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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
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Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
Assinale a alternativa correta quanto às relações de sentido estabelecidas nesse período.
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Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
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Um médico assistente de um paciente servidor
público foi chamado a fornecer informações
detalhadas sobre o diagnóstico psiquiátrico a sua
chefia imediata, para fins de reorganização de
escala de trabalho. De acordo com o Código de
Ética Médica, nesse caso, a conduta mais
adequada é
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Paciente idoso apresenta início abrupto de
desorientação, flutuação do nível de consciência e
prejuízo cognitivo após infecção urinária. Diante
desses sintomas, o diagnóstico mais compatível é
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Paciente em uso recente de antipsicótico
desenvolve rigidez intensa, hipertermia, elevação
de CPK e instabilidade autonômica. De acordo com
os sintomas descritos, é correto afirmar que o
mecanismo fisiopatológico central envolve
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Ao realizar transição de um inibidor de seletivo de
receptação de serotonina (ISRS) de meia-vida
longa para um inibidor da monoamina oxidase
(IMAO), a conduta segura envolve
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- Psicopatologia
- Transtornos MentaisEsquizofrenia, Transtornos Esquizotípicos e Transtornos Delirantes
Qual dos seguintes fenômenos é considerado
sintoma de primeira ordem de Schneider?
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- Psicopatologia
- Transtornos MentaisEsquizofrenia, Transtornos Esquizotípicos e Transtornos Delirantes
Paciente relata que, ao ver um apresentador de
televisão tocar na gravata durante o noticiário,
“soube imediatamente” que aquilo significava que
estava sendo escolhido para uma missão especial
divina. Não há elaboração progressiva dessa
crença; o significado surge de forma súbita e
autoevidente. Esse fenômeno psicopatológico
descrito corresponde a
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