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Foram encontradas 120 questões.

2525267 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
“Lobo da Costa encarnou a boêmia literária no mais alto grau da neurose romântica e do abandono de si mesmo. Se a vida não lhe houvesse dado, desde a juventude, boa cópia de amargores, ele os teria criado, com o sentimento bovarista de que foi pródigo. Andejo como Villon, ressentido como Lord Byron, sentimental como Lamartine, pertenceu-lhes à família, talvez inconscientemente, porque a sua escassa cultura não lhe dava poderes para forçar o parentesco.”
(CESAR, Guilhermino. História da Literatura do Rio Grande do Sul (1737-1902). Porto Alegre: Editora Globo, 1956)
Dentre as características da poesia de Lobo da Costa, apontadas por Guilhermino Cesar, NÃO se encontra
 

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2525185 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Leia os textos 3 e 4 para responder a questão.
Texto 3
“Waly Salomão, ‘se não chegou a se tornar tudo, foi muitas coisas’, pontua Paulo Leminski em texto ao final deste volume. Atuando como poeta, ensaísta, letrista, articulador cultural, diretor de espetáculos, artista visual e homem público, Waly sempre encadeou sua produção literária com as diversas manifestações culturais que surgiam no Brasil entre as décadas de 1970 e 2000.
Desde “Me segura qu’eu vou dar um troço” (1972), seu livro de estreia, iniciado durante um episódio de confinamento no Carandiru, sua obra transmite um forte anseio pela liberdade, subvertendo qualquer rigidez de gêneros ainda vigente.
Em “Gigolô de bibelôs” (1983), seu segundo livro, o seguinte verso ecoa: ‘Tenho fome de me tornar um tudo o que não sou’; e ao fim do mesmo livro: ‘Minha sede não é qualquer copo d’água que mata’. Faminto e sedento, Waly busca abolir fronteiras e confrontar-se com os limites – entre o eu e o outro, entre a poesia e a lírica, entre a arte e a vida.
Seus versos continuaram reinventando ao longo dos anos 1990 e 2000, e livros como “Algaravias” (1996) consolidaram seu papel de expoente na vanguarda brasileira e experimentador máximo da linguagem”.
(SALOMÃO, Waly. Poesia total. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. *orelha da capa)
Texto 4
ESCRITA – A inovação revolucionária, implícita na ideia de vanguarda, pode ser induzida artificialmente ou é resultante de um longo processo de maturação social?
ANTONIO CANDIDO – Em princípio, uma pseudovanguarda pode ser artificialmente montada, sem razão-de-ser profunda. Quanto às outras, nos termos propostos acima, há uma escolha deliberada, mas esta é suscitada por estímulos que favorecem e mesmo solicitam a atitude de renovação radical e constante. Esta é um traço do nosso tempo, e portanto resulta também de condições sociais. Eu diria que a literatura não pode nem deve ser apenas vanguarda; mas que as vanguardas têm sido o sal do nosso tempo.
(CANDIDO, Antonio. Vanguarda: renovar ou permanecer. In Textos de Intervenção. São Paulo: Duas Cidades, Ed. 34, 2002 - *Este trecho é transcrição parcial da entrevista “Antonio Candido e os condenados à vanguarda”, publicada na revista Escrita, número 2, ano I, São Paulo, 1975)
Na obra “Formação da Literatura Brasileira”, 1º volume, Antonio Candido afirma, na Introdução, que procura estudar a formação da literatura brasileira como síntese de tendências universalistas e particularistas. Prossegue dizendo que para compreender em que sentido é tomada a palavra formação convém principiar estabelecendo a distinção entre manifestações literárias e literatura propriamente dita. Para que se reconheça literatura é preciso considerá-la como um sistema de obras ligadas por denominadores comuns, que permitem identificar as notas dominantes de uma fase.
Dentre esses denominadores comuns, ele NÃO destaca
 

