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Foram encontradas 392 questões.

768582 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Sobre uma prática mediadora em construção. Hoffmann (2006) aponta alguns princípios coerentes a uma ação avaliativa mediadora.
Sobre esse assunto, assinale com (V) as afirmativas verdadeiras e com (F) as afirmativas falsas.
( ) Oportunizar aos alunos momentos de expressar suas ideias.
( ) Em vez do certo/errado e da atribuição de pontos, fazer comentários sobre as notas dos alunos de modo geral explorando os motivos que levaram ao erro.
( ) Oportunizar discussão entre os alunos a partir de situações desencadeadoras.
( ) Realizar várias tarefas individuais, menores e sucessivas, investigando teoricamente, procurando entender razões para as respostas pelos estudantes.
( ) Transformar os registros de avaliação em anotações significativas sobre o acompanhamento dos alunos em seu processo de construção de conhecimento.
 

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767239 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o período a seguir:
Fomos ao cinema ontem, ................. queríamos assistir ao filme Sonhos Roubados ........... temática trata de meninas que se prostituem.
Que alternativa apresenta conectores que preenchem de forma correta as lacunas desse período?
 

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767189 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Enunciado 767189-1
Sobre o motor elétrico, cuja placa é representada na figura acima, é INCORRETO afirmar que
 

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767096 Ano: 2015
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A busca pela inovação é um dos fatores que, segundo Menezes (2009), faz com que as organizações adotem o modelo de gestão por projetos.
De acordo com o autor, fatores que NÃO fazem com que as organizações demandem por projetos são
 

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767063 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Como as nossas mães
Por que as pessoas repetem os erros de suas famílias?
Por Ivan Martins
Quando se trata de família, acho que cada um de nós carrega um tipo de software.
Se você cresceu numa família com pais que se gostam e se respeitam, ganhou de brinde um software que ajuda a ficar casado. Se cresceu em meio a berros e a lágrimas, ou se num momento qualquer seus pais cansaram de brigar e se separaram, é provável que traga consigo um software menos útil para a manutenção da família. Como tudo que eu escrevo nesta coluna, essa é apenas uma impressão pessoal sem valor científico. Mas faz algum sentido.
Os valores e atitudes condizentes com a família são produzidos e repassados naturalmente em uma casa feliz – e o inverso acontece com famílias desestruturadas. São duas culturas, dois legados, dois softwares. Algo que a gente recebe, carrega e, frequentemente, reproduz. É sobre isso que eu queria falar.
No fim de semana, vi no cinema um lindo filme brasileiro, Sonhos Roubados. Ele conta a história de três meninas que se prostituem. Elas nasceram pobres, na favela, em famílias precárias. Uma é criada pelo tio que abusa dela sexualmente. Outra é expulsa de casa aos 16 anos. A terceira tem 17 anos e já cuida de uma família. Nenhuma delas tem pai. As três são filhas de mulheres prostituídas. As três repetem o mesmo caminho. O filme baseia-se em personagens reais extraídos do livro-reportagem de Eliane Trindade, As Meninas da Esquina, publicado pela Editora Record. Um livro tocante deu origem a um filme comovente.
