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4191026 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
Uso de celulares na educação exige orientação dentro e fora da escola 

 Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época professora em uma escola municipal paulistana, conseguiu desenvolver atividades de programação com seus alunos do ensino fundamental — impulsionando um projeto de robótica com sucata que a fez chegar aos melhores colocados do Global Teacher Prize, prêmio para professores considerado o “Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode negar que está vivenciando uma revolução tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e da lousa, somente do livro didático”, afirma a educadora. Nesse contexto, torna-se necessário educar para o uso desses recursos. O estudante precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar uma rede social ou realizar uma pesquisa, há mecanismos que influenciam os resultados obtidos. Além disso, não basta que a escola imponha restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver orientação adequada. “Não adianta também a escola proibir e os pais continuarem permitindo o uso de forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou no computador.”, alerta. De acordo com a professora, o uso excessivo desses dispositivos, sem acompanhamento, pode comprometer a relação dos estudantes com a aprendizagem.

Adaptado de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5- horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.


Considerando o Texto 1, assinale a alternativa que transpõe corretamente o trecho a seguir para o discurso indireto, mantendo a correlação temporal: ‘“Não adianta também a escola proibir [...]’, alerta”.
 

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4191025 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
Uso de celulares na educação exige orientação dentro e fora da escola 

 Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época professora em uma escola municipal paulistana, conseguiu desenvolver atividades de programação com seus alunos do ensino fundamental — impulsionando um projeto de robótica com sucata que a fez chegar aos melhores colocados do Global Teacher Prize, prêmio para professores considerado o “Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode negar que está vivenciando uma revolução tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e da lousa, somente do livro didático”, afirma a educadora. Nesse contexto, torna-se necessário educar para o uso desses recursos. O estudante precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar uma rede social ou realizar uma pesquisa, há mecanismos que influenciam os resultados obtidos. Além disso, não basta que a escola imponha restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver orientação adequada. “Não adianta também a escola proibir e os pais continuarem permitindo o uso de forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou no computador.”, alerta. De acordo com a professora, o uso excessivo desses dispositivos, sem acompanhamento, pode comprometer a relação dos estudantes com a aprendizagem.

Adaptado de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5- horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.


No Texto 1, em “Além disso, não basta que a escola imponha restrições [...]”, a expressão destacada estabelece relação de
 

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4191024 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
Uso de celulares na educação exige orientação dentro e fora da escola 

 Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época professora em uma escola municipal paulistana, conseguiu desenvolver atividades de programação com seus alunos do ensino fundamental — impulsionando um projeto de robótica com sucata que a fez chegar aos melhores colocados do Global Teacher Prize, prêmio para professores considerado o “Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode negar que está vivenciando uma revolução tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e da lousa, somente do livro didático”, afirma a educadora. Nesse contexto, torna-se necessário educar para o uso desses recursos. O estudante precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar uma rede social ou realizar uma pesquisa, há mecanismos que influenciam os resultados obtidos. Além disso, não basta que a escola imponha restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver orientação adequada. “Não adianta também a escola proibir e os pais continuarem permitindo o uso de forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou no computador.”, alerta. De acordo com a professora, o uso excessivo desses dispositivos, sem acompanhamento, pode comprometer a relação dos estudantes com a aprendizagem.

Adaptado de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5- horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.


Considere o seguinte trecho do Texto 1: “Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles podem ser aliados, e não inimigos.”.
Assinale a alternativa correta quanto às relações de sentido estabelecidas nesse período.
 

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4191023 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
Uso de celulares na educação exige orientação dentro e fora da escola 

 Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época professora em uma escola municipal paulistana, conseguiu desenvolver atividades de programação com seus alunos do ensino fundamental — impulsionando um projeto de robótica com sucata que a fez chegar aos melhores colocados do Global Teacher Prize, prêmio para professores considerado o “Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode negar que está vivenciando uma revolução tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e da lousa, somente do livro didático”, afirma a educadora. Nesse contexto, torna-se necessário educar para o uso desses recursos. O estudante precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar uma rede social ou realizar uma pesquisa, há mecanismos que influenciam os resultados obtidos. Além disso, não basta que a escola imponha restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver orientação adequada. “Não adianta também a escola proibir e os pais continuarem permitindo o uso de forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou no computador.”, alerta. De acordo com a professora, o uso excessivo desses dispositivos, sem acompanhamento, pode comprometer a relação dos estudantes com a aprendizagem.

Adaptado de: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5- horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.


De acordo com o Texto 1,
 

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4191022 Ano: 2026
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Um médico assistente de um paciente servidor público foi chamado a fornecer informações detalhadas sobre o diagnóstico psiquiátrico a sua chefia imediata, para fins de reorganização de escala de trabalho. De acordo com o Código de Ética Médica, nesse caso, a conduta mais adequada é
 

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4191021 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Paciente idoso apresenta início abrupto de desorientação, flutuação do nível de consciência e prejuízo cognitivo após infecção urinária. Diante desses sintomas, o diagnóstico mais compatível é
 

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4191020 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Paciente em uso recente de antipsicótico desenvolve rigidez intensa, hipertermia, elevação de CPK e instabilidade autonômica. De acordo com os sintomas descritos, é correto afirmar que o mecanismo fisiopatológico central envolve
 

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4191019 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Ao realizar transição de um inibidor de seletivo de receptação de serotonina (ISRS) de meia-vida longa para um inibidor da monoamina oxidase (IMAO), a conduta segura envolve
 

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4191018 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Qual dos seguintes fenômenos é considerado sintoma de primeira ordem de Schneider?
 

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4191017 Ano: 2026
Disciplina: Psiquiatria
Banca: AOCP
Orgão: IF-CE
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Paciente relata que, ao ver um apresentador de televisão tocar na gravata durante o noticiário, “soube imediatamente” que aquilo significava que estava sendo escolhido para uma missão especial divina. Não há elaboração progressiva dessa crença; o significado surge de forma súbita e autoevidente. Esse fenômeno psicopatológico descrito corresponde a
 

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