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2525020 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Para responder a questão, considere o texto a seguir.
Médico debocha de paciente na internet: 'Não existe peleumonia'
Médico e duas funcionárias foram afastados após postagem em rede social.
Guilherme Capel disse que não teve intenção de ofender e pediu desculpas.
Um médico plantonista no Hospital Santa Rosa de Lima, em Serra Negra (SP), foi afastado do trabalho após ter uma foto sua publicada numa rede social com o título “Uma imagem fala mais que mil palavras”. Na foto, Guilherme Capel Pasqua mostra o receituário médico com o seguinte dizer: “Não existe peleumonia e nem raôxis”.
Durante a tarde, o médico enviou ao G1 um comunicado em que pede desculpas a todos que se ofenderam com a postagem.
Vinte minutos antes da postagem, na quarta-feira (27), o médico havia atendido o mecânico José Mauro de Oliveira Lima, 42 anos, que estudou até o segundo ano do ensino fundamental e não sabe como falar corretamente algumas palavras.
Seu enteado, o eletricista Claudemir Thomaz Maciel da Silva, de 25 anos, o acompanhava na consulta e revela que, assim que souberam o diagnóstico, o mecânico perguntou sobre o tratamento para a "peleumonia". A reação do médico não foi muito profissional, afirma Claudemir.
"Quando meu padrasto falou pneumonia e raios X de forma errada, ele deu risada. Na hora, não desconfiamos que ele iria debochar depois na internet. O que ele fez foi absurdo. O procurei e escrevi para ele na rede social que, independente dele ser doutor, não existe faculdade para formar caráter. Assim que ele viu minha postagem, apagou a foto. Ele não quis conversar com a gente", diz Claudemir.
O eletricista conta que o padrasto ainda não sabe que virou assunto na internet e teme pela reação dele. Claudemir diz que o mecânico não pôde estudar por falta de dinheiro. [...]
Sindicância
Formado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), o médico disse à EPTV que não teve intenção de ofender e pediu desculpas aos que falam peleumonia ou raôxis. Ele acredita que é o contexto social que define as regras do português. [...]
VICTAL, Renata, para Portal G1. Disponível em: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html. Acesso em: 18 ago. 2016.
Em relação às palavras ‘pneumonia’ e ‘raios X”, pronunciadas pelo mecânico como ‘peleumonia’ e ‘raôxis’, é correto afirmar que:
 

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2524976 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Leia a tira de Calvin abaixo, para responder a questão.
Enunciado 2913678-1
A partir de Platão e Fiorin (2007), o personagem Calvin é irônico em sua descrição da sociedade de consumo, porque
 

