Foram encontradas 320 questões.
A cartilagem normal é constituída por um tecido avascular composto de água e em sua maior parte de:
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No processo civil, a parte da sentença de mérito que concede a tutela antecipada é passível de ser atacada pelo seguinte recurso:
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Nas licitações públicas, é de até antes da abertura dos envelopes de habilitação, o prazo para protocolar o pedido de impugnação de edital e de até o prazo para a administração julgar e responder ao pedido de impugnação de edital.
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De acordo com a Norma NBC T 16.8 – Controle Interno no Setor Público (Resolução CFC nº 1.135/2008), a estrutura de controle interno compreende o ambiente de controle, o mapeamento e a avaliação de riscos; os procedimentos de controle; a informação e comunicação, e o monitoramento. A classificação dada ao controle interno, quando ele está relacionado às ações que propiciam o alcance dos objetivos da entidade, coloca-o na categoria de controle interno:
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No Word 2010, a barra de ferramentas e a barra de menus foram substituídas por uma área na parte superior da tela, que contém todos os comandos organizados na forma de ferramentas para facilitar o acesso. Essa área é conhecida como:
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Leia atirinha abaixo e responda a questão.

O humor da mensagem veiculada na tirinha se baseia na ideia de que os aposentados:
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Se Flávia é baiana, então Antônia não é capixaba. Ou Antônia é capixaba, ou Érika é carioca. Se Paula não é paulista, então Flávia é baiana. Ora, nem Erika é carioca nem Isabela é mineira. Logo:
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Meu adorável vagabundo
A gente ri da menina que, às vésperas do vestibular, não sabe se tenta letras, educação física ou oceanografia, sem descartar nutricionismo e um bom casamento, mas o fato é que todos nós passamos pelo mesmo tipo de indefinição. Eu, por exemplo, já quis ser aviador, tocador de pistom, arquiteto e, durante um bom período de pós-adolescência, vagabundo profissional, e só não consegui esta última vocação porque a família, por alguma razão, se opôs. Uma das coisas que eu nunca pensei ser foi jornalista.
Não posso imaginar qual seria o resultado se algum dia eu tivesse feito um teste vocacional.
— Temos aqui os resultados de seu teste e eles são interessantíssimos, Sr. Veríssimo.
—Ah, é?
Finalmente a revelação. descobrir para que servia.
- E a primeira vez que chegamos a um resultado assim desde que começamos a fazer testes. Deve ser a primeira vez em toda a história da psicologia, em todo o mundo.
— Não diga!
— O senhor é o primeiro caso conhecido de alguém que tem vocação para aposentado!
Aposentado é o vagabundo sem culpa e com renda. Embora no Brasil, renda insuficiente.
O problema seria que eu precisaria ser aposentado de alguma profissão. Não há curso de aposentado. Como entrar em fila, como sentar em banco de praça, como não fazer nada e incomodar em casa. Pós-graduação em azucrinar empregada. Começando a vida como aposentado, eu, nem que fosse só pela juventude, seria um aposentado ativista. Seria imbatível em todos os jogos de aposentados que requeressem esforço físico.
Se bem que, com a minha vocação de aposentado realista, para que entrar em qualquer coisa que requeresse esforço físico? Não. Jogos de damas, longas sestas, muita leitura. Eu subiria lentamente na carreira de aposentado, ficando cada vez mais indolente, até chegar a hora de parar e pedir a aposentadoria, claro.
Não podendo seguir meu pendor natural para não fazer nada, acabei fazendo tudo. O sonho de ser aviador não sobreviveu à infância, mas cheguei a providenciar o começo de uma possível carreira como pistonista. Nos Estados Unidos, onde moramos uma certa época, procurei um curso de música que emprestava instrumentos. Não tinham pistom no momento. Peguei saxofone mesmo. Ainda toco, eventualmente, se bem que haja discussões sobre se “tocar” é o verbo exato — e ainda imagino que um dia possa me dedicar ao show bizz em tempo integral, se 72 anos não for muito tarde para começar. Geriatric rock, por que não?
