Foram encontradas 274 questões.
Vigotskii além de valorizar a aprendizagem
como a promotora do desenvolvimento humano,
delega à educação e ao ensino um importante papel
nesse processo. Sobre isso, analise as afirmativas
abaixo como verdadeiras ou falsas, e assinale a
alternativa correta.
(____) A preocupação de Vigotski, ao realizar suas investigações sobre as diferentes abordagens que tratam da relação entre aprendizagem e desenvolvimento, era compreender o nível de desenvolvimento intelectual da criança
(____) O desenvolvimento e a aprendizagem são diferentes, porém articulados entre si, numa relação dialética. Entre outras palavras: a aprendizagem influencia o desenvolvimento, assim como o desenvolvimento influencia a aprendizagem.
(____) Há uma relação entre o tempo, o desenvolvimento e a aprendizagem, isto é, para aprender, primeiramente, é necessário desenvolverse, o que ocorre por meio da maturação do sistema nervoso.
(____) A preocupação de Vigotski, ao realizar suas investigações sobre as diferentes abordagens que tratam da relação entre aprendizagem e desenvolvimento, era compreender o nível de desenvolvimento intelectual da criança
(____) O desenvolvimento e a aprendizagem são diferentes, porém articulados entre si, numa relação dialética. Entre outras palavras: a aprendizagem influencia o desenvolvimento, assim como o desenvolvimento influencia a aprendizagem.
(____) Há uma relação entre o tempo, o desenvolvimento e a aprendizagem, isto é, para aprender, primeiramente, é necessário desenvolverse, o que ocorre por meio da maturação do sistema nervoso.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No contexto atual, torna- se impossível não falar
sobre a pandemia que assola o mundo, em virtude
de tudo o que ela provocou e provoca, e da pergunta
dos gestores, educadores, políticos e cidadãos:
como será o mundo após a pandemia?
No que diz respeito à Educação, conforme a
Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura (Unesco), sabemos que a crise
causada pela Covid-19 resultou no encerramento
das aulas em escolas e em universidades, afetando
mais de 90% dos estudantes do mundo (UNESCO,
2020). A partir desse número, pergunta-se: qual o
futuro da Educação num mundo abalado pelo novo
coronavírus?
Quando as escolas reabrirem, e, em algumas partes
do mundo, tal evento já começou a ocorrer, a
emergente recessão econômica, certamente,
aumentará as desigualdades e poderá reverter o
progresso obtido por alguns países na expansão do
acesso educacional e na melhoria da aprendizagem.
Por isso, é necessário que os países reconheçam o
problema – como não o fizeram quando a COVID-19
começou a espalhar-se pelo mundo –, e criem
políticas públicas voltadas especificamente para a
Educação.
A nosso ver, por mais que a economia dos países
sofra com a pandemia, os investimentos em
Educação devem ser mantidos, quiçá aumentados.
Conforme a Unesco, a natural queda na
aprendizagem poderá alastrar-se por mais de uma
década se não forem criadas políticas públicas que
invistam em melhorias de infraestrutura, tecnologias,
formação, metodologias e salários, além do reforço
da merenda, melhor aproveitamento do tempo,
tutoria fora do horário usual das aulas e material
adicional, quando possível (UNESCO, 2020). Em
concordância com a Unesco, o parecer do Conselho
Nacional de Educação do Ministério da Educação do
Brasil, seguiu a mesma linha e reconheceu os
problemas causados pela pandemia. O parecer
procurou reorganizar as atividades acadêmicas e
sinalizou com a permissão para aulas aos sábados –
em horários de contraturno e durante as férias –,
para que os alunos da Educação Básica não percam
o ano letivo e apontou outras medidas semelhantes
àquelas já defendidas pela Unesco (BRASIL, 2020).
A Educação a distância (EaD) não pode ser a única
solução, esta metodologia tende a exacerbar as
desigualdades já existentes, que são parcialmente
niveladas nos ambientes escolares, simplesmente,
porque nem todos possuem o equipamento
necessário. Se a meta for investir apenas em
ferramentas digitais, certamente, contribuiremos para
uma piora na aprendizagem dos alunos a curto e a
médio prazos (SOUZA; FRANCO; COSTA, 2016).