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2524887 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
“Material dos mais preciosos para um acompanhamento da movimentação dos nossos críticos na ‘periferia’, ou pelo menos na maior cidade deste quintal que seria o Brasil, como diriam uns, porque mobilizam diferentes ‘funções’ da linguagem, como diriam outros, são elas Clima e Noigandres. Dois periódicos de vida relativamente breve, hoje raridades nas bibliotecas e nas coleções particulares, antes de passarem a sinalizar aqui duas correntes críticas prestigiosas, uma histórico-evolutiva, sensível à ideia de ‘formação’, a outra apoiada numa ‘história sincrônica’, ou num ‘tempo longo’ (como prefeririam os historiadores da vida privada), avessa à questão das origens primeiras, embora não à da originalidade.”
(MOTTA, Leda Tenório da. Quando é “pós-tudo”?. In Sobre a crítica literária brasileira no último meio século. Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda, 2002)
Considere as seguintes afirmativas:
I. A revista “Clima” foi lançada em São Paulo, em maio de 1941, e reunia um grupo de rapazes de enorme pendor para a crítica e interesses dos mais diferenciados – teatro, cinema, música, literatura, sociologia, ciências, economia e direito, dentre eles o jovem Afrânio Coutinho. O fim e o programa da revista era criar aqui, e irradiar daqui, da cidade que já não era mais uma província, desde os tempos dos velhos modernistas de 1922, um clima de interesse e de ventilação intelectual.
II. Muito perto de tudo isso no tempo, já a entrada em cena do grupo ligado à revista “Noigandres” – que se lança sem respaldo empresarial nem base universitária, em editora própria, e cujo jornal de acolhida, graças à intermediação de Mario Faustino, outro forasteiro, será o Suplemento do “Jornal do Brasil”, em outra cidade – dá-se a partir de 1950. Ano em que Haroldo de Campos e Décio Pignatari estréiam em livro, numa coleção dos então chamados “Novíssimos”, sob a chancela do Clube de Poesia, domínio editorial da Geração de 45, a que Augusto de Campos já terá escapado, um ano depois, quando saiu seu “O rei menos o reino”.
III. Embora o evidente antagonismo entre as duas prestigiosas correntes críticas, identifica-se uma posição convergente, a qual aponta para um problema insistente na historiografia literária brasileira: o acercamento da origem enquanto origem primeira. Esse problema foi amplamente investigado por Haroldo de Campos, num pequeno volume publicado nos anos 90, intitulado “O Seqüestro do Barroco na Formação da Literatura Brasileira: o caso Gregório de Mattos”, dedicado, em seu ponto mais alto, ao estudo do poeta Gregório de Mattos.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
 

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2524834 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
[...] Nós vivemos – este é o traço mais importante de nosso tempo – numa atmosfera de vanguarda e temos um pouco a ideia de que a literatura só tem sentido quando for de vanguarda. Isto é ao mesmo tempo uma contingência do nosso tempo e um grave perigo para a literatura, porque se ela não for de vanguarda não subsiste no nosso tempo, e se não deixar de ser de vanguarda ela não constrói. A vanguarda, por definição, é algo provisório, e em nosso tempo, não só no Brasil como no mundo, há uma tendência para transformar o provisório em permanente. [...] Já estamos na fase da vanguarda devorada pela vanguarda. Então essa tendência, que eu diria ser ao mesmo tempo glória e pena da literatura de nosso tempo – não estou censurando ou louvando, mas apenas constatando -, manifesta-se na literatura do nosso tempo por algumas características que procurarei destacar [...].
(CANDIDO, Antonio. Vanguarda: renovar ou permanecer. In Textos de Intervenção. São Paulo: Duas Cidades, Ed. 34, 2002)
Dentre as características da literatura de vanguarda, destacadas por Antonio Candido na intervenção apresentada no I Ciclo de Debates da Cultura Contemporânea, sob o título de “Vanguarda: renovar ou permanecer”, em 19 de maio de 1975, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, NÃO se encontra
 

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2524772 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Em um contador assíncrono módulo 13, o ciclo de trabalho (duty cycle) do MSB é de
 

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2524428 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Numa avaliação, um estudante deveria responder características das espécies da coluna 1.
Coluna 1 - Espécies Coluna 2 – características respondidas pelo estudante
I. Taenia solium Pode causar a cisticercose, que é causada pelas formas larvárias, cisticercos, que podem parasitar tecidos do homem.
II. Dipylidium caninum Sua infecção se dá pelos hábitos pouco higiênicos das crianças, principalmente pelo contato com cães e gatos, causando a larva migrans visceral.
III. Taenia saginata É contraída pelos humanos através da ingestão de bife bovino mal passado. Quando uma pessoa é infectada, numerosas proglódites gravídicas são expelidas diariamente, algumas vezes rastejando para fora do ânus por si mesmas.
IV. Ascaris lumbricoides Sua infecção se dá pela ingestão dos ovos embrionados desse cestódeo em alimentos contaminados.
V. Schistosoma mansoni O meio de infecção no hospedeiro invertebrado ocorre através dos esporocistos que nadam durante algum tempo até encontrarem os moluscos.
São encontradas características corretas respondidas pelo estudante, com relação aos organismos, apenas nas afirmativas
 