A história dessas meninas me fez pensar na questão das famílias – no software que a gente carrega – e na vocação perversa que temos de reproduzir os erros dos nossos pais. A filha da gravidez indesejada deveria fugir como louca da mesma situação, mas nem sempre é isso que acontece. Vale o mesmo para o filho do bêbado e o do bandido, assim como para o do sujeito que abandona a família. O exemplo de sofrimento deveria conduzir as pessoas na direção contrária, mas não é necessariamente assim. As histórias muitas vezes se repetem.
A gente aprende com os pais a ser alguma coisa na vida, parecida com o que eles são. O que eles ensinam com seu exemplo e com seu convívio – ou com a sua ausência – se torna parte do que somos. Inspira-nos ou nos aterroriza, tem de ser abraçado ou combatido, mas, de alguma forma, está lá, como um software no computador.
Hoje em dia virou moda falar mal da psicanálise. É uma pena, porque uma das coisas que Freud ensinou a fazer é identificar nas nossas atitudes e nas nossas palavras o software secreto que nos dá alento ou que nos apavora. Um exemplo pessoal: logo que me separei, corri ao analista achando que minha vida iria acabar. Estava tudo em ordem, mas eu morria de medo. Por quê? Estava morto de culpa pela separação, é obvio. Mas havia outra coisa, que ficou clara com o tempo. Meus pais também se separaram e disso resultou uma distância enorme do meu pai. Quando eu me separei, um pedaço de mim achava que eu fosse também me afastar dos meus filhos. Estava apavorado com a ideia de me distanciar, de não ser um bom pai, de faltar com os meus filhos de alguma forma. Esse era o software da minha família, afinal. Era uma espécie de legado paterno que teve de ser entendido e abandonado.
Quantos de nós têm a chance de fazer isto: confrontar-se com os seus temores (ou com seus desejos) e perceber neles algo que foi herdado, que está nos atrapalhando ou sendo reproduzido de forma impensada na nossa vida?
Um dos momentos mais tristes e reveladores de Sonhos Roubados é, para mim, quando uma das meninas, a que foi expulsa de casa pela mãe prostituta, que nunca teve pai, diz ao namorado bandido que quer ter um filho dele. E o tem. Que coisa maluca é essa de tentar reproduzir (ou resolver) na nossa vida o que deu errado na vida dos nossos pais? Na falta de reposta melhor, eu repito: é software.
Claro, não estamos lidando apenas com as questões da subjetividade. O filme deixa claro que as meninas vivem em total abandono. A escola, que poderia ser um mecanismo de superação da miséria, nunca tem aulas. O Estado, que recolhe impostos e angaria votos, não provê segurança, nem trabalho, nem serviço de saúde. Crianças e velhos não têm o que comer, literalmente. O filme começa com uma panela vazia e termina com três meninas rodando bolsa na rua. Nem precisa de Freud para entender isso.
Disponível em: <revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI136466-15230,00-COMO+AS+NOSSAS+MAES.html> Acesso em: 20 mar. 2015.
No trecho “Estava morto de culpa pela separação, é óbvio. Mas havia outra coisa, que ficou clara com o tempo.” (7º parágrafo), as formas verbais em destaque
 

