Foram encontradas 467 questões.
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O número “dez” na notação do sistema decimal significa: uma dezena e zero unidades. O número 152 por sua vez - uma centena, cinco dezenas e duas unidades: 1x100+5x10+2x1 =152.
Pode-se, entretanto, agrupar os números em conjuntos com número diferente de unidades como por exemplo, dois (o chamado sistema binário ou de base-2). Assim, o número “três” no sistema binário recebe a representação: uma unidade-de-2 e uma unidade: 1x2+1x1=11. O número “doze”, por sua vez: 1x8+1x4+0x2+0x1 = 1100.
Assinale a alternativa que indica a representação do número “vinte e três” em notação do sistema binário
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Três amigos, João, Rodrigo e Sérgio, decidem apostar em um jogo de dados. Os dados têm 6 lados (variando de 1 a 6 o resultado possível de cada lançamento), é equilibrado e eles apostam no resultado da soma de pontos feitos em dois lançamentos.

Assinale a alternativa correta.
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Algoritmos de classificação têm sido muito utilizados para determinar o perfil de consumo de clientes dentro de sistemas de análise de inteligência de mercado. Considere um caso hipotético onde se determinou que dois índices A e B (contínuos) obtidos a partir de informações coletadas sobre os usuários de uma loja virtual. Com esses dois índices, verifica-se que que é possível separar os usuários completamente em 4 tipos de compras seguintes nos produtos X, Y, W e Z. Representado no plano cartesiano AxB cada consumidor será um ponto e a próxima compra é definida pelo quadrante em que os valores dos índices A e B o localizem. Se o usuário for identificado, pertencendo ao primeiro quadrante, ele irá comprar X (apenas), se pertencer ao segundo quadrante, irá comprar Y (apenas), e assim por diante, conforme visto abaixo.

No diagrama acima temos a amostragem de um grupo de 10 consumidores da loja neste momento. Considerando que a previsão se realiza com probabilidade (independente, associada à calibração desta classificação) de 80%. A chance de um consumidor escolhido aleatoriamente neste grupo comprar X ou W será.
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O resultado de um jogo conta com a seguinte distribuição de apostas em um bolão mantido por uma casa de apostas.

Cada aposta tem sempre o mesmo valor unitário. O pagamento segue a regra: 20% é da banca (ou seja da casa de apostas) que organiza o bolão, e o restante é dividido igualmente entre cada cota de aposta vitoriosa.
Assinale a alternativa que indica o ganho de capital (descontado o valor investido, portanto) promovido por quem acertar o empate será de:
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A partir das conclusões I e II, assinale a alternativa que as caracteriza corretamente com respeito ao método que as fundamenta.
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Leia com atenção a tirinha abaixo e responda a questão.

Sobre a interpretação do quadrinho, assinale a alternativa correta.
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Carta ao Leitor
Nunca te vi, sempre te amei
(...)
De todas as tarefas que fazem parte da rotina de redação de Galileu, a mais prazerosa certamente é ler as cartas dos leitores. Os fãs da revista são de fato especiais e suas cartas traduzem isso. São criativos, curiosos, observadores e não deixam passar nada. Fazem perguntas tão difíceis quanto imprevisíveis.
Querem saber de tudo: do monstro do Lago Ness ao Projeto Genoma Humano. E não se contentam com respostas pela metade. Ler as dúvidas que aparecem nas cartas, os comentários sobre as reportagens passadas e as sugestões de futuras é gratificante para qualquer jornalista. Ainda mais para nós, jornalistas de Galileu, que adoramos um bom desafio.
Felizmente, a revista conta com uma arma secreta para satisfazer tantas pessoas exigentes. Vou apresentá-la agora: Luiz Francisco Senne, nosso secretário de produção, professor de português, roqueiro, colecionador de discos de vinil e livros usados, e responsável pelo atendimento aos leitores. Kiko, como é muito mais conhecido, sabe também driblar as angústias dos nossos jovens amigos em apuros.
Muitos pedem ajuda a Galileu quando recebem dos professores uma tarefa complicada e não sabem a quem recorrer. Kiko responde delicada mas firmemente: não dá para fazer o trabalho escolar no lugar do aluno (é festa agora?). Mas simpatiza com o drama de leitores como este cuja mensagem é reproduzida acima: “Vocês não poderiam dar uma dica de como ir bem numa prova de física porque o meu cérebro está cansado?” Atendendo ao apelo levado aos repórteres por Kiko, Galileu oferece a seus leitores a matéria “Os cientistas alertam: não deveríamos existir”, do editor Marcelo Ferroni. Ela mostra que a física pode ser criativa em vez de uma aula chata. Quer ver?
Martha San Juan França, Diretora de Redação
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