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2524125 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Para responder a questão, considere o texto a seguir.
Médico debocha de paciente na internet: 'Não existe peleumonia'
Médico e duas funcionárias foram afastados após postagem em rede social.
Guilherme Capel disse que não teve intenção de ofender e pediu desculpas.
Um médico plantonista no Hospital Santa Rosa de Lima, em Serra Negra (SP), foi afastado do trabalho após ter uma foto sua publicada numa rede social com o título “Uma imagem fala mais que mil palavras”. Na foto, Guilherme Capel Pasqua mostra o receituário médico com o seguinte dizer: “Não existe peleumonia e nem raôxis”.
Durante a tarde, o médico enviou ao G1 um comunicado em que pede desculpas a todos que se ofenderam com a postagem.
Vinte minutos antes da postagem, na quarta-feira (27), o médico havia atendido o mecânico José Mauro de Oliveira Lima, 42 anos, que estudou até o segundo ano do ensino fundamental e não sabe como falar corretamente algumas palavras.
Seu enteado, o eletricista Claudemir Thomaz Maciel da Silva, de 25 anos, o acompanhava na consulta e revela que, assim que souberam o diagnóstico, o mecânico perguntou sobre o tratamento para a "peleumonia". A reação do médico não foi muito profissional, afirma Claudemir.
"Quando meu padrasto falou pneumonia e raios X de forma errada, ele deu risada. Na hora, não desconfiamos que ele iria debochar depois na internet. O que ele fez foi absurdo. O procurei e escrevi para ele na rede social que, independente dele ser doutor, não existe faculdade para formar caráter. Assim que ele viu minha postagem, apagou a foto. Ele não quis conversar com a gente", diz Claudemir.
O eletricista conta que o padrasto ainda não sabe que virou assunto na internet e teme pela reação dele. Claudemir diz que o mecânico não pôde estudar por falta de dinheiro. [...]
Sindicância
Formado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), o médico disse à EPTV que não teve intenção de ofender e pediu desculpas aos que falam peleumonia ou raôxis. Ele acredita que é o contexto social que define as regras do português. [...]
VICTAL, Renata, para Portal G1. Disponível em: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html. Acesso em: 18 ago. 2016.
Em outra notícia sobre o médico que zombou da maneira de falar de um paciente, foi transcrito o pedido de desculpas de Guilherme Capel:
Ao fim da mensagem, o pedido de desculpas: "Gostaria de deixar um pedido público de desculpas se alguém [...] se ofendeu com a postagem, que foi uma brincadeira de Facebook. E um último pedido: não me julguem sem apurar a verdade. É um pedido que eu faço ao Brasil".
Adaptado de VICTAL, Renata. Após foto médico pede desculpas e diz que foi uma brincadeira de facebook. Portal G1. Disponível em: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/apos-foto-medico-pede-desculpas-e-diz-foi-uma-brincadeira-de-facebook.html. Acesso em: 18 ago. 2016.
Conforme informa Joana Plaza Pinto, no capítulo sobre Pragmática do segundo volume de Introdução à Linguística (MUSSALIM; BENTES, 2012), os “Estudos de Atos de Fala [...] concebem a linguagem como uma atividade construída pelos/as interlocutores/as, ou seja, é impossível discutir linguagem sem considerar o ato de linguagem, o ato de estar falando em si – a linguagem não é assim descrição do mundo, mas ação” (p. 66, grifo da autora).
Assim, sobre o enunciado do pedido de desculpas, da perspectiva da Teoria dos Atos de Fala, afirma-se que:
I. é performativo, pois realiza a ação de desculpar-se.
II. não permite atribuir-lhe valor de verdadeiro ou falso.
III. não possui força ilocucionária.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s)
 

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2523106 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Observe o circuito esquematizado na figura abaixo.
Enunciado 2867567-1
Qual o valor de !$ VA !$?
 

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