipe médica não deseja usar noradrenalina.
Nessa circunstância, é correto afirmar que a medicação apropriada a ser iniciada é
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Mulher de 47 anos apresenta-se com história de perda ponderal (7 kg nas últimas semanas), dor abdominal e diarreia aquosa há um mês. Ela relata episódios frequentes de tenesmo e notou hematoquezia recentemente. Ela tem diagnóstico prévio de infecção pelo HIV, mas atualmente está sem acompanhamento médico ou uso de terapia antirretroviral. A contagem de linfócitos CD4 é de 38 células/mm3. A colonoscopia revela inflamação da mucosa colônica, com presença de úlceras e erosões. A biópsia enviada para exame histopatológico demonstra células aumentadas de tamanho com inclusões intranucleares basofílicas e excêntricas (aspecto em “olho de coruja”).
Nesse contexto, o tratamento de escolha é com
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Mulher de 20 anos apresenta-se para avaliação de hirsutismo importante para a paciente. Refere telarca aos 11 anos e menarca aos 15 anos. Ela descreve sangramento mensal, com o menor intervalo entre as menstruações de 20 dias, com cerca de 16 menstruações por ano. A paciente está frustrada com o aumento do crescimento de pelos em seu mento e abdome, que notou pela primeira vez aos 13 anos. O crescimento dos pelos tem piorado gradualmente. Ela relata que seu peso tem se mantido estável. Ao exame físico: IMC: 35,0 kg/m²; pressão arterial: 118 x 76 mmHg; há uma quantidade aumentada de pelos terminais grossos no lábio superior, mento, pescoço, abdome e dorso; o escore de Ferriman-Gallwey modificado é de 10; não há clitoromegalia, voz grave ou acantose nigricans. Exames séricos atuais: FSH: 5,0 mUI/mL (normal: 2,0 a 12,0); estradiol: 45 pg/mL (normal: 10 a 180); testosterona: 35 ng/dL (normal: 8 a 60); TSH: 3,0 mUI/L(normal: 0.5 a 5,0); hemoglobina A1c: 5,0%; prolactina:7 ng/mL (normal: 4 a 30).
Considerando os dados apresentados, assinale a alternativa que indica corretamente o exame adicional necessário para confirmar a principal hipótese diagnóstica dessa paciente.
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Mulher de 30 anos dá entrada no serviço de emergência com história de sangramento vaginal leve e dor abdominal há uma semana. A data da última menstruação foi há aproximadamente 7 semanas. Ela supôs que estivesse menstruada, mas as cólicas estão mais intensas do que o habitual. Ao exame físico: temperatura: 36,9 °C; frequência cardíaca: 120 bpm; há dor à palpação do quadrante inferior direito do abdome. O ultrassom mostra útero vazio e uma massa anexial direita. O exame de hCG urinário é positivo e os resultados de beta-hCG sérico estão pendentes.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o patógeno que essa paciente, provavelmente, já foi infectada no passado:
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