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Foram encontradas 574 questões.

4120082 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
A Prefeitura está planejando a construção de um Centro de Referência da Juventude em um terreno municipal de formato retangular. De acordo com a planta aprovada pela Secretaria de Obras e Urbanismo, o terreno possui 40 metros de comprimento por 30 metros de largura. No projeto de paisagismo, ficou definido que apenas 60% da área total do terreno será revestida com placas de grama. O restante será destinado a calçadas e áreas com pedriscos ornamentais.
Sabendo que cada placa de grama tem formato retangular medindo 1,5 metro de comprimento por 1,0 metro de largura, qual será a quantidade mínima de placas necessárias para cobrir a parte gramada do terreno?
 

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4120081 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
A Companhia Municipal de Água e Esgoto mantém um sistema de abastecimento por caminhão-pipa em uma comunidade rural onde não há rede de água encanada. Um reservatório comunitário de 5.000 litros abastece regularmente 20 famílias da região por 15 dias, considerando o consumo médio diário por família.
Diante de um pedido da associação de moradores, a prefeitura decidiu incluir mais 10 famílias no mesmo sistema de abastecimento, a partir do próximo ciclo.
Mantendo o mesmo consumo médio por família e sem aumentar a capacidade do reservatório, por quantos dias o reservatório de 5.000 litros conseguirá abastecer todas as 30 famílias?
 

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4120080 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Texto para a questão

Ser sofista é insulto na filosofia. Mas você escolheria um deles ou Sócrates para te defender? 

        Ser um sofista é um insulto no meio filosófico. Por quê? Consideramos a filosofia que vale a pena como a derivada de Sócrates e de Platão, inimigos declarados dos sofistas. Assim, aprendemos sobre um time pela visão de torcedores inimigos. Sofismas/sofistas equivalem a um pensamento ardiloso, sem compromisso com a verdade. 

        Nosso termo “escola” deriva de uma palavra grega para ócio. Se você fosse um escravizado na Atenas do século 5 a.C., trabalharia o dia todo e nunca teria tempo para uma educação elaborada. Ter ócio era ter renda e bens suficientes que permitissem atividades como leitura e debates. Um bom exemplo é Platão, membro da elite ateniense que não apenas conseguiu uma excelente educação, mas ainda podia passar tempo fazendo atividades físicas que permitissem ao jovem ser chamado pelo apelido de “ombros largos”, em grego, Platão.

        E Sócrates? Não era rico, pelo que sabemos, mas vivia em banquetes ofertados por seus alunos eupátridas (os “bem-nascidos”), como Alcebíades e Platão. 

        Educados, atletas, debatedores em banquetes fartos, o grupo nunca cobraria para pensar. Nunca precisaram. Estavam acima dos boletos. Seus olivais e vinhedos eram cultivados por muitos braços e eles se dedicavam ao debate por diálogos. 

        A expansão comercial ateniense (e das outras cidades) fez crescer um grupo ligado ao comércio, manufaturas, engenharia naval e outras atividades menos tradicionais. Estes “novos ricos” tinham posses, mas careciam de tradição. Precisavam educar filhos e ter formação para os debates públicos na fervilhante política ática. Surgem os sofistas. 

        Eram “pensadores de aluguel”, advogados, professores, escritores que cobravam pelos seus serviços. Viviam deles. Não tendo terras como a família de Platão, comiam a partir do que conseguiam em troca do treino da retórica. Muitos advogados sofistas defendiam um cliente e não um “logos” supremo.

        Vejam a frase do sofista Protágoras: “o homem é a medida de todas as coisas”. Parece puro antropocentrismo helênico. Porém, ela introduz um relativismo interpretativo (hermenêutico, se preferirem) importante. Se o homem é a medida, cada homem determina uma nova medida, cada caso é um caso, cada verdade pertence ao sujeito. 

        Para a elite tradicional, eram “cérebros de aluguel”, falantes hábeis a peso de ouro. Para os sofistas, talvez, Platão tivesse uma liberdade que não vinha da sua convicção ética, todavia dos seus bens. 

        Sócrates, o amigo de gente rica, aceitou a pena capital. O quadro famoso de David mostra o velho mestre cercado por apoiadores e há treze pessoas na imagem, como Jesus na Santa Ceia. Morreu por aquilo que acreditava. Sócrates foi associado à virtude e à coerência. Foi oferecida a ele a chance de fugir e o homem mais sábio da Grécia (segundo o oráculo), disse que precisava morrer para cumprir a lei e para mostrar que suas ideias valiam mais do que sua vida. Quem, simbolicamente, teria amassado a cicuta que Sócrates bebeu? Demagogos e, claro, sofistas. 