Nós precisamos repensar o futuro da Educação,
incluindo uma articulação apropriada entre o EaD e o
Ensino presencial (UNESCO, 2020). Até porque,
muitos no Brasil não têm acesso a computadores,
celulares ou à Internet de qualidade – realidade
constatada pelas secretarias de Educação de
Estados e municípios no atual momento – e um
número considerável alto de professores precisou
aprender a utilizar as plataformas digitais, inserir
atividades online, avaliar os estudantes a distância e
produzir e inserir nas plataformas material que ajude
o aluno a entender os conteúdos, além das usuais
aulas gravadas e online. Na pandemia, grande parte
das escolas e das universidades estão fazendo o
possível para garantir o uso das ferramentas digitais,
mas sem terem o tempo hábil para testá-las ou
capacitar o corpo docente e técnico-administrativo
para utilizá-las corretamente.
Há ainda outros obstáculos graves, especialmente
para alunos e professores mais empobrecidos,
muitos deles localizados na periferia das grandes
cidades ou na zona rural. Faltam computadores,
aparelhos de telefonia móvel, software e Internet de
boa qualidade, recursos imprescindíveis para um
EaD que resulte em aprendizagem.
Não podemos esquecer que saúde física e saúde
mental andam juntas. A duração prolongada do
confinamento, a falta de contato pessoal com os
colegas de classe, o medo de ser infectado, a falta
de espaço em casa – torna o estudante menos ativo
fisicamente do que se estivesse na escola –, e a falta
de merenda para os alunos menos privilegiados são
fatores de estresse que atingem a saúde mental de
boa parte dos estudantes da Educação Básica e das
suas famílias. Estimular a solidariedade, a resiliência
e a continuidade das relações sociais entre
educadores e alunos nesse período é fundamental,
pois ajuda a minorar o impacto psicológico negativo
da pandemia nos estudantes. Agora, importa
prevenir e reduzir os níveis elevados de ansiedade,
de depressão e de estresse que o confinamento
provoca nos estudantes em quarentena (MAIA;
DIAS, 2020).
No momento atual, muitas escolas, públicas e
privadas, estão exagerando nas expectativas do que
professores e familiares conseguem fazer. Há
diferenças substanciais entre as famílias,
atualmente, em confinamento. Algumas podem
ajudar seus filhos a aprender mais do que outras.
Fatores como a quantidade de tempo disponível para se dedicar aos estudos dos filhos, auxiliando-os com
as aulas online – muitos pais estão em home office
cumprindo horário laboral integral e outros tantos
precisam trabalhar externamente para garantir a
renda mensal –; as habilidades não cognitivas dos
genitores; a possibilidade de acessar o material
online; a quantidade de conhecimento inato dos pais
– afinal, é difícil ajudar o filho se tiver de aprender
algo estranho ao que se conheceu e aprendeu – ,
são questões a serem levados em conta quanto ao
papel dos pais na Educação dos filhos em tempos de
pandemia. Toda essa situação gerará um aumento
da desigualdade na Educação e no progresso do
estudante (CIFUENTES-FAURA, 2020).
Além disso, os secretários de Educação e os
gestores das escolas precisam pensar na saúde
mental de todos, até porque, os professores também
estão fragilizados. Se os educadores ficarem
exaustos mentalmente, e aproximarem-se de um
esgotamento físico e mental, não poderão ajudar a si
ou aos alunos (MAIA; DIAS, 2020).
Para construirmos um futuro mais saudável,
próspero e seguro, precisamos de políticas públicas
que garantam um financiamento adequado para a
Educação, fazer uso inteligente das tecnologias
disponíveis, priorizar os mais vulneráveis e proteger
educadores e alunos. O Estado precisa se fazer
presente."
