Foram encontradas 574 questões.
A Prefeitura está planejando a construção de um Centro
de Referência da Juventude em um terreno municipal de
formato retangular. De acordo com a planta aprovada
pela Secretaria de Obras e Urbanismo, o terreno possui
40 metros de comprimento por 30 metros de largura.
No projeto de paisagismo, ficou definido que apenas 60%
da área total do terreno será revestida com placas de
grama. O restante será destinado a calçadas e áreas com
pedriscos ornamentais.
Sabendo que cada placa de grama tem formato retangular medindo 1,5 metro de comprimento por 1,0 metro de largura, qual será a quantidade mínima de placas necessárias para cobrir a parte gramada do terreno?
Sabendo que cada placa de grama tem formato retangular medindo 1,5 metro de comprimento por 1,0 metro de largura, qual será a quantidade mínima de placas necessárias para cobrir a parte gramada do terreno?
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A Companhia Municipal de Água e Esgoto mantém um
sistema de abastecimento por caminhão-pipa em uma
comunidade rural onde não há rede de água encanada.
Um reservatório comunitário de 5.000 litros abastece
regularmente 20 famílias da região por 15 dias,
considerando o consumo médio diário por família.
Diante de um pedido da associação de moradores, a prefeitura decidiu incluir mais 10 famílias no mesmo sistema de abastecimento, a partir do próximo ciclo.
Mantendo o mesmo consumo médio por família e sem aumentar a capacidade do reservatório, por quantos dias o reservatório de 5.000 litros conseguirá abastecer todas as 30 famílias?
Diante de um pedido da associação de moradores, a prefeitura decidiu incluir mais 10 famílias no mesmo sistema de abastecimento, a partir do próximo ciclo.
Mantendo o mesmo consumo médio por família e sem aumentar a capacidade do reservatório, por quantos dias o reservatório de 5.000 litros conseguirá abastecer todas as 30 famílias?
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Texto para a questão
Ser sofista é insulto na filosofia. Mas você escolheria um
deles ou Sócrates para te defender?
Ser um sofista é um insulto no meio filosófico.
Por quê? Consideramos a filosofia que vale a pena como
a derivada de Sócrates e de Platão, inimigos declarados
dos sofistas. Assim, aprendemos sobre um time pela
visão
de torcedores inimigos. Sofismas/sofistas
equivalem a um pensamento ardiloso, sem compromisso
com a verdade.
Nosso termo “escola” deriva de uma palavra
grega para ócio. Se você fosse um escravizado na Atenas
do século 5 a.C., trabalharia o dia todo e nunca teria
tempo para uma educação elaborada. Ter ócio era ter
renda e bens suficientes que permitissem atividades
como leitura e debates. Um bom exemplo é Platão,
membro da elite ateniense que não apenas conseguiu
uma excelente educação, mas ainda podia passar tempo
fazendo atividades físicas que permitissem ao jovem ser
chamado pelo apelido de “ombros largos”, em grego,
Platão.
E Sócrates? Não era rico, pelo que sabemos,
mas vivia em banquetes ofertados por seus alunos
eupátridas (os “bem-nascidos”), como Alcebíades e
Platão.
Educados, atletas, debatedores em banquetes
fartos, o grupo nunca cobraria para pensar. Nunca
precisaram. Estavam acima dos boletos. Seus olivais e
vinhedos eram cultivados por muitos braços e eles se
dedicavam ao debate por diálogos.
A expansão comercial ateniense (e das outras
cidades) fez crescer um grupo ligado ao comércio,
manufaturas, engenharia naval e outras atividades
menos tradicionais. Estes “novos ricos” tinham posses,
mas careciam de tradição. Precisavam educar filhos e ter
formação para os debates públicos na fervilhante política
ática. Surgem os sofistas.
Eram “pensadores de aluguel”, advogados,
professores, escritores que cobravam pelos seus
serviços. Viviam deles. Não tendo terras como a família
de Platão, comiam a partir do que conseguiam em troca
do treino da retórica. Muitos advogados sofistas
defendiam um cliente e não um “logos” supremo.
Vejam a frase do sofista Protágoras: “o homem é
a medida de todas as coisas”. Parece puro
antropocentrismo helênico. Porém, ela introduz um
relativismo interpretativo (hermenêutico, se preferirem)
importante. Se o homem é a medida, cada homem
determina uma nova medida, cada caso é um caso, cada
verdade pertence ao sujeito.
Para a elite tradicional, eram “cérebros de
aluguel”, falantes hábeis a peso de ouro. Para os
sofistas, talvez, Platão tivesse uma liberdade que não
vinha da sua convicção ética, todavia dos seus bens.
