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Mulher de 49 anos é levada ao serviço de emergência pelo marido porque, nas últimas semanas, tem permanecido em posições estranhas pela casa por horas consecutivas. No episódio mais recente, a paciente ficou em pé junto à janela com ambas as mãos sobre os olhos e uma das pernas levantada e apoiada em uma cadeira em um ângulo de 90 graus. Ela manteve essa posição desconfortável por mais de 3 horas. Apresenta resposta verbal mínima ao que o marido diz e, às vezes, parece estar em estado de estupor. Ela possui um transtorno mental maior que vem sendo tratado com haloperidol por um psiquiatra nos últimos 10 anos.
Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico provável, em acréscimo ao que ela já vem tratando.
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Mulher de 26 anos queixa-se de facilidade para apresentar equimoses e refere quadro de menorragia. A palpação do baço não revela anormalidades e não há linfadenopatias. Exames séricos: hemácias: 5.106.000/mm3; hemoglobina: 13,5 g/dL; leucócitos: 8.120/mm3; plaquetas: 42.000/mm3; tempo de protrombina: 12 segundos (normal); tempo de tromboplastina parcial ativada: 30 segundos (normal); tempo de sangramento: 11 minutos (prolongado). Um painel de exames, consistindo em função renal, perfil hepático, hormônios da tireoide, anticorpo antinúcleo, complemento, sorologias infecciosas e urina tipo 1, são negativos ou normais.
Considerando as informações apresentadas, qual o autoanticorpo que, provavelmente, é responsável pela condição atual da paciente?
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Mulher de 25 anos, previamente hígida, refere história de febre, cólicas abdominais, diarreia e vômitos há 3 dias. Relata que, há cerca de 5 dias, consumiu uma porção inteira de massa de biscoito crua (contendo ovos crus). Não há hematoquezia ou antecedentes mórbidos relevantes. Ao exame físico: temperatura: 37,9 °C; pressão arterial: 127 x 83 mmHg; frequência cardíaca: 92 bpm; abdome: há dor leve à palpação difusa. A coprocultura demonstra crescimento de colônias negras em ágar Hektoen e o exame parasitológico de fezes é negativo.
Para essa paciente, a conduta apropriada é
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Homem de 18 anos dá entrada no serviço de emergência com quadro de febre (38 ºC) e odinofagia. Ao exame físico: há linfonodomegalias cervicais, além de amígdalas eritematosas e hipertrofiadas com presença de exsudato amigdaliano. Amoxicilina é prescrita, visto que ele relata exposições prévias ao fármaco, sem intercorrências. Cerca de 3 dias após, o paciente queixa-se de astenia intensa (fadiga extrema). A análise laboratorial demonstra hemoglobina de 9,1 g/dL e bilirrubina de 5,2 mg/dL.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para a complicação descrita, esses últimos sintomas decorrem, provavelmente, de qual tipo de resposta imune?
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Mulher de 76 anos relata quadro de disfagia e dor torácica. Os sinais vitais e exame físico não apresentam alterações significativas. A radiografia de tórax evidencia dilatação esofágica e o esofagograma contrastado revela estreitamento do esôfago distal (aspecto em “bico de pássaro”). A manometria esofágica demonstra ausência de relaxamento do esfíncter esofágico inferior e aperistalse no esôfago inferior. Não há acometimento cardiológico ou de intestino. Os resultados laboratoriais relevantes incluem: IgM para Trypanosoma cruzi: negativo; IgG para Trypanosoma cruzi: positivo.
Considerando o agente microbiano responsável por essa complicação, de acordo com as melhores evidências científicas, é correto afirmar:
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Homem de 72 anos, diabético e hipertenso há 15 anos, com doença renal crônica e taxa de filtração glomerular estimada de 35 mL/min/1,73 m2, há 6 meses, retorna em consulta de rotina. Ele faz uso regular de losartana, dapagliflozina, metformina e atorvastatina, mas queixa-se de nictúria ocasional e uma dor articular no primeiro pododáctilo direito, resolvida, há duas semanas, com uso de compressas frias e analgésico comum, diagnosticada previamente em pronto-atendimento como um episódio agudo de gota. Ao exame físico: pressão arterial: 138 x 82 mmHg; IMC: 29 kg/m2; sem edema periférico. Exames séricos atuais: creatinina: 1,9 mg/dL (34 mL/min/1,73 m² pela equação CKD-EPI 2021); ureia: 65 mg/dL; potássio: 4,8 mEq/L; bicarbonato: 22 mEq/L; ácido úrico: 9,2 mg/dL. Relação albumina-creatinina: 350 mg/g (prévia de 320 mg/g há seis meses).