Adaptado de: DIAS, Érika; PINTO, Fátima Cunha Ferreira.
A Educação e a Covid-19. Ensaio: aval.pol.públ.Educ. , Rio
de Janeiro, v. 28, n. 108, pág. 545-554, setembro de 2020. Epub 06 de julho de 2020.
https://doi.org/10.1590/s0104-4036201900280108000 .
Artigo 26: 1.Todo ser humano tem direito à _____________. A educação será gratuita, pelo menos nos graus elementares e fundamentais. A educação elementar será _______________. A educação técnico-profissional será acessível a todos, bem como a instrução superior, está baseada no mérito. 2. A educação será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A __________ promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre as nações e grupos raciais ou religiosos, e deve desenvolver as atividades da ONU em prol da manutenção da paz (ONU, 1947).
I. O psicólogo baseará o seu trabalho ______________ e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da ____________ do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos (CFP, 2005).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Exemplo clínico: Márcia e seu marido, Fernando,
estavam entre os dez primeiros pacientes da COVID19 na cidade. Fernando começou a ter febre, tosse e
dificuldade para respirar. Faleceu após cinco dias de
internação em uma unidade de terapia intensiva
(UTI) como caso possível de COVID-19, diagnóstico
confirmado posteriormente. Márcia não pode vê-lo
nem falar com ele durante a internação, pois ela
também estava em isolamento, mas com sintomas
leves. Sua última lembrança do marido vivo é
Fernando acenando com a mão enquanto a
enfermeira o conduzia pelo corredor do hospital. O
enterro durou 20 minutos, com caixão lacrado e sem
velório e apenas um dos irmãos de Fernando esteve
presente, pois Márcia ainda estava em isolamento.
Após o enterro, Márcia sentiu um grande vazio.
Durante algum tempo, alternava períodos em que
chorava muito, não conseguia dormir e ficava
lembrando de momentos passados com Fernando.
Quando tinha energia, via fotos, andava e acariciava
os dois cachorros que ela e o marido haviam
adotado. Os sentimentos variavam entre as boas
lembranças e culpa pela possibilidade de ter sido
responsável pela contaminação dele pelo vírus. Por
isso sentia vergonha dos sogros por pensar que eles
a culpavam pelo acontecido ou por ele ter morrido e
não ela. Apenas depois de algumas semanas,
retomou o contato com alguns amigos e familiares
pelas redes sociais. Voltou gradualmente a fazer os
serviços de casa e conseguiu voltar a trabalhar e
superar as dificuldades financeiras causadas pelas
várias semanas que ficou praticamente sem renda.
Conseguiu arrumar armários e doar os pertences de
Fernando a uma instituição, mantendo alguns para si
e para doar para amigos e familiares algumas peças
especiais. Relatou à mãe que se sentia uma pessoa
privilegiada por ter sido casada com alguém tão
especial. Sabe que não será fácil, mas devagar quer
seguir em frente com a sua vida.
(Elaborado por Maria Cristina de Oliveira Santos e
Miyazaki Maycoln Teodoro na publicação LUTO, da
Sociedade Brasileira de Psicologia)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Psicologia Social e ComunitáriaConceito, Histórico, Atuação e Objetos de Estudo da Psicologia Social
- Psicologia Social e ComunitáriaIntervenção Psicossocial
A Psicologia Social na atualidade é considerada
por Spink & Spink (2013) como um campo em que "há intensas disputas, pouca tolerância sobre pontos
de vistas diferentes e nenhuma concordância sobre
quais seriam os pressupostos teóricos básicos."
