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2348442 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Pode ser anulado mas não revogado, porque não possui juízo de mérito administrativo. A afirmação refere-se ao(à):

 

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2348441 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Texto para responder a questão.

Os ratos

Há ali perto um ruído, dum móvel dali do quarto. Venha! Incorpora no chiado amorfo, unido... Tem medo de decompor esse conjunto, de seguir uma linha qualquer naquela massa...

Agora é um guinchinho... Várias notinhas geminadas... Parou... O seu chiado voltou a ter aquela uniformidade, aquela continuidade... E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer?

Ele se põe a escutar agudamente. Um esforço para afastar aquele conjunto amorfo de ruidozinhos, aquele chiado... Lá está, num canto, no chão, o guinchinho, feito de várias notinhas geminadas, fininhas...

São os ratos!... Vai escutar com atenção, a respiração meio parada. Hão de ser muitos: há várias fontes daquele guinchinho, e de quando em quando, no forro, em vários pontos, o rufar...

A casa está cheia de ratos...

[...]

Está com sono. Mas é preciso reagir. É preciso examinar bem...

E ele passa outra vez a sua ideia numa crítica. Vê tudo quanto há de sensato e de absurdo nela...

Acordar Adelaide?

Ouve a sua voz, volumosa, retumbando ali dentro do quarto... Ouve-se dizer, com voz cavernosa, estranha, saindo do silêncio: " – Adelaide... Adelaide...” Ela não acorda no primeiro momento. “ – Adelaide ...” Não se anima. Talvez que o filho se mexa, que ela se acorde. Aí então, com voz baixa, natural, apenas informativa: " – Adelaide... Você não tem medo que os ratos possam... (“Sim...?”) estar mexendo no dinheiro?...” " – Não mexem, não.”- E ela se volta outra vez na cama para dormir...

Naziazeno se tranqüiliza...

Ouve a respiração do filho. Ele dorme um sono pesado, igual.

Naziazeno examina os “fundamentos” daquela sua tranqüilidade. Seria essa - está por jurar - a opinião de Adelaide... “Não mexem...” Pode se tranqüilizar, pois. Nunca ouviu falar que houvessem roído um dinheiro assim. " – Você acha possível, Adelaide, que os ratos roam dinheiro?...” “- É: eles roem papel. Dinheiro é um papel engraxado...”

Faz-se um grande tumulto dentro da sua cabeça!

[...]

Está exausto... Tem uma vontade de se entregar, naquela luta que vem sustentando, sustentando... Quereria dormir... Aliás, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento... Quereria dormir...

Não sabe que horas são. De fora, do pátio, chega-lhe um como que pipilar, muito fraco e espaçado.

Quereria dormir...

Mas que é isso?!... Um baque?...

Um baque brusco do portão. Uma volta sem cuidado da chave. A porta que se abre com força, arrastando. Mas um breve silêncio, como que uma suspensão... Depois, ele ouve que lhe despejam (o leiteiro tinha, tinha ameaçado cortar-lhe o leite...) que lhe despejam festivamente o leite. (O jorro é forte, cantante, vem de muito alto...) - Fecham furtivamente a porta... Escapam passos leves pelo pátio... Nem se ouve o portão bater...

E ele dorme.

MACHADO, Dyonélio. Os ratos. 7. ed. São Paulo: Ática, 1980. p.149-57.

Vocabulário: via-crúcis - caminho da cruz.

“Aporta que se abre com força, arrastando.” Sobre os elementos do trecho, leia as afirmativas.

I. O pronome SE poderia estar em posição enclítica.

II. COM FORÇA estabelece relação de modo.

III. ARRASTANDO indica uma ação contínua, que está, esteve ou estará em andamento.

Está correto o que se afirma apenas em:

 

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2348440 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Integra a Administração Pública Indireta como pessoa jurídica de direito privado a:

 

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2348439 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Militar
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Assinale a assertiva que traz as condições e requisitos exigidos do candidato à matrícula nos estabelecimentos de ensino militar estadual.