        De vendidos e venais, os sofistas passaram a assassinos calculistas. Platão nunca os perdoou e fez um diálogo importante chamado “Sofista”. Dali em diante, com anuência do Cristianismo, sofistas eram os amigos da mentira, astutos, e, como Lúcifer, enganadores.

        É difícil imaginar quem seriam os herdeiros de Sócrates e de Jesus no mundo de hoje. Eu apontaria com mais facilidade quem seria filho do realismo sofista: é o algoritmo. Ele determina que cada usuário é a medida de todas as coisas. Ele indica produtos sem preconceito, de livros sofisticados a cremes depilatórios, tudo a partir do seu perfil de compras. Ele mostra vídeos da cena que você, há pouco, viu com atenção. 

        O algoritmo não tem valores prévios senão a sobrevivência do mercado. O internauta é a medida de todas as coisas e seu histórico de navegação determina a verdade que o algoritmo reforça. Nossa esperança é gente que pensa fora das redes, mas... como serão analisados? Aliás, seriam vistos? 

Leandro Karnal. Disponível em 
<https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/ser-sofista-e-insulto
na-filosofia-mas-voce-escolheria-um-deles-ou-socrates-para-te
defender/>
No período “Platão nunca os perdoou.”, o autor retoma, por meio de um pronome, um referente previamente mencionado no texto, evitando repetição lexical e mantendo a coesão. Considerando a função que esse termo desempenha na estrutura da oração, assinale a alternativa que apresenta a classificação sintática correta de “os”.
 

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4120079 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Texto para a questão

Ser sofista é insulto na filosofia. Mas você escolheria um deles ou Sócrates para te defender? 

        Ser um sofista é um insulto no meio filosófico. Por quê? Consideramos a filosofia que vale a pena como a derivada de Sócrates e de Platão, inimigos declarados dos sofistas. Assim, aprendemos sobre um time pela visão de torcedores inimigos. Sofismas/sofistas equivalem a um pensamento ardiloso, sem compromisso com a verdade. 

        Nosso termo “escola” deriva de uma palavra grega para ócio. Se você fosse um escravizado na Atenas do século 5 a.C., trabalharia o dia todo e nunca teria tempo para uma educação elaborada. Ter ócio era ter renda e bens suficientes que permitissem atividades como leitura e debates. Um bom exemplo é Platão, membro da elite ateniense que não apenas conseguiu uma excelente educação, mas ainda podia passar tempo fazendo atividades físicas que permitissem ao jovem ser chamado pelo apelido de “ombros largos”, em grego, Platão.

        E Sócrates? Não era rico, pelo que sabemos, mas vivia em banquetes ofertados por seus alunos eupátridas (os “bem-nascidos”), como Alcebíades e Platão. 

        Educados, atletas, debatedores em banquetes fartos, o grupo nunca cobraria para pensar. Nunca precisaram. Estavam acima dos boletos. Seus olivais e vinhedos eram cultivados por muitos braços e eles se dedicavam ao debate por diálogos. 

        A expansão comercial ateniense (e das outras cidades) fez crescer um grupo ligado ao comércio, manufaturas, engenharia naval e outras atividades menos tradicionais. Estes “novos ricos” tinham posses, mas careciam de tradição. Precisavam educar filhos e ter formação para os debates públicos na fervilhante política ática. Surgem os sofistas. 

        Eram “pensadores de aluguel”, advogados, professores, escritores que cobravam pelos seus serviços. Viviam deles. Não tendo terras como a família de Platão, comiam a partir do que conseguiam em troca do treino da retórica. Muitos advogados sofistas defendiam um cliente e não um “logos” supremo.

        Vejam a frase do sofista Protágoras: “o homem é a medida de todas as coisas”. Parece puro antropocentrismo helênico. Porém, ela introduz um relativismo interpretativo (hermenêutico, se preferirem) importante. Se o homem é a medida, cada homem determina uma nova medida, cada caso é um caso, cada verdade pertence ao sujeito. 

        Para a elite tradicional, eram “cérebros de aluguel”, falantes hábeis a peso de ouro. Para os sofistas, talvez, Platão tivesse uma liberdade que não vinha da sua convicção ética, todavia dos seus bens. 

        Sócrates, o amigo de gente rica, aceitou a pena capital. O quadro famoso de David mostra o velho mestre cercado por apoiadores e há treze pessoas na imagem, como Jesus na Santa Ceia. Morreu por aquilo que acreditava. Sócrates foi associado à virtude e à coerência. Foi oferecida a ele a chance de fugir e o homem mais sábio da Grécia (segundo o oráculo), disse que precisava morrer para cumprir a lei e para mostrar que suas ideias valiam mais do que sua vida. Quem, simbolicamente, teria amassado a cicuta que Sócrates bebeu? Demagogos e, claro, sofistas. 