(p.679). No Brasil as principais publicações de livros
textos, identificados na pesquisa dos autores citados
acima, refletem essa diversificação e passam por
aspectos que consideram que o papel da psicologia
social é entender o indivíduo no seu contexto social
incluindo tópicos como: linguagem, comunicação,
atitudes e comportamento, por exemplo. A partir da
década de 80 novas perspectivas começaram a ser
introduzidas na Psicologia Social, sobre isso é
correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em janeiro de 2020, a Organização Mundial da
Saúde (OMS) declarou o surto da doença do novo
coronavírus como Emergência de Saúde Pública de
Importância Internacional. A OMS afirmou que havia
um alto risco de que a doença do coronavírus 2019
(COVID-19) se espalhasse por outros países no
mundo todo. Em março de 2020, a OMS avaliou que
a COVID-19 podia ser caracterizada como
pandemia. A OMS e autoridades de saúde pública no
mundo todo estão agindo para conter o surto da
COVID-19. Entretanto, essa crise está gerando
estresse na população.
Em março de 2019, o Conselho Federal de
Psicologia lançou um comunicado sobre os
atendimentos on-line mediante as recomendações
do Ministério da Saúde, Organização Mundial de
Saúde (OMS), Secretarias de Saúde e autoridades
civis sobre eventuais possibilidades de quarentena,
resguardo e isolamento a fim de evitar o
alastramento da pandemia da Covid-19, o novo
coronavírus, informando à categoria que as(os)
profissionais que optarem pela prestação de serviços
psicológicos realizados por meios de tecnologia da
informação e da comunicação, como o atendimento
on-line, devem realizar o cadastro pelo site “Cadastro
e-Psi”.
A medida se deu para tentar atenuar os impactos do
vírus na sociedade, assim como para facilitar o
atendimento e o trabalho das(os) psicólogas(os), tão
necessário para a saúde mental da população,
especialmente em um momento de pandemia, no
qual há implicações emocionais de uma possível
quarentena e de aspectos psicológicos do
isolamento.
É dever da psicóloga e do psicólogo prestarem
serviços psicológicos de qualidade, em condições de
trabalho dignas e apropriadas à natureza desses
serviços, utilizando princípios, conhecimentos e
técnicas fundamentados na ciência psicológica, na
ética e na legislação profissional, bem como nas
demais disposições do Código de Ética Profissional e
legislações correlatas.
(Texto adaptado de Coronavírus: Comunicado
sobre atendimento on-line
https://site.cfp.org.br/coronavirus-comunicado-sobreatendimento-on-line/)
I. A(o) psicóloga(o) deve planejar e sistematizar a entrevista a partir de indicadores objetivos de avaliação correspondentes ao que pretende examinar.
II. Durante a entrevista, a(o) psicóloga(o) deve registrar as observações do comportamento, e provocar questionamentos sobre sua infância, de forma a colher material que possa enriquecer a posterior análise dos resultados.
III. A entrevista psicológica é uma conversação dirigida sem um propósito definido, sua função básica é prover a(o) psicóloga(o) de subsídios técnicos acerca da conduta, comportamentos, conceitos, valores e opiniões da(o) candidata(o).
IV. Na perícia psicológica realizada no contexto do trânsito, a entrevista tem caráter individual e não é obrigatória.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas de Saúde Mental
- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdePolíticas PúblicasPolíticas Públicas no SUS
Exemplo clínico: Márcia e seu marido, Fernando,
estavam entre os dez primeiros pacientes da COVID19 na cidade. Fernando começou a ter febre, tosse e
dificuldade para respirar. Faleceu após cinco dias de
internação em uma unidade de terapia intensiva
(UTI) como caso possível de COVID-19, diagnóstico
confirmado posteriormente. Márcia não pode vê-lo
nem falar com ele durante a internação, pois ela
também estava em isolamento, mas com sintomas
leves. Sua última lembrança do marido vivo é
Fernando acenando com a mão enquanto a
enfermeira o conduzia pelo corredor do hospital. O
enterro durou 20 minutos, com caixão lacrado e sem
velório e apenas um dos irmãos de Fernando esteve
presente, pois Márcia ainda estava em isolamento.
Após o enterro, Márcia sentiu um grande vazio.
Durante algum tempo, alternava períodos em que
chorava muito, não conseguia dormir e ficava
lembrando de momentos passados com Fernando.