 

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2348438 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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“La Guerra del Acre”

Assim os bolivianos denominam os conflitos territoriais na tríplice fronteira Brasil/Bolívia/Peru que resultaram na anexação do atual estado do Acre ao Brasil no início do século XX. Porém, no estado do Acre é denominada:

 

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2348437 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Leias as informações a seguir sobre a vegetação acreana.

I. Tem a menor preservação de cobertura florestal.

II. Possui floresta aberta com bambu Dominante.

III. Possui floresta aberta com palmeira das áreas aluviais.

Estão corretas as afirmativas:

 

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2348436 Ano: 2015
Disciplina: Direito Penal
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Quanto ao crime de furto, havendo equívoco do agente, que subtrai coisa alheia pensando ser sua:

 

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2348434 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Qual a família de retas paralelas à reta que passa pelos pontos !$ (x_1,y_1)=(1,2) !$ e !$ (x_2,y_2)=(3,3) !$?

 

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2348433 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Texto para responder a questão.

Os ratos

Há ali perto um ruído, dum móvel dali do quarto. Venha! Incorpora no chiado amorfo, unido... Tem medo de decompor esse conjunto, de seguir uma linha qualquer naquela massa...

Agora é um guinchinho... Várias notinhas geminadas... Parou... O seu chiado voltou a ter aquela uniformidade, aquela continuidade... E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer?

Ele se põe a escutar agudamente. Um esforço para afastar aquele conjunto amorfo de ruidozinhos, aquele chiado... Lá está, num canto, no chão, o guinchinho, feito de várias notinhas geminadas, fininhas...

São os ratos!... Vai escutar com atenção, a respiração meio parada. Hão de ser muitos: há várias fontes daquele guinchinho, e de quando em quando, no forro, em vários pontos, o rufar...

A casa está cheia de ratos...

[...]

Está com sono. Mas é preciso reagir. É preciso examinar bem...

E ele passa outra vez a sua ideia numa crítica. Vê tudo quanto há de sensato e de absurdo nela...

Acordar Adelaide?

Ouve a sua voz, volumosa, retumbando ali dentro do quarto... Ouve-se dizer, com voz cavernosa, estranha, saindo do silêncio: " – Adelaide... Adelaide...” Ela não acorda no primeiro momento. “ – Adelaide ...” Não se anima. Talvez que o filho se mexa, que ela se acorde. Aí então, com voz baixa, natural, apenas informativa: " – Adelaide... Você não tem medo que os ratos possam... (“Sim...?”) estar mexendo no dinheiro?...” " – Não mexem, não.”- E ela se volta outra vez na cama para dormir...

Naziazeno se tranqüiliza...

Ouve a respiração do filho. Ele dorme um sono pesado, igual.

Naziazeno examina os “fundamentos” daquela sua tranqüilidade. Seria essa - está por jurar - a opinião de Adelaide... “Não mexem...” Pode se tranqüilizar, pois. Nunca ouviu falar que houvessem roído um dinheiro assim. " – Você acha possível, Adelaide, que os ratos roam dinheiro?...” “- É: eles roem papel. Dinheiro é um papel engraxado...”

Faz-se um grande tumulto dentro da sua cabeça!

[...]

Está exausto... Tem uma vontade de se entregar, naquela luta que vem sustentando, sustentando... Quereria dormir... Aliás, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento... Quereria dormir...

Não sabe que horas são. De fora, do pátio, chega-lhe um como que pipilar, muito fraco e espaçado.

Quereria dormir...

Mas que é isso?!... Um baque?...

Um baque brusco do portão. Uma volta sem cuidado da chave. A porta que se abre com força, arrastando. Mas um breve silêncio, como que uma suspensão... Depois, ele ouve que lhe despejam (o leiteiro tinha, tinha ameaçado cortar-lhe o leite...) que lhe despejam festivamente o leite. (O jorro é forte, cantante, vem de muito alto...) - Fecham furtivamente a porta... Escapam passos leves pelo pátio... Nem se ouve o portão bater...

E ele dorme.

MACHADO, Dyonélio. Os ratos. 7. ed. São Paulo: Ática, 1980. p.149-57.

Vocabulário: via-crúcis - caminho da cruz.