A partir dos dados descritos, é correto afirmar:
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Mulher de 48 anos se queixa de pressão facial, obstrução nasal e secreção pós-nasal espessa há quatro meses. Relata fadiga associada e diminuição do olfato, mas nega episódios de febre, dor dentária, epistaxe ou eliminação de secreção nasal francamente purulenta recente. O histórico médico é irrelevante. Ao exame físico: sinais vitais estáveis; cardiopulmonar e abdome: normais; a oroscopia não apresenta gotejamento purulento franco; o exame nasal revela mucosa edemaciada e hiperemiada no meato anterior bilateralmente, com presença de secreção mucoide espessa, sem pólipos nasais visíveis.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
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Mulher de 58 anos, assintomática, comparece em consulta de rotina. Nega fadiga, desconforto abdominal, icterícia ou sangramentos. Relata não ter o hábito de consumir bebidas alcoólicas, usar medicamentos hepatotóxicos ou formulações fitoterápicas. Ela tem antecedente de diabetes mellitus tipo 2 diagnosticado, há 8 anos (em uso de metformina, 1.000 mg/dia), além de obesidade grau I e dislipidemia (parou a medicação por conta própria). Ao exame físico: pressão arterial: 138 x 82 mmHg; frequência cardíaca: 76 bpm; IMC: 33,9 kg/m2; abdome: globoso, flácido, indolor à palpação; fígado palpável no rebordo costal direito, com borda romba e indolor; ausência de esplenomegalia, ascite, eritema palmar ou circulação colateral. Exames séricos: AST (TGO): 48 U/L; ALT (TGP): 52 U/L; plaquetas: 180.000/mm3; glicemia de jejum: 145 mg/dL; hemoglobina glicada (HbA1c): 7,6%; albumina: 4,1 g/dL; bilirrubinas normais. Ultrassom: fígado com ecogenicidade difusamente aumentada, atenuando o feixe sonoro nas porções profundas, padrão compatível com esteatose hepática de grau moderado; vias biliares normais. O escore não invasivo FIB-4 é de 2,14 (intermediário risco).
Em relação ao caso descrito, é correto afirmar:
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Mulher de 55 anos apresenta quadro de rigidez matinal com duração de várias horas. Ela queixa-se de dor e edema nas articulações dos dedos e dos punhos, com sintomas de caráter intermitente. Ao exame físico, nota-se que a dor, o edema e a rigidez têm distribuição simétrica. A radiografia evidencia aumento de partes moles e redução do espaço articular. Os achados laboratoriais relevantes são: velocidade de hemossedimentação: 28 mm/h; anticorpo antinuclear: 1:320; fator reumatoide: 1:128; anticorpo anti-peptídeo citrulinado cíclico: 62 U/mL.
Nesse caso, o tratamento inicial recomendado de maior impacto em longo prazo é:
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Mulher de 63 anos retorna de suas férias do Caribe. Durante os dois últimos dias de viagem, ela começou a sentir-se mal, com quadro de febre e mal-estar geral. Três dias após o retorno, ela procura o pronto-socorro. A paciente relata ter apresentado picos febris de até 39 ºC, dores articulares importantes, mialgia e que, no dia anterior, notou o surgimento de manchas vermelhas no abdome. Ela também menciona ter sofrido inúmeras picadas de mosquitos durante as férias. Ao exame físico: temperatura: 38,7 ºC; nota-se um exantema maculopapular difuso que embranquece à digitopressão no tronco, dorso e braços; o restante do exame não é contributivo. O teste sorológico demonstra a presença de anticorpos IgM contra um alfavírus específico, confirmando o diagnóstico.
Segundo o exposto, o agente etiológico é
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