Quando tinha energia, via fotos, andava e acariciava
os dois cachorros que ela e o marido haviam
adotado. Os sentimentos variavam entre as boas
lembranças e culpa pela possibilidade de ter sido
responsável pela contaminação dele pelo vírus. Por
isso sentia vergonha dos sogros por pensar que eles
a culpavam pelo acontecido ou por ele ter morrido e
não ela. Apenas depois de algumas semanas,
retomou o contato com alguns amigos e familiares
pelas redes sociais. Voltou gradualmente a fazer os
serviços de casa e conseguiu voltar a trabalhar e
superar as dificuldades financeiras causadas pelas
várias semanas que ficou praticamente sem renda.
Conseguiu arrumar armários e doar os pertences de
Fernando a uma instituição, mantendo alguns para si
e para doar para amigos e familiares algumas peças
especiais. Relatou à mãe que se sentia uma pessoa
privilegiada por ter sido casada com alguém tão
especial. Sabe que não será fácil, mas devagar quer
seguir em frente com a sua vida.
(Elaborado por Maria Cristina de Oliveira Santos e
Miyazaki Maycoln Teodoro na publicação LUTO, da
Sociedade Brasileira de Psicologia)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com relação à Leishmaniose, são medidas de prevenção direcionadas aos cães:
I - Nos casos de doação de animais, realizar exame sorológico para Leishmaniose Visceral - LV após a doação, de acordo com a situação epidemiológica.
II - Uso de telas em canis individuais ou coletivos, de acordo com a situação epidemiológica.
III - Coleiras impregnadas com deltametrina a 4%, como medida de proteção individual para os cães.
Está correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2007724
Ano: 2020
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Alagoa Nova-PB
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CONTEMAX
Orgão: Pref. Alagoa Nova-PB
Provas:
Em janeiro de 2020, a Organização Mundial da
Saúde (OMS) declarou o surto da doença do novo
coronavírus como Emergência de Saúde Pública de
Importância Internacional. A OMS afirmou que havia
um alto risco de que a doença do coronavírus 2019
(COVID-19) se espalhasse por outros países no
mundo todo.
Em março de 2020, a OMS avaliou que
a COVID-19 podia ser caracterizada como
pandemia. A OMS e autoridades de saúde pública no
mundo todo estão agindo para conter o surto da
COVID-19. Entretanto, essa crise está gerando
estresse na população.
Em março de 2019, o Conselho Federal de
Psicologia lançou um comunicado sobre os
atendimentos on-line mediante as recomendações
do Ministério da Saúde, Organização Mundial de
Saúde (OMS), Secretarias de Saúde e autoridades
civis sobre eventuais possibilidades de quarentena,
resguardo e isolamento a fim de evitar o
alastramento da pandemia da Covid-19, o novo
coronavírus, informando à categoria que as(os)
profissionais que optarem pela prestação de serviços
psicológicos realizados por meios de tecnologia da
informação e da comunicação, como o atendimento
on-line, devem realizar o cadastro pelo site ―Cadastro
e-Psi‖.
A medida se deu para tentar atenuar os impactos do
vírus na sociedade, assim como para facilitar o
atendimento e o trabalho das(os) psicólogas(os), tão
necessário para a saúde mental da população,
especialmente em um momento de pandemia, no
qual há implicações emocionais de uma possível
quarentena e de aspectos psicológicos do
isolamento.
É dever da psicóloga e do psicólogo prestarem
serviços psicológicos de qualidade, em condições de
trabalho dignas e apropriadas à natureza desses
serviços, utilizando princípios, conhecimentos e
técnicas fundamentados na ciência psicológica, na
ética e na legislação profissional, bem como nas
demais disposições do Código de Ética Profissional e
legislações correlatas.
(Texto adaptado de Coronavírus: Comunicado
sobre atendimento on-line
https://site.cfp.org.br/coronavirus-comunicado-sobreatendimento-on-line/)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No contexto atual, torna- se impossível não falar
sobre a pandemia que assola o mundo, em virtude
de tudo o que ela provocou e provoca, e da pergunta
dos gestores, educadores, políticos e cidadãos:
como será o mundo após a pandemia?