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766997 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Os Créditos Suplementares e Especiais são financiados com recursos
 

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762455 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Spyware é um termo genérico usado para softwares que realizam certas atividades como anúncios, coleta de informações pessoais ou alteração das configurações do seu computador, geralmente sem consentimento do usuário. Para se proteger de um Spyware, é importante estar instalado e atualizado um software antivírus.
São exemplos de softwares antivírus, EXCETO,
 

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762091 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Agora, já, imediatamente
Ao contrário daqueles que deixam tudo para depois, o precrastinador quer resolver tudo antes da hora, o que pode trazer vantagens, mas também alguns transtornos.
Existem pessoas que deixam tudo para depois, também chamadas de procrastinadoras, e há aquelas que querem resolver tudo de imediato. Deveriam ser chamadas de precrastinadoras, mas não são, pois o termo ainda não foi incluso nos dicionários de língua portuguesa. No entanto, já consta em vários artigos científicos e em discursos acadêmicos.
Identificado por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, o precrastinador tem um comportamento considerado normal e até positivo, em princípio, mas com alguns senões. Adiantar tarefas pode levar à perda de prazos e compromissos, ou seja, à medida que ele realiza trabalhos menores, os mais complexos são colocados de lado.
[...]
Para o psicólogo e psicoterapeuta Antonio Carlos Amador Pereira, professor no curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o comportamento dos precrastinadores e procrastinadores se caracteriza pela presença da ansiedade, o que difere é a maneira de como eles reagem a ela. Enquanto os primeiros querem resolver tudo o mais rápido possível, os últimos postergam.
“O procrastinador pode ser cuca-fresca, uma pessoa que não se preocupa com prazos e deixa para fazer as tarefas próximo do prazo de entrega, ou essa pode ser uma forma de não lidar com o estresse, o que é desagradável. Mas à medida que o prazo final se aproxima, ele conclui o trabalho ou entra em pânico, pois o desconforto aumenta brutalmente”, explica Pereira.
De acordo com o psicólogo, toda tarefa tem um nível de ansiedade. Ela só se configura em um problema quando é muito intensa. Nesse caso, pode bloquear, paralisar o indivíduo. Caso a pessoa não sinta um mínimo de ansiedade, ela não sai da cama de manhã para trabalhar.
Independentemente da situação, a resolução das pendências elimina o estresse. O sintoma muitas vezes é caracterizado por sensações de desconforto, preocupação, irritação, frustração, entre outras; envolve a necessidade de adaptação a uma nova situação. “Quando a pessoa tem uma tarefa ou prazo a cumprir, de alguma forma essa condição gera ansiedade. Há pessoas aparentemente disciplinadas que vivem no controle das situações. Ficam ansiosas quando não conseguem resolvê-las rapidamente. São ultrametódicas, aparentemente disciplinadas, e até controladoras, porque para elas baixar a ansiedade implica entrar no campo dos outros”, relata Pereira.
Há quem acredite que dar conta de pequenas tarefas seja dispersão e pode ainda desfocar a atenção de objetivos maiores. Como esse estudo visa à compreensão do comportamento dos precrastinadores, em comparação com o procrastinador, os primeiros saem à frente, pois não concluem coisa alguma.
Cumprir check-list pode ser uma metodologia que alguns desenvolvem para evitar que as suas vidas se transformem em um caos. “Os disciplinados precisam dessa organização, caso contrário, também se confundem. Eles resolvem tudo o que vem pela frente a ponto de isso se tornar um hábito. Esse tipo de comportamento pode inclusive ser útil em algumas funções que exigem rigor”, observa o psicólogo.
No dia a dia, quando a pessoa é pressionada por resultados que visam sempre à produtividade, a quantidade nem sempre é sinônimo de eficiência e pontualidade. Na ânsia de se ver livre das tarefinhas, é necessário cuidado para concluir o que realmente necessita ser feito. Por exemplo, se um relatório precisa ser entregue hoje, é importante concentrar toda atenção nele; as tarefas que chegaram depois não podem virar prioridade. Tentar reproduzir um comportamento ágil com o uso de ferramentas tecnológicas também não é adequado. Apesar disso, há quem goste da agilidade delas e de estar “conectado” 24 horas, a ponto de manter os seus celulares ligados mesmo enquanto dorme.
Quer ver o precrastinador em ação? Ele não hesita em interromper um encontro social para atender prontamente a uma demanda de trabalho, que poderia ser resolvida depois, sem prejuízos. “É saudável ter repouso. Alguns parecem gostar dessa procura fora do ambiente e hora de trabalho; acreditam que isso dá status; se sentem importantes vivendo assim. Isso tem um custo alto”, finaliza Pereira.
Revista Kalunga - 18/2/2015 – Disponível em: <http://www.revistakalunga.com.br/page/4/ >Acesso em 20 mai. 2015. (adaptado)
Em “... querem resolver tudo o mais rápido possível,...”, as expressões destacadas obedecem às regras de concordância nominal, assim como ocorre em:
 

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761969 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Em relação às concessões ao servidor público federal, relacione corretamente o período de afastamento permitido e considerado como efetivo exercício:
1. por 1 (um) dia
2. por 8 (oito) dias consecutivos
3. pelo período comprovadamente necessário; limitado, em qualquer caso, a 2 (dois) dias.
( ) para alistamento ou recadastramento eleitoral.
( ) para doação de sangue.
( ) em razão de casamento.
( ) em razão de falecimento da mãe.
A correspondência correta, de cima para baixo, é
 