        De vendidos e venais, os sofistas passaram a assassinos calculistas. Platão nunca os perdoou e fez um diálogo importante chamado “Sofista”. Dali em diante, com anuência do Cristianismo, sofistas eram os amigos da mentira, astutos, e, como Lúcifer, enganadores.

        É difícil imaginar quem seriam os herdeiros de Sócrates e de Jesus no mundo de hoje. Eu apontaria com mais facilidade quem seria filho do realismo sofista: é o algoritmo. Ele determina que cada usuário é a medida de todas as coisas. Ele indica produtos sem preconceito, de livros sofisticados a cremes depilatórios, tudo a partir do seu perfil de compras. Ele mostra vídeos da cena que você, há pouco, viu com atenção. 

        O algoritmo não tem valores prévios senão a sobrevivência do mercado. O internauta é a medida de todas as coisas e seu histórico de navegação determina a verdade que o algoritmo reforça. Nossa esperança é gente que pensa fora das redes, mas... como serão analisados? Aliás, seriam vistos? 

Leandro Karnal. Disponível em 
<https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/ser-sofista-e-insulto
na-filosofia-mas-voce-escolheria-um-deles-ou-socrates-para-te
defender/>
Considere o período: “Estes ‘novos ricos’ tinham posses, mas careciam de tradição.” À luz do encadeamento entre as duas informações articuladas pela conjunção, assinale a alternativa que identifica corretamente a circunstância expressa por “mas”.
 

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4120078 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Durante a desmontagem de um motor de combustão interna, o mecânico observa um conjunto de peças responsável por transmitir o movimento linear gerado pela combustão para um movimento rotativo que será posteriormente conduzido ao sistema de transmissão do veículo. Esse conjunto também participa da conversão da energia gerada na câmara de combustão em trabalho mecânico útil para movimentar o veículo. Nesse contexto, o conjunto mecânico que realiza essa função é formado por quais das peças a seguir, fundamentais para a transformação do movimento dentro do motor?
 

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4120077 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Durante desmontagem e montagem de motor de explosão, procedimentos padronizados evitam retrabalho e falhas pós-serviço. Nesse contexto, analise as assertivas.
I. Marcar posição de componentes e registrar folgas auxilia na montagem e no diagnóstico.
II. Reaproveitar parafusos de torque/alongamento sem critério reduz risco de falha mecânica.
III. Seguir sequência e torque especificados pelo fabricante reduz empeno e vazamentos.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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4120076 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Durante teste de rodagem após manutenção, o motorista relata que o veículo apresenta ruído metálico e leve resistência ao engatar a 2ª marcha, sobretudo em reduções de velocidade. As demais marchas entram normalmente e não há sinais de patinação da embreagem. Considerando o funcionamento interno da caixa de câmbio manual e o processo de sincronização das engrenagens, qual hipótese técnica é coerente com o quadro descrito?
 

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4120075 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Após revisão recente, um veículo passa a apresentar superaquecimento apenas em trânsito lento, enquanto em velocidade constante na estrada a temperatura permanece dentro do normal. Durante a inspeção, observa-se que o eletroventilador não entra em funcionamento quando o motor atinge temperatura elevada. Considerando os sintomas e o funcionamento do sistema de arrefecimento, qual linha de diagnóstico inicial é adequada?
 

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4120074 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Em máquina que utiliza circuito hidráulico para acionamento, observa-se aquecimento excessivo do óleo e perda de força em operação contínua. Qual hipótese é compatível com esses dois efeitos em conjunto?
 

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4120073 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Durante a revisão de um sistema de freios, o mecânico observa pastilhas com superfície vitrificada e discos com sinais de contaminação por óleo ou graxa. Situações desse tipo exigem avaliação cuidadosa, pois podem comprometer a eficiência da frenagem e aumentar o risco durante a condução do veículo. Nesse contexto, analise as assertivas a seguir.
I. A contaminação por óleo ou graxa nas superfícies de atrito pode reduzir o coeficiente de atrito e aumentar a distância de frenagem.
II. A presença de óleo no conjunto de freio pode indicar vazamento em componentes próximos, como retentores ou cilindros, devendo ser investigada.
III. A vitrificação das pastilhas ocorre quando o material de atrito sofre resfriamento excessivo, formando uma superfície lisa que reduz a eficiência da frenagem.
Está(ão) CORRETA(S):
 

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