Sócrates, o amigo de gente rica, aceitou a pena
capital. O quadro famoso de David mostra o velho mestre
cercado por apoiadores e há treze pessoas na imagem,
como Jesus na Santa Ceia. Morreu por aquilo que
acreditava. Sócrates foi associado à virtude e à
coerência. Foi oferecida a ele a chance de fugir e o
homem mais sábio da Grécia (segundo o oráculo), disse
que precisava morrer para cumprir a lei e para mostrar
que suas ideias valiam mais do que sua vida. Quem,
simbolicamente, teria amassado a cicuta que Sócrates
bebeu? Demagogos e, claro, sofistas.
De vendidos e venais, os sofistas passaram a
assassinos calculistas. Platão nunca os perdoou e fez
um diálogo importante chamado “Sofista”. Dali em
diante, com anuência do Cristianismo, sofistas eram os
amigos da mentira, astutos, e, como Lúcifer,
enganadores.
É difícil imaginar quem seriam os herdeiros de
Sócrates e de Jesus no mundo de hoje. Eu apontaria com
mais facilidade quem seria filho do realismo sofista: é o
algoritmo. Ele determina que cada usuário é a medida de
todas as coisas. Ele indica produtos sem preconceito, de
livros sofisticados a cremes depilatórios, tudo a partir do
seu perfil de compras. Ele mostra vídeos da cena que
você, há pouco, viu com atenção.
O algoritmo não tem valores prévios senão a
sobrevivência do mercado. O internauta é a medida de
todas as coisas e seu histórico de navegação determina
a verdade que o algoritmo reforça. Nossa esperança é
gente que pensa fora das redes, mas... como serão
analisados? Aliás, seriam vistos?
Leandro Karnal. Disponível em
<https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/ser-sofista-e-insulto
na-filosofia-mas-voce-escolheria-um-deles-ou-socrates-para-te
defender/>
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Texto para a questão
Ser sofista é insulto na filosofia. Mas você escolheria um
deles ou Sócrates para te defender?
Ser um sofista é um insulto no meio filosófico.
Por quê? Consideramos a filosofia que vale a pena como
a derivada de Sócrates e de Platão, inimigos declarados
dos sofistas. Assim, aprendemos sobre um time pela
visão
de torcedores inimigos. Sofismas/sofistas
equivalem a um pensamento ardiloso, sem compromisso
com a verdade.
Nosso termo “escola” deriva de uma palavra
grega para ócio. Se você fosse um escravizado na Atenas
do século 5 a.C., trabalharia o dia todo e nunca teria
tempo para uma educação elaborada. Ter ócio era ter
renda e bens suficientes que permitissem atividades
como leitura e debates. Um bom exemplo é Platão,
membro da elite ateniense que não apenas conseguiu
uma excelente educação, mas ainda podia passar tempo
fazendo atividades físicas que permitissem ao jovem ser
chamado pelo apelido de “ombros largos”, em grego,
Platão.
E Sócrates? Não era rico, pelo que sabemos,
mas vivia em banquetes ofertados por seus alunos
eupátridas (os “bem-nascidos”), como Alcebíades e
Platão.
Educados, atletas, debatedores em banquetes
fartos, o grupo nunca cobraria para pensar. Nunca
precisaram. Estavam acima dos boletos. Seus olivais e
vinhedos eram cultivados por muitos braços e eles se
dedicavam ao debate por diálogos.
A expansão comercial ateniense (e das outras
cidades) fez crescer um grupo ligado ao comércio,
manufaturas, engenharia naval e outras atividades
menos tradicionais. Estes “novos ricos” tinham posses,
mas careciam de tradição. Precisavam educar filhos e ter
formação para os debates públicos na fervilhante política
ática. Surgem os sofistas.
Eram “pensadores de aluguel”, advogados,
professores, escritores que cobravam pelos seus
serviços. Viviam deles. Não tendo terras como a família
de Platão, comiam a partir do que conseguiam em troca
do treino da retórica. Muitos advogados sofistas
defendiam um cliente e não um “logos” supremo.
Vejam a frase do sofista Protágoras: “o homem é
a medida de todas as coisas”. Parece puro
antropocentrismo helênico. Porém, ela introduz um
relativismo interpretativo (hermenêutico, se preferirem)
importante. Se o homem é a medida, cada homem
determina uma nova medida, cada caso é um caso, cada
verdade pertence ao sujeito.
Para a elite tradicional, eram “cérebros de
aluguel”, falantes hábeis a peso de ouro. Para os
sofistas, talvez, Platão tivesse uma liberdade que não
vinha da sua convicção ética, todavia dos seus bens.
Sócrates, o amigo de gente rica, aceitou a pena
capital. O quadro famoso de David mostra o velho mestre
cercado por apoiadores e há treze pessoas na imagem,
como Jesus na Santa Ceia. Morreu por aquilo que
acreditava. Sócrates foi associado à virtude e à
coerência. Foi oferecida a ele a chance de fugir e o
homem mais sábio da Grécia (segundo o oráculo), disse
que precisava morrer para cumprir a lei e para mostrar
que suas ideias valiam mais do que sua vida. Quem,
simbolicamente, teria amassado a cicuta que Sócrates
bebeu? Demagogos e, claro, sofistas.