No que diz respeito à Educação, conforme a
Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura (Unesco), sabemos que a crise
causada pela Covid-19 resultou no encerramento
das aulas em escolas e em universidades, afetando
mais de 90% dos estudantes do mundo (UNESCO,
2020). A partir desse número, pergunta-se: qual o
futuro da Educação num mundo abalado pelo novo
coronavírus?
Quando as escolas reabrirem, e, em algumas partes
do mundo, tal evento já começou a ocorrer, a
emergente recessão econômica, certamente,
aumentará as desigualdades e poderá reverter o
progresso obtido por alguns países na expansão do
acesso educacional e na melhoria da aprendizagem.
Por isso, é necessário que os países reconheçam o
problema – como não o fizeram quando a COVID-19
começou a espalhar-se pelo mundo –, e criem
políticas públicas voltadas especificamente para a
Educação.
A nosso ver, por mais que a economia dos países
sofra com a pandemia, os investimentos em
Educação devem ser mantidos, quiçá aumentados.
Conforme a Unesco, a natural queda na
aprendizagem poderá alastrar-se por mais de uma
década se não forem criadas políticas públicas que
invistam em melhorias de infraestrutura, tecnologias,
formação, metodologias e salários, além do reforço
da merenda, melhor aproveitamento do tempo,
tutoria fora do horário usual das aulas e material
adicional, quando possível (UNESCO, 2020). Em
concordância com a Unesco, o parecer do Conselho
Nacional de Educação do Ministério da Educação do
Brasil, seguiu a mesma linha e reconheceu os
problemas causados pela pandemia. O parecer
procurou reorganizar as atividades acadêmicas e
sinalizou com a permissão para aulas aos sábados –
em horários de contraturno e durante as férias –,
para que os alunos da Educação Básica não percam
o ano letivo e apontou outras medidas semelhantes
àquelas já defendidas pela Unesco (BRASIL, 2020).
A Educação a distância (EaD) não pode ser a única
solução, esta metodologia tende a exacerbar as
desigualdades já existentes, que são parcialmente
niveladas nos ambientes escolares, simplesmente,
porque nem todos possuem o equipamento
necessário. Se a meta for investir apenas em
ferramentas digitais, certamente, contribuiremos para
uma piora na aprendizagem dos alunos a curto e a
médio prazos (SOUZA; FRANCO; COSTA, 2016).
Nós precisamos repensar o futuro da Educação,
incluindo uma articulação apropriada entre o EaD e o
Ensino presencial (UNESCO, 2020). Até porque,
muitos no Brasil não têm acesso a computadores,
celulares ou à Internet de qualidade – realidade
constatada pelas secretarias de Educação de
Estados e municípios no atual momento – e um
número considerável alto de professores precisou
aprender a utilizar as plataformas digitais, inserir
atividades online, avaliar os estudantes a distância e
produzir e inserir nas plataformas material que ajude
o aluno a entender os conteúdos, além das usuais
aulas gravadas e online. Na pandemia, grande parte
das escolas e das universidades estão fazendo o
possível para garantir o uso das ferramentas digitais,
mas sem terem o tempo hábil para testá-las ou
capacitar o corpo docente e técnico-administrativo
para utilizá-las corretamente.
Há ainda outros obstáculos graves, especialmente
para alunos e professores mais empobrecidos,
muitos deles localizados na periferia das grandes
cidades ou na zona rural. Faltam computadores,
aparelhos de telefonia móvel, software e Internet de
boa qualidade, recursos imprescindíveis para um
EaD que resulte em aprendizagem.
