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Foram encontradas 574 questões.

4120112 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
O regime estatutário dos servidores públicos municipais prevê, além do salário base definido por lei para cada cargo, um adicional por tempo de serviço como forma de valorizar a experiência e a permanência no serviço público. Esse adicional é fixo: R$ 80,00 por ano completo de exercício no município, acrescido diretamente ao vencimento básico.
O servidor Carlos, que trabalha na Secretaria de Obras, completou 8 anos de serviço em janeiro deste ano. Em seu holerite do mês seguinte, ele observou que seu vencimento total (salário base + adicional por tempo de serviço) foi de R$ 3.840,00.
Considerando que não há outros descontos ou acréscimos nesse valor total, qual é o salário base de Carlos, sem o adicional por tempo de serviço?
 

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4120111 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
A nutricionista responsável pela merenda escolar na rede municipal, está preparando o suco que será servido no almoço das escolas. Seguindo o manual de alimentação escolar do município, a receita padrão exige que a mistura seja feita na proporção de 1 parte de concentrado de fruta para 5 partes de água filtrada, garantindo o sabor adequado e o aproveitamento nutritivo sem desperdício. Em um dia especialmente quente, a previsão é que sejam consumidos 240 litros de suco pronto em todas as escolas municipais. Para fazer o pedido correto ao almoxarifado, a nutricionista precisa calcular com precisão: quantos litros de concentrado de fruta ela deve solicitar para esse dia?
 

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4120110 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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A Secretaria Municipal de Saúde monitora mensalmente o número de atendimentos nas unidades básicas de saúde para planejar a alocação de profissionais e insumos. O gráfico abaixo apresenta os atendimentos realizados no Posto de Saúde nos cinco primeiros meses de 2025.
Enunciado 4558925-1
Com base nos dados apresentados no gráfico, qual foi a média de atendimentos mensais nesse período?
 

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4120109 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Isabel tem 3 filhos. Ela ganhou 9 pares de meia, que distribuirá igualmente para os seus filhos. Com quantos pares de meia cada filho de Isabel ficará?
 

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4120108 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
O grau diminutivo das palavras é usado, na maioria das vezes, para indicar o tamanho pequeno ou diminuído de algo ou alguém. Em qual das frases NÃO aparece uma palavra no diminutivo? Assinale a alternativa correta.
 

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4120107 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG

Enunciado 4558922-1

http://www.praticadapesquisa.com.br/2014/05/charge-dia-do-trabalhador.html#google_vignette

Na frase do quadrinho “o trabalho é importante, mas o ócio também”, o que é correto afirmar sobre as duas palavras que estão grifadas?

 

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4120106 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG

Enunciado 4558921-1

http://www.praticadapesquisa.com.br/2014/05/charge-dia-do-trabalhador.html#google_vignette

De acordo com o quadrinho, qual é a alternativa correta?

 

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4120105 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
    Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:
    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações
    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo
    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil
     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
     Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 
No período “Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento...”, o termo “exauridos” indica que a exposição de razões técnicas chegou ao limite, como etapa já cumprida. Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo adequado para “exauridos” nesse contexto.
 

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4120104 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
    Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:
    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações
    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo
    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil
     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
     Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 
No trecho do texto em que se afirma: “A escrita manual é uma tarefa multissensorial.”, o autor organiza a informação em uma oração simples. Considerando a análise sintática do período, assinale a alternativa correta.
 

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4120103 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Texto para a questão.
O que perdemos por deixar de escrever à mão
    Excluídas as coisas que adoraríamos esquecer, a felicidade se mede pelas tantas que merecemos lembrar. E neste quesito, tudo o que favorece a memorização tem importância.
    Vilmar Sanches, um colega sempre beminformado, trouxe para o grupo da nossa ATM um texto que coloca em xeque o futuro da escrita manual, uma forma de comunicação desenvolvida há mais de 2,5 mil anos e que está perdendo espaço para o uso exclusivo de telas entre os jovens da geração Z (nascidos entre 1997 e 2012).
    O hábito de escrever no papel tornou-se menos frequente devido à predominância de celulares, tablets e computadores, alterando uma prática fundamental da civilização humana.
    Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações. Estudos indicam que o ato físico de escrever ativa áreas cerebrais essenciais para o aprendizado e o raciocínio crítico, de forma muito mais intensa do que a digitação.
    O esforço muscular e tátil da escrita manual, com movimentos específicos no desenho de cada letra, ajuda o cérebro a ancorar a informação à memória, enquanto na digitação o movimento é homogeneizado: nada distingue um clique para digitar um A ou um Z.
    Quando toda a novidade presume avanço, aqui estão alguns efeitos dessa mudança:
    1. Impacto no aprendizado e na memória. O abandono gradual da escrita à mão, em favor da digitação, é um fenômeno que altera não apenas a forma como nos comunicamos, mas também como o nosso cérebro processa informações. Essa mudança de costumes traz benefícios de eficiência, mas impõe perdas significativas em termos cognitivos e motores. Ao escrever à mão, o cérebro precisa planejar e executar movimentos complexos para cada letra, o que reforça a retenção de informações
    2. Codificação profunda. Estudos sugerem que o tempo mais lento da escrita manual permite que o cérebro processe melhor o conteúdo
    3. Quem digita usa com frequência o "copie e cole", o que resulta numa retenção superficial, enquanto quem escreve à mão é forçado a resumir e selecionar conceitos-chave, o que facilita a compreensão e o armazenamento. A escrita manual é uma tarefa multissensorial. Ela envolve a integração da visão, do tato e do controle motor fino, muito valorizados na alfabetização infantil
     4. Refinamento da coordenação fina. A perda da prática manual pode levar a uma atrofia de habilidades motoras delicadas, essenciais em áreas como cirurgia, artes plásticas e mecânica de precisão
    Exauridos os argumentos técnicos, ainda restará lamentar a falta do deslumbramento de receber uma carta de amor, com aquela caligrafia inconfundível, falando de saudade.
     Acredite, a vida do robô é um modelo de eficiência vazia. Ele, coitado, nem tem onde guardar cartas para reler em dias tristes. J.J. Camargo. 
Considerando a articulação lógica entre as orações e o valor semântico do conectivo “se” no período “Seria razão para comemoração plena se essa transformação profunda no processamento de informações não significasse perdas para as novas gerações.”, pode-se afirmar que:
 

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