De vendidos e venais, os sofistas passaram a
assassinos calculistas. Platão nunca os perdoou e fez
um diálogo importante chamado “Sofista”. Dali em
diante, com anuência do Cristianismo, sofistas eram os
amigos da mentira, astutos, e, como Lúcifer,
enganadores.
É difícil imaginar quem seriam os herdeiros de
Sócrates e de Jesus no mundo de hoje. Eu apontaria com
mais facilidade quem seria filho do realismo sofista: é o
algoritmo. Ele determina que cada usuário é a medida de
todas as coisas. Ele indica produtos sem preconceito, de
livros sofisticados a cremes depilatórios, tudo a partir do
seu perfil de compras. Ele mostra vídeos da cena que
você, há pouco, viu com atenção.
O algoritmo não tem valores prévios senão a
sobrevivência do mercado. O internauta é a medida de
todas as coisas e seu histórico de navegação determina
a verdade que o algoritmo reforça. Nossa esperança é
gente que pensa fora das redes, mas... como serão
analisados? Aliás, seriam vistos?
Leandro Karnal. Disponível em
<https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/ser-sofista-e-insulto
na-filosofia-mas-voce-escolheria-um-deles-ou-socrates-para-te
defender/>
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Durante a desmontagem de um motor de combustão
interna, o mecânico observa um conjunto de peças
responsável por transmitir o movimento linear gerado
pela combustão para um movimento rotativo que será
posteriormente conduzido ao sistema de transmissão do
veículo. Esse conjunto também participa da conversão
da energia gerada na câmara de combustão em trabalho
mecânico útil para movimentar o veículo. Nesse
contexto, o conjunto mecânico que realiza essa função é
formado por quais das peças a seguir, fundamentais para
a transformação do movimento dentro do motor?
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Durante desmontagem e montagem de motor de
explosão, procedimentos padronizados evitam retrabalho
e falhas pós-serviço. Nesse contexto, analise as
assertivas.
I. Marcar posição de componentes e registrar folgas auxilia na montagem e no diagnóstico.
II. Reaproveitar parafusos de torque/alongamento sem critério reduz risco de falha mecânica.
III. Seguir sequência e torque especificados pelo fabricante reduz empeno e vazamentos.
Está(ão) CORRETA(S):
I. Marcar posição de componentes e registrar folgas auxilia na montagem e no diagnóstico.
II. Reaproveitar parafusos de torque/alongamento sem critério reduz risco de falha mecânica.
III. Seguir sequência e torque especificados pelo fabricante reduz empeno e vazamentos.
Está(ão) CORRETA(S):
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Durante teste de rodagem após manutenção, o motorista
relata que o veículo apresenta ruído metálico e leve
resistência ao engatar a 2ª marcha, sobretudo em
reduções de velocidade. As demais marchas entram
normalmente e não há sinais de patinação da
embreagem. Considerando o funcionamento interno da
caixa de câmbio manual e o processo de sincronização
das engrenagens, qual hipótese técnica é coerente com o
quadro descrito?
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Após revisão recente, um veículo passa a apresentar
superaquecimento apenas em trânsito lento, enquanto
em velocidade constante na estrada a temperatura
permanece dentro do normal. Durante a inspeção,
observa-se que o eletroventilador não entra em
funcionamento quando o motor atinge temperatura
elevada. Considerando os sintomas e o funcionamento
do sistema de arrefecimento, qual linha de diagnóstico
inicial é adequada?
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Em máquina que utiliza circuito hidráulico para
acionamento, observa-se aquecimento excessivo do óleo
e perda de força em operação contínua. Qual hipótese é
compatível com esses dois efeitos em conjunto?
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Durante a revisão de um sistema de freios, o mecânico
observa pastilhas com superfície vitrificada e discos com
sinais de contaminação por óleo ou graxa. Situações
desse tipo exigem avaliação cuidadosa, pois podem
comprometer a eficiência da frenagem e aumentar o risco
durante a condução do veículo. Nesse contexto, analise
as assertivas a seguir.
I. A contaminação por óleo ou graxa nas superfícies de atrito pode reduzir o coeficiente de atrito e aumentar a distância de frenagem.
II. A presença de óleo no conjunto de freio pode indicar vazamento em componentes próximos, como retentores ou cilindros, devendo ser investigada.
III. A vitrificação das pastilhas ocorre quando o material de atrito sofre resfriamento excessivo, formando uma superfície lisa que reduz a eficiência da frenagem.
Está(ão) CORRETA(S):
I. A contaminação por óleo ou graxa nas superfícies de atrito pode reduzir o coeficiente de atrito e aumentar a distância de frenagem.
II. A presença de óleo no conjunto de freio pode indicar vazamento em componentes próximos, como retentores ou cilindros, devendo ser investigada.
III. A vitrificação das pastilhas ocorre quando o material de atrito sofre resfriamento excessivo, formando uma superfície lisa que reduz a eficiência da frenagem.
Está(ão) CORRETA(S):
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