Não podemos esquecer que saúde física e saúde
mental andam juntas. A duração prolongada do
confinamento, a falta de contato pessoal com os
colegas de classe, o medo de ser infectado, a falta
de espaço em casa – torna o estudante menos ativo
fisicamente do que se estivesse na escola –, e a falta
de merenda para os alunos menos privilegiados são
fatores de estresse que atingem a saúde mental de
boa parte dos estudantes da Educação Básica e das
suas famílias. Estimular a solidariedade, a resiliência
e a continuidade das relações sociais entre
educadores e alunos nesse período é fundamental,
pois ajuda a minorar o impacto psicológico negativo
da pandemia nos estudantes. Agora, importa
prevenir e reduzir os níveis elevados de ansiedade,
de depressão e de estresse que o confinamento
provoca nos estudantes em quarentena (MAIA;
DIAS, 2020).
No momento atual, muitas escolas, públicas e
privadas, estão exagerando nas expectativas do que
professores e familiares conseguem fazer. Há
diferenças substanciais entre as famílias,
atualmente, em confinamento. Algumas podem
ajudar seus filhos a aprender mais do que outras.
Fatores como a quantidade de tempo disponível para se dedicar aos estudos dos filhos, auxiliando-os com
as aulas online – muitos pais estão em home office
cumprindo horário laboral integral e outros tantos
precisam trabalhar externamente para garantir a
renda mensal –; as habilidades não cognitivas dos
genitores; a possibilidade de acessar o material
online; a quantidade de conhecimento inato dos pais
– afinal, é difícil ajudar o filho se tiver de aprender
algo estranho ao que se conheceu e aprendeu – ,
são questões a serem levados em conta quanto ao
papel dos pais na Educação dos filhos em tempos de
pandemia. Toda essa situação gerará um aumento
da desigualdade na Educação e no progresso do
estudante (CIFUENTES-FAURA, 2020).
Além disso, os secretários de Educação e os
gestores das escolas precisam pensar na saúde
mental de todos, até porque, os professores também
estão fragilizados. Se os educadores ficarem
exaustos mentalmente, e aproximarem-se de um
esgotamento físico e mental, não poderão ajudar a si
ou aos alunos (MAIA; DIAS, 2020).
Para construirmos um futuro mais saudável,
próspero e seguro, precisamos de políticas públicas
que garantam um financiamento adequado para a
Educação, fazer uso inteligente das tecnologias
disponíveis, priorizar os mais vulneráveis e proteger
educadores e alunos. O Estado precisa se fazer
presente."
Adaptado de: DIAS, Érika; PINTO, Fátima Cunha Ferreira.
A Educação e a Covid-19. Ensaio: aval.pol.públ.Educ. , Rio
de Janeiro, v. 28, n. 108, pág. 545-554, setembro de 2020. Epub 06 de julho de 2020.
https://doi.org/10.1590/s0104-4036201900280108000 .
Provas
Questão presente nas seguintes provas
"O conhecimento da psicologia na compreensão dos
processos de ensino e aprendizagem se constitui,
historicamente, desde concepções higienistas até
àquelas que analisam esse processo como síntese
de múltiplas determinações (...) No plano da
formação de professores é necessário retomar a
finalidade dos conteúdos da Psicologia que
contribuam para a compreensão do processo de
escolarização, da relação entre subjetividade e
educação, abordando temas tais como fracasso
escolar, queixa escolar, medicalização da educação,
relações intersubjetivas que constituem a vida diária
escolar, dentre outros temas, que busquem superar
o reducionismo de questões sociais ao âmbito
individual, considerando o processo de escolarização
como expressão das dimensões sociais, culturais,
pedagógicas, políticas, afetivas e institucionais." (CHECCHIA, 2015 )
I. Do ponto de vista do desenvolvimento, a brincadeira não é uma forma predominante de atividade, mas, em certo sentido, é a linha principal do desenvolvimento na idade pré-escolar.
II. A essência da brincadeira é que ela é a realização de desejos, mas não de desejos isolados e sim de afetos generalizados.
III. Qualquer brincadeira com situação imaginária é, ao mesmo tempo, brincadeira com regras e qualquer brincadeira com regras é brincadeira com situação imaginária.
IV. Na brincadeira, a criança opera com objetos como sendo coisas que possuem sentido, opera com os significados das palavras, que substituem os objetos.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container