[...] Parei de estudare só quando entrei, quase por acaso, no jornalismo, muitos anos depois, numa época em que o diploma ainda não era obrigatório, descobri uma vocação ou pelo menos uma maneira de passar o tempo até a aposentadoria, quando finalmente poderei exercer minha aptidão natural. Não sou um exemplo muito edificante, eu sei. Só queria mostrar que a indecisão não é incomum, e não é tão grave. A vocação da pessoa pode, inclusive, ser a indecisão.
(Luiz Fernando Veríssimo, in O Estado de São Paulo. 11/01/1990).
Observe o verbo requerer em “[...] qualquer coisa que REQUERESSE esforço físico?” e marque a opção em que o verbo destacado também foi corretamente conjugado no pretérito imperfeito do subjuntivo.
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Meu adorável vagabundo
A gente ri da menina que, às vésperas do vestibular, não sabe se tenta letras, educação física ou oceanografia, sem descartar nutricionismo e um bom casamento, mas o fato é que todos nós passamos pelo mesmo tipo de indefinição. Eu, por exemplo, já quis ser aviador, tocador de pistom, arquiteto e, durante um bom período de pós-adolescência, vagabundo profissional, e só não consegui esta última vocação porque a família, por alguma razão, se opôs. Uma das coisas que eu nunca pensei ser foi jornalista.
Não posso imaginar qual seria o resultado se algum dia eu tivesse feito um teste vocacional.
— Temos aqui os resultados de seu teste e eles são interessantíssimos, Sr. Veríssimo.
—Ah, é?
Finalmente a revelação. descobrir para que servia.
- E a primeira vez que chegamos a um resultado assim desde que começamos a fazer testes. Deve ser a primeira vez em toda a história da psicologia, em todo o mundo.
— Não diga!
— O senhor é o primeiro caso conhecido de alguém que tem vocação para aposentado!
Aposentado é o vagabundo sem culpa e com renda. Embora no Brasil, renda insuficiente.
O problema seria que eu precisaria ser aposentado de alguma profissão. Não há curso de aposentado. Como entrar em fila, como sentar em banco de praça, como não fazer nada e incomodar em casa. Pós-graduação em azucrinar empregada. Começando a vida como aposentado, eu, nem que fosse só pela juventude, seria um aposentado ativista. Seria imbatível em todos os jogos de aposentados que requeressem esforço físico.
Se bem que, com a minha vocação de aposentado realista, para que entrar em qualquer coisa que requeresse esforço físico? Não. Jogos de damas, longas sestas, muita leitura. Eu subiria lentamente na carreira de aposentado, ficando cada vez mais indolente, até chegar a hora de parar e pedir a aposentadoria, claro.
Não podendo seguir meu pendor natural para não fazer nada, acabei fazendo tudo. O sonho de ser aviador não sobreviveu à infância, mas cheguei a providenciar o começo de uma possível carreira como pistonista. Nos Estados Unidos, onde moramos uma certa época, procurei um curso de música que emprestava instrumentos. Não tinham pistom no momento. Peguei saxofone mesmo. Ainda toco, eventualmente, se bem que haja discussões sobre se “tocar” é o verbo exato — e ainda imagino que um dia possa me dedicar ao show bizz em tempo integral, se 72 anos não for muito tarde para começar. Geriatric rock, por que não?
[...] Parei de estudare só quando entrei, quase por acaso, no jornalismo, muitos anos depois, numa época em que o diploma ainda não era obrigatório, descobri uma vocação ou pelo menos uma maneira de passar o tempo até a aposentadoria, quando finalmente poderei exercer minha aptidão natural. Não sou um exemplo muito edificante, eu sei. Só queria mostrar que a indecisão não é incomum, e não é tão grave. A vocação da pessoa pode, inclusive, ser a indecisão.
(Luiz Fernando Veríssimo, in O Estado de São Paulo. 11/01/1990).
A locução destacada em “É a primeira vez que chegamos a um resultado assim DESDE QUE começamos a fazer testes.” expressa ideia de:
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Quanto aos atos administrativos, caracterizar o ato pendente como: pode-se
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