Sobre as formas verbais destacadas nas frases a seguir,

1. “HÃO de ser muitos”

2. “HÁ várias fontes daquele guinchinho”

3. “HÁ ali perto um ruído.”

É correto afirmar que:

 

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2348432 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-AC
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Texto para responder a questão.

Os ratos

Há ali perto um ruído, dum móvel dali do quarto. Venha! Incorpora no chiado amorfo, unido... Tem medo de decompor esse conjunto, de seguir uma linha qualquer naquela massa...

Agora é um guinchinho... Várias notinhas geminadas... Parou... O seu chiado voltou a ter aquela uniformidade, aquela continuidade... E o meu marido, o que vai fazer? Nada? Como ele vai viver sem as garrafas, sem as latas, sem as caixas? Vai perambular pela rua, roubar pra comer?

Ele se põe a escutar agudamente. Um esforço para afastar aquele conjunto amorfo de ruidozinhos, aquele chiado... Lá está, num canto, no chão, o guinchinho, feito de várias notinhas geminadas, fininhas...

São os ratos!... Vai escutar com atenção, a respiração meio parada. Hão de ser muitos: há várias fontes daquele guinchinho, e de quando em quando, no forro, em vários pontos, o rufar...

A casa está cheia de ratos...

[...]

Está com sono. Mas é preciso reagir. É preciso examinar bem...

E ele passa outra vez a sua ideia numa crítica. Vê tudo quanto há de sensato e de absurdo nela...

Acordar Adelaide?

Ouve a sua voz, volumosa, retumbando ali dentro do quarto... Ouve-se dizer, com voz cavernosa, estranha, saindo do silêncio: " – Adelaide... Adelaide...” Ela não acorda no primeiro momento. “ – Adelaide ...” Não se anima. Talvez que o filho se mexa, que ela se acorde. Aí então, com voz baixa, natural, apenas informativa: " – Adelaide... Você não tem medo que os ratos possam... (“Sim...?”) estar mexendo no dinheiro?...” " – Não mexem, não.”- E ela se volta outra vez na cama para dormir...

Naziazeno se tranqüiliza...

Ouve a respiração do filho. Ele dorme um sono pesado, igual.

Naziazeno examina os “fundamentos” daquela sua tranqüilidade. Seria essa - está por jurar - a opinião de Adelaide... “Não mexem...” Pode se tranqüilizar, pois. Nunca ouviu falar que houvessem roído um dinheiro assim. " – Você acha possível, Adelaide, que os ratos roam dinheiro?...” “- É: eles roem papel. Dinheiro é um papel engraxado...”

Faz-se um grande tumulto dentro da sua cabeça!

[...]

Está exausto... Tem uma vontade de se entregar, naquela luta que vem sustentando, sustentando... Quereria dormir... Aliás, esse frio amargo e triste que lhe vem das vísceras, que lhe sobe de dentro de si, produz-lhe sempre uma sensação de sono, uma necessidade de anulação, de aniquilamento... Quereria dormir...

Não sabe que horas são. De fora, do pátio, chega-lhe um como que pipilar, muito fraco e espaçado.

Quereria dormir...

Mas que é isso?!... Um baque?...

Um baque brusco do portão. Uma volta sem cuidado da chave. A porta que se abre com força, arrastando. Mas um breve silêncio, como que uma suspensão... Depois, ele ouve que lhe despejam (o leiteiro tinha, tinha ameaçado cortar-lhe o leite...) que lhe despejam festivamente o leite. (O jorro é forte, cantante, vem de muito alto...) - Fecham furtivamente a porta... Escapam passos leves pelo pátio... Nem se ouve o portão bater...

E ele dorme.

MACHADO, Dyonélio. Os ratos. 7. ed. São Paulo: Ática, 1980. p.149-57.

Vocabulário: via-crúcis - caminho da cruz.

" – E ela se volta outra vez na cama para dormir...”

A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.

I. O pronome OUTRA é adjetivo indefinido e junto com o substantivo VEZ significa novamente.

II. SE VOLTA significa retorno.

III. A preposição PARA tem valor semântico de finalidade.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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