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758637 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Como as nossas mães
Por que as pessoas repetem os erros de suas famílias?
Por Ivan Martins
Quando se trata de família, acho que cada um de nós carrega um tipo de software.
Se você cresceu numa família com pais que se gostam e se respeitam, ganhou de brinde um software que ajuda a ficar casado. Se cresceu em meio a berros e a lágrimas, ou se num momento qualquer seus pais cansaram de brigar e se separaram, é provável que traga consigo um software menos útil para a manutenção da família. Como tudo que eu escrevo nesta coluna, essa é apenas uma impressão pessoal sem valor científico. Mas faz algum sentido.
Os valores e atitudes condizentes com a família são produzidos e repassados naturalmente em uma casa feliz – e o inverso acontece com famílias desestruturadas. São duas culturas, dois legados, dois softwares. Algo que a gente recebe, carrega e, frequentemente, reproduz. É sobre isso que eu queria falar.
No fim de semana, vi no cinema um lindo filme brasileiro, Sonhos Roubados. Ele conta a história de três meninas que se prostituem. Elas nasceram pobres, na favela, em famílias precárias. Uma é criada pelo tio que abusa dela sexualmente. Outra é expulsa de casa aos 16 anos. A terceira tem 17 anos e já cuida de uma família. Nenhuma delas tem pai. As três são filhas de mulheres prostituídas. As três repetem o mesmo caminho. O filme baseia-se em personagens reais extraídos do livro-reportagem de Eliane Trindade, As Meninas da Esquina, publicado pela Editora Record. Um livro tocante deu origem a um filme comovente.
A história dessas meninas me fez pensar na questão das famílias – no software que a gente carrega – e na vocação perversa que temos de reproduzir os erros dos nossos pais. A filha da gravidez indesejada deveria fugir como louca da mesma situação, mas nem sempre é isso que acontece. Vale o mesmo para o filho do bêbado e o do bandido, assim como para o do sujeito que abandona a família. O exemplo de sofrimento deveria conduzir as pessoas na direção contrária, mas não é necessariamente assim. As histórias muitas vezes se repetem.
A gente aprende com os pais a ser alguma coisa na vida, parecida com o que eles são. O que eles ensinam com seu exemplo e com seu convívio – ou com a sua ausência – se torna parte do que somos. Inspira-nos ou nos aterroriza, tem de ser abraçado ou combatido, mas, de alguma forma, está lá, como um software no computador.
Hoje em dia virou moda falar mal da psicanálise. É uma pena, porque uma das coisas que Freud ensinou a fazer é identificar nas nossas atitudes e nas nossas palavras o software secreto que nos dá alento ou que nos apavora. Um exemplo pessoal: logo que me separei, corri ao analista achando que minha vida iria acabar. Estava tudo em ordem, mas eu morria de medo. Por quê? Estava morto de culpa pela separação, é obvio. Mas havia outra coisa, que ficou clara com o tempo. Meus pais também se separaram e disso resultou uma distância enorme do meu pai. Quando eu me separei, um pedaço de mim achava que eu fosse também me afastar dos meus filhos. Estava apavorado com a ideia de me distanciar, de não ser um bom pai, de faltar com os meus filhos de alguma forma. Esse era o software da minha família, afinal. Era uma espécie de legado paterno que teve de ser entendido e abandonado.
Quantos de nós têm a chance de fazer isto: confrontar-se com os seus temores (ou com seus desejos) e perceber neles algo que foi herdado, que está nos atrapalhando ou sendo reproduzido de forma impensada na nossa vida?
Um dos momentos mais tristes e reveladores de Sonhos Roubados é, para mim, quando uma das meninas, a que foi expulsa de casa pela mãe prostituta, que nunca teve pai, diz ao namorado bandido que quer ter um filho dele. E o tem. Que coisa maluca é essa de tentar reproduzir (ou resolver) na nossa vida o que deu errado na vida dos nossos pais? Na falta de reposta melhor, eu repito: é software.
Claro, não estamos lidando apenas com as questões da subjetividade. O filme deixa claro que as meninas vivem em total abandono. A escola, que poderia ser um mecanismo de superação da miséria, nunca tem aulas. O Estado, que recolhe impostos e angaria votos, não provê segurança, nem trabalho, nem serviço de saúde. Crianças e velhos não têm o que comer, literalmente. O filme começa com uma panela vazia e termina com três meninas rodando bolsa na rua. Nem precisa de Freud para entender isso.
Disponível em: <revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI136466-15230,00-COMO+AS+NOSSAS+MAES.html> Acesso em: 20 mar. 2015.
Em qual dos períodos a seguir se verifica o emprego de uma conjunção temporal?
 

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